Tempus Reliquius

3 Expresso de Hogwarts


Podem avisar, pode avisar

Invente uma doença que me

Deixe em casa pra sonhar

Trimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

Uma jovem de cabelos vermelho-sangue não estava tendo uma noite de sono muito agradável. Imagens desfocadas passavam como um flash em sua mente. O garoto branco de olhos negros profundos estava cada vez mais perto tentando lhe avisar algo, que foi brutamente interrompido por outro rapaz que apontava furiosamente a varinha e seu rosto. Ela assim como viu, pode sentir o raio verde vindo em sua direção, mas no exato momento em que a maldição se aproximava, alguém entrou em sua frente.

E suando frio acordou.

Só mais um pesadelo?

Acho que não.

Pode avisar, podem avisar

Invente uma doença que me

Deixe em casa pra sonhar

Trimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

O ar frio entrava pela janela escancarada em pleno outono de 1º de setembro.

Danielle já estava de pé e meio atordoada por um pesadelo que acabara de ter. Ela saiu de seu quarto cambaleando de sono e entrou no corredor claro e limpo de seu apartamento. Uma terrível dor de cabeça devido à ressaca lhe perturbava.

Com o novo enredo outro dia de folia

Com o novo enredo outro dia de folia

Trimmmmmmmmmmmmmmmmmmmmm

—Mas que inferno de relógio é esse? Onde já se viu, em plena manhã, pós-noitada... – resmungou Dani enquanto se encaminhava pela sala, onde estavam as outras três garotas jogadas pelos cantos, sujas pelo que pode ver.

“Hum... manhã?” “Mas que dia é hoje?” Tentava raciocinar, tropeçando nos objetos espalhados pelo cômodo e o “infernal” despertador tocando, ao mesmo tempo em que colocava em seu pijama um broche de prata.

—Ai, Merlin, es’sa não! — Finalmente se lembrou ao olhar para o relógio que marcava 10:40, e depois chutá-lo para debaixo da mesa de centro cor de creme o calando.

Eu ia explodir,

eu ia explodir

Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí

—Acordem, acordem!!! — Gritou Dani enquanto balançava as três.

—Cala a boca sua loca e me deixa dormir! — Falou meio rouca Larrysa levantando o rosto de um tênis preto, que estava fazendo de travesseiro.

—Ah é?! Louca!? – Grasnou Dani histérica. –Sonorus. ACOORDEEEMMM BANDO DE VAGABUNDAS!!!!! – Berrou com a voz 50 vezes mais elevada.

O berro parece ter feito efeito. Até ela estava mais acordada. As garotas se levantaram num pulo empunhando suas varinhas e os olhos arregalados. Mais acordadas que nunca... e mais nojentas por assim dizer.

Sem demora, Dani convocou os elfos que trabalhavam no apartamento e os mandou arrumar os malões e suas roupas, pois nem isso tinham providenciado.

—O que... que ta rolando? — Perguntou Belle em meio a um bocejo.

—Há! Há! Lembra que temos que embarcar para Hogwarts? — Disse Dani pegando dois pares de tênis jogados pela sala. -Além do mais, estamos atrasadas, faltam 15 minutos para as 11... A Tonks deve estar nos esperando e podemos...

Eu ia explodir,

eu ia explodir

Mas eles não vão ver os meus pedaços por aí

—Tá! Chega! Vamos logo nos arrumar então! Pois pelo que me parece... Está faltando somente nós. — Falou Vydu apontando para os malões que já estavam prontos na porta da sala.

5 minutos mais tarde, as garotas estavam na rua, arrastando com dificuldade os malões e as gaiolas, esticando a mão da varinha para o nôtibus, vir pegá-las.

Mal Isabelle esticou o braço, e um ônibus de 3 andares, roxo-berrante parou rente ao meio-fio da calçada.

—Bem-vindas ao Nôtibus andan... — Falou um rapaz magricela parado, em pé, nos degraus do ônibus enorme.

—Tá! Nós já sabemos! — Cortou Isabelle com pressa. -Nós precisamos ir urgentemente para a estação King Cross... — Falou enquanto as outras subiam rapidamente carregando seus malões pesados e as gaiolas enormes de seus animais.

Me deixa, que hoje eu to de

Bobeira, bobeira

Me deixa, que hoje eu to de

Bobeira, bobeira

Quase como em um piscar de olhos, já estavam em seu destino final, onde podiam ver uma garota de cabelos verdes correndo para o local onde as garotas tinham desembarcado.

—Onde vocês estavam?! Está quase na hora de embarcar! — Tonks disse afobada, andando para dentro da estação. -É melhor se apressarem. Eu mostro para vocês como funciona... — Disse parando em frente a uma parede de tijolos que marcava os números 9 e 10.

—Tá... E agora?

—Agora, é só pegar o embalo e atravessar. Larry, você vai primeiro, depois Dani, Belle, eu, e, por ultimo... — Disse olhando Vydu com certa raiva. -Victorrya.

—Beleza. — Falou Vydu devolvendo o mesmo olhar.

Hoje eu desafio o mundo

Sem sair da minha casa

Hoje eu sou um homem mais sincero

E mais justo comigo

Assim, Larry foi primeiro, depois Dani, Isabelle e Tonks. Vydu passou com um pouco de ressentimento; iam começar uma vida nova, novas amizades, novos professores, novos inimigos, talvez até, um novo amor, quem sabe? Mas ela não parava de pensar no beijo que tinha ganhado na noite passada...

"Lu... Você é tão... Lindo! Porque será que eu não te vi mais ontem?"

Hoje eu desafio o mundo

Sem sair da minha casa

Hoje eu sou um homem mais sincero e

Mais justo comigo

E com esses pensamentos ela atravessou o portal. Sentiu no começo uma sensação de terrível calor e incomodo, ela abriu os olhos que até ali estavam fechados e viu sobre eles uma chama roxa, mas que não queimava, ao contrario, criava um frio terrível acompanhado de imagens distorcidas de diversas pessoas que não conhecia. O fogo virou um redemoinho, e com uma sensação de terrível incomodo, ela chegou ao outro lado.

Tropeçando, piscou os olhos que ardiam e levou a mão à cabeça, pois, alem da terrível dor de cabeça que ela estava sentindo por causa da ressaca, teve ânsia.

Podem os homens vir que

Não vão me abalar

Os cães farejam o medo,

Logo não vão me encontrar

—O que foi Muguet? Não consegue aguentar uma mera travessia? — Perguntou Tonks.

—Meu o que você tem? Não sou de deixar brincadeirinhas pendentes. Se tiver algo te incomodando, pode vir invejosa. — Respondeu perdendo a paciência, ao mesmo tempo em que sacava a varinha.

Não se trata de coragem

Mas meus olhos estão distantes

Me camuflam na paisagem

Dando um tempo,

Pra cantar

***

—Tiago!

Depois de um longo verão solitário aturando seus familiares, ele não via a hora de voltar Hogwarts e rever seus amigos. E tal foi sua felicidade ao encontrar seu amigo e companheiro de farra.

—Sirius! – se virou Tiago que ajeitava sua coruja agitada na gaiola. Estava como ele lembrava; os cabelos pretos, despenteados, os olhos castanhos esverdeados, os óculos pretos e redondos, e o sorriso de sempre. Só estava mais bronzeado. Largou suas coisas, e cumprimentou seu amigo que conhecia à 4 anos. -E aí, como foi foram suas férias? Aposto que adorou dançar com sua amada priminha no baile dos Black’s.

—Pois é... — Disse jogando distraidamente seus cabelos negros pra trás. Varias meninas que passavam no local deram um suspiro. -Tive que fazer esse agrado para meus pais... E como ficou sabendo? Que eu me lembre você viajou para a Grécia essas férias.

—O Profeta Diário fez uma reportagem sobre o baile. Eu mandei a coruja me entregar onde quer que eu esteja, sabe, ficar atualizado enquanto pego um solzinho.

—Ah entendo, aliás, tenho novidades, Bellatriz me agradeceu pela companhia. E quem sou eu para recusar uns beijos...

Me deixa, que hoje eu tô de

Bobeira, bobeira

Tiago olhou descrente para Sirius, e passados alguns minutos impressionado, olhou para os lados e percebendo que não havia ninguém ouvindo falou o mais baixo possível.

—Nossa quem diria, finalmente conseguiu hein! Mas tomara que o noivo dela não descubra. Você estaria encrencado.

—Estaria mesmo, porque felizmente não foram só uns beijos... — Finalizou com um sorriso maroto, e ouvindo uma gritaria vinda de um local próximo, os dois viraram involuntariamente as cabeças para o lá.

—Parece que alguém esta começando o ano com o pé direito. — Comentou Tiago se voltando para Sirius, que encarava o grupo barraqueiro com uma expressão curiosa no rosto.

—É... Então, viu o Aluado ou o Rabicho? — Perguntou ele tirando os olhos de uma menina negra muito bonita, do “grupo barraqueiro”, encarando o amigo.

—Não, ainda não, vou procurá-los, alias esta quase na hora. — Falou olhando para o relógio que marcava cinco para às onze. -Te vejo lá no trem.

E saiu arrastando seu malão deixando Sirius olhando novamente para grupo que parecia ter se acalmado.

—Hey! — Gritou Tiago já a um razoável distancia. -Depois quero ouvir sua “aventura” no baile.

—Pode deixar. — Gritou de volta. E encostou displicentemente na parede, esperando a hora para atacar sua próxima presa.

Me deixa, que hoje eu tô de

Bobeira, bobeira

***

Hoje eu desafio o mundo

Sem sair da minha casa

Hoje eu sou um homem mais sincero

E mais justo comigo

—Ou, ou, ou, vamos parar com isso, okay! — Se intrometeu Larry no meio das duas.

—Não tenho a mínima inveja de você... Bem, é melhor irem procurar uma cabine vazia, enquanto eu encontro o pessoal... Er, engraçado... eu não estou vendo o Gui... E ninguém conhecido... — Disse Tonks mudando de assunto.

—Ah, eles devem estar lá dentro. — Falou Dani pensado em Erick.

—Não, não é só isso... o tempo desse lado mudou... está mais calor...

—Mas isso não é normal? — Perguntou Vydu a contra gosto a Tonks.

—Claro que não, sua francesinha metida!- Respondeu Tonks dando a Vydu um olhar de puro desprezo.

—Já vai começar? Não tem problema, não ligo de te azarar aqui mesmo! — Gritou Vydu, chamando a atenção de algumas pessoas e apontando a varinha para o queixo de Tonks.

Podem os homens vir que

Não vão me abalar

Os cães farejam o medo,

Logo não vão me encontrar

—Ei, Ei, Ei! — Dani se intrometeu. –O que você disse, Tonks, não ofendeu só a ela, mas a mim também!

—Desculpa Dani, não foi minha intenção te ofender... Mas a essa...

—Chega! — Falou Dani, enquanto arrastava Vydu para longe de Tonks que já estavam quase se azarando. -Vamos procurar uma cabine. Tonks, depois agente se vê.

—Nossa! O que deu em vocês? A Tonks só da patada na Vydu, e a Dani ta parecendo a Belle... Hahaha! A Dani tomando juízo eh fod‘e... Esse mundo ta perdido... — Disse Larry subindo as escadas da Maria Fumaça vermelha que já soltava grandes quantidades de vapor.

Isabelle, que estava dormindo em pé, se adiantou, com a intenção de ir ao banheiro para lavar o rosto, mas tropeçou nos degraus, e só não se espatifou no chão, graças a ajuda de um garoto, que tinha os cabelos pretos, olhos pretos, e, pelo que Belle sentira, um corpo bem definido.

Não se trata de coragem

Mas meus olhos estão distantes

Me camuflam na paisagem

Dando um tempo, tempo, tempo

Pra cantar

—Opa! Já vai? — Perguntou o garoto com um sorriso malicioso nos lábios.

—Não... er... Obrigada pela ajuda... — Respondeu ela com um sorriso no rosto e levemente corada. -Sou Isabelle... — Esticou a mão, mas ao invés dele apertá-la, beijou-a no rosto.

—Sou Sirius. Sirius Black.

—Er... hã... Prazer... Bom tenho que ir, minhas amigas entrar’ram... Er... Então... Até mais... — Disse ela subindo os degraus de costas.

—Até. — Disse Sirius tirando o cabelo dos olhos.

Com um ultimo aceno de mão, Belle se virou e saiu andando pelo corredor do trem, levitando suas coisas. Passou por varias cabines, quando ouviu algumas vozes conhecidas numa cabine à frente. Olhou através do vidro, viu três garotas conversando e escancarou a porta.

—Se a Dani não tivesse entrado na minha frente, eu teria azarado aquela...

—Chega Vydu! Caramba, já cansei de ficar ouvindo você reclamar da Tonks! Agora quero tirar um cochilo, e espero que você respeite isso... — Disse Larry dando um grande bocejo e se arrumando no banco.

Me deixa, que hoje eu tô de

Bobeira, bobeira

Vydu observou Belle sentar-se, e ao vê-la olhando para a janela com um olhar vago, perguntou preocupada:

—Belle, você está se sentindo bem? Beeeelle? ISABELLE SAFFRAN!- Gritou, estalado os dedos na frente da garota.

Instantaneamente Belle saiu do tranze.

—Er... Oi... O que você disse mesmo?

—O que você tem?! – Disse colocando um broche em sua bata indiana transparente.

—Nada, não Vydu... Não tenho nada... Estou ótima! — Disse Belle, com um sorriso débil no rosto. -Bem... Alguma de vocês sabe como fomos parar em casa ontem? – Continuou ela, mudando de assunto.

—Eu não sei... a ultima coisa que me lembro é da gente fazendo um brinde. — Respondeu Dani pensando na noite anterior. Claro que elas não se lembram. Estavam todas de porre. -E foi o gato que a Vydu ficou que pagou as bebidas... — Continuou com um sorriso no rosto -Qual era o nome dele Vi?

—Acho que era alguma coisa como Luciano... Sei lá! Eu estava completamente bêbada... E nem vem zoar! — Disse ela quando as outras a observaram e riram. -Vocês também estavam pra lá de doidas!

—Ah, fala sério! Ontem foi muito louco! Conta aí Vydu, como foi? Tirando a parte que você esqueceu o nome dele... Ele era "O" gato, ou era só um gato? — Danielle perguntou ainda sorrindo.

—Putz! Você também hein! Pura irresponsabilidade sua! Não sabe nem o nome do cara! Aposto que ele se aproveitou de você!

—Olha quem fala! Aposto quantos galeões eu tiver que você não lembra nem o que fez... Mas se você quiser eu a recordo...

—Não, deixa comigo Vydu... Dona Isabelle se agarrou pelos cantos com não só um, mas várrios meninos! — disse Dani divertida.

—Não foi nada disso!

Me deixa, que hoje eu tô de

Bobeira, bobeira

—Foi sim! E o duro é que você tem péssimo gosto, com exceção do rapaz do palco, claro. Se pelo menos fosse um loiro gostoso, de olhos cinzas e que beija bem... — Respondeu Victorrya para Isabelle.

—Passado tem de ser enterrado, tá legal... — Se aborreceu Belle. -Mas mudando de assunto, e a Tonks? Ela ta muito estranha não acham?

—Somente com a Vydu. O porque eu não sei.

—Ah Dani, nem ligo. Não fui com a cara hor’roroza dela. Fala sério, com uma verdadeira vagaba não vale a pena nem...

Mas o que não vale a pena, elas nunca chegaram a descobrir. O trem deu um solavanco indicando que ia partir. A porta se escancarou, e Belle reconheceu o lindo garoto que invadira seus pensamentos.

—Eu e meus amigos podemos nos sentar aqui com vocês? — Perguntou ele com um sorriso no rosto perfeito.

As garotas perderam a fala, com a súbita visão daquele belo menino e meramente balançaram a cabeça.

Será mais uma presa para as garotas ou o feitiço virara contra o feiticeiro?

***

Tonks estava furiosa, não só por causa ‘Daquela francesinha infeliz’ mas também que por mais que procurasse, não encontrava de maneira nenhuma seus amigos, muito menos nenhum conhecido de Hogwarts.

Distraída e bufando de raiva tropeçou no pé de alguém e caiu de cara no chão.

—Droga! De novo não! – Resmungou Tonks enquanto arrumava as vestes bagunçadas pela queda. Mas ao ver em quem tinha tropeçado, logo falou sem graça. –M... Me desculpe, estava distraída... sabe, não estou nos meus melhores dias... – é, com certeza não estava.

—Não, eu é que me desculpo, não deveria ficar parado no meio do corredor. – Respondeu um garoto de cabelos pretos impecavelmente arrumados, olhos azuis e um corpo esbelto. -Eu sou Régulos, Régulos Black. E você é...?

—...Tonks. –Respondeu sorrindo. ‘Black... Onde será que eu já ouvi esse sobrenome?’. Enquanto ela pensava, ele fez uma cara do tipo ‘só isso?’ -Hum... Ninfadora Tonks.

—Prazer Ninfadora. – Disse ele pegando sua mão e beijando.

—Mas, me chame só de Tonks.

—Ok Tonks. Então, gostaria de se juntar a mim e meus amigos na minha cabine? – Perguntou fazendo uma leve reverencia, frisando bem a palavra minha, e apontando para a porta da cabine, onde já se encontravam mais seis pessoas; duas garotas entre eles.

—Ah... tudo bem! – Disse andando em direção a cabine com um sorriso vacilante no rosto.

Me deixa, vê se me deixa

Que hoje eu to e bobeira

—Pessoal essa é a Tonks. – Todos na cabine acenaram desconfiados com a cabeça.

—Tonks, esse é Lucio Malfoy; Apontou para um loiro de olhos azuis acinzentados. –Rodolphus Lestrange; um garoto de olhos castanhos escuros, cabelos curtos e espetados. –Severo Snape; um garoto de olhos negros intensos e cabelos preto oleosos que chegava aos ombros, com roupas velhas. –Bellatrix Black; uma garota de olhos azuis parecidos aos de Régulos e cabelos cheios até os cotovelos. –e essa é Narcissa Black; loira, de olhos azuis celestes.

—Me desculpe perguntar, mas vocês são parentes? – Perguntou Tonks ao se sentar ao lado de Narcissa. ‘ Bellatrix? Narcissa?’ Pensou mais um pouco.

—A Bella a Cissy são irmãs e minhas primas. – Respondeu Régulos se sentando ao lado de Severo.

—Hum... –Murmurou pensando mais um pouco nos Black. Claro! Porque não tinha se lembrado antes? Esse era o sobrenome de solteiro de sua mãe! Mas espera ai... que ela se lembre, não tinha nenhum parente estudando em Hogwarts. Mas tinha tias por parte de mãe que se chamavam Narcissa e Bellatrix, ambas que nunca via. E também um primo distante... Régulos, que morreu jovem. Além de sua tia ter se casado com um tal de Lucio... E o professor que mais odiava no mundo... Snape...

Tonks juntou dois mais dois e concluiu que algo estava errado, muito errado.

—Então Tonks, o que você fez no cabelo para ele ficar assim? – Perguntou Lucio com um certo deboche na voz.

E a conversa transcorreu normalmente, com umas alfinetadas aqui e ali... e com Tonks formando uma estranha teoria em sua mente. E como sempre, distraída a detalhes.

Bobeira, bobeira...

Notas finais
E aí pessoal, o que estão achando até agora? Beijinhos, Belle Black.