Tempo de Recomeçar

5 Capítulo 5 - Intimidação


Notas iniciais
Oi turma, demorei mas voltei e voltei com um novo capitulo recheado de novas emoções e surpresas (tá ok, acho que estou sendo exagerada, nem ta tão recheado assim, digamos que o capitulo estar é normal), tomara que vcs gostem e não se esqueçam de deixa aquela ajudinha básica comentado no final do capitulo. Ah é, quero me desculpar caso eu tenha demorado muito pra atualizar a fic dessa fez, realmente não gosto de fazer vcs ficaram tanto tempo ansiosos esperando pela fic ser atualizada e nada dela. Agora a chata aqui vai para de tagarela e deixar vcs leirem o capitulo a vontade. Boa Leitura!!!!!!!!! ^^

POV: Mônica

Com a hora da saída o sinal havia sido tocado, Magali, Nimbus e eu saímos da nossa salas de aula super aliviados pelo fim das aulas, após o professor ter liberado toda a nossa classe, nós estávamos esperando pelo DC que ainda estava na classe dele aparecer, provavelmente o pobre coitado ainda tinha que assistir mais um restante de aula. Como não podíamos ir embora sem o DC porque havíamos combinado de que nós quatro voltaríamos pra casa juntos tivemos que fica ali esperando por ele.

No fim nós três nos separáramos cada um indo pra algum canto diferente, pois a Magali precisava ir ao banheiro, Nimbus foi ver o porque DC estava demorando tanto e já eu fui guarda alguns dos meus matérias escolares que não ia precisar usar em casa dentro do armário escolar feito para os alunos usarem, pois obviamente não tava nem um pouco afim de carregar poço desnecessário dentro da minha mochila.

Fui até a parte da escola onde fica os armários escolares dos alunos, consegui encontrar o meu verificando os números dos armários com o papel que estava nas minhas mãos, depois que conseguiu abrir o armário com a chave coloquei uns dos livros de estudo lá dentro que não ia precisar usar em casa, por ultimo fechei a portinha do armário logo em seguida.

Quando me viro de costa para o outro lado com intenção de sair da li fui abordada por uma garota de longos cabelos negros e liso até a cintura, que me encarava de maneira seria nada amigável, não sei porque mas acho me pareceu que eu já havia visto ela antes, atrás dessa mesma garota estava umas quatro meninas que parecia estar acompanhada por ela. O que logo de cara achei aquilo tudo realmente muito esquisito.

–Er... O que você deseja?! _Perguntei procurando saber o que ela queria comigo.

–Humpf! Garotinha não se faça de sonsa, você deve saber muito bem o que eu quero trata contigo. _Ela nojentamente insinuo com um ar de patricinha esnobe insuportável (fato que eu odeio muito isso nessas garotas) e me encarando com um olhar de desdém arrogante.

–Ham! Não estou tendendo!? _Disse confusa mais pra mim do que pra ela tentado compreende o que aquela garota queria.

–Se não esta entendendo, vai começar entender. Eu vi você de papo com o Cebola, não sei o que você é dele, mas recomendo a você que fique longe dele pro seu próprio bem! _Arregalei os meus olhos ao ouvi aquelas palavras. Aquilo por acaso foi uma ameça!?

–Hã?! O que?! Pera ai! Acho que você entendeu errado, eu não tenho nada com o Cebo... _Comecei a tenta explicar e fui ai que me lembrei da garota que eu havia confundido com a namorada do Cebola, o que fez todo sentido agora, só podia ser ela. –Ah! Então é isso! Você é aquela garota que chamou o Cebola naquela hora e eu pensei que fosse a namorada dele. –Exclamei estalando os meus dedos. –De qualquer forma, não precisa se esquentar que eu não quero nada com o Cebola. Só conversamos algumas vezes. _Me justifico esclarecendo.

–Gr! Você pode até ter esse seu jeitinho inocente, mas a mim você não me engana. Conheço muito do seu "tipinho". Mesmo que você me diga que não quer nada com o Cebola, sei que esta mentindo. _Diz a garota que provavelmente se chamava Penha, cruzando os braços, continuando amostrar seu lado esnobe insuportável e soltando cada vez mais o seu veneno, o que me deixava cada vez perplexa com tal atitude.

–Quero é?! E porque acha isso!? _Questiono franzindo o cenho e colocando as minhas mãos em cada lado da minha cintura.

–Ah, claro ainda pergunta!? Não é óbvio o Cebola é o garoto mais cobiçado da escola, todas caem ao seus pés, não tem nenhuma que não resista e agora você vem com essa que não quer nada com ele. _Ela respondeu com ironia e uma cara de cínica debochada, o que conseguiu me deixou bem irritada com aquela cara.

–Ah bom! admito que ele é lindo mesmo, mas eu juro que não quero nada com ele e também não quero nada com garoto nenhum. Estou muito melhor sozinha. _Argumentei sendo mais sincera possível, realmente não queria nada com ele. Ou sara que eu queria?! O.o

–Hahahaha. Ai faça me rir! Tipinhos ridículas como você, claro que não conseguiria ter namorado algum. Enxergue o seu lugar amore, você seria apenas um divertimento pro Cebola na cama e nada mais, ele te daria um belo fora depois que consegui-se dormi com você. É isso que você representa pro Cebola, um NADA! huhuhuhu... _Dizendo isso ela começou a gargalhar sendo acompanhada na risada pelas quatro garotas que estava atrás dela.

–Glup! _Engoli a seco ao ouvir aquelas palavras frias e espinhosas vindas da Penha.

Eu não esperava encontrar uma menina tão cruel assim, mesmo em toda minha vida tinha que conviver com garotas más que nunca me trataram bem, sempre me rejeitavam e me humilhavam, mas isso pra mim era de menos, pior de tudo era pensar no fato de ser verdade o que a Penha disse sobre o Cebola não querer nada comigo (além de sexo), isso fazia doer muito dentro mim e eu não fazia ideia o porque, já estava no meu limite com vontade de chorar, só que eu lutava com todas as minhas forças de vontade para não derrama nenhuma lágrimas perto daquelas meninas idiotas e dar o gostinho de vitória pra elas.

–Por isso não se aproxime mais do Cebola, ele não precisa de um lixo como você quando pode ter alguém como eu. Se ainda duvida, vai lá procurar por ele, só que depois não vem chorar arrependida. _Penha sarcástica deu o seu aviso zombando com um sorriso nojentamente insuportável

–Gr! _Grunhi de raiva, eu já estava ardendo de tanto ódio, minha vontade era de avançar no pescoço dessa tal Penha e fazer ela engolir cada palavra dita.

POV: Autora

–Penha, o que você esta fazendo com essa pobre e bela criatura indefesa?! _Pronunciou o Toni com ar de desconfiado assim que chegou no local por acaso.

–Nada de mais! Já terminei de fazer o que vi fazer aqui! Humpf! Vamos meninas! _Após ter respondido cinicamente se fazendo de sonsa desentendida, Penha apenas se virou-se de costa seguindo o seu caminho indo embora dali acompanhada pela suas amigas que foram juntas com ela.

–"Aff! Essa Penha nunca toma jeito! Sempre bancado a malvada da escola. Hum! Do que estou falando também sou outro!?" _Pensou Toni com um leve sorriso torto cínico formado no rosto.

–Hey! Lindinha, você esta bem? _Perguntou o loiro parecendo um pouco preocupado com a Mônica, a fitando a mesma.

–Uhum! Estou! _A dentuça responde assentido e dando um um fraco sorriso forçado.

–Me diz o que essas malvadas fizeram com você que eu poderei te ajudar?! _Questionou o garoto amostrando ser bem gentil e amigável.

–Hum! Nada! Deixa pra lá! _Mônica diz sem graça achando meio desnecessário toda aquela ajuda vinda de um lindo rapaz desconhecido que nunca havia visto antes.

–Tem certeza que não quer me contar?! _Toni indagou arqueando uma das suas sobrancelhas desconfiado.

–Uhum! De qualquer forma... Obrigada! Mas não precisava me ajuda, eu dava o meu jeito. _A dentuça agradecer gentilmente com um sorriso de gratidão.

–Não precisava?! Aquela meninas pareciam que estavam te avacalhando cruelmente você lindinha, e ai você diz que não precisava!? _Ele comentou irônico, com uma cara incrédula.

–Er... De certa forma! _Ela murmurou meio incerta olhando pro lado do que encara aquele bolo jovem.

–Me diz?! Como se chama lindinha? _Toni a perguntou interessado, saltando um sorriso charmoso.

–Mônica! E por favor para com esse lance de lindinha! Eu não to gostando. Prefiro que me chamem pelo meu nome. _Pediu a garota sem jeito e um pouco corada.

–Opa! Foi mal lind.. Quero disse, Mônica! _O loiro se desculpou amostrando redenção. –Quer saber, eu prefiro Mônica. É um nome tão lindo quanto você! _Ele a elogiou com o seu melhor sorriso sedutor, o que conseguiu deixa a dentuça corada pelo elogio.

–Hum! E o seu é? _Mônica perguntou tentando disfarça o seu constrangimento.

–Toni! _Respondeu ele se apresentando educadamente e ao mesmo tempo galático.

–Prazer! _A dentuça cumprimentou de forma educada e gentil estendendo a mão para o jovem.

–Prazer é...? Sabe que eu prefiro um outro tipo de prazer?! _Toni questionou com um sorriso malicioso formado em seu rosto, colocando a sua mão no queixo da Mônica levantado o pescoço dela pra cima fazendo ela olhar pra ele.

–Q-que t-tipo de p-prazer? _Mônica nervosa e assustada gaguejou na hora de perguntar sem entender aonde o Toni queria chegar, ela tava muito corada por Toni tá com mão dele no queixo dela.

–Esse linda! _Toni pressiona a Mônica no armário com o seu corpo e se aproxima o seu rosto indo em direção aos lábios da Mônica com intenção de roupa um beijo da dentuça que entra em pânico.

–Ahh... Não... Para... Chega... _Mônica implorava para o Toni solta-la, virando o seu pescoço de um lado para o outro pra que assim ele não conseguisse a beija e tentado debater o seu corpo pra que assim consegui-se sair dos braços do rapaz.

–Toni larga a garota AGORA! _Ordenou uma voz masculina bem autoritária e ao mesmo tempo parecia estar raivosa, que era muito familiar para Mônica pro alivio dela.

–Argh! Cebola?! O que esta fazendo aqui? Não esta vendo que estou ocupado!? _Se queixou o Toni reclamando impaciente.

–"Ar... Cebola!" _A dentucinha murmurou em pensamento suspirando, admirada e feliz por ver que o Cebola era o seu "salvador", ela ficava fitando ele sem querer desviar o seu olhar por nenhum momento, com seus íris cor de mel marejado vibrando como duas estrelas cintilantes.

–O que estou fazendo aqui não é da sua conta. Já mandei soltar a menina. _Cebola fala de maneira rígida encarando o Toni serio.

–Por que deveria soltar ela? _Toni questionou sarcástico, sem vontade de fazer o que amigo tava pedindo (praticamente tava mandando).

–Porque olha só pra ela?! Não me parece que ela quer ficar com você. _Respondeu Cebola de forma óbvia, apontando o dedo indicador para a Mônica.

–Ah... Er... É mesmo! _Toni afirmou após olhar para o rosto da garota que estava tremula e olhos arregalados de medo e lacrimejando com a cabeça abaixada.

Assim ele soltou a Mônica dos seus braços a libertando finalmente.

–Bah! De qualquer forma deixa pra lá! Me desculpa, eu não sabia que você não queria. _O loiro sem graça se desculpou parecendo realmente arrependido. –Mas se você quiser podemos recomeçar e nos conhecemos melhor, o que me diz?! _Ele propôs maliciosamente com um sorriso de safado.

–Toni, será que tem como você dar um tempo?! Aff! _Cebola indignado repreende o amigo revirando os olhos. –Vem comigo, estava te procurando._Ele diz puxando o Toni pelo braço começando a andar em direção a saída do local onde os três se encontrava, o levando mesmo junto com ele.

–M-Mais... _Toni abismado tenta protestar não querendo ir junto.

–Não tem mais e nem menos mais! Vamos! _O moreno o apressou acelerando os seus passos continuando a segurar o braço do amigo.

–Nhá! Tá bom, tá bom! _O loiro aceitou informado.

–Desculpe por isso! _Antes de passa pela saída do local, Cebola se desculpou com o seu pescoço virado olhando pra trás fitando a Mônica, ele amostrava estar muito arrependido por isso ter acontecido com ela.

–Tudo bem! _Mônica afirmou sorrindo docemente pro ex troca-letras, querendo fazer o Cebola não se sentir preocupado porque ela de fato tava bem e nem o culpando porque ele realmente não teve nada a ver com isso.

–Huhu! _Vendo que a linda dentucinha estava bem, Cebola retribuiu aquele mesmo sorriso doce pra ela dando uma risada gostosa de se ouvir ates de sumir da visão da Mônica de vez com o Toni.

–Hã... MAS SERÁ POSSÍVEL QUE TODO MUNDO NESSA ESCOLA É LOUCO? _Gritou esbravejando a dentuça, se sentindo indignada com tudo que aconteceu em poucos minutos.

[Professor Licurgo: EU não sou louco!]

"Aíí! Afinal!? O que foi isso tudo, agora? Qual o problema dessa gente? Primeiro aquela maluca me pressionando! Depois aquele loiro que quase me agarrou a força! E por ultimo aquele mesmo garoto de antes, o Cebola... Que vive confundido a minha cabeça e fazendo o meu coração palpitar como se eu tivesse tendo um ataque cardíaco! Será que só comigo isso acontece?" _Ela se perguntava pra si mesma em seus próprios pensamentos.

–Hey, Mônica até que em fim te encontramos, nós estávamos te procurando, sabia?! _Pronunciou o Nimbus assim que chegou junto com o seu irmão mais velho.

–DC, Nimbus! _Mônica exclamou muito feliz por ver os seus dois amigos, com um largo sorriso desenhado em seu rosto de alegria sorrindo pra eles.

Mas logo depois esse mesmo sorriso foi desfeito porque havia sido substituído de repente por uma carinha seria, pensativa e distante.

–O que foi? Você esta esquisita!? Parece até preocupada! Aconteceu alguma coisa contigo? _Questionou o DC preocupado ao perceber que tinha alguma coisa incomodando a sua querida amiga.

–Hum hum! E estou bem! _A morena balançou a cabeça negativamente antes de responder com um belo sorriso tentando disfarça para não causar preocupações desnecessária aos seus amigos.

–Tem certeza Mô!? É bom falar a verdade pra gente! _Nimbus exigiu desconfiado com uma sobrancelhas arqueada.

–Estou falando, serio! Na verdade, eu só estou cansada! _A dentucinha omitiu fingindo estar cansada bocejando com uma mão tampando sua boca.

–Tudo bem Mô então. Vamos atrás da Magali e iremos pra casa imediatamente.

–Valeu! Ainda bem que eu posso contar com vocês dois e também com a Maga! _Mencionou a Mônica agradecida sorridente, entrelaçando cada um dos os seus braços em volta dos braços do Dc e o Nimbus no meio entre eles.

–Ora não precisa agradece, pra isso que serve os amigos. _Nimbus elogiado com um sorriso amigável comentou.

–É! Mas agora chega de conversa fiada e vamos achar a Maga para voltamos pra casa logo. _Apressou o DC aos seus amigos.

–Uhum vamos! _A dentucinha concordou assentindo, enquanto os três caminhavam juntos em busca da Magali pra que assim pudesse retorna pra casa.

Notas finais
E ia?! Gostaram do capitulo? Não gostaram? É só comentar expressando suas opiniões sobre o capitulo que acabaram de ler agora. Comentar é super rápido, não faz a mão cair, te torna um leitor Não fantasma e ainda deixa uma autora de fanfic feliz e motivada para escrever novos capítulos pra vcs curtirem. Beijos no coração de vcs meus lindos e até a próxima. ^^ Tchmiau *se despedindo estilo gatinha kawaii* =3 (tchau + miau = Tchmiau :p) Nossa como sou baka ¬¬' Agora é serio: Bjs e Tchau!!!!!!!!!! *-*