Tempo
4 Aliados
Notas iniciais
Capítulo Quatro: Aliados
Já estávamos chegando em Phoenix quando decidimos parar em um Motel – sim, Motel por que não tínhamos dinheiro para nada chique — e depois nós iriamos nos encontrar em uma lanchonete na cidade.
(Ali’s POV)
Já estava aguardando os outros chegarem quando Castiel apareceu no assento a minha frente.
― Conseguiu mais sobre as meninas? – Não fui capaz de olhar para ele.
Para que serve a timidez nestes momentos? Ah, o que ele fazia comigo?
― Na verdade, não. Acredito que elas já partiram deste estado. – Tentei focar nas palavras que ele dizia e não apenas na voz. Eu tinha que parar.
Os outros finalmente chegaram e se acomodaram.
― Eu fiz uma pesquisa rápida, procurei por algo estranho enquanto elas estavam aqui, mas não encontrei nada. – O mais novo dos Winchester falava sem tirar a atenção do laptop.
― O que estamos procurando, exatamente? – Elena perguntou a ele.
― Elas devem ter algum tipo de informante, quer dizer, se vieram para o passado, então o que procuram é algo grande. – Pensei alto.
(No one’s POV)
Algum lugar de Ohio…
― Você o quê?
O grito da jovem se espalhou pelo depósito abandonado.
― ‘Você’? Me deve mais respeito, garotinha. — Balthazar reclamou enquanto tirava as mãos das orelhas.
― Respeito nada! O senhor. — A ruiva usou de sarcasmo. — Mudou toda uma dimensão por não afundar o Titanic, para quê? Para ter cinquenta mil almas novinhas.
― Alguém me explica por que ainda estamos nos aliando a ele? — Uma garota loira saiu de seu canto.
― Ele é o mais próximo do papai, Kim. — A morena se pronunciou.
― É, infelizmente, precisamos de Balthazar para saber os próximos passos do Padrinho. — A ruiva finalizou.
(Lene's POV)
Os irmãos Winchester estavam preparando algum tipo de ritual para invocar alguns demônios, na esperança de que ao menos um deles soubesse de qualquer coisa. O mais velho colocou algo num recipiente, que pegou fogo e em questão de milésimos tinha um demônio à nossa frente.
― Ah, Winchesters. — Os olhos da mulher possuída ficaram completamente pretos.
Charlie arqueou as sobrancelhas, mas eu sabia o que ela estava pensando: "Conhecidos entre os demônios, okay..."
Eles fizeram algumas perguntas a mulher — ou a coisa dentro dela — e quando ela não foi util, bem, Dean a matavam com um tipo de faca especial, especialmente para o lado mal da força. Eu e as meninas assistimos a esse ciclo até um certo demônio dizer algo um tanto intrigante:
― Pode matar o quanto de nós vocês quiserem! Estamos tão interessados nelas quanto vocês, mas aquelas pestes são espertas. — Ele parou para dar uma risada seca. — Se uniram aos seus amiguinhos emplumados.
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