Tempestade

7 Edward - Resgate


Notas iniciais
Oie, alguém por aqui? Sei que estou muito em falta om vocês, mas esperam que entendam que tem coisas que a gente não controla em nossa vida, infelizmente. Mas acreditem que eu estou fazendo o máximo que eu posso, beleza?! Obrigada pelos reviews! Pessoas novas, apareçam! Boa leitura!

— E para o final de semana, somente um plantão de 12h iniciando no domingo às 07h. Sexta e sábado, sobre aviso de emergências. Tenha um bom descanso, Dr Cullen! — Anne, minha secretária termina de me avisar as 18h30 de quinta feira.

— Obrigada Anne! — Eu digo desolado. Dois dias de folga seriam a alegria de qualquer médico que teve dois plantões de 24h essa semana, mas não para mim. Eu preciso trabalhar para esquecer a loucura que está minha vida.

As 19h eu me despeço de meus colegas de trabalho sem saber ao certo que rumo tomar. Estou exausto, mas não quero ir para casa, até porque lá não tem sido um bom lugar para relaxar na última semana. Simplesmente porque a minha esposa resolveu me infernizar.

Lauren e eu tivemos uma briga terrível ontem. E eu admito que passei um pouco dos limites, mas quem é que suporta o que eu suporto e fica calado? A conversa começou calma, porém ela baixou o nível ao ponto da histeria. Tudo isso porque eu perguntei o que estava acontecendo entre a gente que não conseguíamos mais nos entender.

A verdade é que vivemos uma fachada. Eu não me sinto realizado ou feliz. O último lugar onde eu quero estar é a minha própria casa e nem lembro a última vez em que fiz amor com a minha esposa. Não que eu seja esse tipo de cara que resume o casamento ao sexo, mas eu sei o valor que ele tem na relação. E eu nem tô falando de sexo em si, mas do carinho e da entrega que um faz ao outro. É, ficou meio gay, mas eu sempre valorizei esse tipo de coisa e tô nem aí pra quem pensa que é besteira.

Eu me arrasto para o meu carro e meu estômago reclama atenção. Cansaço e fome, bela combinação! Eu dirigo sem saber direito e acabo na Starbucks novamente. Olho ao redor quando entro e meus olhos caem quando não vislumbro o rosto angelical e o cabelo castanho escuro de Bella. Eu suspiro. Senti falta do jeito meigo e espontâneo daquela morena de olhos tristes a semana inteira. Eu peço um cappuccino e um belo pedaço de torta búlgara. Por coincidência, me sento na mesma mesa em que conversamos na segunda.

Me distraio um pouco nas redes sociais até ver uma postagem que me deixou perplexo. Lauren, ao lado de sua chefe, fazendo um brinde numa foto. Postada a cerca de 30 minutos, a legenda resumia um agradecimento pela oportunidade única de viajar por uma semana para a Itália representando a revista num evento internacional. Sim, meu coração de orgulho pela carreira profissional de Lauren. Mas depois me subiu algo desconhecido. Porque eu tive que saber disso pela internet? Eu sou o esposo dela, merecia uma ligação ou uma mensagem, não é mesmo?

A raiva e a decepção me tomam sem pedir licença. Como é que chegamos nesse nível? Somos estranhos num relacionamento fracassado. Não sei como, mas ao zapear pelo celular acabei com o número de Bella piscando para mim. Depois de alguns minutos, resolvo ligar para ela, só para ouvir a sua voz.

— Alô ! — No terceiro toque Bella me atende, porém a voz doce está trêmula e chorosa. Eu fico em alerta na hora.

— Bella! — Eu exclamo preocupado – O que houve? O que você tem?

— Eu... eu... eu acho que estou passando mal! — Ela diz ofegante e eu já estou de pé, largando 50 dólares na mesa e disparando para o meu carro.

— Onde você está? — Pergunto aflito ligando o carro. – Consegue mandar a localização do seu GPS?

— A... acho que sim – Ela gagueja e leva um pouco de tempo para que a localização chegue por mensagem.

— Já recebi e estou a caminho. Não estou muito longe. Tente respirar pelo nariz e soltar pela boca. — Eu digo com precisão. De fato, o parque da localização é próximo daqui. Ouço Bella respirar com dificuldade pelo viva voz — Tente contar 3 segundos antes de soltar o ar.

Em poucos minutos, eu chego ao local e estaciono logo atrás de seu carro. Eu saio em disparada até o banco do motorista e abro a porta do carro dela. Nossos olhares se encontram. Bella está pálida, seu rosto está lavado de lágrimas e a respiração ainda está irregular. Seus olhos de chocolate transmitem desespero e dor.

— Bella! — Eu digo como um suspiro e a abraço carinhosamente, desejando que com isso ela se sinta melhor. Ela se mexe um pouco no banco do carro e eu acabo sentando ao seu lado. Devido ao pouco espaço, nossos corpos ficam muito próximos de modo a sentirmos a temperatura um do outro.

— Edward! Obrigada! — Ela sussurra chorosa e aliviada. A fim de ficarmos mais confortáveis ali, eu trago as pernas de Bella pra cima das minhas e repouso a sua cabeça no vão entre meu pescoço e ombro. Como se ela fosse uma menina em meu colo.

— Bella, como você está se sentindo? — Eu tenho diversas perguntas, mas meu lado médico é mais rápido e resolvo começar pela saúde. Sinto ela se aconchegar a mim como Alice faz quando tem medo.

— Hum, estou melhor sim Edward. Acho que foi a crise de choro que me causou uma tremedeira terrível e fiquei assustada. — Ela diz com uma voz baixa, meio envergonhada.

— Tem certeza? Posso ao menos te examinar um pouco, só para ficar tranquilo? — Eu pergunto me ajeitando para olhá-la. Ela cora levemente.

— Oh, não quero ir ao hospital, não é necessário. — Ela responde

— Tudo bem, tenho um material no meu carro, posso levá-la para casa e te examinar lá. — Eu digo e o desespero volta ao seu olhar.

— Não! Por favor, podemos ir em outro lugar? — Ela praticamente grita estrangulado e eu fico surpreso com sua reação. Me recupero logo.

— Tudo bem, posso levá-la ao meu apartamento então. — Eu digo e ela assente.

— Sua esposa não ficará incomodada? — Ela pergunta desviando o olhar enquanto eu vou levantando.

— Não, ela não está em casa. Bom, na verdade, este apartamento é onde eu morava antes de casar. Para onde eu ainda me refugio, às vezes, quando as coisas não estão muito bem.

— Ah... certo então. — Ela diz e me dá um meio sorriso. Ela levanta e percebo que ela não está sem sapato, usa somente uma meia. Ela acompanha o meu olhar. — Ah eu saí com muita pressa e esqueci os sapatos.

— Está frio demais e a rua está molhada da chuva de mais cedo. — Eu digo – Vem cá! — Eu digo, me inclino e a pego no colo. Seu corpo pequeno se aconchega ao meu. Eu a coloco no banco do carona e dou partida.

Uma música suave preenche o nosso silêncio. Bella se distrai com a paisagem e eu a olho de tempos em tempos. Seu olhar parece perdido e muito triste. O que aconteceu? Eu fico louco por respostas, mas decido esperar ela ficar mais confortável. Eu estaciono e nós vamos para o elevador em silêncio. Ele não é desconfortável e volta e meia nossos olhares se cruzam.

Meu apartamento ‘de solteiro’ é simples e aconchegante. Eu mantenho uma funcionária a cada 15 dias para a limpeza e manutenção, já que pelo menos uma vez no mês, eu acabo dormindo por aqui.

— Tem uns 15 dias que eu estive aqui – Eu digo abrindo a porta quando chegamos ao terceiro andar. — Não repare muito. Mas está limpo e arrumado, pelo menos.

— Não se preocupe com isso, Edward. — Ela responde entrando na pequena sala. Ela admira o espaço. — Oh, uma caixa de solteiro. Me lembra o meu antigo apartamento. — Ela diz e eu vislumbro um pequeno sorriso em seus lábios. Eu sorrio automaticamente.

— Caixa de solteiro... — Eu repito e dou uma risada – Parece minha mãe falando.

— É, minha mãe que fala assim. — Ela diz sorrindo.

— Venha Bella, sente aqui. Me deixe verificar sua pressão. — Eu digo indicando o sofá e nós nos sentamos. Eu coloco as pernas dela esticadas e me sento ao seu lado. Eu percebo que alguns movimentos dela são feitos de maneira lenta, como se sentisse dor ao fazê-los.

Após aferir a pressão arterial e verificar seu pulso, eu ausculto seu peito. Tudo normal.

— Está sentindo alguma dor ou desconforto? — Eu pergunto guardando o esfingmomanômetro.

— Não. Eu estou bem, Edward, é sério. Foi um momento de estresse, que já passou. — Ela diz alisando a barra de seu suéter. — Me desculpe por te incomodar com minha crise.

— Ei, está tudo bem. Eu estou contente por poder te ajudar neste momento – Eu digo e ela me olha timidamente. Ela está levemente corada e o pequeno sorriso de seus lábios não chega aos seus olhos. — Você já jantou?

— Não... — Ela diz baixo.

— Bom, vamos fazer o seguinte, vou pedir uma comida pra gente, enquanto você relaxa um pouco. Quer assistir, ouvir música, tomar um banho? — Eu digo segurando suas mãos com carinho.

— Hum... não sei. Talvez um banho me relaxe... — Ela diz pensativa.

— Pronto. Temos dois banheiros aqui, você pode se acomodar no do quarto que tem uma banheira legal. — Eu digo me levantando e ela me acompanha bem devagar. — Acho que deve ter algo da Lauren no armário, caso queira trocar essas roupas. — Ela assente – O que você quer comer?

— Qualquer coisa, na verdade, estou sem fome. — Ela diz mordendo o lábio inferior. Aquilo prende a minha atenção de uma forma nova para mim.

— Tudo bem se for uma massa? — Eu pergunto e ela sorri – Pronto, enquanto você toma seu banho eu vou pedir. Venha, o quarto é por aqui.

Eu a conduzo pelo corredor e percebo que ela anda bem devagar e seu semblante é de dor, mas não vou insistir. Sei bem quando um paciente esconde algo, como Bella está fazendo no momento, porém sei que insistir é bem pior.

— O banheiro é naquela porta. — Eu digo e pego uma toalha para ela junto com uma escova de dentes nova. — Fique a vontade para achar algo que te sirva no armário. — Eu pego uma toalha para mim e a fito. — Tudo bem?

— Sim. — Sua voz é baixa e envergonhada. — Obrigada Edward!

Eu sorrio e a deixo sozinha no quarto. Após ligar e pedir a comida, eu tomo uma ducha rápida no banheiro da dependência. Visto um jeans surrado e um suéter antigo azul. Eu passo a mão pelo meu cabelo molhado e vou para sala. A comida chega antes que Bella saia do quarto e eu fico me perguntando se está tudo bem. Talvez ela só precise de um tempo sozinha.

Eu arrumo os pacotes sobre o balcão e abro um vinho tinto para nós. Hum, será que Bella bebe?

— Sim, eu bebo um pouco de vinho. — Ela diz logo atrás de mim e eu fico surpreso e constrangido por ter pensado alto. Ela sorri levemente. Ela decidiu vestir um conjunto de short e moletom antigo de Lauren com um par de meias nos pés. O cabelo dela está úmido e solto para o lado. Seu rosto está vermelho, principalmente ao redor dos olhos, tenho certeza de que ela chorou um pouco mais.

— Está melhor? — Eu pergunto e ela somente assente com a cabeça — Venha, vamos comer enquanto está quente ainda. — Eu a chamo e sentamos lado a lado na bancada.

— Hum... o cheiro é ótimo! — Ela elogia

— Eu sempre pedia quando eu não tinha tempo de cozinhar aqui. Mas eu ainda acho o meu nhoque bem melhor, modéstia a parte. — Eu digo descontraído e ela me encara

— Oh, você cozinha? — Ela pergunta surpresa e eu assinto – Nossa, que mulher de sorte essa sua! — Ela diz e cora intensamente logo em seguida. Ela desvia o olhar do meu – Eu... eu... desculpe!

— Tudo bem. Minha esposa não cozinha. Ela não liga muito para isso. — Eu digo simples.

— Ah eu amo cozinhar...

E assim nós passamos o jantar conversando sobre nossos pratos favoritos e até trocamos receitas e truques. Percebo que com o vinho, Bella fica menos tensa. Resolvo tentar saber o que aconteceu.

— Sabe, Bella, estar com você aqui agora é o momento mais confortável da minha semana sabia? — Eu digo e tomo um gole do meu vinho – Hoje, particularmente, foi bem difícil.

— Sinto muito, Edward. Minha semana também foi uma droga. E, acredite, hoje foi um dos piores dias da minha vida, eu acho.

— Nossa, Bella, o que houve? Quer me contar o que te deixou naquele estado? — Eu pergunto olhando em seus olhos. Eu vejo passar várias emoções ali, principalmente dor e vergonha. Ela toma um bom gole de vinho.

— Nossa, esse vinho é uma delícia! — Ela exclama – Aquece muito bem. — Ela diz e num ato distraído ela arregaça as mangas do moletom que está vestindo. Quando eu penso numa forma de voltar ao assunto a visão de seu braço me paralisa. Que porra de marca roxa era aquela?

— Bella, o que significa isso? Que porra é essa? — Eu digo sentindo a raiva crescer em mim. Alguém a havia machucado. E muito. A marca roxa tem uns 10 cm de comprimento e faz uma volta em seu antebraço.

— É... isso... — Ele cora e fica sem ação. Ela tenta puxar a manga do moletom novamente, mas eu sou mais rápido e a impeço. Pego seu braço com delicadeza e analiso o hematoma. Porra, alguém apertou o braço dela com muita força. Dava para ver bem até as marcas dos dedos. Ela geme baixo quando eu toco o local. Seu olhar é dolorido.

— Bella, por favor, me conta o que aconteceu! — Eu digo refreando a vontade de gritar ao vê-la machucada daquela forma. — Foi o seu...

— Sim. — Ela diz baixo com os olhos marejados. — Foi Riley. — Eu seguro o impulso de dar um murro na bancada e me levanto, vou até a geladeira e preparo uma bolsa de gelo para o machucado.

— Venha, vamos para a sala. — Eu digo e ela me acompanha. Meu corpo treme imaginando como o canalha do marido dela pôde ter feito aquilo. Nos sentamos no sofá e eu coloco a bolsa sobre o local. Bella solta um gemido intenso, mas sorri fraca.

— Obrigada Edward. Me desculpe. — Ela diz cabisbaixa.

— Bella, pelo que você está se desculpando? — Eu digo inflamado e ela me fita triste. Eu respiro fundo. — Você é a vítima aqui, Bella! Por que não me disse logo que estava machucada?

— Eu... fiquei com vergonha. — Ela diz fraca. Como assim, ela que sofre uma agressão e fica com vergonha. Ah se eu pego esse filho da puta!

— Bella – Eu suspiro — você quer me contar o que houve? — Eu pergunto baixo. Eu preciso ajudá-la e para isso preciso saber o que aconteceu. Ela enxuga uma lágrima no canto do olho e me fita intensamente.

— Bom, eu e Riley estamos numa fase bem ruim, sabe. — Ele começa. — Estamos querendo coisas diferentes e não conseguimos nos acertar mais. Nossa intimidade acabou abalada. — Ele diz e cora levemente. Ela inspira para prosseguir – Bom, hoje, quando cheguei do trabalho Ele estava agoniado pois vai fazer uma viagem a trabalho amanhã cedo. Eu foi tomar um banho e preparar o jantar, porém ele me agarrou no caminho querendo... você sabe, sexo — Ela para de falar e o tom rosado em seu rosto se intensifica. — Mas eu não estava no clima devido a semana difícil que tivemos. Mas ele não gostou muito disso. — Ela fecha os olhos e uma lágrima desceu pelo seu rosto. Eu trinco os dentes.

— Bella, ele...

— Ele apertou o meu braço com força e me jogou contra a parede. — Ela diz com a voz embargada e de olhos fechados ainda, com se revivesse a cena – Eu fiz de tudo para sair de seu aperto, até que lhe dei uma cotovelada na costela, eu acho, e consegui correr. Por sorte minha chave ainda estava na porta. Peguei meu carro e fugi de lá. — Ele conclui e eu a abraço carinhosamente.

— Bella, o seu marido é um filho da puta, sabia! — Eu digo com nojo. Porra, como pode um homem bater numa mulher? Na sua própria esposa, por causa de sexo?!

— Sim, ele é. Mas é meu marido. — Ela diz triste e eu a encaro.

— Não, Bella, ele nem merece esse título. Venha, precisamos fazer uma denúncia imediatamente. -Eu digo pegando em sua mão e levantando. Ela se mexe, faz uma careta e não sai do lugar. — Bella, tem mais algo machucado em você?

— Hum... acho que quando eu bati na parede machucou um pouco aqui. Ela leva a mão para a alombar inferior. Eu me inclino e levanto um pouco o moletom.

— Que merda, Bella! Você tem um hematoma enorme aqui! — Eu exclamo possesso, aquilo deve está doendo muito.

— Tá tudo bem, Edward! — Ela diz simplesmente e abaixa o moletom.

— Ou você me deixa examinar isso agora ou vou te levar agora ao hospital, e lá eles vão notificar a polícia. — Eu digo inflamado com a displicência dela. Ela me olha surpresa.

— Tudo bem, pode examinar.

— Venha comigo! — Eu digo e eu a levo para o meu antigo quarto.

Lá eu a deito na cama, de bruços, avalio seu machucado. O topo da sua bunda está muito roxo devido a pancada. Eu toco com precisão para saber se o osso do cóccix está fraturado. Bella geme durante o exame, mas preciso continuar.

— Não fraturou o osso, mas você tem uma lesão muscular considerável aqui. Vou te dar um anti-inflamatório e um analgésico, senão você não vai conseguir dormir. — Eu digo enquanto ela se senta. — Vou te dar um atestado, não tem como você trabalhar amanhã. Por mim íamos agora mesmo na delegacia.

— Não, Edward. Eu não quero denunciá-lo. — Ela diz e eu reviro os olhos — É só porque não quero confusão. Mas também não vou deixar assim eu prometo. — Ela diz e se levanta ficando bem na minha frente. Ela afaga meu ombro. — Obrigada por se preocupar tanto comigo. Você é um bom amigo.

Nossos rostos estão bem próximos. Eu aliso sua bochecha rosada com carinho. Em seus olhos eu vejo uma mulher sofrida e confusa, e tudo o que eu quero no momento é tirar todas as suas dores e preocupações. Não percebo, mas nossos olhares ficam tão presos um no outro que ficamos a centímetros de distância. Bella morde o lábio inferior levemente.

— Não faz isso com ele... — Eu penso alto e Bella sorri corando. É uma visão encantadora e quando dou por mim já estamos conectados num beijo delicioso pegando os dois de surpresa.

Notas finais
Eita nós, bem tenso né? Podem descer o pau na Bella, eu deixo. tinha que denunciar o filho da puta mesmo! Comentem, favoritem, acompanhem e recomendem! Me façam feliz! Beijinhos!