Tempest

2 Capítulo 02 - O idiota e seu cão


Notas iniciais
Gomem por não ter postado ontem D: É que assim eu eu cheguei eu fui dormir então nem deu tempo... Agradeço aos reviews que memandaram e agora mesmo já vou responde-los!! XD
Aproveitem o capítulo ^^

“Há duas maneiras de espelhar a luz: ser a vela ou o espelho que a reflete.”

(Edith Wharton)

Capitulo 02 – O idiota e seu cão

Não deve ter sido muito brilhante entrar no primeiro trem que tenha visto, pois isso me levou a lugar nenhum. Uma cidade de pescadores, onde existe uma única loja de magia. Em outras ocasiões essa cidade seria perfeita, mas definitivamente não tenho intenções de virar pescadora.

Pensamentos positivos: se essa é a única loja deve ser bem movimentada, ou seja, deve ter coisas difíceis de encontrar.

Assim como por ser a única loja, e ficar numa cidade de pescadores, onde é um milagre ter uma ferrovia, podem vender varas magicas onde a linha puxa sozinha, ou redes que buscam peixes.

Pensamentos positivos! É minha primeira vez depois de tanto tempo sem absolutamente ninguém me vigiando. E eu aproveitando minha liberdade numa cidade de pescadores! E essa lojinha suspeita é realmente suspeita! Pequena, de madeira, quase caindo aos pedaços, sendo devorada por cupins, e talvez tenha “agradáveis” visitas de roedores gigantes.

- Eto... Tem alguém vivo aqui? – Uma dica: se entrar num local suspeito saia imediatamente, e não siga meus exemplos procurando alguma alma viva pelo local, pois se ela for existente não vai ser boa coisa. Uma pena ter notado isso tarde demais.

- O que temos aqui? – uma voz ecoa pelo lugar, e escuto o ruído de passos e um forte barulho da porta atrás de mim se fechando. – Faz tempo que não vejo uma jovem tão bela quanto você.

O ser aparece num canto escuro – o que é um mistério, pois a loja inteira tinha má iluminação– usando uma capa bordo, com as bordas roxas. O que é uma péssima combinação. E talvez não seja uma boa hora para meus argumentos inúteis. Explodir uma lojinha de madeira acabada seria ruim para minha reputação?

- Com certeza não é daqui. Sua aparência é de uma moça rica e mimada. Esses cabelos dourados deixam claro isso – E isso é um problema? Não é como se eu fosse cortar meu cabelo.

- Desculpe-me – claro que devemos ser educados com o inimigo – eu estou com pressa. Poderia abrir a porta? – ou eu terei que arromba-la?

- Minha jovem, sinto em lhe informar que isso não será possível. – o ser chega mais perto, mas aquela maldita capa feia faz com que seja impossível que vejam seu rosto.

- Devo perguntar o porquê? – querido velho desgraçado que resolveu rir com minha pergunta inteligente. Desde que eu peguei aquele trem tenho me sentido idiota, deve ser algo relacionado com essa cidade.

- Como disse, é algo raro uma beleza como você por os pés nessa cidade. Tenho de aproveitar essa bela oportunidade. – o velho está me paquerando?

- Sinto informar que não namoro gente velha. Ainda mais alguém tão bizarro quanto você. Então ao menos que não queira levar um lindo soco nesse seu rosto ou um chute bem dado no traseiro é melhor largar o meu cabelo. – cansei de ser educada com o suspeito da capa feia. Além do mais, boas maneiras é uma coisa muito chata e cansativa.

- V-velho? – gagueja com certo tom de fúria, o que é uma coisa que eu não sabia ser possível. E também... Ele se importou com isso? Nem ligou para minhas brilhantes ameaças? Agora você me irritou velhinho. – Acaba de me chamar de velho? Loirinha, você com certeza vai fazer parte da minha coleção. Pensei em ser gentil, mas vejo que isso não vai ser possível.

- Foi mal, mas eu acebei de sair de uma prisão, então não é você que vai conseguir-me por em outra. – dei-lhe aquele prometido soco no rosto o fazendo cair e cuspir sangue.

- Vai se arrepender de ter feito isso sua vadia imunda. – depois de se levantar com certa dificuldade, o que me fez rir já que ele acabará de me ameaçar, ele começa a sussurrar e sinto minha força ser drenada. Merda. Não acredito que cai numa magia tão simples quanto essa. Essa cidade está realmente me deixando burra. O homem da aquela típica gargalhada que todos os vilões dão ao conseguir o que querem, anda até mim e segura meu queixo. – Vou me divertir muito com você gracinha. Sempre sonhei em beijar uma boca tão doce como a sua.

O que fazer numa hora dessas? Não tenho forças nem para falar, muito menos soca-lo. Uma magia que drena não só a magia, como a força do oponente. Isso é horrível, mas se pensar bem uma magia digna de alguém que usa essa capa. Devo estar com algum tipo de problema – fora esse – para pensar coisas assim mesmo sendo assediada por um velho que se recusa a ser chamado de velho.

Quando ele finalmente iria me beijar, depois de ter ficado me admirando, é ouvida uma explosão e a porta voa. Quem foi o maldito que fez o que eu queria fazer? O novo ser começa a tacar fogo na loja, e o velho desgraçado me segura e começa a correr. Isso, com certeza vão escapar correndo... Logo após esse meu lindo pensamento o velhinho mostra uma nova habilidade nunca vista antes: ele estava correndo rapidamente e ao mesmo tempo dando sua risada de vilão das novelas antigas.

Ao mesmo tempo em que o outro ser aparece na nossa frente, acompanhado deu um estranho cachorro azul com asas. Ele se aproxima rapidamente da um soco no mesmo local onde eu havia dado, fazendo o homem gemer de dor e por instinto me largar para colocar a mão na ferida, me derrubando e fazendo com que eu batesse a cara no chão. Beleza, isso vai deixar uma tremenda marca roxa bem no meio da minha testa.

Finalmente posso admirar o meu herói: cabelos rosa desarrumado propositalmente, que eu sei que da realmente muito trabalho em “arrumar”. Exóticos olhos cor ônix, grandes e brilhantes, assim como seu sorriso. E ele era realmente muito quente. Nos dois sentidos da palavra. A temperatura dele devia ser mais alta que 40°C, ou eu estava realmente delirado. Já o cachorro era redondo, com uma bola redonda branca na barriga e lindas asas brancas.

- Pessoas que escravizam outra realmente me enojam. – nisso o ser me coloca gentilmente no chão e parte para o velho que se arrastava na esperança inútil de fugir. – Você vai para cadeia. – o cachorro da para o rosado uma corda e ele amarra fortemente suas mãos e depois os pés do velho.

- Aye! – “late” o cachorro. Esse é definitivamente o cão mais esquisito que eu vi até agora. Depois de amarrarem bem firme, impossibilitando-o de fugir, e não se esquecendo de tapar a boca dele para não realizar feitiços, o rosado e seu cão vem até mim.

- Você tá bem? – pergunta o rosado, e eu apenas o encaro. Eu obviamente não estou bem. – Eto... Meu nome é Natsu Dragneel e esse é meu parceiro Happy! – seu sorriso aumenta ao pronunciar o nome do cão.

- Lucy... – ainda estava difícil de pronunciar qualquer palavra, e o rosado finalmente percebe e corre para me ajudar a levantar.

- Gomen Lucy. – finalmente percebeu. — Eh... O que eu faço? – E ai esta a prova! Essa cidade realmente deixa as pessoas idiotas! – A amiga do velho cuidaria disso... Já sei! Você faz parte de alguma guilda? – nego com a cabeça. – Então o que acha de fazer parte da Fairy Tail?

Notas finais
Natsu heroi XD E será que o Happy é realmente um gato? Lembrem de mandar reviews, e desculpa qualquer erro! Acho que vou postar o próximo sábado, ou talvez amanhã mesmo. Ah, queria saber que vocês querem que eu também de atenção para os personagens secundários, até o proximo capítulo!