Notas iniciais
Personagem: Atsuki Temago (Ovo Quente )
Idade: 23 anos
Características: Cabelos alvos, olhos acinzentados, altura mediana
Adicional: Pintor

Personagem: Charlie Hen ( Charlie Esquisito )
Idade: 24 anos
Características: Cabelos pretos, olhos verdes e cerrados, relaxado, alto
Adicional: Fumante, alcoólatra

*RingRing – tocou o telefone
Vallentine: Atenda o telefone, estou me maquiando! – berrou do banheiro
Atsuki: ( Arg! Que mulherzinha) He-hellooou ?!
Charlie: Tamago? Saia de casa agora, estou aqui na frente da sua casa! É urgente!
Atsuki: Ok. Estou saindo!!
Peguei meu sobretudo e sai de casa, nem avisei a Vallentine. Quando sai encontrei Charlie , literalmente, em frente a minha casa.
Atsuki: Hey Charlie, let’s g to the candy mountain!
Charlie: Ah cara pare com isso * ¬¬” *
Atsuki: Ok ok... o que tem a me dizer com tanta urgência?
Charlie: *olhar sério* Teu pai morreu,mano. Ta afim de encher a cara?
Atsuki: Sério que o velho morreu? *ficou meio triste*
Charlie: Não, só to brincando... É obvio que não estou brincando!
Atsuki:Ta mas... de que que ele morreu?
Charlie: Não se sabe ao certo, só encontraram o corpo dele em uma velha casa no bairro Bakana. Vamos para o bar então? E amanhã resolvemos o caso.
Atsuki: Mesmo na morte do meu pai você não deixa de ser um bêbado não é?
Charlie: “ Eu vou beber pra esquecer os seus pobremas ” – disse ligando o carro e indo para o bar.
No final bêbedos, bem ele bebeu. Bebeu tanto que eu tive que levá-lo em casa. O que mais poderia acontecer? Meu pai acabara de morrer. “Mas a vida é uma caixinha de surpresas”, fui para casa e ao entrar em meu quarto... minha mulher esta na cama com outro cara.


Atsuki: Mas que merda é essa?
Vallentine: Não se preocupe suas coisas já estão arrumadas.
Amante: Run fugu fish, RUUUN –q
Atsuki: Tá eu já entendi, ainda bem que não temos filhos ao menos não pagarei pensão – fecha a porta

Como um bom corno fui embora, sem antes quebrar o resto da casa, em silêncio, claro. Fui para a casa do bêbado do Charlie. Ele estava no mesmo lugar em que eu o deixei.
Eu o chamei varias vezes, sem respostas. O coloquei na cama e dormi no sofá.


Charlie: Acorda, vagabundo!
Atsuki: Ah foi mal, dormi de mais – disse me levantando
Charlie: Que deu pra você dormi aqui, a Vallentine te botou pra fora ou você pegou ela na cama com outro?
Atsuki: Peguei ela na cama com outro – disse meio irritado
Charlie: Adoro seu bom humor de manhã, sério, o que aconteceu?

Atsuki: Foi isso. Ela me botou pra fora.
Charlie: *hehe* Tua vida ta ruim hein? – irônico – se quiser pode ficar aqui em casa.
Atsuki: Valeu, mas eu não pretendo passar muito tempo aqui. Depois de ver o “caso” do meu pai, vou procurar uma casa.
Charlie: Ta, eu te levo lá, mas antes vamos comer.
Atsuki: Eu poderia tomar um banho antes? Seu sofá fede...
Charlie: Ei! Mal agradecido, tem toalhas no armário do banheiro...


Tomei meu banho pensando na morte de meu pai, ele tinha uma vida extremamente saudável, como pode ter morrido assim de repente?


Atsuki: Hey Charlie, o que acha da morte do meu pai?
Charlie: Estranha. Seu pai tinha uma vida extremamente saudável...
Atsuki: é incrível como pensamos igual...
Charlie: 10 anos ‘juntos’ quer o que?

Atsuki: Pois é.
Charlie: Come essa gororoba ai – jogou um prato de comida para mim.


Comemos, realmente a comida dele era mais gostosa do que a que Vallentine

fazia... Quando ela fazia. Charlie me levou a um cartório, parece que meu pai deixara uma herança para mim, e para Charlie.

Luiz: Bem, senhor Atsuki, aqui está o testamento, e como vê, a casa TemagoMaboroshi, do bairro Bakana, é sua.

Atsuki: *meio espantado* haha, ela caiu do céu, heim? Mas, como nunca ouvi falar dela? Meu pai nunca comentou nada...

Charlie: E isso importa?! Ela é sua cara!

Atsuki: Verdade! – falou animado – vou me livrar daquele sofá fedorento!

Charlie: Grr...

Atsuki: (Acho que Charlie se ofendeu.. ‘-‘)

Enfim, depois de nos ‘reconciliarmos’ no carro (que coisa gay, cara), fomos até o bairro Bakana dar uma olhada na casa... Ver o estado dela, qualquer coisa já passo a noite... Parece que meu pai passou seus últimos dias por lá. Dizem que as luzes estavam acesas, apesar de os vizinhos não terem o visto.

No bairro havia uma névoa densa... Muito suspeito. Ao passarmos de carro as pessoas que estavam nas janelas as fechavam, pareciam ter medo de alguma coisa... Enfim, chegamos ao endereço que nos foi passado, bem, havia um portal muito velho e um longo caminho, uma subida no meio de uma floresta, que, de onde estávamos, avistávamos a casa bem no topo da ‘montanha’.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.