–-- 3 dias depois ---

Eu não tinha coragem de comprar o teste. Apesar do Niall me ligar e vir cá a casa. A minha mãe andava preocupada, mas não lhe passava pela cabeça que tal fosse.

Eu falava com a Rita frequentemente, mas ainda não lhe tinha contado.

Decidi ir a casa dela. Vesti-me (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=50641301)

(...)

– Então, que te traz por cá?

– Rita... Eu preciso da tua ajuda.

– O que aconteceu contigo?

Contei-lhe tudo.

– Eu vou contigo comprar o teste.

– Vens?

– Vou.

(...)

– ____, ouve o que eu te digo. Agora, entras na casa-de-banho e fazes o teste. Ok?

– Ok.- Disse eu.

Entrei... Segui as instruções e fiz o teste como mandavam. Deu positivo.

Fiquei sem saber o que fazer. Tinha um bebé dentro de mim. Num gesto quase que automático, passei ternuramente a mão pela barriga.

– _______! Estás bem?

Saí e disse:

– Deu positivo. Estou grávida, Rita...

– Quem é o pai?

– O Niall...

– E agora, ____?

– Tenho que contar ao Niall.

Eu sempre tive instinto maternal. Mas eu, sinceramente, não me sentia preparada. Eu ia ter que desistir da escola, da minha vida de adolescente. Das saídas á noite. De tudo.

Mas eu não queria abortar. Eu não ia matar um filho meu. Um filho do Niall. Um filho nosso.