Tell Me That You Will Open Your Eyes

7 Capítulo 7 Because you're the only hope for me


Notas iniciais
Passei por aqui super correndo. Dia foi tão corrido hoje que senhor, nem parece domingo. haha. Bem vindas leitoras novas lindas! Amanhã, sem falta, respondo todos os reviews de vocês, ok? *-* Obrigada por quem tá lendo, e comentando. Sei que sempre falo isso, mas vocês não imaginam o valor que isso tem pra mim. Bom, tá aí uma capitulo pequeno e bem meloso pra vocês. Espero que gostem.

- Você nunca aparentou isso e nem nunca me contou da sua infância, Frank. Por que? Minha voz ainda saiu rouca e eu falei lentamente, ainda tentando raciocinar tudo que ele havia me falado.

- Eu não queria sua pena, Gerard. Nem sua e nem de ninguém. Cada um tem sua cruz.

- Eu poderia ter te ajudado, eu...

- Não, Gee.. só eu podia fazer isso pra minha mãe e eu não me arrependo. Ela não soube nem que eu larguei você por causa dela, pois sei que ela se sentiria mal por causa disso.

A mãe de Frank nunca se opôs a nosso relacionamento. Linda sempre me tratou da melhor forma possível, apesar de que nunca tivemos tanto contato assim.

- Por que decidiu vim me contar isso agora, Frank?

- Porque eu não agüento mais ficar um dia longe de você, Gerard. Ele disse olhando no fundo dos meus olhos e apertando minha mão com força.

Eu fiquei um bom tempo apenas encarando aqueles olhos e tentando absorver tudo que tinha acontecido.

- Meu Deus, Frank... eu não sei o que dizer. Eu não sei o que pensar.

- Você algum dia vai me perdoar, Gerard?

Eu não respondi. Levei minha mão que estava livre na nuca dele e o puxei lentamente pra perto de mim. Minha mão tremia tanto que ele deve até ter percebido. Encostei sua testa a minha e fechei os olhos, selando nossos lábios de maneira bem rápida.

- Eu te perdôo, Frankie... mas com uma condição. Eu sussurrei ainda com meus lábios colados aos dele.

- Qualquer uma. Ele respondeu na mesma hora, com a voz firme.

- Não me deixa mais.

Frank suspirou e voltou a selar nossos lábios, dessa vez de maneira bem forte. Eu suspirei baixinho quando um arrepio forte tomou conta de todo meu corpo. Frank se afastou e eu soltei um gemido de desprazer, mas logo sorri com satisfação ao ver o que ele havia feito. Sentou-se em meu colo, com uma perna de cada lado do meu corpo. Logo que entreabri os lábios Frank pediu passagem com a língua que segundos depois brincava com a minha dentro de minha boca. Nos beijávamos como se o mundo fosse acabar. Minhas mãos percorriam as laterais do corpo dele com bastante força e vez ou outra ele soltava um suspiro. As mãos de Frank seguravam firme em meu cabelo, vez ou outra enrolando algumas mechas e puxando-os com força. Frank encerrou o beijo com selinhos demorados e apertados, procurando por ar. Sorrimos juntos.

- Frank. Eu disse baixo, fazendo com que ele abrisse os olhos e me encarasse de forma doce.

- Eu te amo, meu pequeno. Eu te amo mais do que tudo na minha vida. Não teve um dia que eu não pensasse em você e vou te provar isso com algumas coisas que eu tenho lá em casa.

- Posso te pedir uma coisa, amor?

- Diga.

- Não me deixa sair da sua vida nunca mais?

- Eu não vou deixar, nunca. Eu disse apertando meus braços ao redor dele.

- Mesmo que as coisas fiquem muito difíceis? Nesse momento, eu pude perceber seus olhos lacrimejarem e eu me mantive forte, passando segurança pra ele.

- Mesmo que as coisas fiquem praticamente impossíveis, meu Frank. Eu vou estar ao seu lado.

Selamos nossos lábios mais uma vez, ambos sorrindo e com lágrimas nos olhos.

- Agora vamos dar um jeito de sair daqui, neném.

- Owwwwwwn. Frank suspirou, me apertando em um abraço e eu fiquei meio sem entender. Você me chamou de neném! Disse pausadamente e enchendo meu rosto de beijos demorados. Que saudade disso, Gee. Que saudade!

Eu ri até meio alto, apertando meu pequeno em meus braços.

- É isso que você é, coisinha pequena. Meu neném.

- E sua boneca também? Frank perguntou manhoso.

- De porcelana! Rimos mais uma vez e Frank já se levantava do meu colo, estendendo a mão para que eu tivesse ajuda pra me levantar também.

Entrelaçamos os dedos e seguimos pro carro.

- Boa sorte pra gente tentar achar alguma coisa. Eu disse, com um pouco de medo.

- Eu já tenho toda a sorte do mundo, Gerard Way. Eu to com você.

“Oh Meu Senhor. Que não seja mais um sonho!”

Notas finais
Até amanhã, coisas lindas! *-*