Notas iniciais
LINDAS *-* preciso falar o quanto amo os reviews? Coisa boa ler essas coisas. *aperta e esmaga todo mundo* Bom, esse capitulo ficou um pouquinho maior e não sei se amanhã eu volto. ;-; Essa semana tá super corrida, ai. Enfim, espero que gostem.

Liguei o carro e seguimos mais uns cinco quilômetros, quando finalmente meu celular deu área e várias mensagens chegaram de ligações perdidas, havia várias mensagens de voz. Já passava das onze da noite.

- Oh Frankie, coloca no viva voz pra gente ouvir o ataque de algum deles. Ri baixo e Frank fez o que eu pedi.

- Geeeeeeeeerard Way! Era a voz de Bert e ele gritava de um jeito nada masculino, fazendo com que eu e Frank gargalhássemos. Onde você se meteu, seu viadinho de merda? Olha, se você tiver se esfregando com o anão e esqueceu de avisar, eu te quebro! ‘Tá todo mundo em desespero procurando por você. Aliás, por vocês. Enfatizou.

Frank bufou com as palavras e deixou que um bico se formasse nos lábios que logo foi desfeito com um selinho breve que deixei em seus lábios, beliscando sua perna com força.

- Que isso, amor... vai dar idéia pro que o doido do Bert diz. Falei brincando.

- Não agüento esse Bert, Gerard. Sério mesmo. Ele disse com um tom sério, me arrancando mais uma risada.

- Até desse seu ciúme bobo eu ‘tava com saudade, sabia?

- Você acha que é fácil ter que engolir essa relação de você dois, né, bonito? Frank disse todo manhoso. Quero ver, vou arrumar um Bert pra mim!

- Eu capo ele. Eu disse rápido, fazendo ele rir.

- Posso capar o Bert então.

- Eu não disse isso não, Frankie!

- Olha aí... ta defendendo o amante?! Tá com medo dele perder o que você gosta?

Dessa vez minha risada não podia ser mais alta. Resolvi levar na brincadeira.

- Sim! Como eu faria sem aquilo, Franks? Me conta.

Ganhei foi um tapa forte nos braços que me fez gemer e um Frank com um bico enorme nos lábios. Talvez não fosse a hora certa de brincar com aquilo.

- Frankie, amor, olha pra mim. E nada. Ele manteve seu olhar perdido na janela.

- Ohhh neném, me olha. Ele olhou, com uma cara séria e ainda com o bico.

- Eu ‘to brincando. A única coisa que eu preciso pra me dar prazer ‘tá aqui. E eu apertei sua perna de forma sensual.

- Jura, mô? Ele perguntou com a voz arrastada, mais manhosa impossível.

- Eu juro, boneca.

- De dedinho?

- De dedinho. E sorri.

- ‘Tá bem. Mas por via das dúvidas, deixa que eu ligo pro Bert pra perguntar onde que a gente ‘tá.

- Que namor... Parei. Que amor ciumento que eu fui arrumar. E Frank bufou.

Frank conseguiu falar com o Bert e chegamos à conclusão de que fomos ao lado oposto. Culpei Bert por não ter me explicado o caminho direito, mas para falar a verdade eu mal lembrava. Demoraríamos no mínimo uma hora para retornar.

A viagem seguiu tranqüila. Frank me contava animado sobre todos os lugares que conheceu fotografando e disse que teria uma sessão de fotos na cidade e que queria que eu o visse. Aceitei na hora e uma vontade cresceu em meu peito. Eu queria fotografar Frank, mas fotos só pra mim. Queria fotografar Frank nu. Resolvi não falar nada com ele, pois não sabia quando seria nossa nova primeira vez juntos, mas não queria deixar essa idéia de lado. Uma hora e quinze depois, chegamos ao tal sitio. Saímos do carro e logo vejo um Mikes, bêbado, andando em nossa direção quase caindo.

- Poxa, Gee, custava ligar pra avisar a gente? Ele disse com um tom engraçado. Frank?! Frank, é você, anão?

Frank apenas abriu os braços e esperou pelo abraço de Mickey que veio caloroso. Continuaram por um bom tempo.

- Que... que coisa boa ter você de volta, Frankie! Meu irmão quase morreu com você longe.

Eu olhei em reprovação pra Mickey, mas logo aproximei meus lábios do ouvido de Frank e sussurrei.

- É verdade. Sorri largamente ao sentir que ele se arrepiou por completo.

Decidi não gastar minhas explicações com ele agora, sabendo que ele não entenderia nada.

- Cadê o resto do pessoal, Mikes?

Nós três seguimos pra dentro da casa. Era uma casa aparentemente simples. Os moveis eram de madeira de demolição e algumas paredes eram de tijolos, dando um ar rústico ao ambiente. Uma lareira, ao fundo, dava um ar mais aconchegante ao lugar. Devo dizer, era uma casa linda.

- Gerard! Bert correu e pulou em meus braços. Com o susto, quase que nós dois fomos ao chão. Frank abriu a boca de indignação, mas não falou nada. Ficou apenas olhando pra cena de braços cruzados. “Coisa linda ciumenta.”

- Bert, seu doido. Me solta ou nós dois vamos pro chão. Ele riu alto, também estava embriagado e finalmente desceu do meu colo. Poxa, amor, fiquei preocupado com você. Suas mãos foram pro rosto e eu sorri.

- ‘Tô aqui, ó. Eu e o Frank estamos bem. Nessa hora, procurei pela mão do pequeno e entrelacei nossos dedos. Ele apertou minha mão com força e encostou a cabeça em meu ombro. Nesse momento, Quinn chegou por trás de Bert e o abraçou.

- Vocês se acertaram? Bert disse não fazendo questão nenhuma de esconder sua felicidade.

- Sim, Bert. Disse um Frank tímido.

- Ai que coisa boa, que noticia boa! Bert nos abraçou e Frank sorriu.

- Pega uma cerveja lá pra vocês... Têm umas vodkas também. Fiquem a vontade.

- Vamos, neném. Puxei Frank em direção ao lugar que eu supus ser a cozinha e acertei.

- Não ‘tô bebendo, mo. Frank disse calmo, me abraçando pela cintura.

- Por que, neném? Perguntei curioso. Frank sempre fora de beber em situações assim. Diversas vezes já tive até que dar banhos nele.

- Ah, eu ‘tô tomando uns remédios e não posso misturar. Frank disse calmo, distraído.

- Remédios? Remédios pra que? Eu disse preocupado, olhando pro pequeno.

- Ah, não é nada sério, anjo. Depois a gente conversa sobre isso, ok? E me beijou demoradamente na bochecha. Resolvi não insistir no assunto, afinal era uma noite de diversões.

- Se importa se eu beber? Eu perguntei.

- De forma alguma, Gee. Sorriu.

Bebi umas duas garrafas de cerveja e agora todos conversávamos animadamente na sala. Todos recebem Frank da forma mais animada possível. Eu não podia estar mais feliz. Nunca pensei que aquele antigo grupo de colegial fosse estar assim agora, depois de tanto tempo. Bert e Quinn contavam das histórias loucas de turnês e Frank contava sobre as loucuras que já teve que passar com fotografia.

- Pessoal, tive uma idéia. Bert chamou a atenção de todos pra si. Vamos brincar de verdade ou conseqüência. Todos bateram palmas, aceitando a idéia.

Notas finais
Me desculpem qualquer erro! ;; um beijo pra vocês, lindezas.
Mereço reviews?