Tell Me That You Will Open Your Eyes

36 Capítulo 36 Pleasure's all mine this time


Notas iniciais
Primeira coisa, tenho que pedir desculpas pela demora. Esse resultado do ENEM tava me pirando, amores. Eu não conseguia escrever nadinha. Mas eu fui bem, to com esperança de entrar pra faculdade apenas pelo SiSu, sem precisar da segunda fase. Que tal torcerem pra autora de vocês e desejarem sorte a ela, uh?
-x
Littlera, você me abandonou muito muito, mas me motivou a escrever esse capitulo. Então ele é dedicado a você, uh? Por todo ciúmes que você sentiu! HAHHA. Linda. Espero que gostem, meus amores.
Boa leitura!

O abracei da mesma forma e guiei suas pequenas mãozinhas em meu rosto e em poucos segundos meus olhos já estavam completamente vedados. Uma sensação muito estranha, tenho que admitir, mas eu iria me concentrar no que estava por vir.

Frank percorria meu corpo com mãos ágeis e fortes pelo meu peito, ainda coberto pela blusa. Suas unhas, um pouco crescidas, arranhavam meu peito com força. Sem dúvidas aquilo me renderia grandes vergões, mas não é como se eu me importasse. Decidi ser minha vez de tomar atitude. Sorri e puxei o corpo dele pra cima do meu, me encostando na cabeceira da cama e fazendo com que sentasse sobre meu corpo. Frank de imediato entendeu a posição que eu desejava e sentou-se, arrumando seu vestido sobre o meu corpo. Minhas mãos ágeis começaram a desabotoar os botões daquele vestido apertado e Frank mantinha-se estático enquanto eu o fazia, como se assentisse. Em poucos segundos, eu já havia terminado e ajudava o menino a livrar-se da roupa. Logo em seguida, ele começou a tirar minha blusa. O ajudei e a jogamos pro chão. Me surpreendendo, Frank me jogou na cama, com força e foi pra cima de mim, me arrancando um suspiro grande. Ele beijava cada parte do meu tórax, me fazendo arquear a cada um de seus toques. Ao mesmo tempo, ele se esforçava em abrir o zíper de minha calça, tendo sucesso e começando a livrar-se dela. A esse momento, o volume formado na minha boxer já era possível de ser sentido e ele o fez. Apertou meu membro com delicadeza, me fazendo gemer por teu nome. Frank suspirou com o som e se jogou sobre mim, me beijando com intensidade. Nossas línguas brigavam por espaço na boca um do outro e nesse momento minhas mãos corriam por suas costas, arranhando-a com força. Posso jurar que vergões eram deixados ali. Frank arqueava o corpo, suspirando a cada toque eu lhe dava. Aproveitando nossas posições, desci minhas mãos pra boxer dele e foi a puxando pra baixo.Frank entendeu o que eu queria e me ajudou a se livrar daquela peça de roupa. Me provocando, Frank rebolava em cima de meu quadril. Tanto eu como ele suspirávamos contra os lábios um dos outros e ele pediu passagem com a língua que foi concedida por mim sem demora. Mais um beijo intenso foi começado e dessa vez foi minha vez de surpreendê-lo. O rodei na cama, invertendo nossas posições. Ainda com a venda nos olhos, tateei o criado mudo, derrubando algumas coisas, mas conseguindo pegar o que eu queria. Chantilly.

– Tenho mais uma surpresa, Frankie... – Sussurrei contra seu ouvido e mesmo de olhos tampados, pude sentir o quanto isso arrepiou meu pequeno.

– O que, Gee? – Ele disse com uma voz rouca, extremamente sensual.

Ao invés de responde-lo, achei melhor mostra-lo. Coloquei uma quantidade generosa de chantilly em seu rosto, bem próximo de sua boca. Frank fez uma expressão de curiosidade e então eu passei a língua por ali, fazendo com o que o creme chegasse até a boca dele e ele passou a língua por ali.

– Oh não! — Ele sorriu.

– Oh sim! Quero lamber isso, Frankie. Pelo teu corpo. – Confessei, sorrindo de canto.

Logo que terminei de falar, despejei mais um tanto de chantilly pelo corpo de Frank, fazendo um caminho que ia do mamilo dele até abaixo do umbigo.

Passei a língua com força no mamilo dele, me lambuzando de chantilly e fazendo-o gemer. Fazia movimentos circulares por ali, sugando o pequeno mamilo dele enquanto apertava suas laterais com força. Continuei o meu caminho, passando a língua pelo creme deixado na barriga dele até chegar ao umbigo.

Minhas mãos percorriam a virilha dele e eu deixei que meus dedos tocassem sua glande. Naquele momento eu queria estar sem venda, pois queria ver a cara de prazer que Frank fez quando soltou aquele gemido. Decidi não prolongar mais e me abaixei, sugando o membro dele pra dentro de minha boca. Mais um gemido. Mais tantos outros outros arrepios. Comecei a sugar o membro dele enquanto o masturbava-o lentamente. Frank gemia palavras desconexas e eu aumentava o ritmo lentamente. Alguns minutos se passaram assim.

– Own... Gee... eu.... – Antes dele terminar a frase eu entendi o que aconteceria e decidi parar.

– Não antes de me fazer seu, Frankie. Hoje quem vai me foder é você.

Frank soltou uma exclamação de surpresa antes de responder.

– Será um prazer, sr. Way. – Brincou.

Mais uma vez comecei a tatear o criado mudo, dessa vez procurando pelo lubrificante estrategicamente deixado por mim ali. Não demorei pra conseguir pega-lo e me livrei da minha boxer.

– Fica de quatro pra mim, fica Gerard. – Frank pediu e foi a minha vez de ficar surpreso, mas não hesitei em obedecê-lo. Apoiei minhas mãos na cabeceira da cama e fiquei de quatro pra ele.

– Bom garoto. – Ele disse enquanto eu o entreguei o lubrificante. Ele passou uma quantidade generosa pela minha entrada, que me fez arrepiar mais algumas vezes. Suspirei.

E depois, sem nenhum aviso, Frank me penetrou por completo. Forte. Eu soltei um gemido bem alto e, posso confessar, foi mais de dor do que de prazer. Frank entendeu e manteve-se quieto por alguns poucos minutos, esperando que eu me acostumasse com a invasão. Eu já começava a sentir um calor bem forte dentro de mim e comecei a rebolar contra o membro dele. Ele entendeu e voltou a me penetrar. Fazia um movimento de vai e vem lento com o quadril, o que me deixava com gosto de quero mais.

– Mais.... mais rápido, Frank. – Gemi.

Ele me atendeu e começou um ritmo frenético de vai e vem contra mim. Não demorou muito para que atingisse meu ponto sensível e ele se manteve estocando apenas ali agora, me arrancando os mais altos gemidos. Frank buscou pelo meu membro e agora me masturbava enquanto me penetrava. Foram longos minutos assim, estocadas rápidas enquanto eu rebolava contra o quadril dele em movimentos circulares. Alguns minutos depois, eu alcancei meu ápice, sujando a mão de Frank com meu líquido e soltando o gemido mais alto da noite. Frank continuou me estocando, o que aumentou ainda mais minha sensação de prazer e não demorou muito para que ele gozasse dentro de mim.

Quando ele se retirou de mim, senti uma sensação imensa de vazio e o puxei pra bem perto, fazendo-o deitar ao meu lado. Nossas respirações eram extremamente ofegantes e lutávamos para nossos corações não saírem do peito.

– Oh Gee... – Ele suspirou. – Eu amo tanto você!



Notas finais
Vergonhaa :333
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.