Tell Me That You Will Open Your Eyes

24 Capítulo 24 Sex is on fire


Notas iniciais
Liiiiiiiindas! Muito obrigada por cada review e para todas que me desejaram boa formatura. Valeu, viu? Foi a melhor noite de minha vida. Depois se voces quiserem mostro até fotos. HUAHAHU. Ganhei leitores *-* Se mostrem, lindezas. Eu não mordo. Só se for com carinho. :3 Boa leitura!
Beijos.

Alguns enfermeiros que viram a cena vieram nos ajuda e depois de longos minutos, conseguimos entrar no carro.

- Me desculpe por isso, pequeno.

Frank não respondeu, aliás, Frank não teve reação nenhuma. Seus olhos estavam fechados e sua respiração estava rápida, ele estava apavorado.

Será que ainda tinha medo de que descobrissem que estávamos namorando?

Seja o que for, não é a hora de eu perguntar a ele sobre isso.

Liguei o rádio a fim de quebrar o silencio incomodo que tomou conta do carro e uma música calma encheu o ambiente. Respirei fundo e dei partida no carro, dirigindo até minha casa.

Não demorou muito para chegarmos em casa e eu sai do carro e caminhei rapidamente pro lado do carona, abrindo a porta pra Frank e lhe oferecendo minha mão.

Ele parecia tenso e então eu resolvi facilitar as coisas. O peguei no colo, como recém casados. A principio ele assustou, mas logo soltou uma risada baixa e afundou o rosto na curva de meu pescoço. Apenas a respiração quente do menino contra minha pele já me fez arrepiar.

Encontrei alguma dificuldade para abrir a porta, mas logo já estava caminhando pro quarto com meu pequeno.

Depois de colocá-lo cuidadosamente na cama que já estava preparada esperando-o, com muitos travesseiros e almofadas, finalmente falei alguma coisa.

- Posso te preparar algo pra comer, meu bem?

- Não to com fome não, Gee. — Ele disse manhoso, se aninhando na cama e segurando um travesseiro nos braços.

Me deitei ali junto com ele, o trazendo pros meus braços. Um carinho lento era deixado no cabelo do menino, que sorria bobamente. Parecia já ter esquecido do que tinha acabado de acontecer, o que me deixou mais feliz.

- Por favor, Frankie, eu preparo alguma coisa que você goste muito, uh? Você tem que ficar forte.

- Batata frita e bife? – Ele disse animado com um tom extremamente infantil.

- Exatamente, amor. Eu preparo pra você.

- Então eu quero.

- Fica aqui que eu não demoro, prometo.

Ele apenas assentiu e eu me afastei de seus braços, me levantando animado com a ideia de cozinhar pro pequeno. Posso confessar que não tenho tantas habilidades na cozinha, mas quem não consegue fazer uma batata frita com bife? Uma voz dentro de mim gritou ‘eu’, mas resolvi a ignorar. Ia me dedicar pra ficar, no mínimo, comestível.

Antes de caminhar pra cozinha, me peguei observando Frank. Ele estava com o semblante tranquilo, abraçado em um travesseiro e de olhos fechados. Tinha a face serena e a respiração dele era bem calma.

Tão lindo. O modo como que o cabelo negro destacava sobre sua pele branca era incrível. Cada parte dele era incrível. Será que Frank tem noção do quanto o amo?

Foram esses os pensamentos que ficaram em minha cabeça durante o tempo em que eu cozinhava. O cheiro estava extremamente atraente e me senti satisfeito por isso.

Pelo menos as batatas estavam ótimas! O bife quem teria que falar é Frank.

Arrumei tudo em uma bandeja prata, que não era usada fazia tempo. Preparei um suco de laranja bem forte e levei até o quarto.

Antes mesmo de chegar, pude ouvir a voz de Frank.

- Meu Deus, o cheiro dessa comida até me acordou!

Eu ri, entrando no quarto e abrindo a porta com um empurrão leve com os pés.

Acomodei a bandeja em cima de um travesseiro no colo de Frank, que já estava sentado esperando ansioso pela refeição.

- Obrigada, meu amor. – Ele disse, fazendo um bico com os lábios esperando que eu o beijasse.

Não deixei que ele esperasse muito tempo e selei nossos lábios de forma bem forte.

- De nada, minha vida. Espero que goste.

- Me dá na boca? – Ele perguntou um pouco envergonhado, mas logo deixou que um sorriso iluminasse seu rosto.

- Oh amor, até com aviãozinho se você quiser. – Rimos.

Passaram-se bons minutos de conversas descontraídas enquanto eu dava comida pra Frank, que comia tudo a melhor boca do mundo.

- Você devia cozinhar mais vezes.

- Você que devia comer mais, Frankie. – Rimos mais uma vez enquanto eu retirava a bandeja dali, deixando-a no criado mudo ao lado da cama.

- Gee... — Frank chamou baixinho enquanto deitava-se na cama novamente.

- Oi? – Respondi no mesmo tom, já pertinho do menor.

- Me beija? – A frase saiu como um sussurro e me arrepiou o corpo inteiro.

Me deitei em cima dele, apoiando meu corpo sobre o dele e me pressionando ali, arrancando um ofego baixinho do outro.

Nossos lábios se colaram e parecia que borboletas saíram do meu estomago a qualquer momento. Aos poucos, minha língua pediu passagem que não demorou para ser concedida.

Frank passou as pernas pelo meu quadril e se pressionava contra mim lentamente, me fazendo ficar louco. Já estávamos completamente excitados e as roupas já não se faziam necessárias.

Não demorou muito para que estivéssemos nus, deitados um sobre o outro.

Minha mão foi até o membro de Frank, iniciando uma masturbação lenta, torturante eu diria. O menor praticamente se contorcia de prazer.

- Gee... – Ele disse em meio a ofegos.

- Me conta o que você quer, Frankie. Me conta. – Minha voz era calma e eu sorria contra a boca dele.

- Me chupa, Gerard. – Sua voz saiu firme, mas ao mesmo tempo rouca o que me fez enlouquecer.

Prendi as mãos de Frank contra a cama com um pouco de força, arrancando um gemido do menor e me contive. Comecei beijando o pescoço dele, deixando algumas mordidas leves enquanto sussurrava no ouvido dele.

- Vou te chupar até você gozar na minha boca, Frankie. — Ao terminar de dizer, pressionei meu membro contra o dele. Ambos latejando.

Desci meus beijos pela barriga do menor, dando uma atenção especial ao mamilo dele. Brincava com a língua ali, pressionando-a em movimentos circulares, mas decidi parar de torturar o menor.

Afastei um pouco as pernas dele e enfiei o máximo que pude do membro dele em minha boca. Frank gemeu, pressionando o quadril um pouco pra cima e levando as mãos até meus cabelos, puxando-os com certa força.

Comecei a sugar seu membro de forma bem lenta enquanto apertava, arranhava com força suas pernas.

- Mais... rápido... Ge... – Foi o que eu consegui entender de várias frases sem sentido que escapavam dos lábios avermelhados dele.

Pude ver que ele mordia os próprios lábios enquanto ofegava baixinho.

Atendi ao pedido dele e comecei um movimento de vai e vem com a boca sobre o membro dele, masturbando-o ao mesmo tempo.

Frank já não continha os gemidos que agora eram altos, melodiosos, o que me fazia estremecer. Eu estava cada vez mais excitado e posso jurar que gozaria apenas ouvindo esses sons de Frank.

Continuei assim por alguns minutos. Um movimento rápido com a língua e com as mãos.

- Gee... vou...

Antes de terminar de falar, um liquido branco jorrou do membro dele, me fazendo sorrir. Não parei os movimentos, ainda mais depois de um ouvir um gemido tão alto e demorado de Frank. Engoli tudo com o maior dos sorrisos nos lábios.

Voltei pra perto dele, beijando seu rosto diversas vezes.

- Minha vez. – Ele disse safado.

Notas finais
Vergonha :33333333