Notas iniciais
Olá pessoas Lindas!! Tudo bem com vocês?
Há uns bons anos atrás postei uma historia aqui (Teenage Witch) e eu acabei me desanimando um pouco com ela, com a minha escrita(Não que ela está otima hoje kkkk) enfim...
E durante dois meses estive pensando e finalmente decidi reescreve-la, isso mesmo! Vai ser a mesma historia, os mesmos personagens, só que com algumas coisinhas diferentes que eu decidi mudar. Mas garanto que vocês vão gostar.
Espero que gostem!
?” Kisses Allie

"Culpada pelos erros"

Wellblack — 30/10/1995 — 23:30pm

Era véspera de Halloween, ou melhor, véspera do dia das bruxas, que para muitos são apenas historinhas, são apenas lendas para crianças ficarem com medo, mas não era bem assim.

A Cidade estava quase vazia, não se ouvia um ruído nas ruas, essa era uma das vantagens de se morar em Wellblack, a cidade era sempre calma e pacifica, era raro assaltos e mortes que não fossem causas naturais, mas não muito longe dali uma mulher corria, corria desesperada entre as arvores na densa e escura floresta, seu coração estava acelerado, ela estava com muito medo, não por você, mas pela criança que carregava em seu ventre.

A mulher parou de correr por uns instantes assim que entrou numa clareira, olhou por todos os lados procurando um abrigo para se esconder, começou a entrar em desespero ao ver a área aberta e sem nenhum esconderijo, até que olhou um pouco mais para frente e viu uma árvore oca, correu em direção a arvore sem pensar muito ela se enfiou dentro e logo pegou seu celular para pedir ajuda a alguém, e ela sabia a pessoa certa que iria ajuda-la, começou a discar o número com as mãos tremendo e quase derrubou o celular, mas logo se recuperou e terminou de discar.

Tocou

Tocou

Tocou

— Atende, por favor — sussurrava a mulher sem parar, estava nervosa, foi pega desprevenida em sua casa e precisou fugir o mais rápido possível, largando tudo para trás, sua família, sua pequena filha que ficou com seu marido, ela se perguntava como sua pequena filha estava, não queria ter que se separar dela desse modo, mas não houve outro jeito.

— Alo? - falou uma voz do outro lado da linha, a mulher respirou aliviada "Graças a Deus", pensou ela

— Preciso da sua ajuda! elas me encontraram, por favor venha rápido — sussurrava ela em soluços, não estava mais aguentando aquela perseguição, do outro lado da linha a mulher ficou em alerta e logo se levantou

— Onde você está? — perguntou se levantando abruptamente acordando seu marido ao lado, "o que aconteceu?", perguntou sussurrando e se levantando preocupado, e recebeu uma resposta que o fez entender tudo, "a Gravida está em apuros" respondeu sem que saísse som de sua boca, e logo já saíram para fora do quarto, descendo correndo as escadas, foi nesse momento que a mulher amaldiçoou sua família por morar em uma casa tão grande

— Estou numa clareira, mas está muito escuro e não vejo quase nada — falou, e apertou os olhos para ver se encontrava alguma coisa, olhou para a esquerda, nada além de escuridão, olhou a sua esquerda e nada, foi quando viu mais pra frente um lago, um lago que ela conhecia muito bem...Lago Orgen, onde ela cresceu brincando com seu irmão — Estou perto do Lago Orgen — avisou, e logo ouviu sons de passos — Elas estão perto, me encontre o mais rápido possível — suplicou

— Tenha cui....- antes mesmo da mulher terminar ela desligou o telefone, precisava agir e rápido, foi quando uma luz acendeu em sua cabeça, o lago era raso, dava pra ela ir nadando até o outro lado, e logo que chegasse lá, havia uma trilha que a levava pra uma rua, uma das ruas da cidade, e lá sim ela estaria segura, sem pensar muito ela desceu a colina, que dava caminho direto para o lago, ela não estava mais aguentando, seu peito estava ardendo de tanto correr, por um descuido ela não viu uma enorme raiz no chão e acabou tropeçando e machucado seu tornozelo onde ela sentiu uma queimação forte, a moça grunhiu de dor e tentou respirar fundo, seus olhos estavam lacrimejando e engoliu o choro, precisa ser forte, tinha que ser forte, até porque ela estava naquela situação por causa de um erro dela mesma, agora tinha que arcar com as consequências. Ignorando sua dor, logo levantou e começou a correr novamente, e quase deu um grito assim que chegou ao lago e entrou nele, começando a ir para o outro lado.

Assim que que saiu do lago ela olhou para outro lado em que estava, "Estranho", pensou, não havia ninguém lá, respirou fundo e sentou no chão recuperando as energias, mas não podia ficar muito tempo, elas deveriam estar em algum pelo lugar pela floresta procurando, não teriam desistido tão facilmente assim, ela se levantou e quando estava prestes a se virar começou a sentir fortes dores de cabeça

— AHHHHHHH— gritou colocando as mãos sobre a cabeça e se ajoelhando, parecia que seu cérebro ia explodir a qualquer momento — Me deixem em paz! Desgraçadas — gritou enraivecida com as mãos entre a cabeça, e logo sentiu a dor passando, ouviu passos se aproximando e começou a recuar, até que uma mão fria e com unhas cumpridas pegou seu queixo com brutalidade e a forçou a olhar nos olhos, ela nunca viu olhos tão verdes esmeralda, frios e gelados, um olhar calculista.

— Olá Loba — sussurrou a bruxa apertando seu maxilar com força

— O que quer Bruxa? — perguntou, soltando todo o veneno em sua voz, a bruxa deu uma risada e sorriu, um sorrido que deu calafrios, foi naquele momento que a Loba percebeu que sorrisos e bruxas não eram uma combinação boa, isso cheirava a coisa ruim, e ela sabia o que ela queria, mas não abriria a mão, lutaria até o fim.

— Você sabe o que quero — sussurrou próximo ao ouvida da loba, e logo deu uma risada em escarnio - Autem Somnum— sussurrou a bruxa, e logo a loba sentiu seu corpo ficar mole e sua visão escurecer, e desmaiou. — Peguem ela — mandou a bruxa para os três homens que estava logo atrás

— Guinevere — chamou Alisson Deveraux, uma das bruxas que era sua descendente, e estava ali presente, Guinevere nem perdeu tempo em responder, apenas virou a cabeça de lado, dando sinal para ela continuar — Você tem certeza que quer fazer isso? — perguntou receosa, não queria despertar a raiva da ruiva a sua frente

Guinevere se virou e começou a andar em passos lentos até Alisson, que a cada passo da ruiva ela dava um para trás

— Certeza? — perguntou ela incrédula, "Se controle Guinevere, ela é da família", pensou,— Eu tenho certeza! — respondeu convicta e começou a andar na direção onde seria o ritual

— Faz séculos que isso aconteceu! — gritou Alisson — essa criança é pura e inocente, não tem culpa dos erros de Callidora e Nikolai — falou nervosamente, ela era contra a maldição que sua antepassada, a bruxa mais poderosa da história, Callidora Deveraux, havia lançado sobre a família e futuros descendentes de Nikolai, mais precisamente, a criança que estava no ventre da Loba

— ELES SÃO TUDO! MENOS INOCENTES!— Se alterou a bruxa, fazendo começar a ventar fortemente, as árvores começaram a balançar sem parar, Alisson ficou assustada, e isso estava nítido em seu rosto, suas antepassadas eram cruéis, Guinevere logo percebendo o seu descontrole, respirou fundo e tentou se acalmar — Me desculpe querida — pediu desculpas docemente se aproximando de Alisson — Mas entenda o lado de nossa família — falou -Nikolai destruiu nosso nome, nos deixou no lamaçal, eles tem que pagar pelo o que fizeram- falou seriamente, Alisson respirou fundo e assentiu

— Tudo bem, vamos acabar logo com isso — falou e saiu em passos apresados na direção que Guinevere estava indo, o local do Ritual, e quanto mais passava o tempo, seus poderes iam ficando cada vez mais fortes, principalmente quando fosse dar meia noite daquele dia, o dia das bruxas é o dia em que seus poderes estava no auge, Guinevere olhou na direção que Alisson foi, e sentiu alguém se aproximando dela

— Sugiro que fique de olho em sua filha Greta, ela não é confiável- aconselhou assim que a bruxa sumiu de sua vista — E pode acabar com os nossos planos — falou se virando para encarar a bruxa,

— Ela não irá fazer nada — disse convictamente

— Acho bom, porque se fizer...- falou se aproximando e fazendo com que ambas fiquem cara a cara — Eu mesma irei coloca-la na linha! — assim que falou isso, Guinevere saiu dando passos firmes e pesados, indicando que não estava nada satisfeita com o comportamento da Deveraux mais nova. "Ah Alisson, não faça nenhuma burrada", pensou preocupada com a filha, logo espantou seu pensamento e seguiu o mesmo caminho que ambas as bruxas foram.

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Enquanto as outras bruxas preparavam as coisas para o ritual, Guinevere estava na ponta do Penhasco Ocsahnep, que era de frente com o Lago Orgen, se preparando para realizar o ritual que há muito tempo esperava em fazer

— Senhora — chamou uma das bruxas, Guinevere se virou para ela — Está tudo pronto — avisou e logo se retirou para sua posição no ritual, logo todas as bruxas estavam cada uma em suas posições e todas deram as mãos envolta de Guinevere e da Loba, que estava sob uma mesa de pedra, que estava envolta de um pentagran e com velas em todas as pontas.

Guinevere se aproximou da mesa e fechou os olhos, começando a se concentrar, e logo começou a ouvir os sussurros das ancestrais

— Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est.... — Começou entoando, as velas que estavam apagadas acenderam com um movimentar de dedos, uma ventania forte começou junto com trovoes, as outras bruxas começaram a entoar junto o feitiço — — Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....- A Loba que estava deitada sobre a pedra, acordou sentido fortes pontadas em sua barriga e começou a gritar em agonia — — Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer es...- quando Guinevere ia terminar o ritual, sentiu alguém o quebrando, fazendo a mesma ficar furiosa,

— Fes Matos fractionis ritus — Entoaram quatro bruxos chegando ao penhasco ofegantes e ainda com suas roupas de dormir, Guinevere os reconheceria em qualquer lugar, os traços de Nikolai no rosto daquele homem e daquela mulher, Aurora e Joseph, os descendentes do homem que arruíno sua vida, logo atrás deles ela viu duas pessoas, o homem era Martin Relish, e outra mulher era Cora, conhecida por Guinevere por Cora Deveraux, uma de suas parentes, "traidora", pensou

— Ora, ora, ora — sibilou Guinevere sem sair do lugar -Olhem o que temos aqui minhas amigas — falou para as outras bruxas, que já estavam em posição de ataque, os quatro olharam para a loba que estava deitada se contorcendo de dor e perderam a cor do rosto, preocupados

— O que você fez sua vadia!? — perguntou Aurora rosnando, ela só se imaginava pegando aquela ruiva oxigenada pelos cabelos e arrancando seu coração fora

— Não fiz nada, por enquanto — falou tranquilamente — Vocês me atrapalharam no meio do ritual — falou como se isso tivesse a magoado — Deveriam saber que é uma ofensa atrapalhar uma bruxa no meio de um ritual — falou colocando a mão sobre o peito, fingindo estar magoada, mas logo abriu um sorriso e deu uma risada em escárnio, mas que não intimidou nenhum dos quatro

— Não quando essa bruxa está tentando matar uma criança — gritou o homem que estava ao seu lado, ela o reconheceu como o irmão da mesma, Joseph — principalmente se essa criança for nossa sobrinha — terminou rosnando, mostrando claramente que não estava satisfeito com atitude dessa bruxa, que por sinal, eles nem a conheciam, o que diabos ela queria afinal?

— Isso é o que veremos — assim que terminou de falar começou a entoar novamente o feitiço, 4 vezes, era a quantidade de vezes que precisava para entoar o feitiço e terminar o ritual — Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....- começou, vendo que o que ela ia fazer, os quatro foram pra cima dela, para impedir de continuar, mas as bruxas não permitiram eles saírem do lugar

— Phasmatos morbis acutis— entoaram, fazendo-os sentir fortes dores no corpo, parecia que seus 206 estavam se quebrando em pedaços, era a dor mais agonizante que sentiram na vida

Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....- Continuou Guinevere, e logo começou a sentir seus cabelos balançando por conta do vento forte, um vento forte se apossou do Penhasco— Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....- faltava só mais uma, só mais uma entoação e estaria feito, deitada a loba começou a chorar, e sussurrava sem parar,

— Por favor, não, não faça isso implorava ela, Guinevere a ignorou e continuou

—Phasmatos accelerate ex conceptum natus puer est....- assim que terminou de entoar, a loba sentiu um liquido quente descer sobre suas pernas, percebendo isso, ela começou a entrar em desespero, se perguntava o que haviam feito, que tipo de feitiço era aquele , seus pensamentos foram atrapalhados por fortes contrações, ela não estava aguentando e acabou gritando, sua vista começou a ficar embaçada, mas conseguiu ver os tios de sua filha agonizando de dor no chão, incapacitados de ajuda-la no momento, ela pode ver o olhos de desespero de Aurora sobre ela, afinal, ela tinha que ter protegido a Loba que seu irmão engravidou enquanto ele estivesse fora da cidade, mas falhou miseravelmente.

— Chegou a hora! — Avisou Guinevere sorrindo, seu plano ia ser concluído e ninguém ia atrapalhar, a loba gritou sentindo as contrações ficarem mais fortes, foi quando ela percebeu. Sua filha estava nascendo, mas ainda não era a hora certa, e isso a preocupava, era pra bebe nascer daqui 3 meses, se fosse agora ela morreria, a loba começou a entrar em desespero ao perceber o que elas iam fazer e começou a se debater, duas bruxas se aproximaram e seguraram a loba, enquanto Guinevere pegava um pano branco e colocava sobre sua barriga, as contrações iam aumentando cada vez mais, ela não ia aguentar segurar a criança em seu ventre por muito tempo, a bruxa que estava a segurando colocou um pano branco entre seus dentes, uma outra bruxa dobrou suas pernas enquanto Guinevere ia para o meio delas — Já estou vendo a cabeça — avisou Guinevere sorrindo

— Faça força! — mandou, a loba negou e sem outra opção Guinevere com um movimento de mãos, contraiu todos os seus músculos fazendo-a fazer força, mesmo não querendo — Força!— gritou novamente, a loba força para empurrar a criança para fora, ela não estava aguentando mais, estava suando e sua visão estava cada vez mais embaçada, assim que ela fez força pela última vez a bebe escorreu de dentro dela para os braços de Guinevere, junto com muito sangue e a placenta. A Loba caiu deitada respirando fundo, estava exausta, mas logo redobrou a consciência e se sentou vendo Guinevere corta o umbigo umbilical de sua filha e a enrolar em um pano branco, logo a bebe começou a chorar e Guinevere começou a nina-la — Calma monstrinho, logo isso vai passar — sussurrou cruelmente tentando acalmar a bebe, o que não adiantou muito, a criança chorava cada vez mais alto, seu choro se alastrou por toda a floresta, a mulher olhou para a bebe emocionada, lagrimas caíram dos seus olhos, ela olhou para os tios de sua filha, eles estava da mesma forma que ela, mesmo sentindo dor, ela viu a emoção nos olhos deles

— Por favor — sussurrou — me deixe acalma-la — pediu sem tirar os olhos da bebe, Guinevere deu a volta e foi até ela, entregando a criança em seus braços, assim que pegou sua filha em seus braços começou a nina-la, e instantaneamente a criança parou de chorar, se aconchegando ainda mais no colo da mão, a loba sorriu com esse pequeno ato da filha, e começou a passar a mão pela sua cabecinha, analisando cada detalhe apaixonadamente — Minha menina — sussurrou emocionada, seus olhos cor âmbar estavam cheio de lagrimas e sem conseguir as conter ela chorou, deu um beijo no topo da cabeça da pequena e em seguida olhou para Aurora, a mesma se encontrava com os olhos vidrados na pequena, Joseph olhou no relógio para marcar o horário e o dia em que sua sobrinha nasceu, 31/10 as 00:45, ele suspirou e olhou para a criança no braço da mãe

— Qual será o nome? — Perguntou Guinevere olhando para a Loba, que rosnou para ela, não iria falar o nome da filha para aquela mulher, Guinevere apenas riu e olhou para a bebe — Espero que Victórie não seja igual a mãe e saiba responder as perguntas — falou debochadamente, a loba sentiu seu coração acelerar, e se perguntava como ela sabia o nome de sua filha, as únicas pessoas que sabiam era ela e a família de seu marido, apenas eles e mais ninguém, precisava sair dali com a sua filha e rápido. Aurora olhava ao redor, precisava agir rápido e tirar as duas dali, percebendo que as bruxas que a prendiam tinha total atenção em Guinevere e não neles, ela decidiu agir rapidamente, ela se levantou abruptamente e as bruxas perceberam

— Tantum Corporisentoou rapidamente, lançando as bruxas cada uma para um lado, e foi em direção a Guinevere, uma das bruxas, Greta Deveraux, vendo Aurora indo em direção a Guinevere, se levantou rapidamente, mas Martin percebeu seu movimento e fritou seu cérebro fazendo a mulher cair de joelhos gritando.

Alisson olhava todos a sua volta naquele penhasco, Bruxa contra Bruxa, estava um caos, assim que viu sua mãe caída no chão gritando procurou o causador dela assim que encontrou fez seu corpo voar longe, "Ignes", entoou, e logo Martin se viu de frente a uma barreira de fogo o impedindo de ver o que estava acontecendo, quando de repente ela viu aurora e Guinevere conversando e num segundo ambas estavam no chão rolando, aproveitando a deixa, a loba ia sair correndo e Guinevere percebeu, não podia deixar ela ir embora com a criança

— Alisson! pegue a criança — gritou enquanto tentava se desviar dos murros de Aurora — Você sabe o que fazer — falou ofegante a olhando nos olhos, e Alisson entendeu, tinha que sacrifica-la, Guinevere não ia conseguir, agora tinha que ser Alisson a terminar tudo.

Alisson foi em direção a Loba para pegar a criança, mas recebeu um chute no estomago da mesma, fazendo-a ficar sem ar

— Não se aproxima da minha filha — rosnou a Loba, Alisson recuperou seu ar e voltou a se aproximar da loba

— Sinto muito — falou arrependida — Mas eu preciso fazer isso...Autem Somnum— e com um movimentar das mãos a loba caiu desacordada, mas antes que caísse, Alisson pegou a criança rapidamente para não machuca-la, e sem olhar para trás ela correu disparada floresta a dentro, não podia parar até chegar no Cemitério e completar o ritual.
Ela precisa terminar o que Guinevere começou...

Notas finais
Aiii MDS!!! Que capitulo foi esse!? Será que a pequena Victórie foi sacrificada? ou Guinevere estava certa e não deveriam confiar em Alisson?
Tantas perguntas! HAHAHHA
Se vocês gostaram comentem de favorite pra dar um apoiozinho pra autora.
Até logo
?” Kisses Allie
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.