Teen Crazy
8 Seus tarados
Notas iniciais
PVD- Anna
– Oi pai. – eu disse ao telefone.
– tudo bem, baixinha? – ele perguntou com uma voz carinhosa.
– Tudo ótimo. O pessoal da escola é ótimo. Nós saímos ontem pro shopping. – Eu disse.
– Por favor, não fique na rua ate tarde. Eu odeio te deixar sozinha. – ele disse com uma tristeza na voz.
– Tudo bem, eu chego cedo. Saio às 7 da noite e chego cedinho de manhã as 7. – eu disse. E ri. Ele riu também.
– É serio Anna- Ele disse.
– Ta. Ta. Não chego tarde eu prometo ok? – eu disse.
– Ta.
E eu desliguei sai da cama e fui me arrumar. Vinte minutos depois eu arrumada, maquiada só com lápis de olhos e base.
Tock. tock.
– Já vou – eu disse.
Peguei minha bolsa e me olhei mais uma vez no espelho.
“ Tanto faz” – e sai.
– Oi. – eu disse nem olhando pra ele e virando rápido pra fechar a porta.
O que é isso?
E inspirei ate não conseguir mais.
Que cheiro bom.
– Gostou, hein? – ouço o Will irônico atrás de mim.
– é seu? – eu perguntei. – É horrível.
– Horrível. Sei! – ele disse com piada na voz. Eu fui pisando duro na frente dele que logo me acompanhou.
Ficamos em silêncio, o caminho da escola todo.
– Anna – Kath grita.
– Oi – eu digo.
– Que foi? Problemas no paraíso? – ela pergunta.
– Que?
– Nada...
Nós ficamos conversando ate o sinal bater e entramos na sala. O Sam estava meio pra baixo.
– Oi – eu disse sentando na cadeira na frente dele.
– Oi.
– O que você tem? – eu perguntei olhando diretamente nos olhos dele.
– Eu to bem.
– Mentira. – eu acusei — Eu sei quando os pessoas mentem.
– Ou não. Só pergunta pra ter certeza. Na realidade a maiorias das pessoas que perguntam, não estão nem ai.
– Ou eu estou realmente ligando, e com vontade de meter um murro na sua cara se você não contar o que você tem. De verdade. – eu disse, ele riu um pouco.
– Besteiras. Eu melhoro logo. Não se preocupe.
– Qualquer coisa estou aqui.
Não podia insistir.
A aula passou rápido. Era aula de que mesmo? Não importa.
– OI. – o Sam chegou gritando.
Já tava todos lá. Nick, Duda, Will, Lucas, e Kath.
Todos responderam ‘oi’ em um coro.
E conversamos, conversamos, e depois formos pra aula. E depois eu o Will formos pra casa. O Will não foi lá pra casa. Essa rotina se foi em uma semana.
O Will ia de manhã lá em casa me chamar, chegamos na escola, conversamos um poucos, depois aula, depois conversamos na hora do intervalo, depois voltamos pra sala e depois íamos pra aula.
– Pai? – meu pai estava na minha frente, todo gostoso sedução, — Pai, pensei que o senhor só vinha mês que vem.
– Pois é, as reuniões do fim de semana foram cancelada. Ai eu pensei, que não faz mal passar o fim de semana com minha baixinha.
Ele disse me abraçando e dando um beijinho no meu rosto.
Nós começamos a conversar, falei da semana, que o pessoal da escola era legal.
– Ops, — eu disse.
– Que foi? – meu pai perguntou mudando de canal colocando no esporte.
– Eles vão vim almoçar aqui.
Ele me olhou um olhar de “ Podia ter avisado, eu teria feito a Poderosa sobremesa do Papai, agora vou ter que comprar um feita”
– Ta, eu vou ao supermercado. – ele disse – Você arruma a casa, por que isso ta um chiqueiro. Faz a mesa.
Já eram 11 horas da manhã e eles viriam às 12.
Ativando Anna faxineira em meia hora.
Eu limpei coloquei as roupas sujas na maquina.
O que? pensa que eu sou organizada só por que eu sou mulher?
Meus sapatos estavam jogados no chão. Livros, e mais livros desarrumados.
Ajeitei eles por autor. Sagas, crônicas.
Affz, quantos livros.
Depois fui pra roupas limpas em cima da minha cama. Eu como boa menina vou dobrar tudo e colocar no guarda-roupas, só que não. Eu fim um bolo e soquei dentro do guarda-roupas.
Cozinha.
Eu lavei a panelas que tinha em cima da pia, limpei a pesa. Coloquei os pratos ‘chiques’ em cima da mesa.
Varri a casa, passei um pano no chão.
– Ate que fim, homem, pensei que o senhor ia fazer e vez de comprar pronto.
– Calma ai.
Eu peque as duas lasanhas e coloquei no forno. Eu fiz um arroz. O meu pai colocou a sobremesa no congelador.
Meio dia e eu ainda ajeitando os últimos detalhes da casa.
Sem calcinhas espalhadas no chão.
Eu corri pro banheiro do meu quarto e entrei.
Quando estava quase terminando alguém bate na porta.
– BAIXINHA, ABRE A PORTA TO NO BANHO.
– Meu pai gênio, eu falei pra ele esperar eu tomar banho – resmunguei.
Deve ser a Kath, ela disse que ia chegar cedo.
Me enrolei na toalha. E fui atender.
– Kath pensei que ia demorar mais ... – eu disse.
A) Não era a Kath
b) Da próxima vez eu pergunto quem é.
C) Da próxima vez eu destravo a porta e saio correndo. Por que não é legal que seu amigo homem te veja de toalha curta, malhada, isso é uma cena de filme pornô.
– A merda. – eu digo.
– Merda eu que digo. Sua tarada. Que coisa é essa de ficar atendendo a porta de toalha. Que que eu tenha um ataque cardíaco?
– AAAAAAH. Estão me assediando. Socorro papai. Socorro. – eu grito deseperada e me jogo em cima do Will. Mais não deixo a toalha cair.
Meu pai aparece de toalha também todo molhado.
– Otimo. Mais um... – Will reclama.
Eu passo o braço dele ao redor de mim.
– Socorro. – eu grito. – Ele me atacou.
– Hã? O QUE? – ele grita meu pai pegou e jogou ele no chão.
Eu começo a rir desesperadamente. E os dois me olham com cara. MASOQUE?
– Pede pro seu pai sair de coma de mim. é desconfortável. Ele só esta de toalha.
Eu tento falar e começo a rir de novo.
– Prazer, Sr. Walter – o Will fala. – E acho que eu sou amigo dela.
Ele me olha com duvida.
Não aguenta e começa a rir. E meu pai também.
Mais pera eu anda to de toalha.
– Vou me trocar.- eu digo.
– Bem mais confortável. – o Will diz- Pra mim.
– Seu tarado.
Eu falo e saio correndo.
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