Notas iniciais
Ahhh gente. Tô tããããõoo feliz! Os brigões finalmente se entenderam!! Valeu, Darkside! Aquele nosso plano deu certo ;) E pra festejar, um capítulo bem quente! Espero que gostem! Beijuuuuussss.

– Vou contar pro diretor, e vocês serão despedidos! — ameaçou o pentelho, sorrindo de lado.

Brian e Sam, ao ouvirem a voz do sujeito, pararam de repente. Ainda estavam um por cima do outro, em posição de briga. Em seguida, se entreolharam, e riram... Riram de si mesmos e da cena ridícula da qual eram protagonistas. Mais ridícula ainda era a cara de pamonha de Benbow, baixinho e fracote do jeito que era, tentando ameaçá-los.

Brian então se levantou e gentilmente estendeu a mão para o mais alto, ajudando-o a erguer-se do chão.

– Isso foi uma ameaça? — perguntou o professor de teatro, olhando o inspetor de cima.

Brian cruzou os braços e o encarou também. Se aqueles homens quisessem, poderiam esmagar Benbow apenas com a força do pensamento.

– Ahhh, deixa pra lá... — guinchou o homenzinho, já se retirando de perto dos dois maiores.

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Brian e Sam estavam ofegantes. Haviam se socado, arranhado e puxados os cabelos um do outro. Olhavam-se agora, ambos envergonhados, e sem saber exatamente o que dizer.

– Desculpa, eu me excedi... — Disse então o treinador Scott, cortando o silêncio.

– Não... Eu que não devia ter feito o que fiz sem o seu consentimento... — respondeu o outro, cabisbaixo. — É... Que... Brian... — gaguejou Winchester. — Eu te amo tanto... Que tenho vontade de gritar pro mundo inteiro ouvir.

Brian Scott olhava seu namorado com carinho, e agora tinha lágrimas nos olhos. Sam Winchester o amava. O que mais importava afinal?

– Eu também te amo... — e dizendo isso Brian se aproximou de Sam, e, lentamente, alcançou seu pescoço com as mãos chamando-o para um beijo.

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Tudo o que Sam e Brian queriam era poder acariciar e beijar um ao outro.

Winchester explorava o pescoço de Scott com os lábios enquanto acariciava sua pele macia por debaixo da camisa. O treinador já estava subindo pelas paredes. Queria mais, muito mais...

Como Sam Winchester podia ser assim tão gostoso? Brian queria sentir cada pedacinho de seu corpo.

– A gente precisa ir pra outro lugar... — disse ele ofegante. Estavam no pátio do colégio, afinal.

Sam concordou. Sem dizer muita coisa, segurou na mão de Brian e levou-o até seu Jipe vermelho.

– Vamos ficar aqui no carro mesmo? Não é um pouco arriscado? — surpreendeu-se o treinador.

Winchester riu.

– Não... Entra aí, seu bobo. Eu vou te levar pra dar uma volta...

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Sam e Brian mal podiam controlar o tesão enquanto Winchester dirigia a procura de um lugar próximo, tranquilo, para namorar.

– Que tal a capela? — sugeriu Sam, feliz com a ideia que acabara de ter, assim que passou em frente ao local. Naquele horário, a paróquia estava deserta, e sempre era possível entrar pela janela.

Brian estremeceu. Aquilo era um sacrilégio... O que estavam prestes a fazer era o pecado dos pecados... O homem já ia reclamar quando foi repreendido por seu próprio membro sexual, que, nervoso, exigia que parassem o carro imediatamente. O que Brian Scott estava pensando que ele era? Um brinquedo de borracha? Não! O pau de Brian Scott tinha sentimentos , e, principalmente, desejos que necessitavam ser satisfeitos.

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Com o Jipe estacionado de qualquer jeito, Brian e Sam correram dali, forçaram a janela, e pularam para dentro da capela.

Sem dizer palavra, ambos se despiram com afobação e lançaram-se sobre os braços um do outro.

A carne de Sam era firme e muito apetitosa. Brian não cansava de apalpá-la. Enquanto o treinador acariciava o peitoral definido de seu amado, Sam massageava os glúteos musculosos de Scott. Suas bocas estavam coladas, lambendo-se, mordendo-se e chupando-se com desespero.

No meio daquela agarração, o sexo de um roçava no do outro em um movimento monótono, porém intenso. Brian gemia, e Winchester também. Era difícil suportar tanto tesão.

De repente, Sam deslizou seu corpo para o chão, e, de joelhos, abocanhou o membro de Brian, que foi sugado com vontade. Que sensação maravilhosa... Não existia no mundo, pau mais feliz que aquele, que se contorcia de prazer ao receber uma massagem completa.

Com um, e depois dois dedos lubrificados, Sam Winchester preparava o traseiro de Brian para outras maravilhosas sensações que viriam em seguida.

A luz estava apagada, mas feixes de luz entravam pela janela, iluminando os santos, que brilhavam, aparentemente indignados por tamanho desrespeito.

– E... Se... Nós formos pro inferno...? — balbuciou Scott já totalmente sem fôlego. Apesar do medo das estátuas que os encaravam, o homem não tinha forças para parar o que estava fazendo.

Sam suspirou com a pergunta. Em seguida fez um sinal de "foda-se" com a mão direita, direcionando-o às imagens. Aquele mesmo dedo médio, grande e eficiente, estocou Brian Scott em seguida, que não conteve um gemido de dor e prazer.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.