Teacher or lover ?
3 Vizinhas
Notas iniciais
Não acredito que ela era minha professora de faculdade, ao mesmo tempo uma coisa boa, e também tão ruim. Ela me olhou fixamente, tava me intimidando, fez um sinal para eu entrar e me sentar. Geral me olhando, mas o que estava me deixando sem graça mesmo era Alex Vause.
Ela tava explicando lá uns assuntos, todo mundo prestando atenção e eu viajando, só pensando na nossa noite de muito sexo, nas provas a única coisa que eu ia conseguir escrever é o quanto ela me deu prazer. Eu estava ficando louca, do nada dei uma risada super alta lembrando dos momentos, todos olharam, inclusive ela. Fez aquele olhar encolhido que ela sempre faz quando ta pensando alguma sacanagem ou algo do tipo, só faltava eu me mijar de nervosismo.
— Está tudo bem... senhorita Chapman ? — falou olhando na caderneta, como se não soubesse meu nome.
— Ta não professora, posso me retirar ? Não to me sentindo muito bem. — falei e levantei arrumando minhas coisas, ela afirmou com um olhar, e continuou sua aula.
Fui ao banheiro, lavar meu rosto, vá que eu estivesse sonhando, só podia ser, em que vida alguém transa e se envolve com uma mulher, e no dia seguinte descobre que ela é sua professora?! Só podia está sonhando. Fiquei no banheiro até o sinal tocar, quando sai na pressa, adivinha ? Me esbarro em Alex sem querer, só o que faltava, fiquei sem reação alguma.
— Eita ! (risos) Por que toda essa pressa Piper ? Tá com vergonha de mim ? — ela falou tão gostosamente que queria beijar ela ali e agora.
— Claro ne ? Porque não me falou que era professora, ou sei lá ? Fiquei e estou com uma cara de cu aqui, com muita vergonha, não estava prepara pra isso.
— Ué! Qual o problema ? Você tem vergonha ? Não vejo mal algum em se envolver com uma professora quem é apenas dois anos mais velha que você, é bem assumida e não está nem aí para as opiniões alheias.
— O problema é que não sou assim, não sou forte o bastante pra me envolver com uma mulher em plena sociedade preconceituosa. Tenho vergonha sim. — falei com o pé no chão.
— E vergonha de me comer você não tem ? — ela falou e me empurrou pro banheiro, me beijando e tirando toda minha roupa.
Naquele momento só queria me entregar, meu dia tava muito problemático, tinha que relaxar gozando de novo com a Alex. Ela me jogou na pia, tirou meu moletom e sutiã, lambeu meus peitos deliciosamente, e eu chupando aquele pescoço gostoso. Tirou minha calça e calcinha, me empurrou na parede em cima da pia, agachou e começou a me chupar, eu gemendo bem baixinho pra ninguém ouvir.
Depois foi minha vez de fazer o mesmo, joguei ela no chão, tirei sua roupa com muita rapidez, pois queria muito chupa — la outra vez. Comecei mamando em seus seios, e fazendo carinho no seu clitóris, ela se contorcia, fui descendo minha boca ate sua vagina, e fui chupando ela todinha, e ao mesmo tempo massageando sua buceta, ela estava loucamente excitada e querendo gozar, assim como eu.
Depois de quase trinta minutos naquele banheiro, gozamos ao mesmo tempo, uma gozada tão boa e gostosa, que queria repetir a dose, porém com certeza tinha uma fila enorme naquele banheiro de pessoas querendo entrar. Nos vestimos, ela retocou a maquiagem, pois estava toda borrada de batom, e saimos como se nada tivesse acontecido.
— Esse é meu número, vai lá em casa hoje, ou amanhã, pra gente resolver e repetir isso de novo. — ela me entregou um papelzinho, me deu um beijo na bochecha e saiu, outra vez, me deixando sozinha e querendo mais.
Indo pra casa...
Sai da faculdade quase de noitinha, tive que ir andando pra casa, pois no meio daquela transa no banheiro deixei o único dinheiro que tinha cair do bolso, até que do nada, no meio da rua, vejo alguém gritando meu nome, achei estranho, ninguém me conhecia naquela cidade.
— Chapman, ei Piper, não lembra de mim ? — veio correndo em minha direção, quando vi quem era...
— Stella ? Mas o que você ta fazendo aqui ? — falei gaguejando .
Stella foi minha primeira amiga da vida, ela era lésbica desde sempre, e eu fui a primeira menina que ela se apaixonou.
— Que saudades ! Eu me mudei pra cá já tem tempo, fui tranferida. — ela disse me abraçando, e eu muito sem graça.
— Nossa, você está linda, tempo que não se vemos, como você tá ?
— Linda está você, to melhor agora que te encontrei, quer sair hoje ? Ir lá em casa, matarmos a saudade de infância. — ela falou toda animada.
— Se eu não tiver compromisso, posso até ir sim, me liga, agora tenho que ir pra casa senão fica perigo por aqui, beijos. — dei meu número pra ela e sai muito com vergonha.
Em casa...
E agora ? Casa da Alex, ou da Stella ? A Alex já vi hoje, a Stella, precisamos por o papo em dia, tanto tempo que a gente não se falava. Quando decidi que ia pra casa dela, ela me liga. Me passou o endereço, ainda bem que era perto, fui tomar meu banho, queria impressioná — la , adoro fazer isso com as pessoas que já se apaixonaram por mim.
Vesti um vestido laranja básico, porém muito sexy, uma sapatilha mesmo pra não exagerar, e chamei um táxi, não queria ir andando ou pegar ônibus aquela hora.
Casa da Stella ...
Cheguei lá, nossa que casa linda, ela me recebeu super bem, me oferecendo vinho, aceitei lógico, estava tudo muito chic, ainda bem que estava elegante. Ela tava tão linda, como uma pessoa muda assim ? Tinha vontade de beijá -la , não vou mentir. Mas ela não sabia que agora, eu me envolvia também com mulheres, não irei contar claro, só se ela me perguntasse ou sei lá.
— E então Chapman, você ta namorando , casada.. ? — ela me perguntou e se aproximando cada vez mais.
— Não não, to solteiríssima. — falei rindo.
Ela era tão sensual quanto Alex, só que ela tinha mais cara de menino, e tinha um gingado melhor, veio chegando de mansinho, cada vez mais próxima da minha boca, até que me beijou, e eu cai naquele beijo como se fosse uma piscina. Ela beijava melhor que Alex, tinha carinho, habilidades, e mordia meus lábios, como eu mordia os dela, tudo em sincronia, até que eu decidi me afastar.
— Desculpa, é que... Não posso. — levantei sem graça, procurando minha bolsa.
— Tudo bem, o que eu queria já consegui, que era um beijo seu. — falou rindo, eu ri também, muito envergonhada óbvio.
— Enfim, muito obrigada pelo convite, adorei lhe ver outra vez, outro dia marcamos uma saidinha mais social. — dei um beijo no rosto dela, e me levou até à porta.
— Adeus Chapman.
Sai da casa dela, e antes de eu ligar para o táxi, um número desconhecido estava me ligando, atendi:
— Você não me ligou, resolvi te ligar, não me pergunte como achei seu número, sempre dou um jeito, quero você aqui em casa em exato dez minutos, no endereço Avenida Brasil, 214, to te esperando.
Era Alex, não estava acreditando, o endereço que ela havia me passado era exatamente da casa ao lado de Stella.
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