Teacher

4 Capítulo 3


Notas iniciais
Oi meninas como estão?? Então, quero explicar uma coisa pra vocês, quando no início de um capítulo eu não por o nome de quem está narrando significa que quem está narrando é a pessoa do capítulo anterior, uma continuação ok? Exemplo: O fim do capítulo passado foi narrado pelo Oliver, se eu não coloquei o nome dele no início deste é porque ele ainda está narrando. Coloquei alguns personagens de TF aqui, espero que não se importem. Peço mil desculpas pela demora, minha mente estava fervilhando de ideias, mas eu estava totalmente sem tempo de escreve-las. É isso, boa leitura a todos, beijos e até a próxima.

Quando a noite foi chegando, liguei para Diggle e marquei de jantarmos juntos, afinal Laurel estaria ocupada e nunca mais havíamos conversado.

– Como você está? – ele perguntou olhando o cardápio.

– Acho que não muito bem – admiti e seu olhar desviou do livrinho para mim.

– O que houve?

– É que... – como diria algo assim para ele? Claro que eu precisava contar para alguém, mas não seria fácil – Eu não sei o que está acontecendo.

– Explique – Diggle entrelaçou as mãos.

– Bom... É que... Diggle tenho uma aluna que está me deixando com dor de cabeça – respirei fundo depois de falar.

– Como assim? O espírito colegial ainda não saiu dela foi? – ele deu uma risadinha.

– Não é isso... Digamos que ela esteja... Que ela esteja tentando brincar comigo entendeu?

– Acho melhor você explicar direito, por que eu não estou entendendo mais nada – tomei um grande gole de água.

– Ela é bonita, pediu que eu a ajudasse na matéria e apesar de nunca ter dado em cima de mim descaradamente é... Eu não sei explicar – disse por fim.

– Ok, ok agora entendi. Você está preocupado, pois ela está lhe atingindo e se sente culpado por ser casado – afirmei com a cabeça – Olha Oliver, não precisa se martirizar por causa disso. Depois de um certo tempo de casamento é normal acontecer, claro que não acontece com todos os homens, mas também nem todos são casados com Laurel – fiz uma careta e ele tentou se desculpar – Desculpe.

– O que eu faço? – indaguei.

– Oliver, desejar uma mulher não é pecado e nem vai fazer você ser um péssimo marido, mas suas atitudes sim, então isso quem tem que me responder é você.

– Está dizendo que é para eu me afastar então?

– Não aja como se ela o intimidasse cara, aja naturalmente que isso logo vai passar, apesar de tudo ela é apenas uma aluna – Diggle tinha razão, o que seria de mim sem seus conselhos? – Agora me diz vai, como ela é? – ele deu um tapinha em meu braço e rimos juntos.

(...)

A semana havia passado voando, minhas aulas com Felicity ocorreram bem, apesar de passar o tempo todo tentando evitar seu olhar que pesava sobre mim. Era como se a cada dia que passasse tudo só piorasse (falando sobre isso). Não poderia dizer que ela estava ficando pior, mas eu sim, por ainda ficar perturbado quando Felicity chegava perto e eu esperava sinceramente que tudo não passasse de uma fase e esperava também que essa fase não demorasse muito.

O toque do despertador quase me faz cair da cama. Levantei rapidamente e fui para o banheiro. Tomei um banho não tão demorado, me vesti e coloquei um croissant na boca, procurando as chaves do carro. Ao me virar vi Laurel se aproximando.

– Amor, tenho que ir – dei um selinho mais rápido que o normal em Laurel, que por incrível que parecesse estava de bom humor – Tenha um bom dia.

– Não demore muito hoje ok? – ela me puxou pela gola da blusa, me dando um beijo mais demorado. Sorri em concordância.

Cheguei à universidade e comecei a dar aula. Eu tinha três aulas por semana com a turma I de engenharia mecânica e era sexta-feira, minha última aula da semana.

– Então pessoal, por hoje é só – dei um sorriso.

A sala foi esvaziando aos poucos até que todos saíssem e restassem apenas... Felicity e eu.

– Oi – eu disse tentando ser o mais simpático possível.

– Oi Oliver – achei estranho o modo como ela havia falado, afinal nunca me chamava de Oliver, e sim de Ollie. – Como foi sua noite?

– Boa, muito boa – menti, eu só havia corrigido algumas provas e ido dormir – E a sua?

– Foi... Normal.

– Você participa de grupinhos que se reúnem para beber ou fazer festas no quarto? – indaguei.

– Hum... Não – ela aparentava estar inquieta e confesso que não estava gostando nem pouco daquilo – Não tenho tido tempo pra muita coisa desde que cheguei aqui.

– Porque não? Só estamos na segunda semana de aula, aposto que ainda não tem muito conteúdo para estudar, não pode estar tão ocupada – afirmei.

– Quem disse que estou ocupada com estudos? – ela me lançou um olhar de malícia e eu suspirei.

– Eu nem vou perguntar o que está lhe deixando tão ocupada – me virei e comecei juntar minhas coisas e colocar em minha bolsa, quando me virei Felicity já estava tão próxima a mim que senti minhas pernas bambearem.

De início Felicity apenas encostou seus lábios nos meus, me dando um selinho demorado, tentei afasta-la com minhas mãos, mas então sua língua acariciou meu lábio inferior pedindo passagem. Acabei cedendo, mesmo sabendo que me arrependeria depois. Não demorou muito até cair em si e me afastar, recuperando o ar.

– O que você está fazendo? – falei severamente, o que fez com que Felicity tomasse um susto.

– Oliv... – a interrompi imediatamente.

– Não! Não fale nada – eu andava de um lado para o outro passando as mãos pelo cabelo, sentindo mais nojo de mim por ter traído minha esposa do que raiva por Felicity ter me beijado.

– Oliver – eu não queria que ela falasse, não queria escutar suas desculpas, só queria sair dali.

– O que você quer garota? – o que estava fazendo era péssimo, pois mesmo que Felicity tivesse feito besteira, eu era um professor, um profissional educador e nada justificava falar com uma aluna daquela maneira – Felicity eu sei que não gosta de mim, até porque nem deu tempo de me conhecer direito.

– Oliver será que dá para me escutar? – ela estava começando a ficar estressada.

– NÃO, NÃO DÁ PARA ESCUTAR VOCÊ. SABE O QUE VOCÊ É? – me aproximei o suficiente, falando bem perto de seu rosto e ela acabou se encolhendo um pouco – Uma garotinha mimada e mesquinha. Viu o professor e logo chegou à conclusão de que iria brincar com ele. Inventou que tinha dificuldade em Química, passou por cima de tudo sem ao menos pensar que ele é um homem casado. Sem ao menos se importar se estaria ou não arruinando seu casamento – aposto que meu rosto estava vermelho.

Felicity permaneceu séria como se nada a atingisse.

– O que te levou a imaginar que eu largaria tudo por causa de uma menina de dezenove anos? Você subestima demais os homens Felicity, mas beleza não é tudo.

– Pode falar o que e o quanto quiser Oliver, a coisa já está feita – queria que aquele ar de deboche não tivesse saído dela.

Segurei seu braço com raiva, mas Felicity se soltou e saiu da sala.

Sentei-me na cadeira sentindo dor na cabeça. Anteriormente, conversando com um amigo, contei tudo sobre o que estava acontecendo e ele disse que era normal desejar outra mulher depois de um tempo casado, ainda mais se o casamento não estivesse indo às mil maravilhas, mas desejar é uma coisa e beijar é outra. Eu havia extrapolado todas as regras.

Dei um leve soco na mesa. Fechei os olhos ainda incrédulo. "O que você fez Oliver?" pensei. Ou melhor, como eu olharia para Laurel depois do acontecido?

[...]

FELICITY

Eu não podia negar que vê-lo gritando comigo daquela maneira havia me deixado um pouco desconcertada, mas eu não poderia demonstrar isso a ele nunca, nem por um segundo.

Estava andando pelos corredores quando Sarah apareceu em minha frente, aparentemente apressada.

– Por onde você estava? Eu te procurei por todo lugar, nós precisamos assistir uma palestra agora. Esqueceu? Um dos maiores cientistas estão aqui e por acaso estamos perdendo por que eu simplesmente não consegui achar minha melhor amiga nessa merda de faculdade – Sarah falava tão rápido que por alguns segundos achei que ela fosse explodir.

– Calma, calma eu estou aqui ok? Vamos logo – puxei-a pelo braço.

– Ei, você está gelada – ela disse olhando para minha mão – O que houve?

– Depois conto – tentei evitar o assunto, mas claramente era impossível com Sarah.

– Fala logo Felicity – revirei os olhos.

– Eu me atrasei por que estava na sala com Oliver – falei sem rodeios e ela suspirou.

– Claro que estava, como não pensei nisso? – ela pôs a mão na testa – Você não cansa de estar perturbando ele não?

– Olha eu não perturbava ele – falei irritada – Bom, pelo menos acho que não. E depois do que fiz hoje duvido muito que ele queira ao menos me ver pintada de ouro.

– O que você fez? – Sarah arqueou as sobrancelhas.

– Eu... – baixei minha voz, deixando-a quase um sussurro – O beijei – ela parou de andar imediatamente.

– Ah meu Deus Felicity, não acredito que fez isso – o rosto de Sarah estava repleto de surpresa. – E o que ele fez? E como aconteceu?

– Não sei Sarah, eu estava conversando com ele normalmente, não sei o que deu em mim, eu simplesmente o beijei.

– POR QUE FEZ ISSO? – os grandes olhos azuis dela estavam esbugalhados.

– Já disse que não sei. Aconteceu! Acho que eu não conseguiria mais esperar – disse finalmente.

– E ele retribuiu?

– No começo recusou. Depois eu não sei, não foi como se ele tivesse retribuído, apenas cedeu – não pude conter o meio sorriso que apareceu em meu rosto ao lembrar da cena.

– Que cafajeste! – eu não sabia se ela estava perplexa ou com raiva de Oliver – Nem sequer pensou na esposa.

– É ai que você se engana – me levantei e fui pegar meu celular que estava na escrivaninha – Depois de tudo ele começou a falar várias coisas comigo, na verdade me esculachou e por esse motivo posso apostar que nossas aulas foram por água a baixo.

– E você está toda relaxada? Sem ligar para nada? Querida acorda pra vida, agora seu professor lhe odeia e você vai ter que atura-lo até acabar a disciplina, o que vai levar meses para acontecer – Sarah meneou a cabeça, porém apenas dei de ombros.

– Sempre disse para você que isso era um jogo de sedução e apesar de nada ter sido como planejado, eu meio que consegui o que queria. Me dou por satisfeita – mordi o lábio inferior e ela fez uma careta.

– Você é doente, muito doente. Precisa de um psiquiatra e por que meio o que queria?

– Nos meus sonhos o nosso beijo não seria daquele jeito, claro que os lábios daquele homem são coisa de gente louca, apesar de ter sido bem rápido deu para perceber isso. Mas o beijo não foi o que eu esperava por que querendo ou não a esposa dele tem sorte de ele ser tão bonzinho – confessei.

Sarah não falou mais nada e eu soube que ela não falaria mesmo então apenas fui para a tal palestra. Meu celular tocou. Abri as notificações, uma mensagem de mamãe.

Oi querida, passando para desejar um ótimo dia a você e para perguntar se quer que eu vá busca-la hoje.

Sinto sua falta sweety.

Sorri e guardei o celular, minha mãe era a pessoa mais atenciosa do mundo inteiro comigo e naquele momento quis que fôssemos amigas e que eu pudesse contar tudo o que aconteceu desde que entrei aqui. Mas com certeza ela me degolaria viva e como a conheço, aposto que faria um escândalo dos grandes.

– Você não acha que isso está parado demais? – escutei a voz de Caitlin, minha nova amiga, soar atrás de mim. Me virei rapidamente – Geralmente em universidades sempre dão aquelas festinhas, mas aqui está pior do que a casa da minha avó.

Caitlin e eu começamos a nos falar, pois fazíamos duas disciplinas juntas e ela parece um pouco comigo, o que é adorável. Mas ela não sabia de muita coisa sobre mim, nem muito menos sobre Oliver.

– Parece que foi só você falar – um menino me entregou um panfleto que dizia “Festa de boas vindas (atrasadas) hoje às dez da noite. Todos estão convidados”.

– Atrasadas mesmo – ela diz ao ler o papel – Mas tudo bem, ainda é festa. Você vai?

– Claro, acha que eu iria perder? – dou um meio sorriso.

– Ai garota, você é perfeita – rimos enquanto Sarah nos olhou com desaprovação, querendo que parássemos de falar e prestássemos atenção no que o homem falava. Caitlin meneou a cabeça como se ela fosse louca.

Após a palestra Caitlin ficou de ir se arrumar e passar em meu quarto para irmos a festa. Era sexta à noite e nada melhor do que uma festinha para animar minha vida, que andava um total fracasso.

– Que tal esse? – mostrei meu vestido para Caitlin que deu um sorriso de aprovação.

– Vai deixar os marmanjos no chão – soltei uma gargalhada e fui me trocar.

Garotos de todos os anos e idades estavam na festa, havia todo tipo de bebida e até alguns quartos reservados para quem quisesse se divertir a sós, coisa típica de faculdade.

– Então, você é caloura? – um garoto de barba rala e moreno perguntou.

– Sou – respondi dando um sorriso.

– E é gata também – movi a cabeça em negação, ele era extremamente engraçado por nem conseguir chegar em uma mulher direito.

– Com licença – sai de perto dele e acabei esbarrando em Roy, derramando um pouco da cerveja que eu estava segurando em seus sapatos.

– Opa desculpa – Roy ficou todo sem jeito e eu simplesmente não entendia o fato de ele ter ficado assim depois de termos acabado.

– Tudo bem Felicity – sua voz não soou nada agradável.

Caitlin apareceu na mesma hora balançando uma garrafa de vodka e agradeci mentalmente a Deus por ela ter me tirado dali no momento certo. Me sentei em uma mesinha e Caitlin fez um gesto com a mão me entregando um copo pequeno de vidro.

– Então, você vai para casa amanhã? – ela falava enquanto enchia meu copinho com vodka.

– Não – virei o copo com tudo sentindo a bebida descer rasgando por minha garganta. Pigarreei – Vou ainda hoje e é por isso que tenho de ir embora daqui a pouco – fiz uma pequena careta.

– Sarah está esperando você? – meneei a cabeça em negação.

Caitlin deu um gole rápido em seu copinho que aparentemente teve o mesmo efeito que o meu, pois ela deu um pulinho.

– Minha mãe vem me buscar – a tela do meu celular acendeu – Tenho que ir agora Cat, depois marcamos outra coisa, certo? – pisquei o olho para ela que me deu um abraço se despedindo de mim.

Passei no quarto rapidinho rebolando os saltos em qualquer lugar e pegando minha mochila com algumas coisas que eu precisaria no fim de semana. Cheguei rapidamente ao estacionamento.

– Oi mãe – disse ao entrar no carro, ela me olhou com total desaprovação ao sentir o cheiro de álcool, mas não dei importância.

O cansaço percorria todo o meu cérebro e meu corpo e por conta disso nem falei com papai ao entrar em casa, fui direto tomar banho. Vesti um pijama bem frouxo e confortável e me deitei. Virei de um lado para o outro um milhão de vezes, mas não consegui dormir, então resolvi ficar acordada mesmo. Quando tudo passou, quando todas as pessoas saíram de perto de mim e a realidade me encontrou, comecei a me sentir totalmente mal. Me encolhi na cama, nada melhor do que o silêncio do meu quarto para acalmar as coisas, o dia começou a passar como um filme em minha cabeça.

Quase fiquei feliz por tê-lo beijado no fim de semana, assim ainda teria dois dias para tentar amenizar as coisas. Eu não queria ver Oliver e por algum motivo meu estômago embrulhava ao imaginar que teria de encará-lo na terça. Sabia que não tinha feito a coisa certa, não vou dizer que sabia desde o inicio pois estava cega, mas Sarah não estava sendo totalmente chata quando gritou comigo dizendo que eu não era assim. A melhor coisa que eu faria era voltar para minha rotina de garotos da minha idade e nunca mais me envolver com homens casados.

Acordei com uma dor de cabeça dos infernos por conta da bebedeira, fechei as cortinas rapidamente, a claridade doía demais em meus olhos. Escovei os dentes e desci, meus pais estavam tomando café da manhã.

– Bom dia Felicity – papai estava lendo um jornal.

Nem fiz o esforço de sentar com eles, peguei apenas uma maçã e voltei para meu quarto. Escutei duas batidinhas e bufei com raiva, seria possível que ninguém iria me deixar em paz? Abri a porta cruzando os braços.

– Quem é vivo sempre aparece com esse bom humor de sempre – era impossível não sorrir ao ver o sorriso de Barry.

Barry era meu amigo de infância, meu parceiro de baladas e até de choros. O abracei bem forte e pedi que entrasse.

– Achei que não voltaria para casa nunca mais – ele deitou em minha cama.

– Ei, tira o sapato garanhão – ordenei, mas ele pareceu nem escutar – Tem novidades? – perguntei.

– Não, nada demais – dei de ombros – E você? – pensei em dizer a ele sobre Oliver, mas preferi deixar quieto, pelo menos até o momento era melhor ninguém (além de Sarah) saber disso.

– Hum... Não – me sentei na pontinha da cama.

– Que tal sairmos hoje a noite? Preciso de uma noite com você, como antes – ele propôs.

– Ontem eu fui à uma festinha de universidade, bebi bastante e agora estou no processo de ressaca, minha mãe já está chateada então não acho muito inteligente sair hoje a noite – por mais que eu quisesse ir, era a verdade.

– Quem disse que precisa ser pra beber ou ser uma boate? Nós podemos apenas jantar fora. O restaurante é escolha sua.

– Tudo bem – cedi – Mais tarde te digo em qual vamos ok? Você ainda está de carro?

– Claro querida – ele debochou só por que sabia que eu não tinha carro e morria de vontade de ter um.

– Ta, ta agora some da minha frente por que preciso dormir mais um pouquinho – puxei a coxa da cama a fim de fazer com que ele saísse – Anda garanhão, anda – puxei sua calça e ele desistiu de me estressar.

Barry andou até a porta e voltou novamente. O fuzilei com os olhos e ele sorriu.

– Coisa linda – ele beijou meu rosto e saiu correndo. Fechei a porta do quarto e voltei a dormir.

Como ainda não estávamos no inverno e não fazia frio, pus um short jeans e uma camisa alinhada para dar um toque legal na roupa. Barry chegou no horário prometido como sempre, então fomos para o restaurante que eu havia escolhido, que ficava no outro bairro.

Quando pus os pés no restaurante vi Oliver dividindo uma mesa com uma mulher de cabelos castanho-claros que usava terninho e olhava com petulância para todos os lados. Com certeza deveria ser sua esposa. Ao vê-lo com sua esposa todas as palavras que me dissera começaram a ecoar em minha cabeça.

“O que te levou a imaginar que eu largaria tudo por uma menina de dezenove anos?”. Engoli em seco e passei alguns segundos atônita. Barry percebeu, pois me cutucou.

– Ei, o que houve? – eu apenas toquei minha mão na de Barry puxando-o um pouco para trás fazendo-o lançar um olhar confuso.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.