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1 Encontro e desecontros
Notas iniciais
segue um historia basiada em fatos reais kkkk
mais com mais romance do que realmente aconteceu
espero que gostem
bjos
— Cara vou ter que desligar agora – digo entrando no carro – meu pai me ligou e me chamou para irmos no mercado junto com Itache para fazermos as compras de casa porque minha mãe ta doente.
— Teme você esta indo fazer compra de casa, isso é coisa de mulherzinha – diz o Dobe rindo da minha cara, gargalhando para ser mais exato.
— Larga de ser retardado cara, deixa sua mãe te escuta falando essa coisa machista – digo, percebendo que ele se cala na hora, sabia que era só toca no nome da dona Kushina que ele se treme de medo – Agora tenho que ir Baka.
Desligo o telefone no momento exato em que saio do escritório, sou um empresário e gerencio a empresa da minha família, que foi fundada pelo meu avó Madara Uchicha, quando meu irmão decidiu seguir outra carreira, o de juiz em vez de fazer administração e cuidar da concessionária me vi na obrigação de assumir os negócios da família. Nossa família é bastante unida e humilde, embora dinheiro não seja problema para nós, minha mãe não gosta de muitos funcionários, e prefere ela mesmo cozinhar para nós, seus bebes, como ela gosta de dizer, solto um sorriso de lado, característicos dos homens Uchichas ao lembrar desse detalhe. Temos em casa uma pessoa responsável pela limpeza, por que seria de mais deixar isso nas costa da nossa mãe, e as roupas iam para a lavanderia e voltava todas passada e cheirosa. Mas na cozinha ninguém mexia.
Então por esse motivo aqui estou eu na frente do supermercado do lado do meu pai e meu irmão enquanto entramos pegamos um carrinho e meu pai divide a lista que minha mãe fez para seguirmos a risca o que ela pedia ate a marca ela colocou, dona Mikoto é fogo mesmo, pego a minha parte e sigo para a seção de produtos pessoais, que vergonha ate produtos femininos vou ter que pegar.
— Sakura minha filha você tem que se cuidar mais garota, isso é jeito de vir ao supermercado – escuto uma conversa atrás de mim enquanto decido qual absorvente levar, a marca minha mãe coloca, agora se é com ou sem abas, leve ou seco, isso ela esquece.
— Ah mãe, por favor né, eu estou cansada acabei de chegar do hospital de um plantão super corrido, cheios de emergências, e a senhora me arrasta para um mercado e ainda critica minha aparência – responde a moça, confesso que quando eu ouvir a mulher repreendendo a filha imaginei que fosse uma adolescente, mas ouvindo aquela voz suave, que demonstrava cansaço percebi que me enganei, olhei de lado e percebi um vulto rosa, mais não prestei muita atenção, voltei ao meu dilema, de repente sinto algo trisca no meu ombro e olho para atrás me deparando com olhos grandes e verde esmeraldas e uma cabeleira grande e rosa que moldurava um rosto delicado, meu primeiro pensamento foi que era uma anjo de tão linda – porque não leva o com abas seco, é o mais confortável e mais escolhido, eu recomendo – ela disse me tirando do transe que entrei ao olhar para ela.
— Obrigado – falei ainda olhando para ela como um besta, não tive tempo de mais nada, logo a sua mãe a chamou e vi ela me lançar um sorriso lindo de tchau e saiu respondendo a sua mãe, e percebi que ela deveria ser a tal Sakura, mas olhando para ela não consegui achar nada fora do lugar ela estava linda com uma calça branca, uma blusa de alça da mesma cor e um tênis combinando, seu cabelo estava solto e liso, me assustei com meu irmão batendo palmas na minha frente.
— Ei irmãozinho tolo ta no mundo da lua é eu e o pai já terminamos nossa parte só falta você – ele disse debochando de mim, fechei a cara e lancei um olhar irritado para ele.
— To indo idiota, é porque essas coisas femininas não são a minha área – falei vendo meu irmão se acabando de rir – babaca – disse me afastando para terminar minha parte,.
Ao vira para ir para o outro lado quase bati num outro carrinho, quando olhei para frente dei de cara com o anjo cor de rosa, que sorria como uma criança, parece que estava brincando com o carrinho, olhou para cima e quando me viu aumentou mais o sorriso, e eu achando que era impossível, disse um oi baixinho e voltou a caminhar brincando com o carrinho sem esperar a minha resposta, fiquei encantado com aquela atmosfera infantil que ela transmitia com aquele sorriso.
Quando terminei a minha parte fui em direção do caixa e parece que o destino estava brincando com minha cara, porque no caixa da frente esta ela e uma senhora loira que deduzi ser sua mãe, ela ria de algo que a mãe havia dito e quando levantou os olhos em minha direção deu um leve movimento na cabeça me cumprimentando, e voltou a brinca com sua mãe, essa menina-mulher me intrigou, quando chegamos no estacionamento e terminamos de colocar as coisas no porta-mala, vejo ela parando o carrinho no carro ao lado do meu, mas dessa vez ela não olhou em minha direção. Voltamos para casa, tomo um banho e vou dormir, amanha o dia vai ser longo.
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Passou se uma semana e eu aqui não consigo tirar aquela mulher da minha cabeça, seu sorriso me cativou de uma maneira, que quando estou distraído me pego pensando nela, a caminho do banco estou para morrer de raiva, pois por incompetência de um funcionário tenho que ir lá naquele banco e conversar com o gerente e ver se consigo resolver essa situação, por que caso contrario o prejuízo seria grande. Assim que cheguei lá passei pela fila do caixa de pagamento me encaminhado a sala do meu gerente, mais antes de qualquer coisa notei uma figura bastante conhecida por mim na fila, era o anjo cor de rosa, ela olhava para baixo e lia alguma coisa no celular, involuntariamente soltei um sorriso de lado, como eu teria que passar pela fila, escolhi passar na sua frente vai que ela se lembra de mim né?
— Com licença – pedi para chamar sua atenção
— Oh – ela olhou para cima deu um sorriso lindo – toda – disse afastando um pouco para poder passar, vi quando ela me reconheceu porque suas bochechas ficaram um pouco vermelhas como se ela estivesse com vergonha.
Continuei meu percurso com a certeza de que quando saísse da sala do gerente falaria com ela, quem sabe marcar um encontro, nunca fui muito me interessa por garotas, não me leve a mal, eu gosto delas, mas elas me perseguiam tanto que me tornei seletivo, então não sei bem como chegar e puxar conversa, mais vou tentar, alias sou Uchicha Sasuke. A conversa com o gerente foi bastante produtiva e consegui resolver a situação sem prejuízo nenhum, então quando sai lá fora já com um assunto em mente para falar com ela, não a vi mais, saindo fora do banco consegui ver sua cabeleira rosa entrando no carro e logo dando partida, mais uma oportunidade perdida, mais fazer o que né, o que me resta e espera um outro momento ou me martirizar eternamente por esse momento perdido, entrei no carro e voltei a minha rotina, agora frustrado por não ter conseguido falar com meu anjo cor de rosa.
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Mais um mês se passou e eu não vi mais meu anjo cor de rosa durante todo esse tempo, mas em compensação aqui estou eu me arrumando para um encontro duplo, irônico não? Aquele Dobe me importunou a semana toda para ir num encontro com ele e a namora, que tinha uma amiga que estava solteira e não gosta muito de sair para se divertir, que de acordo com meu amigo cabeça oca, combina comigo, esse Baka inventou que eu também precisaria dessa dose de “diversão”. E aqui estou super atrasado para esse encontro, tive uma reunião de ultima hora, o que me atrasou uns trinta minutos, eu odeio chega atrasado, quando entro no carro escuto meu celular tocar mais uma vez, e eu já sei que é o Dobe querendo arrancar minha cabeça, mas ele deve saber que aconteceu alguma coisa e que meu atraso será justificado.
Quando finalmente chego na lanchonete que será o encontro, desço o mais rápido possível, eu já disse que odeio chegar atrasado, quando estou quase chegando na porta ela se abri e de lá sai a pessoa que eu menos esperava e que mais povôo minha mente nesses últimos meses, ela mesmo o anjo cor de rosa, ela esta com o celular falando com uma cara seria, passei do seu lado e ela nem me notou, saiu correndo entrou no seu carro e foi embora, fiquei alguns minutos olhando para o lugar que ela sumiu, depois entrei já ouvindo meu amigo escandaloso gritando meu nome.
— TEEEMEEE, seu desgraçado, isso são horas de chegar – ele disse não me dando tempo nem para senta.
— Tive um imprevisto – falei sem interesse – ola Hinata – falei olhando para a namorada do Dobe
— Ola Sasuke-kun – ela disse na voz tímida dela
— Então Dobe cadê a garota – disse olhando em volta e não vendo ninguém , será que ela também esta atrasada?
– Seu imbecil – ele disse muito inconformado com a minha indiferença – a Sakura-chan teve que ir embora, teve uma emergência, se você tivesse chegado dois minutinhos mais cedo. – disse ele fazendo um bico horrível, na minha opinião, mas aquele nome me chamou a atenção.
— Seria a moça de cabelos rosas que vi quando estava entrando? – perguntei tentando ao Maximo não mostra interesse.
— Essa mesmo – ele disse, e percebi que eu realmente estava sem sorte, perdi a chance de conhecer o anjo cor de rosa por causa de uma reunião, minha vontade era de matar aqueles velhos que me atrasaram, se eu soubesse que era ela, tinha saído mais cedo da empresa e não tinha dado nem tempo daqueles velhos me abordarem.
Fiquei mais um tempo ali, escutando aquele cabeça oca me azucrinar a paciência, como não queria ficar de vela fui embora deixando aqueles dois sozinho, chegando em casa fui me deitar mais não sem antes pensar naquele garota, é incrível como parece que o destino quer brincar com a minha cara, mas uma vez perdi a oportunidade de conhecer ela e isso me deixa muito frustrado, com isso em mente peguei no sono.
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Droga
Droga
Droga
Mil vezes droga
Deixa eu explicar a situação, eu estou aqui na recepção do hospital com meu braço deslocado, você deve esta se perguntado, porque Uchicha Sasuke esta com o braço deslocado? E eu te respondo, aquela anta do meu irmão foi fazer um “brincadeirinha super divertida”, sinta a ironia na minha fala, ele e o Dobe me convenceram a andar de skate, faz muitos anos que eu não ando, e levado pela emoção do momento eu fui, e adivinha o meu “querido irmão”, sem economizar na ironia, chegou por trás e me empurrou e assim chegamos a conclusão mais obvia, eu cai por cima do braço e aqui estamos eu, meu irmão e o Dobe, que triste vida essa minha.
Enquanto espero ser atendido dentro de um quanto, vejo a porta se abri a primeira coisa que eu noto é os cabelos cor de rosa, e nesse momento minha vontade é de abraçar meu irmão e o Dobe para agradecer. Vou ser atendido pelo meu anjo cor de rosa.
— Então Sr. Uchiha o que temos aqui – disse ela ainda olhando para a prancheta – parece que o Sr. Levou uma queda né – apois dizer isso ela levanto os olhos ate mim, no momento em que ela me viu percebi que tinha me reconhecido – Oh, eu me lembro de você – disse – esta me seguindo – perguntou brincalhona.
— Acho que o único jeito de falar com você seria me machucando, já que não havia outra opção tive que agir – disse entrando na brincadeira.
Durante todo o atendimento ficamos conversando sobre amenidades e no final da consulta o Dobe entrou fazendo o maior escândalo dizendo que estava preocupado e nesse momento ele reconhece a Sakura, ela riu muito quando descobriu que eu era seu encontro daquele dia e pediu desculpa por ter saído antes que eu chegasse, mais teve uma emergência no hospital. Depois disso trocamos os números de telefone e combinamos de nos encontrar novamente, mas dessa vez fora do hospital.
É parece que o destino esta começando a me ajudar com meu anjo rosa.
Notas finais
bjos no S2 de vcs
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