Te Beijar Ou Te Matar?

45 Capitulo 44 - Seja Bem Vinda..!


Notas iniciais
Oiie meu amores então aqui esta o ultimo capitulo de Te Beijar ou Te Matar. Bom eu tambem não quero que acabe fiz um epílogo que vou postar amanha.
Capitulo escrito pela Ln N, então todos os creditos á ela né!?
Queria agradecer a Uzumaki May pela linda recomendação que ela me deixou, esse cap é para voce linda.
Bom queria fazer um pedido para voces. Se puderem todos os leitores fantasminhas ou não, se puderem comentarem nesse cap e no ultimo, não por numero se review e sim para eu saber se realmente gostaram da historia e o que acharam do final. Pode ser? Desde ja agradeço.
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Na foto abaixo: Nathan e Miah Callheigh (manip)

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– NATHAN! – eu gritei.


– O que foi? – ele veio correndo. Parecia mais nervoso do que eu.


– A minha bolsa rompeu. — eu disse e ele logo tratou de me levar até o carro.


Eu estava com medo. O Nathan me levou para o hospital às pressas, mas ele não parecia ter assimilado bem que eu teria a nossa filhinha, embora ele estivesse mais nervoso do que eu.


– Respira amor, respira. – ele falou enquanto estávamos no carro e começou a respirar como as pessoas normalmente fazem nos filmes. Apesar das dores das contrações me desconcentrarem eu fiquei com mais raiva dele com aquela cena, ele não sabia o que eu estava sentindo. Mas comecei a respirar daquela forma depois, parecia que a assim a dor não era tão forte.


O celular do Nathan tocou.


– Lauren, que bom que ligou. Sua sobrinha já vai nascer. – o Nathan falou ao telefone.


– O quê?! – a Lauren falou tão alto que eu pude ouvi-la. – Ai meu Deus! Passa o telefone para a Miah! Agora Nathan!


O Nathan só me entregou o celular.


– Oi. – eu falei.


–Miah, não precisa falar nada. Só escuta, ok? Eu quero que você fique calma e aproveita para respirar fundo por enquanto, já que depois você não vai poder. Eu e o Elister já vamos para o hospital. Fica tranqüila, ta?


– Ok. – eu disse respirando fundo.


– Passa para o Nathan. – ela falou rápido.


–Nathan. – eu falei o entregando celular.


– Fala Lauren. – ele falou pegando o celular. — Tá bom, avisa a mamãe. Tchau. – ele desligou o celular.


– Como se sente amor? – ele perguntou olhando rápido para mim.


– Como acha que eu me sinto?! – perguntei com uma raiva aparente.


– Calma meu amor, já estamos chegando. — ele tentou me acalmar. – Me dá a sua mão. – ele estendeu a mão direita para mim e ficou dirigindo com a mão esquerda. Eu fiz o que ele pediu, ele entrelaçou nossos dedos. – Eu sei que eu nunca vou sentir o que você está sentindo... Graças à Deus. – ele fez um ar de alívio. Eu lancei um olhar mortal para ele. – Mas... Eu quero que você saiba que eu te amo e eu vou estar com você sempre. Assim, segurando a sua mão. – ele levou a minha mão até a boca dele e a beijou.


A gravidez fez com que eu ficasse com uma raiva muito maior do que o normal pelo Nathan... Os hormônios acabavam com o meu humor. Mas mesmo que eu fosse muito rude com ele, ele continuava sendo muito carinhoso comigo. – Eu também te amo, Nathan.


Ele sorriu e acariciou a minha mão com os dedos dele. – Eu sei. Chegamos.


Saí do carro com a ajuda dele e logo fomos atendidos por uma enfermeira que se encantou ao ver o Nathan.


Me colocaram em uma cadeira de rodas e depois de fazer a minha higiene me levaram ate uma sala onde me colocaram em uma maca. O intervalo de tempo entre as contrações ficava cada vez menor.


– Nathan. – eu falei baixo. Eu não o via na sala.


– Eu estou aqui, meu amor. – ele falou se abaixando perto da maca e logo segurando a minha mão, que ele beijou depois.


O Sr. Chapman era o médico responsável pelo parto, mas na sala tinham mais quatro enfermeiras. Eu não entendia para quê precisava de tanta gente.


De repente a dor foi sendo mais freqüente, a hora se aproximava.


O Dr. Chapman abriu minhas pernas e as apoiou na maca, eu estava nua por baixo daquele avental que eles costumam vestir os pacientes. Fiquei um pouco envergonhada por causa disso, mas era necessário.


O Dr. Começou a massagear a minha barriga pressionando-a levemente . – Você já pode empurrar Miah, a bebê já quer nascer. – o Dr. Chapman sorriu. Eu tive vontade de socá-lo naquele momento.


Eu comecei a fazer força. Eu já tinha levado tiros, havia tido um treinamento bem pesado na S.O.D. e já havia levado facadas, etc... Mas nenhuma dor se comparava àquela.


– Nathan! – eu respirava muito rápido e raso, apertando a mão dele com muita força.


– Calma, Miah. – ele tentava soltar um pouco a minha mão da dele. – Vai dar tudo certo.


Eu sentia como se estivesse sendo rasgada por dentro.


O parto não demorou muito, embora parecesse uma eternidade. O Nathan ficou comigo o tempo todo, sendo muito carinhoso. O Dr. Chapman Ficava falando para eu fazer força e que faltava pouco. Senti um alívio muito grande quando escutei o choro da minha filha. Uma enfermeira cortou o cordão umbilical e a entregou a outra enfermeira.


– Nossa filha. – o Nathan disse com os olhos brilhando e ainda segurando a minha mão. Eu sorri vendo a felicidade nos olhos dele. Eu estava exausta.


Eles limparam a bebê e o Dr. a entregou nos braços do Nathan.


– Bem vinda ao mundo... Sophia. – o Nathan disse a admirando, embora nós não tivéssemos escolhido o nome da nossa filha ainda.


–... Sophia? – eu perguntei baixo.


– É. – ele continuava com aquele brilho nos olhos. – Mas só se você concordar, meu amor, é claro.


– Eu acho Sophia o nome perfeito. Me deixa segurar a minha filha. – eu disse estendendo os braços. O Nathan me entregou e eu pude sentir lágrimas escorrendo dos meus olhos, eu finalmente podia segurá-la em meus braços. O Nathan estava com o braço dele envolta da minha cintura, como em um meio abraço. Eu sorri para ele que me beijou. Um beijo muito significativo. Agora nós éramos uma família ainda mais do que antes.


– Eu te amo. – ele disse com aquele lindo brilho no olhar. – Amo as duas.


– Eu também te amo. – eu disse da mesma forma que ele. – Amo os dois.


Logo eu fui com a bebê para outra sala, para amamentá-la. O Nathan foi procurar a Lauren e os outros para avisá-los onde eu estava com a bebê.


– Miah! Minha sobrinha! – a Lauren apareceu na porta da sala, ela já estava com lágrimas nos olhos e um enorme sorriso. O Elister estava atrás dela com um grande sorriso também. – Miah, ela é linda. – a Lauren continuou se aproximando de nós. — Eu posso segurá-la?


– Pode. – eu sorri passando a Sophia aos braços da Lauren.


– Ai meu Deus! Eu quero uma assim um dia. – a Lauren falou a segurando e acariciando o rosto dela.


– Quando você quiser meu amor. – o Elister se pronunciou. A Lauren o olhou e sorriu.


A mãe do Nathan logo apareceu na porta junto com ele. – Minha netinha... – minha sogra disse com os olhos marejando. –... Ela é tão linda...


– Puxou ao pai. – o Nathan disse com graça como sempre. Eu o olhei semicerrado. – E à mãe também, é claro. – ele se aproximou e tentou me beijar. Eu me esquivei de início, mas logo cedi ao beijo que ele insistia em me dar.


Aquele momento era perfeito. Eu queria que o John, a Jess e o Jason estivessem ali, mas mesmo assim, não poderia estar melhor.


Depois de três dias no hospital eu teria que me acostumar à uma vida normal... Um homem chato e perfeito e uma filhinha linda, minha Sophia. Além, é claro, das nossas famílias um tanto diferentes... Até que era bom não precisar me preocupar com nada além dos meus dois bebês... Sophia e principalmente o Nathan.


– Nathan, a Sophia já está pronta? – eu perguntei enquanto terminava de pentear meu cabelo. Eu tinha que vigiá-lo, senão ele poderia acabar colocando a fralda nela por cima das calças.


– Já, meu amor. Olha que linda. – ele falou a segurando no colo.


– Como sempre. – eu disse a admirando. – Quer vir para a mamãe, não é Soph? – eu disse estendendo os braços.


– Não, a Soph é minha agora. Ela já passou tempo demais com a mamãe. Assim o papai vai ficar com ciúmes. – ele disse sorrindo para a Sophia e acariciando o rostinho dela.


Eu sorri o vendo. Ele era tão apegado à Sophia que às vezes eu sentia ciúme da minha própria filha. Mas isso logo passava, por que ele sempre se lembrava de mim. – Filha... A mamãe Sabe que eu sinto falta dela, não é? – ele falou olhando para mim. – Por que eu amo ela, assim como eu amo você. – ele beijou o rostinho da Soph e depois veio na minha direção com a nossa filha no colo e me beijou, um beijo demorado que pedia mais de nós dois. – Eu te amo Miah. Não precisa ficar com ciúmes. – ele sorriu.


– Eu não estava com ciúmes. – menti.


– Então diz que me ama. – ele continuou sorrindo.


– Não... Tenho que dar um bom exemplo para a minha filha, não posso mentir. – falei com a cara fechada. Ele sorriu e colocou a Sophia no berço. Então ele veio na minha direção e me segurou pela cintura. Eu me esquivei inicialmente, mas depois me deixei levar por ele. Ele me beijou ferozmente, enquanto apalpava meu corpo inteiro. Ele separou nossos lábios e juntou nossas testas. – Diz que me ama... Por favor. – ele pediu enquanto segurava meu rosto. Eu virei o rosto. – Eu te amo. – eu disse baixo. Ele sorriu muito largo.


– Ótimo! – ele me deu um selinho e se dirigiu ao berço, pegando a Sophia no colo. — Vamos, meu amor? – ele me perguntou.


– Sim. – eu sorri quando ele segurou a minha mão com a mão direita, ele segurava a Sophia com a esquerda.


Descemos as escadas e vimos boa parte da família na casa, todos se reuniriam para um almoço, para que o John, o Jason e a Jess conhecessem a Sophia.


Todos nos olhavam com um brilho nos olhos, olhavam principalmente para a Sophia, meu anjo.


– Como a minha sobrinha é linda. – disse o John a pegando no colo.


– Mas também, não tem nada do Nathan. – o Jason disse com graça, eu tive que rir.


– Meus parabéns para vocês dois, a Sophia é perfeita. – a Jess nos cumprimentou.


– Obrigada. – eu agradeci, assim como o Nathan também.


Almoçamos e passamos a tarde juntos em família, o que não era normal para mim, mas foi algo bom, muito bom.


– Miah, vocês já escolheram os padrinhos da Sophia? – a Lauren perguntou esperançosa.


– Nós ainda não tínhamos pensado nisso. – eu respondi. – Mas acho que a Jess e o Jason vão gostar de serem os padrinhos dela, não é?- perguntei como se não tivesse entendido a intenção dela. Ela ficou um pouco desanimada.


– Tenho certeza que eles irão adorar. – ela fingiu um sorriso.


– A não ser que você queira ser a madrinha da Soph, Lauren. – ela deu um grito de felicidade e me abraçou.


– Eu?! Sério?! – ela perguntou com os olhos marejando e um grande sorriso. – É claro que eu quero! — ela correu até o John. – Me deixa segurar a minha afilhada. – a Lauren parecia estar muito feliz, todos nós estávamos.


Aquela não era a vida que eu tinha planejado, eu jamais esperaria conhecer o Nathan e muito menos amar um homem como ele... Não esperava que tivéssemos uma família e que eu pudesse deixar de ser uma pessoa fria. Minha vida tinha mudado muito, mas eu gostava daquelas mudanças. A minha vida poderia ser descrita como perfeita agora, pois ela era, mesmo que eu estivesse afastada do meu trabalho que eu amo demais.


Eu estava com o homem que eu amava, Nathan, e minha filha linda, Sophia.


Cortamos uma deliciosa torta preparada pela Jess enquanto conversávamos sobre coisas banais... E assim vivemos felizes para sempre... Por enquanto.

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Notas finais
Então? Mereço reviews? Recomendação? Diz que sim vai. suahsuahs
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Dicas de leitura:
Dica¹: Que O Jogo Comece
Dica²: A Assassina em mim.
Historias totalmente perfeitas, não vão se arrepender.
Beijo e até amanha.