Te Beijar Ou Te Matar?
39 Capitulo 38 – Perdas
Notas iniciais
Ai ai desculpa ter demorado para postar, estava esperando uma leitora muito fofa ler todos os caps, mas não resisti (sorry Liiz)
Bom quero agradecer a Elizabeth Robsten e a L 1 pelas recomendações, emocionei lendo sério. Então esse cap é para voces ok?
Espero realmente que gostem e deixem reviews para saber como estou indo.
Fantasminhas meus queridos não mordo tá, apareçam só para dizer se estão gostando, a opinião de voces tbm é muito importante.
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Gente vamos fazer assim se eu receber de 7 a 8 reviews nesse cap posto o outro ainda hoje ok? Sinto que estou sendo abandonada e eu não queria isso. Então mandem reviews ta?
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Na foto abaixo: Miah Calleigh
P.O.V Nathan Caleigh
Assim que a Miah foi arrastada para fora dois homens me sentaram em uma cadeira e me amarraram, por sorte os idiotas só amarraram minhas mãos para trar e passaram uma corda em meu peito, deixando meus pés livres.
– Sabem eu teria o maior prazer em te matar lentamente, mas tem uma pessoa que esta morrendo de saudade de você. – falou e sorriu, abrindo a porta.
– É bom te ver. – disse Lara passando pela porta.
– Merda, bem que eu vi que você não era normal. – falei. Ela ficou vermelha, provavelmente de raiva e me acertou um tapa na cara.
– É melhor eu deixar vocês a sós. – disse Julian fazendo sinal para seus homens saíssem. – Certifique que ele sofra muito antes de morrer. – falou fechando a porta.
– Naquela noite que você me deixou na rua, para ir correndo ver o que a vadia da sua parceira tinha, eu tinha planejado de te matar. – falou Lara de costas para mim, escolhendo qual arma ela ia começar a me torturar. Enquanto isso, eu pegava a lamina no bolso de trás da minha calça. Havia colocado lá, fica mais fácil para pegar. – Então meu plano foi por água abaixo, e eu odeio quando meus planos falham. – disse virando-se para mim e deixando um corte fundo no meu braço.
Antes que ela me acertasse outro golpe com a faca, eu terminei de cortar a corta que prendia meu peito, levantei da cadeira e seguei seus pulsos. Ela fazia força para cravar a faca em meu peito, mas como era mais forte consegui desarma-lá. Coloquei um de seus braços para traz a deixando imobilizada, peguei a primeira coisa que vi pela frente e quebrei em sua cabeça a fazendo ficar inconsciente. A sentei na cadeira, amarrando-a, iríamos precisar de uma testemunha, e pela raiva que a Miah estava não deixaria ninguém sair vivo.
Peguei alguns dos brinquedinhos e sai dali. Me certifiquei que o corredor estava vazio e fui atrás da Miah, não podia deixa-lá sozinha. Não com essa sede de vingança.
P.O.V Miah Calleigh
Depois que matei a Lorraine, sai do quarto e fui procurar Diana. Abria todas as portas que vi, aquilo parecia um labirinto sem fim. Cheguei a ultima porta do corredor e vi.
– O que aconteceu com você? – perguntei me aproximando dela.
Ela esta com as mãos e pés amarrados na cama e uma mordaça na boca. Vestia só uma lingerie branca, o que deixava todo seus corpo a mostra, esse que estava cheio de marcas, cicatrizes de cortes por todo corpo, marcas roxas, algumas feridas ainda estavam abertas. Surpreendi-me por ela ainda estar viva.
Quando ia avançar mais um passo ouvi uma arma sendo engatilhada e posta na minha cabeça.
– O que pensa que esta fazendo? – perguntou uma voz masculina, e eu sabia muito bem de quem era. Sebastian.
– Resgatar minha colega de trabalho e matar você. – falei. Ele segurou no meu braço e afundou seu rosto em meu pescoço. Só de sentir ele me tocando já me dava enjôo.
– Mas quem esta na mira da arma é você. – disse no meu ouvido. Aquilo me enojava. – Seu cheiro é bom, que tal você se juntar a sua amiguinha ali? – falou me empurrado par a cama.
– E o que você acha de largar elas? – ouvi a voz do Elister. Olhei para trás juntamente com Sebastian que ainda segurava forte meu braço. Elister estava parado na porta apontando uma arma para Sebastian.
– Garoto, nós dois sabemos que você não tem coragem nem de matar uma mosca. – disse Sebastian rindo com deboche. – O irônico é que você trabalha, ou melhor, trabalhava com armas. – continuou rindo e virou-se novamente para Diana, que chorava em desespero.
– Eu disse para largá-las. – falou Elister.
Sebastian o ignorou. Então Elister atirou nele pelas costas, mas não o suficiente para matá-lo. Mesmo sangrando ele ainda ria. Peguei a arma de sua mão e o fiz virar para mim.
– Você não sabe como eu esperei por esse momento. – falei mirando em sua cabeça. Ele continuava rindo.
– Sabe, naquele dia em que matei o Julian. – tossiu cuspindo o sangue que se acumulava em sua boca. – Tenho que confessar que foi prazeroso ver a dor da perda em seus olhos. – disse.
Aquele cena veio de volta na minha cabeça, quando ele matou Thomas. Uma lagrima escapou dos meus olhos.
– Aproveite sua estadia no inferno. – falei.
Sebastian deu uma gargalhada alta que logo foi silenciada quando dei um tiro em sua cabeça.
Fiquei encarando o corpo morto a minha frente. Elister se aproximou de mim perguntando se estava tudo bem, apenas assenti com a cabeça e caminhei até a Diana.
– Me desculpe, eles me torturam até falar. – disse ela chorando quando tirei a mordaça de sua boca.
– Depois falamos sobre isso, agora tenho que te tirar daqui. – falei. Enquanto soltava seus braços, Elister soltava seus pés.
– Vamos, Lauren e John estão na ala B. – disse Elister ajudando Diana a levantar. Ele passou o braço direito dela sobre seus ombros e segurou em sua cintura, eu fiz o mesmo. Ela estava fraca, deveria ser por causa da perda de sangue.
No meio do caminho encontramos Jason, que vendo os estado de Diana tirou seu casaco e Deus para ela vestir. Me entregou a arma que carregava e pegou Diana no colo.
Fomos o mais rápido possível para a ala B. Queria sair logo daquele inferno. Antes de entrarmos pela porta ouvimos um barulho de tiro, Elister correu na frente ara ver o que estava acontecendo. Assim que entrei na porta vi ele tirando a arma das mãos da Lauren, que não tinha expressão no rosto. Logo a sua frente estava uma mulher do cabelo branco com rosa, provavelmente morta, pois o tiro foi no peito.
– Onde esta o John? – perguntei. — Lauren apontou para a direita e ele estava deitado no chão desacordado. – O que aconteceu. – perguntei.
– Ele esta bem, apenas levou uma pancada na cabeça, então quando ela ia para matá-lo eu atirei. – disse ela.
– Esta tudo bem, querida. – disse Elister a abraçando.
– Estou bem, não gostava dessa vadia mesmo. – falou e por incrível que pareça ela conseguiu nos fazer rir, mesmo no meio daquela carnificina.
– Jason e Elister os tirem daqui, eu vou atrás do Nathan e do Julian. – falei indo em direção a porta, mas Jason segurou meu braço.
– Você não vai a lugar nenhum, Nathan disse que era para tirar você daqui. Viva. – disse ele.
– Eu não vou a nenhum lugar sem ele e se você não me soltar eu vou ter que usar a força. – ameacei-o mesmo sabendo que ele tinha o dobro da minha força.
– Miah pensa no seu filho, deixa eu te tirar daqui. – falou soltando meu braço.
– Essa criança não vai crescer sem pai. – falei. – Tira eles daqui, nos encontramos lá fora. – disse e o abracei. – Se o John perguntar diz que eu usei a força. – ele apenas riu.
– Vou dizer mesmo, não estou afim de perder meu emprego por que deixei a irmã do meu chefe ir de encontro com o perigo. – disse ele.
Pelo visto Jason havia feito uma limpa naquele lugar, por onde eu passava via corpos dos homens do Julian caídos no chão. Não sabia direito onde procurar, então fui direto para o escritório do Julian. Abri a porta com cautela, poderia estar me esperando.
O escritório estava vazio, já deveria estar longe a uma hora dessas. Então só me restava ir atrás do Nathan. Quando ia saindo pela porta uma mão forte segurou meu braço.
– Sabia que viria até mim. – disse Julian me arrastando para a entrada principal. – Vou te levar para longe daqui. – disse.
Antes que chegássemos no portão um tiro foi ouvido.
– Julian, pelo visto seus empregados não são tão competentes. Ainda estou vivinho olha. – disse Nathan e sorriu. – Agora solta ela. — falou sério.
– Sabe, você até que serve para comediante. – disse Julian rindo. – Mas eu estou falando sério, ela vai comigo quer queira ou não. Alias eu não estou nem ai para o que você quer. – disse Julian andando de volta para saída enquanto eu tentava me livrar de sua mão.
Ouvimos mais um tipo e Julian parou. Olhou com raiva para Nathan.
– Ela só sai daqui se eu estiver morto. – disse caminhando em nossa direção. Julian soltou meu braço e também começou a caminhar na direção de Nathan.
– Nathan o que você esta fazendo? – perguntei desesperada.
– Salvando a sua vida. – falou.
– Perdendo a sua? Para de ser idiota. – falei agora chorando.
Não deu tempo para ele responder, Julian o atacou, começando assim uma briga, onde não dava para saber quem sairia vivo e se sairiam vivos. Julian acertava socos em Nathan que revidava com a mesma força. Sem que Nathan percebesse Julian pegou a arma.
– NATHAN CUIDADO. – gritei. Ele virou-se e agora começaram a brigar pela arma, tiros foram disparados para cima, na tentativa de não acertar nenhum dos dois. O que não adiantou muito.
Logo um tiro foi ouvido, o lugar ficou em silencio. Senti um aperto no peito.
– NÃO... — foi a unica coisa que saiu da minha boca.
Notas finais
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Dicas mais que perfeitas:
Dica¹: https://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece...
Dica²:https://www.fanfiction.com.br/historia/237712/A_Assassina_Em_Mim
Beijos amores e até o proximo cap;
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