Te Beijar Ou Te Matar?
32 Capitulo 31 - No Chuveiro...
Notas iniciais
Escrito pela minha best Ln N, escritora do "Que o Jogo Comece" Então todos os créditos ah ela né?
Da uma passadinha lá fic extremamente perfeita:https://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece...
Bom proibido para menores de 18 anos (se bem que o proibido é mais gostoso. kkkk') Se ler é por sua conta e risco.
Se não gosta ou se sente ofendido não leia, mas tambem não sabe o que esta perdendo. usahushauhs
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Na foto abaixo: Nathan e Miah Calleigh
P.O.V Miah Calleigh
Nós subimos e fomos para o quarto. O Nathan segurava a minha mão, mas quando entramos no quarto ele a soltou e então colocou suas mãos na minha cintura e começou a beijar o meu pescoço enquanto meus olhos estavam fechados e logo me ergueu, fazendo com que eu fechasse minhas pernas no quadril dele.
Ele nos conduziu até o banheiro e me colocou contra os azulejos da parede do mesmo enquanto beijava meu pescoço. Eu movia minhas pernas, de modo que acariciava as dele lentamente. Ele segurava em minhas coxas, as alisando enquanto eu me segurava nas paredes do banheiro.
Ele desgrudou os lábios do meu pescoço e me soltou de seu colo. Assim, ele ficou olhando por um tempo para mim com aquele sorriso safado e depois me beijou de maneira selvagem, enquanto a mão esquerda dele puxava meus cabelos de leve e a mão esquerda dele se infiltrava em minha calça. Ele tirou a minha camiseta e eu tirei a dele, voltando a beijá-lo e tocando o peito definido dele. Ele abriu o zíper da minha calça e eu puxei a dele para baixo.
Eu estava com uma lingerie de renda vermelha e ele com uma cueca boxer branca. A cueca já não conseguia conter o membro dele, que estava totalmente para fora desta. Eu puxei a cueca dele, tirando-a. Ele abriu meu sutiã, e tirou a minha calcinha. Ele me ergueu novamente, fazendo com que nossas intimidades se chocassem. Nós dois gememos contra os lábios um do outro. Me apoiei nas paredes do banheiro novamente enquanto a mão esquerda dele me segurava pela coxa e a mão direita dele abria a válvula do chuveiro, fazendo uma água morna cair sobre nós, uma que parecia fria devido ao calor de nossos corpos.
Ele me ergueu ainda mais, fazendo com que as minhas pernas ficassem sobre seus ombros e a minha intimidade perto de seu rosto. Com meu corpo apoiado contra a parede ele segurava em minha mão esquerda com a sua direita e a minha mão direita e a mão esquerda dele nos apoiava nas paredes. Eu entrava em êxtase com a respiração quente dele na direção da minha virilha. Ele lambeu a minha virilha e um fogo subiu pela minha coluna. Logo, ele beijou a minha feminilidade, fazendo percursos ardentes com a língua, eu gemia e gritava de prazer, enquanto ele tornava os movimentos mais suaves e vagarosos, roçando os lábios na minha virilha e passando a língua na parte pulsante do meu corpo. Ele deu uma leve mordida na minha coxa, isso me fez notar que eu não sentia minhas pernas. Ele sorria contra a minha pele e continuava seu trajeto na minha feminilidade, roçando seus lábios e sua língua novamente no meio das minhas pernas, eu sentia que chegaria ao ápice em questão de segundos, ele passou uma última vez a língua na parte pulsante do meu corpo e me fez chegar ao orgasmo.
Perdi as forças tomada pelo prazer e o Nathan me segurou, não permitindo que eu caísse no chão frio do banheiro. Ele beijou meu pescoço e deu mordidas leves, enquanto suas mãos apalpavam e massageavam as minhas coxas. Quando percebi que já sentia minhas pernas novamente o afastei do meu corpo e caí sutilmente de joelhos no chão, Ele ficou me olhando confuso até que eu disse: — eu podia te dar um banho com esponja, mas eu acho melhor usar minha língua. – depois do que disse coloquei todo o membro dele dentro da minha boca. Ele pulsava dentro da minha boca, eu o lambia e massageava com os dentes, roçando meus lábios pelo membro dele e chupando-o de maneira suave. Minhas mãos percorriam as pernas dele e as mãos dele seguravam forte na parede, ele tentava suportar o prazer com a cabeça inclinada para trás e os olhos bem fechados.
Eu percebi que ele não agüentava mais e retirei-o da minha boca, arrastando os lábios lentamente por ele. Ele deu um gemido de reprovação. Lambi a coxa dele, subindo vagarosamente até o tanquinho dele, eu passei por cada gominho a minha língua e depois peguei uma camisinha que estava na gaveta do armário da pia, e a coloquei no membro dele. Ele rapidamente me ergueu e me penetrou devagar, escorregando lentamente para dentro de mim. Nós dois movíamos os nossos quadris em um ritmo acelerado, como em uma dança sensual. Agora eu me segurava nas paredes do Box, enquanto ele se movia firme dentro de mim e a língua dele travava uma batalha com a minha por espaço em nosso beijo descontrolado. Nos afastávamos periodicamente para respirar, mas logo nossos lábios se uniam novamente. O magnetismo entre nós era extraordinário.
A cada movimento nosso o prazer era maior, e logo nós iríamos incendiar. Nossos gemidos ficavam estridentes de tão altos. Em um último movimento ficamos esgotados juntos. A nossa capacidade de chegar ao ápice ao mesmo tempo era impressionante. Ele caiu sentado no chão do banheiro e eu caí sobre ele. Me joguei sobre ele, fazendo-o cair no chão do box e beijei-o, ele me segurou e ficou por cima, repetimos a dose. Não conseguíamos nos cansar.
Notas finais
bjos e até o proximo
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