Te Beijar Ou Te Matar?
24 Capitulo 23 – Acerto de Contas
Notas iniciais
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Cap fresquinho para voces. Espero que gostem.
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Muito obrigada pelos reviews ta? A cada review que voces mandam me faze mais feliz.
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Dica mais que perfeita:https://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece.../ageconsent_ok
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Na foto abaixo: John, Miah e Nathan
P.O.V Nathan Calleigh
Antes de sair de casa eu já sabia que iria seguir o Elister, que por acaso me surpreendeu com as declarações feitas à mulher do cabelo rosa.
Saímos do restaurante e seguimos ele até o galpão, foi quando do nada eles falam o nome Sebastian. Dava para ver raiva misturada com tristeza nos olhos da Miah. E pela sua expressão era o tal Sebastian Smith.
Ela sacou a arma dela, já sabia ela ia descer.
- O que você pensa que esta fazendo? – perguntei segurando seu braço.
- O que você acha? Vou descer lá e acabar com aquele filho da puta. – falou.
- Eu não vou deixar que você faça isso. – falei segurando o braço dela mais forte para ela não se soltar.
– Você não entende eu tenho que descer lá, é pelo Thomas. – falou com os olhos lacrimejando.
– Se eles te verem vão te matar. Você viu que eles têm quase um exercito. – falei me aproximando dela.
– Tenho que fazer isso. – falou. Me aproximei lentamente dela.
– Posso pelo menos te dar, talvez um ultimo beijo?
Desde quando saímos de casa eu estava determinado a seguir o Elister, e tendo uma pessoa que as vezes é impulsiva como você toda cuidado é pouco.
– Não posso deixar que faça isso. – falei quando separamos nossos lábios. É para o seu bem. – falei injetando uma dose de tranqüilizante nela, que a fez desmaiar na hora.
Tirei ela com certa dificuldade dali, já que não é fácil tirar uma mulher pela janela que esta a uns dois metros do chão.
Sai lá de dentro e coloquei ela nos banco dos passageiros e fomos para casa.
– Você vai querer me matar quando acordar. – falei mais para mim do que para ela.
Chegamos em casa, estava com a Miah no meu colo ainda desacordada.
– O que aconteceu? – perguntou Lee.
– Nós encontramos onde o Elister e o sócio dele fazem os negócios, só que também descobrimos que o Sebastian Smith esta trabalhando com eles a Miah querendo se vingar quase desceu lá e acabou com o cara, foi ai que eu tive que fazer ela dormir. – falei.
– Sabe que ela vai querer te matar quando ela acordar né? – falou Lee se segurando para não rir.
– Sei. A gora tenta entrar em contato com o John que eu vou largar ela lá em cima. – falei subindo as escadas.
Larguei ela lá em cima e desci, Lee já tinha conseguido entrar em contato com o John.
– Fala qual o problema agora? – falou John.
– Primeiro achamos o galpão onde eles se escondem, e o nome do cara que estamos procurando. Julian. – falei sentando no sofá de frente para a TV.
– Nossa acho que essa foi a melhor noticia que eu já recebi nesse mês. – falou John. – Cadê a Miah? – perguntou notando a ausência dela na sala.
– Ai é que vem a parte ruim. Nos seguimos o meu futuro unhado morto, até o tal galpão e lá descobrimos que o Sebastian Smith esta trabalhando com eles.
– Merda, ele não estava no Brasil? – perguntou John indignado. – Ta, mas você não me respondeu onde ela esta.
– É parece que não. Ela esta lá em cima... Dormindo vamos assim dizer. – sorri amarelo. – Tive que dar tranqüilizantes para ela apagar, já queria descer e acabar com o cara. O problema é que ele tem um pequeno exercito.
– Tenho que tirar vocês imediatamente daí. – falou John.
P.O.V Miah Calleigh
Acordei estava tudo rodando, apertei um pouco os olhes e percebi que esta no meu quarto, a única coisa que eu lembro é de beijar o Nathan e... Desmaiar.
– Aquele filho de uma... Merda dona Grace não tem culpa do filho imbecil que tem, mas agora ele vai se ver comigo. – falei para mim mesma quanto saia do quarto.
– Tenho que tirar vocês imediatamente daí. – ouvi uma voz dizer.
Cheguei no topo da escada e vi o Lee e o Nathan conversando com o John, aposto que para falar sobre o Sebastian.
Peguei uma de minhas facas.
Desci as escadas sem fazer barulho, quando estava prestes a atirar o Lee me viu e gritou para o Nathan.
– MALUCA COM FACA NA MÃO À ESQUERDA. – ele e o Nathan se jogaram para trás do sofá fazendo com que a faca acertasse a parede.
–TA MALUCA? – gritou Nathan voltando para o seu lugar.
– Por que você fez aquilo, eu tinha a chance de matá-lo, e o que você faz? Me apaga. – falei indo para cima dele, mas ele segurou os meus braços.
– Foi para o seu bem droga! Você viu a quantidade de gente que faz a segurança naquele lugar? – falou me jogando no sofá.
– Ele esta certo, o que você tem na cabeça? – ouvi John falar.
– Ele estava ali, eu poderia acabado com ele. – falei.
– Agora não interessa mais, arrumem suas coisas amanha vocês voltam. – falou John, e já ia apertar o botão para fechar a conexão.
–NÃO! – gritei. – Você não pode nos tirar desse caso, por favor, John. – falei.
– Não adianta Miah já esta decidido, você voltam amanha. –falou.
Olhei para o Nathan, precisava que ele me ajudasse ficar.
– Chefe, a Miah tem razão se não pegarmos eles agora, não vamos mais pegar. – falou Nathan, sorri em agradecimento.
Ele pensou por alguns segundos.
–Tudo bem, mas com uma condição e essa é para você Miah. Daqui a uma estou mandando reforço. Já que pelo visto vocês estão mal. – falou John.
– É já faz três semanas que a Diana não aparece aqui. Diz para ela que já pode voltar, minha irmã já foi embora. – falou Nathan. John o olhou confuso.
– Mas a Diana não apareceu nem aqui, e nem falou com o comandante dela. – falou John. – Bom enquanto eu não mando o reforço, investiguem e vêem onde ela pode estar. – falou John e desligou.
– Que saco, ainda vou ter que aturar mais gente. – falei indo em direção da cozinha buscar um analgésico já que esta com uma dor de cabeça do tamanho do mundo.
– Não força também né? – falou Nathan ficando em pé perto do sofá. – Eu também não sou muito a favor que você fique, mas fiquei um pouco mais tranqüilo quando John disse que vai mandar mais gente.
– E por que você se importa tanto? Nos conhecemos a tão pouco tempo e pelo jeito que eu te trato, você deveria estar é feliz com a possibilidade de eu morrer. – falei.
— É claro que eu não fico feliz, eu gosto de você. – falou.
Lee só acompanhava a conversa sem falar nada.
— Gosta? De que modo, por que com esse bando de mulher que eu vejo na sua volta. Nathan por favor, você não gosta de mim isso é atração física e sexual, só isso. – falei e ele foi se aproximando de mim.
— Isso não é verdade. – falou e baixou a cabeça.
— Você não respondeu a minha pergunta. – falei e ele continuou em silêncio.
Lee apenas levantou e subiu.
— RESPONDE! POR QUE VOCÊ SE IMPORTA TANTO? – gritei impaciente com o seu silêncio.
— POR QUE EU TE AMO. – gritou como um desabafo. Nessa hora meu cérebro parou de funcionar. Meu corpo não obedecia aos meus comandos, não conseguia falar nada. Nathan se aproximou de mim, deixando nossos corpos a centímetros um do outro. – Eu te amo. É por isso que eu me importo, eu sei que nós nos conhecemos há pouco tempo, mas já foi o suficiente para eu não viver sem você. – ele falou passamos seus braços na minha cintura.
— Nathan eu... – tentei falar, mas ele me calou selando seus lábios nos meus.
— Shii... Não fala nada. Eu não estou pedindo para que me corresponda... Pelo menos não agora, mas só peço que você se cuide que fique viva, só para um dia eu ter o prazer de te chamar de minha. – falou colando nossas testas.
— Nathan nesse tempo que estivemos juntos aqui, você com esse jeito irritante e impulsivo fez com que eu mudasse não sei como, mas eu sinto que eu mudei de alguma forma. Vou confessar que gosto quando você me irrita. – ele riu. – Mas...
— Merda, sempre tem um “mas”. – falou agora me fazendo rir.
— Sério, o problema é que eu não estou... Pronta. – falei e ele fechou os olhos e parou de respirar. Me assustei um pouco, mas não falei nada.
- Sabe... – falou abrindo os olhos. – Eu venho treinando esse negócio de ter paciência e ser menos impulsivo, então como eles dizem nos filmes e livros... Eu vou esperar até você se sentir pronta. – falou e sorriu. Não consegui prender o riso e dei um tapa de leve nele.
Ficamos em silêncio ali, na mesma posição só ouvindo a respiração um do outro.
— E se eu nunca ficar pronta? – perguntei quebrando o silêncio. – E se meu destino é ficar sozinha? Eu não posso te prender na incerteza. Eu sei que o que eu vou falar é um absurdo e que eu talvez possa ficar um pouco triste, mas como dizem nos filmes e livros... – respirei fundo. – Você esta livre.
— Nossa você é imprevisível mesmo, mas não vou brigar vou respeitar o seu tempo. – falou me dando um beijo na testa e me largou. – Mas sabe, eu nunca vi uma relação assim nos livros e filmes, até por que o mocinho do olho azul sempre conquista a mocinha rabugenta e mandona. – falou se jogando no sofá e riu.
— O mocinho do olho azul, vamos temos que dar um jeito de achar a Diana e você providenciar sua mudança de volta para seu quarto. – falei subindo as escadas.
– Eu acabei de dizer que te amo e você me da uma facada dessas? – falou colocando a mão no peito e fazendo cara de dor. – Não vou poder nem dormir abraçado com você? Isso não se faz sabia? – falou.
— E eu acabei de dizer que não vamos ter nada sério, então não temos o por que dormir no mesmo quarto não é? E por favor, me leva um analgésico, por que essa dor de cabeça é culpa sua. – falei e fui para o meu quarto.
É eu também não entendi, mas é melhor assim, não quero ficar enganando-o e outra que tudo isso me assustou um pouco. E como sempre na minha vida o trabalho vem em primeiro lugar, minha preocupação agora é achar a Diana até o resto da equipe chegar.
[...]
Uma semana se passou e não achamos a Diana. Nathan para minha surpresa não apareceu com nenhuma mulher. Por um lado eu fiquei feliz. Esta cumprindo a promessa.
— Onde vamos colocar todo mundo? – perguntou Nathan, enquanto olhávamos TV.
— Não sei, pelo que parece são duas mulheres e dois homens, mas tem quarto suficiente, já que o Lee não vai ficar. – falei.
— Merda ele não podia mandar só homens? – perguntou Nathan olhando para a TV.
Olhei confusa para ele e sorri.
— Mudou de lado agora? Já sei, falta de sexo afetando o cérebro. – falei rindo.
Ele cerrou os olhos e começou a me fazer cócegas.
— É também. Mas não é isso é que com mais mulheres na nada vai ser uma tentação, já que tenho que ter olhos só para uma.
— Já falei que você esta livre, a não ser que queira mudar de lado. – falei
Ele me olhou e começo a fazer cócegas de novo.
— Desculpe atrapalhar o casal. – falou Lee descendo as escadas com as malas na mão.
— Não somos um casal. – falamos juntos Nathan e eu.
— Que seja, bom gente meu trabalho acaba por aqui, foi muito bom trabalhar esse tempinho com vocês. – falou e me abraçou.
— Foi bom trabalhar com você também e eu não esqueci que estou de devendo um som novo. – falei.
Ele se virou para o Nathan e estendeu a mão para cumprimentar ele, mas o Nathan fez cara de choro e puxou o Lee para um abraço.
— Vou sentir muita falta de você garoto e lembre-se: Use sempre camisinha. – falou fazendo Lee empurrá-lo para trás.
— Tchau gente. — falou e foi embora.
Notas finais
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Dica de leitura: https://www.fanfiction.com.br/historia/223850/Dark_Knight
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Bjos e até o proximo capitulo
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