Te Beijar Ou Te Matar?
12 Capitulo 11 – Lembranças
Notas iniciais
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Leitores queridos desculpa a demora! Esse cap eu escrevi na aula, não sei se esta muito bom.
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Não me matem pela foto (ainda estou aprendendo a mexer no photoshop) Então espero que gostem.
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Dica mais que perfeita: https://www.fanfiction.com.br/historia/221565/Que_O_Jogo_Comece...
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Na foto abaixo: Miah Calleigh
P.O.V Miah Calleigh
Como me senti bem ontem, fazia algum tempo que não batia em ninguém, nunca fiquei tanto tempo assim. Quando não estava trabalhando em campo pedia para interrogar alguns idiotas que iam parar lá na SOD.
Tudo bem que não podia bater em um dia de trabalho em algum caso, mas ninguém contestava meus métodos já que por mais que eu odeie esse titulo sou a protegida do John.
Fui acordada com um som alto, levantei com raiva e fui direto para o quarto do Nathan, nem bati na porta entrei direto, mas fui surpreendida; O quarto estava vazio, cama bagunçada, mas nenhuma musica.
Virei para a porta em frente, era o quarto do Lee.
“Hoje eu mato esse garoto!”
– Lee? Lee dá para baixar o volume do som? – perguntei batendo na porta, mas ele não estava me ouvindo.
Comecei a bater com mais violência na porta, mas a musica estava tão alta que mesmo assim ele não ouviu.
Voltei para o meu quarto e peguei uma das minhas facas e fui até o quarto do Lee forcei um pouco a maçaneta e ela abriu. Ele se assustou quando me viu parada na porta, passei os olhos rapidamente pelo quarto até achar de onde vinha aquela musica infernal, sem demora joguei a faca no som fazendo a música parar, ele abriu a boca para protestar mas eu o impedi.
- Não fala nada! – ordenei e sai do quarto.
Entrei na cozinha e vi uma cena um tanto quanto desagradável para mim, mas super normal para o Nathan. Ele encurralou a Diana na parede usando seus braços como barreira, ceguei na hora que ela se rendeu aos “encantos” dele, e quando ele afundou seu rosto no pescoço, colando seu corpo no dela, que o abraçou o puxando mais para perto, como se isso fosse possível.
Ver aquela cena me deixou com náuseas, sério eles não podiam ir para o quarto dele?
Quando notaram minha presença ele se afastou rapidamente dela.
- Oh! Por favor, não pare por minha causa! – falei me servindo um pouco de suco e saindo da cozinha.
Me sentei no sofá, vendo aquela cena do Nathan e da Diana, me fez lembrar de quando o Thomas era vivo, quando eu me rendia aos seus abraços... Quando ainda sentia algo.
Flashback on
- May, levanta vamos nos atrasar! – dizia Thomas no meu ouvido quando eu não quis levantar para ir para a SOD.
- Ah, amor só mais um pouco. – reclamei ainda com os olhos fechados.
- Não, vai para o banho enquanto eu preparo o café. – ordenou ele distribuindo beijos pelo meu rosto e depois pescoço.
Thomas ficou sentando na cama me encarando, abriu os olhos e ele fez um cara me repreendendo.
- Tudo bem, já estou indo. – falei levantando da cama e me enrolando no lençol já que estava nua.
- Seu corpo é tão lindo, você fica melhor assim. – disse Thomas quando puxou o lençol me deixando nua no meio do quarto.
Saí do banheiro enrolada na toalha fui para frente do espelho ver como estava a cicatrização do tiro de raspão que levei no braço outro dia. De repente o Thomas apareceu no quarto e me abraçou por trás, beijando meu pescoço.
Ele ficou encarando nosso reflexo no espelho, sem dizer nada apenas sorrindo.
- O que foi? – perguntei um pouco sem graça.
- Seus olhos são lindos sabia? É raro ver um verde assim! – falou e mordiscou o lóbulo da minha orelha.
- Minha mãe tinha olhos verdes, acho que herdei dela. – falei.
Ele me olhou confuso. – Como você sabe que ela tinha olhos verdes? Você disse que nunca a conheceu.
- Quando eu tinha doze anos a diretora do orfanato me mostrou uma foto dela, eu era parecida com ela quando ela tinha doze anos também, fiquei com tanta raiva que acabei queimando a foto.
Thomas apenas me abraçou mais forte.
- Eles não sabem o que perderam! – falou e virou meu rosto para poder olhar nos meus olhos, logo seus lábios encontraram os meus e começamos um beijo calmo que se tornou urgente, ele me pegou no colo que me levou até a cama.
Separamos nossas bocas em busca de ar.
- Eu te amo! – falei
- Eu também te amo! – disse ele e voltou a me beijar.
E essa foi a ultima vez que eu fui feliz de verdade.
Flashback off
- Esta tudo bem? – perguntou Nathan sentando-se ao meu lado no sofá.
- Esta sim. – falei e tentei sorrir, mas acho que não convenceu.
Ele apenas me encarou por alguns segundos e levou umas de suas mãos no meu rosto, secando uma lagrima que rolou do meu olho e sorriu.
Ele ia falar algo, mas foi interrompido com a entrada do Lee na sala.
- Acho que isso é seu! – falou e me entregando a fala.
- Onde você achou isso? – perguntou Nathan.
- Achei? Essa maluca entrou mias cedo no meu quarto e jogou a faca no meu som, que agora não funciona mais. – falou Lee, meio decepcionado.
- Pelo menos ela não acertou sua perna! – falou Nathan sério encarando o nada. – Vamos jogar alguma coisa? – perguntou ele apontando para o Xbox e depois olhou para o Lee, que fez sim com a cabeça e foi colocar o jogo.
- Nossa tenho dois adolescentes em casa agora, que ótimo! Bom, vou subir, qualquer coisa estou no meu quarto. – falei enquanto ia em direção da escada.
Subi para o quarto, tranquei a porta e fui para o banheiro, coloquei a banheira para encher, eu não estava bem algo doía no meu peito. Fui até o quarto do Nathan pegar o radio dele, já que eu não escuto muita musica não me preocupei em comprar um, mas naquele momento eu precisava de musica.
Voltei para meu quarto, liguei o som bem alto em uma musica qualquer, coloquei os sais de banho na água tirei a minha roupa e entrei. Aquela água quente relaxava meus músculos, fechei os olhos imagens do Thomas vinham na minha cabeça, a dor no meu peito ficou forte e pela primeira vez em dois anos eu chorei.
Notas finais
Não gostaram? Mandem reviews. A opinião de voces é muito importante para mim.
bjos a´te o proximo cap.
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