Tanya Denali

24 Capítulo 23. Inseguranças


Notas iniciais
N/A: Olá amoras! Como prometido, aí está o capítulo de hj!
Espero que vcs gostem... Please comentem! *-*

23. INSEGURANÇAS

Alice explicou para Athenodora sobre sua visão do meu futuro e o desenho, e a relação com a decisão de Lucca em vir ao Alasca procurar pela vampira que esteve com seu filho na Itália. Além da minha própria pré-disposição em abrir meu coração, permitindo-me amar e ser amada. Assinalando por fim:

– Assim, o misterioso vestido já existia... Já estava pronto e nós nem imaginávamos que seria trazido até aqui pela senhora...

Athenodora ouviu a explicação de Alice, refletiu por um minuto e virando-se para mim:

– Tanya... Você tem algo a acrescentar? – perguntou.

– Er... Sim. – respondi hesitante. E olhando para cada rosto naquele quarto, anunciei um pouco constrangida. – Lucca e eu estamos apaixonados. Ele me... pediu em casamento hoje cedo e... Eu aceitei. – minha voz foi sumindo à medida que eu falava.

Houve um segundo de choque em forma de silêncio, até que Alice bufou:

– Humm... Disso eu já sabia... A visão veio com detalhes horas antes de nossos futuros desaparecerem... – completou baixo, rindo.

A própria Athenodora nos disse que sua decisão de trazer Sophia para cá foi repentina, sua ideia inicial era deixá-la em Anchorage com Lucila e Marconi.

Athenodora assentiu séria e me chamou para mais perto de si, abanando a mão em sua direção:

– Aproxime-se, minha cara.

Ajoelhei-me no chão a sua frente e sentei sobre meus pés unidos, ela se curvou para mais próximo de mim, levou sua mão até meu rosto e, afagando muito suavemente minha face, balbuciou misteriosamente, com o olhar perdido no meu:

– A profecia finalmente há de se cumprir... – as costas de sua mão finíssima desceram traçando uma linha pelo lado direito do meu rosto, da têmpora até o queixo e ela perguntou. – O que você me diria sobre uma cerimônia etrusca, querida?

Bem, o fato é que eu não havia pensado nisso... Não na formalidade de uma cerimônia. Eu queria Lucca pra mim e pra sempre. Ponto. Como? Não me importava!...

Mas... Uma cerimônia etrusca, após conhecer toda a história de sua família me pareceu algo um tanto tentador... Ele adoraria isso...! Então, respondi a Athenodora:

– Acho... Uma ideia formidável... Quer dizer, Lucca adoraria...

– Está resolvido, então... O vestido é seu!... E amanhã na hora do crepúsculo faremos a cerimônia! – exclamou ela exultante, antes de me puxar em um abraço maternal. Seus olhos de vinho tinto brilhavam emocionados. Sua bênção era clara e bem-vinda, mas definitivamente não era a mais importante para mim. Quando Athenodora me afastou enfim, eu busquei os olhos de minha amada irmã.

Todas acompanharam meu movimento. Kate estava paralisada como uma estátua de gelo. Meu vestido de casamento agora deitado sobre seus antebraços paralelos e extáticos, com as palmas das mãos viradas para cima.

Após o intervalo de dois segundos de expectativa, ela soltou o vestido sobre uma risonha Alice e avançou para me puxar em um abraço emocionado.

Ouvimos um som gutural e baixinho. Era Carmem chorando no canto do quarto.

– Amanhã? – guinchou, de repente, Alice num salto. – Preciso correr! Daqui a pouco já estará escurecendo...! Tenho muita coisa para resolver! – e olhando freneticamente para Bella e Esme. – Teremos que ir até Anchorage novamente... – declarou ela, antes de parar e pensar, em choque. – E o vestido da Kate? Cerimônias etruscas têm uma dama? – ela agora perguntou a Athenodora, excitadíssima, uma oitava acima do tom de voz normal.

– Na verdade, precisaríamos de sete ninfas virgens... – respondeu Athenodora, divertindo-se com a empolgação da baixinha. – Mas, acho que não será possível... Então, sete vampiras como damas seria uma versão moderna aceitável...!

Alice piscou por um segundo, e seus olhos perderam e ganharam o foco num átimo. Ela então disparou escada abaixo como um raio, chamando lá de fora:

– Bella... Esme... Vamos! – todas nós rimos, enquanto Bella e Esme reviravam os olhos e desciam para encontrá-la.

Terminei de arrumar as coisas de Athenodora e antes de descer fui ao meu quarto para guardar o vestido em meu closet. Então, peguei seu diário do século XIII e as folhas arrancadas para devolvê-la. Ela os recebeu, ouviu meu pedido de desculpas e soltou um misterioso:

– Estava escrito...

Quando voltei à sala, Edward, Nessie e Lucca formavam um grupo em torno de Sophia. Lucca me chamou para que me juntasse a eles:

– Tanya!... Venha, amor... Acho que ela quer conhecê-la. Ela estava colocando imagens sua em minha mente.

Sentei-me no chão perto deles, e Sophia imediatamente, sorriu para mim. Ela esticou os bracinhos em minha direção e suas mãozinhas abriam e fechavam, como se ela me chamasse. Lucca falou sorrindo:

– Está vendo! Ela quer você! – Sophia começou a se jogar para mim, e eu automaticamente estiquei meus braços para recebê-la.

Seu corpo era quente e ela tinha um cheiro delicioso. Ela olhou nos meus olhos e sorriu; na mesma hora, uma imagem invadiu minha mente. Eu arfei surpresa, pois, embora Nessie também fizesse isso, eu já estava acostumada com o fato dela precisar usar sua mão. Isso já era uma espécie de aviso prévio do que aconteceria a seguir. Mas, com Sophia não. Ela usava seus olhos... E, de repente, eu via o lado de fora e a sala do chalé em minha mente, uma sensação de curiosidade sobre os outros cômodos...

– Ela quer que você a leve para conhecer toda a casa, Tanya. – Foi Edward quem me esclareceu. – Ela gostou daqui, percebe que você mora aqui, mas na verdade, simpatiza com você. Está tentando ser sua amiga!

Eu sorri para Sophia e me levantei com ela em meus braços. Fui direto para o escritório para mostrá-la. As obras de arte que tínhamos lá, a grande estante com livros... Depois segui para a cozinha e mostrei os fundos do chalé. Lucca nos acompanhava com as mãos em meus ombros. Sophia pareceu encantada com a vista das montanhas de neve da janela da cozinha. Depois subimos, entramos em cada quarto, até chegarmos ao meu próprio no terceiro andar.

Ela era cativante, assim como Nessie – era impossível não se encantar com ela. Seu rostinho de anjo inspirava somente sentimentos ternos em meu coração. Ao seu modo peculiar de se comunicar ela ia comentando tudo em nossa casa. Era divertido...! Nem mesmo com Nessie eu interagi por tanto tempo, sequer me lembro de tê-la segurado em meus braços, nem quando a conheci há um ano, na casa dos Cullen em Forks, antes daquele dia... Acho que talvez porque Nessie já estava maior do que Sophia está agora... Ela já andava... Sophia ainda não anda... Quer dizer, eu acho.

Notei que as imagens em minha mente começaram a ficar borradas até desparecerem e percebi que a pequena havia dormido em meus braços. Mudei sua posição então e a segurei deitada.

Estávamos ainda em meu quarto. Lucca aproveitara para usar meu banheiro e tomar um banho.

Então, peguei cobertores em meu closet e fiz uma cama improvisada para ela no meu divã. Ela pareceu confortável assim que a deitei, virou para o outro lado e suspirou dormindo profundamente. Lembrei de meu encontro rápido com sua mãe e isso me entristeceu de súbito.

Sophia era tão doce e inocente... Não merecia essa orfandade tão nova, ainda mais com o pai que tinha...

Pensando nisso, fui me juntar a Lucca em minha banheira.

Ele havia colocado sais de banho na água e estava coberto de espumas. Eu me despi e me acomodei entre suas pernas. Recostei em seu peito quente, alvo, liso e perfeito, e disse:

– Ela dormiu... – ele concordou com gemido muito baixo, enquanto seus lábios se moviam pela minha nuca e ao lado do meu pescoço, descendo lentamente para o ombro. Deixando a recém descoberta trilha de eletricidade em minha pele, que somente ele era capaz de produzir. Eu gemi baixo, seus braços fortes me envolveram e eu murmurei rindo. – Você não vai ficar todo empolgadinho agora, não é?! Não com sua neta dormindo no cômodo ao lado... – enfatizei a palavra de propósito, brincando com ele. Lucca riu e murmurou por fim.

– Ela não parece minha neta e sim minha filha. Na verdade, parece neta do meu filho...

– É verdade. – eu concordei. – Sua família é muito complicada...! – brinquei.

– Humm... Agora também será a sua... – ele assinalou baixo.

Fez-se silêncio por um minuto, enquanto eu absorvia as palavras dele, e me lembrava do que Athenodora dissera sobre encontrar um novo pai para Sophia. Um pai com o qual a menina já contava... Ela não podia ser criada pela mente doentia de Aro...! Seria natural e perfeito que este novo pai fosse Lucca de fato. O único detalhe era que eu me casaria com este pai em algumas horas...

Lucca deve ter percebido meu raciocínio óbvio. Primeiro, porque meu corpo imediatamente se paralisou, e segundo por causa do meu silêncio súbito.

– Não se preocupe com isso, meu amor... Sei que é muita mudança repentina na sua vida... Eu também não imaginava que entraria em sua vida, acompanhado de um bebê híbrido quando te pedi em casamento, mas a forma como as coisas aconteceram...

– Eu sei... – sussurrei para não deixá-lo desconfortável. Mas, na realidade, de repente, me vi completamente em pânico.

Passei os dez séculos de minha segunda vida fechada para o amor e agora, de uma hora para outra, me vejo perdidamente apaixonada, preparando-me para casar e me tornar... Mãe?!

Não. Eu definitivamente não estou pronta para isso...

Terminamos o banho em silêncio.

A água morna reconfortante, a quietude da noite e as poucas horas de sono que ele tivera em nossa primeira noite juntos parecem ter pesado nas pálpebras de Lucca. Logo, ele foi se juntar à Sophia no divã e eu observando os dois senti uma onda profunda de amor invadir e tomar conta de todo meu corpo de pedra. Como é possível que um coração morto há tanto tempo consiga amar desse jeito?

Porém ao mesmo tempo, eu me vi insegura sobre minha capacidade de cuidar dela. Nunca fui o tipo maternal. Até Nessie, eu sequer tinha contato com crianças... Não que eu não gostasse. Parecia apenas que eu tinha algum extinto de proteção... Quer dizer, crianças não devem ter qualquer contato com vampiros, não é?! Então, eu mantinha distância. Mas, e agora? Como posso cuidar de uma pequena híbrida de vampiro que entra em minha vida, assim, tão inesperadamente.

Fechei a porta do meu quarto sem fazer barulho e desci.

Carlisle estava lendo na sala, Eleazar e Carmem conversavam com Paolo sobre a vinda iminente dos Volturi, Lucila estava com sua senhora no quarto de Carmem, Edward assistia ao sono de sua filha no quarto de Kate, que havia saído rapidamente com Garret, e Rose e Emmett jogavam na internet do escritório.

Saí para procurar algum lugar para pensar e me vi indo inconscientemente para minha árvore novamente. O céu estava muito estrelado e a madrugada ia alta.

Ouvi a aproximação e reconheci seu cheiro, em dois segundos ele dividia o galho da árvore comigo.

– Você não parece querer companhia... Mas... Eu apenas não pude evitar. – disse ele.

– Tudo bem, Karl. Você não atrapalha. – menti. Isso pareceu encorajá-lo e ele disse, então:

– Eu sei o que está te angustiando... – como eu não disse nada, ele continuou. – É toda essa história de casamento com um lobisomem que agora vem com criança híbrida de brinde... – Eu o fitei pela primeira vez e ele lendo alguma concordância em meu rosto continuou, em tom persuasivo. – Você não precisa fazer isso, Tanya. Você não precisa se prender dessa forma e viver uma vida medíocre, quando você tem o mundo a seus pés... O mundo e a mim...

– Karl... – eu buscava por algum argumento ansiosamente. – Eu o amo. Não vejo um lobisomem ali... Vejo um homem, pelo qual me apaixonei... Isso não é óbvio para você?

– Mas e a criança? Ela não estava nos planos... – ele tinha um ponto. Não pude discutir com isso. – Desista dessa loucura enquanto é tempo, Tanya. – continuou ele, venenosamente persuasivo. – Você vai acabar frustrada quando se der conta de que cometeu um erro... Ela cresce muito rápido, não é? Logo, vocês vão ter uma adolescente com que lidar... Lá se vai a grande história de amor...! Adolescentes são egoístas, só pensam neles próprios...

Minha cabeça girava confusa... Talvez ele tivesse razão, afinal... Talvez eu devesse conversar com Lucca sobre isso...

Mas... O quê é que eu estou pensando? Não posso fazê-lo escolher entre mim e sua neta órfã...! Seria muito egoísmo... Por outro lado... Não posso dizer que não gosto da menina... Ela é tão meiga, tão indefesa...

– Você e... Lucca vão acabar se odiando quando ele se der conta de que você não está preparada para isso... – uma tristeza profunda tomou conta de mim. Karl podia estar certo... Eu acabaria perdendo Lucca... Perdendo o meu amor para sempre...

Somente essa mais remota perspectiva pareceu me devastar por dentro. Eu já não conseguia mais argumentar com Karl e cada argumento indiscutível que ele me apresentava era como uma punhalada no peito de um humano: dor aguda e mortal.

Minha desolação deve ter ficado estampada em meu rosto, porque Karl em um gesto de reconforto trouxe uma de suas mãos lentamente para afagar meu cabelo, mas quando ele ia tocar minha face...

– Mas o que está havendo aqui? – Foi Kate quem o interrompeu. A voz aguda, exigente e impassível. Ela estava lá embaixo, de pé no chão de neve com as mãos na cintura. Edward e Rose estavam com ela. Karl pareceu tão surpreso quanto eu, também não percebeu a aproximação deles. Ela continuou visivelmente aborrecida:

– Bem, Karl. Como fui eu quem te deu esperanças com relação a conquistar minha irmã, talvez eu esteja na obrigação agora de te trazer à realidade... – Eu fiquei imediatamente paralisada. Karl abriu e fechou a boca, como um peixinho, para tentar dizer algo, mas se calou diante da autoridade que Kate emanava. Ela continuou; a voz cortante. – Por favor, me diga. Qual parte de que Tanya se casará hoje, mais tarde com Lucca você ainda não entendeu? – Karl, ousadamente, saltou da árvore com elegância colocando-se diante deles no chão, e rebateu:

– A parte em que agora ela terá de assumir uma responsabilidade que não procurou e não quer. – respondeu ele resoluto, sem se deixar abater por Kate.

– Sim. Tanya está confusa, mas ela ainda o ama. Ela ainda escolheu a ele e não você...! – rebateu Kate. – Nossa espécie é venenosa, Karl... Mas eu ficaria grata se você parasse de destilar seu veneno em forma de palavras para confundir e magoar minha irmã. Não vou tolerar isso...! Você teve sua chance de expor para ela seus sentimentos, mas Tanya já fez sua escolha e não... Foi. Você... – neste momento Eike juntou-se a nós timidamente. Eu continuava no alto da árvore assistindo aquilo pasma com a mudança em minha irmã. Ela continuou. – Peço que vocês dois façam a gentileza de se retirar para o casamento que acontecerá hoje... – ela enfatizou as palavras com a voz fria, e continuou. – Alice já fixou o tempo. Os Volturi não vão chegar antes de, pelo menos cinco dias, então vocês podem ir até o Canadá ou mesmo até a Ásia para caçar e voltar depois. Apreciamos nossa aliança, mas não há necessidade de vocês ficarem aqui se intrometendo dessa forma em nossos assuntos de família.

Karl tinha o corpo rígido e Eike estava cabisbaixo. Eles assentiram e Karl disparou correndo primeiro. Eike ainda olhou para Kate e disse antes de seguir o outro nômade:

– Eu... Sinto muito... Voltaremos em alguns dias.

Fez-se silêncio por um segundo, eu parecia uma estátua ainda no alto da árvore. Kate olhou para cima, e sem dizer mais nada, ela e Edward voltaram para casa apostando corrida. No mesmo instante Rose já estava ao meu lado no alto da árvore. Ela me encarou e disse:

– Posso compreender sua insegurança, mas você imagina o que eu daria para receber um presente destes? Uma filha tão especial e linda e só minha...?! – eu arfei. É claro que eu já conhecia as frustrações de Rose sobre seus sonhos de humana e a forma como ela foi transformada. – Você tem a chance de formar uma família de verdade com o homem que você ama e que te ama também, Tanya!... Não jogue isso fora...! Aquele vampiro só estava tentando te confundir alimentando suas inseguranças normais.

– Mas, Rose... Eu... Não sei se posso...

– Tanya... – ela parou e suspirou desnecessariamente para controlar a veemência em suas palavras. – Quando você olha para Sophia, qual é o seu primeiro instinto? – seus olhos eram penetrantes e perfuravam os meus com a expectativa pela minha resposta. Eu não titubeei, tinha certeza do meu primeiro instinto, porque foi o que senti quando a aninhei e a cobri na cama improvisada do meu quarto.

– Proteção. – respondi firme. – Sinto vontade de protegê-la. – Rose sorriu.

– Então, Tanya... – disse ela sorrindo. – Este é o primeiro passo. Foi exatamente isso que Bella fez quando soube que estava grávida de Nessie e, que Edward e Carlisle planejavam interromper a gestação...! Ela quis protegê-la. Ela me ligou pedindo minha ajuda porque sabia que eu lutaria junto com ela por aquele bebê.

– Ela é um bebê tão adorável, Rose...! Isso não é natural?! Quer dizer, qualquer bebê inspiraria isso... – argumentei não querendo me render.

– Tenha calma Tanya... Permita que Sophia te conquiste. Todo bebê inspira proteção e ternura, sim. Mas, permita que isso se transforme em amor. E vai se transformar... E então, tendo amor Tanya, você será capaz de tudo por ela. Você suportará e enfrentará tudo por ela, com um sorriso no rosto. Confie em mim. Ela vai unir você e Lucca, não separá-los. Ela sempre será um elo entre vocês. Não duvide disso. Nunca.

Eu assenti sorrindo. É claro que Rose estava certa. Eu já a amava... Senti isso forte ainda há pouco no quarto. Como pude me deixar levar pela influência maldosa de Karl deste jeito? Sophia era um presente como Rose havia dito, uma bênção... Eu lutaria por ela, junto com Lucca.

É claro que Aro não desistiria. Ele a queria e viria buscá-la. Mas ela merecia mais, e Lucca e eu poderíamos sim, dar o lar e o amor que ela precisava.

Confiando nisso, dei a mão a Rose e voltamos para o chalé. Meu amor e futuro marido aguardava por mim junto com nossa filha...

Notas finais
N/A: Eu sei que não foi tããão emocionante, mas achei necessário mostrar como nossa querida Tanya iria lidar com uma criança híbrida caindo assim, de pára-quedas na sua vida! E ngm melhor do que a Rose para ajudá-la, não é?!

Então, façam essa autora feliz e comentem!!! ;*

O próximo vem na quinta! ;)

*.*Bjokas*.*