Tan Solo Soy
13 Si no lo puedo ver, enseñame
Notas iniciais
Eu demorei mas finalmente apareci aqui. Mil desculpas pela demora, a semana foi cheia...
Enfim, o capítulo não está lá muito bom, mas ele é importantíssimo, então, sigam em frente e leiam kkkkk
- Olguinha, eu posso explicar – tentei sem sucesso me justificar, quando para minha surpresa Olga começou a chorar.
- COMO EU VOU LIMPAR TODA AQUELA BAGUNÇA LÁ EMBAIXO SOZINHA, VILU? – chorava como se algum familiar tivesse falecido – esses garotos briguentos quebram tudo.
Eu achava engraçado como ela se deparou com um León todo machucado e estava preocupada em LIMPAR A BAGUNÇA.
- Eu te ajudo depois e...
- Nada disso Violetta! – me interrompeu – seu pai tem que ficar sabendo disso imediatamente.
Ela se referia à bagunça ou a briga? De qualquer forma, papai não podia nem sonhar em ficar sabendo de nenhum dos dois.
- Olga, por favor não conte nada pro papai! – quase implorava.
Ela suspirou.
- Tá bom, eu não vou contar... mas vocês terão que fazer algumas tarefas pra mim pra compensar – falava tão duramente que não parecia ela mesma.
Eu olhei pra León que somente assentiu com a cabeça, mas eu ainda continuava meio preocupada, Olga nunca agiu assim antes
(talvez o encontro tenha sido ruim). Acho que na hora que ela visse Tomás iria surtar.
- Tudo bem, Olga. Isso é uma espécie de castigo? – perguntei.
- Só até o seu pai voltar – afirmou.
Que ótimo. Era só o que me faltava... ter que cumprir tarefas impostas pela OLGA até meu pai voltar. Surgiu um certo medo ao pensar o que me aguardava, mas preferi deixar esses pensamentos de lado, meus instintos me afirmavam que não seria nada sério.
- Entendido, agora eu gostaria muito de ir dormir – menti.
Olga olhou desconfiadamente para nós dois mas se retirou do quarto sem dizer uma palavra sequer. Meus olhos imediatamente se viraram para León, que também parecia meio desconcertado com a situação.
- O que há com ela? – me perguntou.
- Eu sei tanto quanto você – afirmei.
- De qualquer forma, será que ela vai abusar muito da gente?
- Espero que não, a Olga nunca foi assim. Talvez o encontro com o Ramalho não foi como ela queria ou algo assim – nós dois rimos juntos logo depois que eu disse isso.
- Ela não deve ter conseguido invadir o espaço pessoal do Ramalho – León disse entre risos, mas em um instante voltou ao seu estado normal – mas então, onde a gente tinha parado mesmo? – já olhava com aquela cara irresistível, me fazendo corar completamente.
- Eu estava TENTANDO cuidar de você né, mas você não deixa! – afirmei.
- Não é bem isso que eu lembro – disse com um sorriso levemente malicioso.
- Chega, mocinho – tentei forçar um tom duro, mas não consegui. Depois de tanto tempo ainda me encontrava derretida a cada palavra pronunciada por ele – tá na hora de dormir, então vá pro seu quarto e tenha uma boa noite.
- Mas eu to machucado – disse fazendo biquinho – alguém tem que cuidar de mim – permanecia sínico.
- É incrível como você faz isso, León. Arranja briga e depois tem a cara de pau de falar isso pra mim? – eu ria.
- Ah, mas tudo isso é culpa sua, você sabe bem – ainda sorria – mas é sério, eu estou todo dolorido, deixa eu ficar aqui essa noite, vai?
- Mas justamente por isso que você deve ir pro seu quarto, na sua cama e dormir bem – disse.
Quando então me dei conta do que estava dizendo. Eu só podia estar louca mesmo... León quase implorando pra ficar aqui comigo e eu me recusando.
- Tudo bem, eu vou pro meu quarto – afirmou cabisbaixo.
- NÃO! – o interrompi – aguarda um pouquinho que eu já vou buscar o colchão no seu quarto – sorri, mas o sorriso dele foi de orelha a orelha.
- Espera só um pouquinho – ele disse enquanto acariciava meu rosto.
- O que foi? – perguntei.
Ele deu uma breve risada, mas parecia distante e pensativo.
- Mudando completamente de assunto, sabe... essa briga aconteceu justamente porque Tomás não compreendeu as coisas. Eu não pude me conter, você sabe. É que eu não sei, eu sou o cara mais feliz do mundo por ter você, e talvez foi justamente por isso que eu não me contive em dar uma surra nele, com ele se exibindo por aí quando não passa de um mané. Mas te ver assim, cuidadosa, dedicada como você sempre foi e saber que isso é exclusividade minha me deixa completamente extasiado – então ele finalmente olhou nos meus olhos – mas mesmo assim eu te peço desculpas por te expor desse jeito.
- León, quando você vai parar com isso? – eu perguntei derretendo por dentro.
- Parar com o que – ele realmente estava com dúvida.
- De ser tão perfeito, em tudo... você brigou por me amar e ainda pede desculpas – como eu fui sonsa no passado, eu não me conformo – eu despertei um breve riso nele com isso.
- Você nunca foi sonsa, só confusa – disse e logo após sorriu, se aproximou de mim e selou nossos lábios – mas não há coisa melhor do que saber que você é minha, eu te amo.
Eu já estava vomitando arco-íris ali.
- Eu te amo mais – sorri – mas agora eu realmente preciso buscar seu colchão no quarto – quebrei o clima, como sempre.
- Tudo bem, vai lá – León afirmou.
Então rapidamente eu saí do quarto e fui andando pelo corredor. Já que o quarto do León era o ultimo, obviamente eu passaria em frente ao quarto do Tomás antes de chegar até ele. Quando o fiz, pude notar que a porta se encontrava entreaberta e também eu pude ouvir uns sons saindo de lá de dentro, vozes. Estranhei toda a movimentação, pois pensei que os dois já haviam dormido (até porque Ludmila foi muito firme comigo ao afirmar que Tomás precisava descansar) então não me contive e me aproximei muito discretamente da porta, meus instintos me afirmavam que havia alguma coisa na qual eu precisava saber.
- Tomás, você não está entendendo... isso não é uma coisa que nós podemos deixar de lado, que nós podemos resolver depois. Uma hora será completamente notável – pude ouvir Ludmila afirmando.
- Mas Ludmila, eu não tenho condições de arcar com seus caprichos agora, me poupe disso tudo. Até porque certamente eu sei que você está mentindo – reconheci a voz de Tomás.
- CAPRICHOS? Tomás, como você pode falar que isso é capricho? A culpa é toda sua!
- Minha culpa? Você é uma mentirosa e isso é MINHA CULPA? Por favor, Ludmila – ambos estavam alterando o tom de voz.
- Tomás, por que raios eu mentiria sobre isso? – você nem rico é pra eu querer uma coisa dessas – agora Ludmila parecia extremamente nervosa.
- Por que você é inacreditável, Ludmila – Se eu estivesse vendo Tomás, podia ter certeza de que ele estava socando algo.
- INACREDITÁVEL? ACEITE OS FATOS GAROTO – Ludmila já gritava – VOCÊ COLOCOU ESSA COISA NA MINHA BARRIGA E AGORA VAI PASSAR VERGONHA JUNTO COMIGO!
O quê????? Seria isso mesmo que eu estava pensando? Automaticamente ao ouvir aquilo minhas mãos suaram, eu comecei a tremer e meus joelhos caíram no chão. Eu não podia acreditar.
Notas finais
ah, vou me esforçar ao máximo pra não demorar a postar, e eu sei que não sou digna, mas deixem reviews reviews e reviews UIAHSAIUHSAIUHS
E POR FAVOR, apareçam no meu ask e perguntei qualquer coisa:
http://ask.fm/TanSoloSoyLF
beijinhos
Fale com o autor