Tan Solo Soy

4 Ser la letra en mi canción


Notas iniciais
olha eu que rebelds postando na madrugada kkkkkkkkkk
ain gente, eu TINHA que escrever esse cap, não dava mais pra esperar...
É IMPORTANTE QUE VCS LEIAM COM ATENÇAO ATÉ O FINAL, HEIN?
aaah gente, copiando a Gabriella Ruivo (vc leva todos os créditos, Gabriella) eu criei um askfm só pra vcs perguntarem tudo o que tem direito:
http://ask.fm/TanSoloSoyLF APAREÇAM, POR FAVOR.
aaah, quero agradecer a linda da "OneLoveLeonetta" pela recomendação... q iiiiiiiiiiiiiisso minha fia, mal comecei a escrever tu já me recomenda? mas tu é uma linda mesmo *-*
ENFIM, OQ TÃO ESPERANDO? LEIAM LOGO ESSA JOÇA, TO ANSIOSA PRA SABER OQ VCS ACHARAM.

POV VIOLETTA


Tomás acabara de me roubar um beijo, e a única coisa que eu consegui sentir naquele momento foi um grande desprezo. Nunca me sentira assim, ainda mais com ele, cujo eu já tinha feito isso antes. O que mais doeu foi que aquele momento era pra ter sido com o León, e infelizmente, Tomás cortou o clima de expectativa e logo deixou um clima tenso no ar.

Olhei para ele com uma cara completamente assustada, surpresa. Eu não conseguiria ficar mais ali e encarar o seu olhar duvidoso à mim, então eu saí dali desesperadamente e corri até a saída da universidade. León? Depois do que aconteceu eu não poderia ver mais ele, não hoje pelo menos, eu sequer poderia ficar naquela universidade.

Fui para casa e me tranquei no meu quarto, eu já não aguentava mais aquela situação, me sentia suja por estar com um sendo que amara outro.

Pra minha sorte papai e Angie haviam saído, e Olga e Ramalho tinham ido visitar a casa de um parente ou algo assim, então estava livre de torturas – ou quase livre.


- Violetta! Violetta, abre essa porta – Tomás batia na porta do quarto.


- Vá embora – eu dizia com uma voz irritada.

A ultima pessoa com que eu queria estar naquele momento era Tomás. E claro, justamente ELE tinha que estar em casa.

Pra minha surpresa Tomás foi embora mesmo, sem insistir. Tudo tinha ficado silencioso durante alguns minutos, quando um grande estrondo surgiu vindo do lado de fora da casa. Me levantei assustada e desci as escadas para ver o que era, quando eu ouvi uma voz familiar.


- LEÓN? — gritei assustada.



POV LEÓN


Fiquei estasiado com a cena anterior. Ver minha garota sendo beijada por um grande estúpido como o Tomás me deixava louco. Quer dizer, ver a MINHA garota sendo beijada por qualquer um que não fosse EU me deixava louco.

Eu definitivamente tinha que fazer algo, e com muita urgência, mas não poderia ver Violetta, em hipótese alguma. Eu sei o grande risco que isso seria pra mim... só de pensar em vê-la eu já fico em um estado fora do normal, imagina se eu a visse agora, com certeza não ia aguentar ficar longe dela. E isso tinha que estar fora de questão, afinal, eu não podia ser como Tomás... eu a respeitaria, e principalmente eu respeitaria a escolha dela.

Sentei na beirada da minha cama e fiquei perdido em meus pensamentos, quando André percebera o constante silêncio no quarto. André podia até ser sem noção, meio burro as vezes, mas ele me conhecera melhor do que ninguém.


- O que aconteceu, cara? — perguntou-me com uma voz preocupada.


- Violetta e Tomás – eu olhava pro chão


- Ah, é só o de sempre, né? — agora ele parecia meio frustrado – você tem que resolver isso logo, cara. Ninguém te aguenta mais depressivo desse jeito.


- Eu sei, até te peço perdão... mas eu não sei como resolver essas coisas, eu não devo ir atrás da Violetta, então eu fico assim.


- Quer saber? Não quer ir atrás dela, tudo bem. Mas você devia pelo menos ir atrás do Tomás e acertar tudo o que você deixou pendente com ele.

Violência realmente não era algo que eu gostava, aliás, sempre vi como algo completamente inútil e que nunca resolvera nada... mas naquele momento eu só conseguia pensar no Tomás segurando a Violetta em seus braços, e quando ele a beijou. Essa não era a hora de ser bonzinho e educado.


- Até que essa não foi uma má ideia, André – afirmei já com outra cara.


- Demorou pra você correr atrás dele já. Tchau, some daqui – ele ria.

André tinha razão (que estranho dizer isso). Me dei conta de que eu estava na Espanha e que meu tempo aqui era curto.

Levantei da cama em um salto e saí do meu quarto apressadíssimo. Por sorte, Tomás ainda perambulava pela faculdade procurando pela Violetta. Pude avistá-lo bem na entrada, gritando feito um louco. Em passos cuidados eu me posicionei atrás dele e fui seguindo cada passo que ele dava. Não estava tarde, era por volta de 20h, então não teria perigo andar pelas ruas da Espanha (cuja eu não conhecia nada) sozinho.


–----


Andamos por volta de 15min até que eu pude avistar uma casa gigante, bonita e chamativa... típica casa do Germán. E claro, foi exatamente a casa que Tomás havia entrado. Então eu fui correndo até a porta, e com passos cuidadosos adentrei a casa. Já de cara pude avistar Tomás batendo na porta de um dos quartos (provavelmente o quarto de Violetta), e como não queria escândalos, fui sutilmente até atrás dele, tapei sua boca e o arrastei pela gola da camisa até o jardim fora da casa.


- Nós temos algumas coisas pra acertar – disse e então o joguei com toda a força possível contra o chão.

Porém, nesse ato, Tomás acabou caindo em cima de algumas latas de lixo que estavam perto da parede, o que causou um estrondo ensurdecedor.


- LEÓN?- uma voz extremamente familiar surgira de dentro da casa.

Droga, Violetta – pensei.

Tomás não dizia sequer uma palavra, só me encarava com a sua cara mais feia possível (o que não é muito fora do normal).

Fiquei desesperado. Tinha que sair de lá o mais breve possível, Violetta não podia em hipótese alguma me ver ali, ainda mais arranjando briga. Porém, antes de sair eu tinha que dar meu ultimo recado a Tomás.


- Isso não acabou aqui, fique sabendo disso. Ainda tenho tempo suficiente pra acertar as coisas... se eu fosse você eu ficaria esperto –Tomás ainda permanecera quieto.


Ultimo recado já estava dado, era hora de sair correndo dali. Fui em um salto pra fora da casa e tentei correr pelo caminho que havia vindo, mas parecia que a única coisa que havia ao redor daquela casa era mato. Droga, estava perdido.

Fui caminhando dentre as árvores durante uns dez minutos quando eu pude avistar algum tipo de luz, e quando me dei conta eu estava dentro de um tipo de parque. Estava meio cansado, então me recostei em uma árvore e comecei a pensar no que acabara de fazer. A dúvida era: como eu sairia dali agora? Pelo menos eu já estava suficientemente longe da casa, eu acho.

.


POV VIOLETTA


Quando ouvi aquela voz eu logo fiquei pasma. León estara ali, eu tinha certeza.

Fui correndo para fora de casa, mas a única coisa que pude ver foi Tomás jogado no chão, murmurando alguma coisa. Sequer pensei em perguntar se ele estava bem, León era o único que me importava agora.


- Ele estava aqui, não estava?- agora eu gritava com Tomás.


- Não, Vilu. León sequer veio pra Espanha – ele blefava.


- Então como você sabe que eu estou falando dele? — ri ironicamente – PRA ONDE ELE FOI?


- ELE NÃO ESTÁ AQUI NA ESPANHA, VIOLETTA, ACEITE ISSO! — Tomás agora gritava também.

Ignorei tudo o que Tomás falara, Ele estava ali, eu tinha certeza.

Fui caminhando sem rumo para fora de casa, mal lembrava de como eram as coisas por ali, então fui andando por tudo quanto é lugar. Droga, será que só tinha mato por ali? Ignorei meus pensamentos e adentrei a mata, procurando por ele.


–----


30min de caminhada depois eu já tinha me dado por vencido, quando de repente eu avistei uma luz que vinha de trás das arvores. De início parecia tudo desconhecido pra mim, mas depois eu logo reconheci o lugar: papai me trouxera aqui inúmeras vezes quando era criança. Era uma espécie de parque ou algo do tipo. Estava completamente vazio.

Eu estava cansada, e como já havia desistido de qualquer forma, recostei em uma das árvores para descansar... Talvez Tomás não estivesse mentindo – pensei e lágrimas começaram a cair do meu rosto.

Estava em prantos quando ouvi alguns passos vindos na minha direção. Comecei a ficar com medo, estava tarde e poderia ser alguem perigoso. Mas o que poderia ser pior? Eu acabara de perder meu amor mesmo... enchi o peito e tomei coragem.

Olhei para cima.

Fiquei trêmula.

Tinha alguém extremamente perigoso pra mim naquele local.

León, que se encontrara na minha frente, parado.

Me levantei rapidamente e ficamos frente a frente um com o outro. Ninguém disse sequer uma palavra, mas nossos corpos não ficavam contentes em estarem distanciados. León me lançava um olhar penetrante enquanto nossos rostos começaram a se aproximar lentamente. Ele não tirava seus olhos de mim, e eu continuava trêmula enquanto me veio o desespero pra acabar com aquele espaço que nos distanciava. Então, nossos lábios foram quase que automaticamente de encontro um com um outro... não dava mais pra esperar... León me puxou pela cintura e finalmente me tomou em um beijo intenso. A maneira como nossas linguas se tocavam me tirava inúmeros arrepios. Era saudade, misturada com amor, com angustia, com ansiedade e tudo o que se pode imaginar de sentimentos durante um beijo. Estávamos tão interligados que eu conseguia sentir o desespero que havia nele em me ter de volta pela maneira tão ansiosa que ele me beijava. Então, as lágrimas que vieram pela emoção rolaram dos nossos rostos. Era como se nós finalmente estivéssemos com a pessoa cuja nós pertencemos. Eu definitivamente era dele agora.


Notas finais
PRIMEIRO MOMENTO LEONETTAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
gente, se ficou um lixo vcs podem me falar, ok?
COMENTEM COMENTEM COMENTEEEEEEM *-*
vou parar de ser chata algum dia talvez kkkkkk
nem quero mais falar nada aqui, tchau.
♥