Tan Solo Soy

31 Medo y euforia.


Notas iniciais
Gente, acá estou eu AUSHAIUH
bem, já sabem, momentos antes da etapa final da fic é muito entediante, então espero que vcs me compreendam e continuem lendo apesar disso kkkkkkk
Prometo que VOU COMPENSA-LAS COM MUUUUUUITO LEONETTA DPS!
ah, me decidi sim, a fic DEFINITIVAMENTE VAI TER SEGUNDA TEMPORADAAAA! -qqq
Leiam essa joça ae, e não se preocupem que eu tbm estou envergonhada desse cap IUAHAIUS

Nós fomos muito maltratados ao chegarmos na delegacia. Aquele homem que se dizia policial não parava um segundo sequer de nos xingar e afirmar que nós fomos irresponsáveis durante todo o caminho até lá, meu ouvido estava até doendo.

A única coisa que eu tinha esperança é que, se eu tivesse um mínimo de sorte que fosse, conseguiria resolver as coisas sozinha... sem precisar de Olga ou Ramalho, e consequentemente, papai não ficaria sabendo.

O que era realmente engraçado é que, justamente na delegacia havia energia, acho que eles tinham um gerador ou algo do tipo, então nós não escaparíamos da entrevista, e aquele lugar estava mais sombrio do que nunca.

Depois de sermos puxados e empurrados com toda a brutalidade possível até uma mesa, onde tinha um homem sentado que provavelmente seria o delegado, ele finalmente começou a fazer um monte de perguntas desnecessárias a mim e León, além de nos fitar de uma maneira que expressava repulsa.

- Hum, Violetta Castillo e León Vargas, certo? – O tal delegado dizia com muita desconfiança, enquanto manuseava algumas papeladas.

Nós dois somente assentimos com a cabeça.

- Idade? – O homem prosseguiu com as perguntas.

- Ambos temos dezenove. – León respondeu.

- Hum, dezenove anos. Eu gostaria muito de saber o que dois jovens de dezenove anos estavam fazendo no meio da estrada durante um apagão.

- Nós estávamos na universidade, mas ela começou a passar mal e eu... – Léon começara a falar.

- Mas vocês não receberam ordem de ficar dentro da universidade até o fim do blackout?

- Sim, mas era urgente e não havia nenhum profissional lá dentro que fosse qualificado pra resolver o problema. – León disse em um tom esnobe.

- Garota, seja sincera... – O delegado ignorou completamente a ultima afirmação de León e no momento se dirigia a mim. – Esse garoto estava tentando abusar de você ou algo do tipo? – Disse com uma voz completamente desconfiada.

Eu arregalei os olhos, que tipo de pergunta era aquela?

- N-não, moço. Ele é o meu namorado.

- Ah, agora entendi o que vocês dois estavam fazendo no escuro. – Ele disse com uma cara maliciosa, completamente sugestiva.

Eu corei na hora.

- Senhor, faça o favor de respeitar a minha namorada. Ela não é uma dessas mulheres que você esta acostumado a ver aqui. – León disse com uma certa raiva ao me defender.

- É, mas olha onde ela está agora. Irônico, você não acha? – O homem certamente queria desafiar León. – Olha, eu conheço muito bem o tipo de vocês. Duas crianças delinquentes que estão desafiando a autoridade, mas aqui isso não funciona. Não vou prendê-los, mas apesar de vocês dois serem maior de idade, só vão sair daqui acompanhados. Então já podem começar a ligar para o papai e a mamãe.

Eu olhei para León desesperada. Olga já estava com uma impressão errada de mim, se ela me visse neste lugar, com certeza falaria para o meu pai tudo o que eu supostamente “aprontei” e eu não teria crédito nenhum com ele para pedir que ele voltasse para Buenos Aires. Sem contar que os pais de León não podiam nem sonhar com nós dois em uma delegacia.

- O que você quer em troca de nós podermos sair daqui sem chamar ninguém? – León me surpreendia cada vez mais ao mostrar que sabia desafiar as pessoas.

Então o homem fez uma cara de sério, mas esta mudou muito brevemente:

- Na verdade nada, eu só queria ver esse desespero estampado na cara de vocês. – O delegado respondeu e então começou a rir igual um retardado.

Eu fiquei inconformada.

- Isso é algum tipo de pegadinha, moço? – Eu disse, morrendo de raiva.

- Qual é, estamos no meio de um blackout. Estou morrendo de tédio. – Ele respondeu na maior cara de pau. – Mas agora falando sério, não será necessário que vocês chamem os seus pais para sair daqui, mas eu só vou poder liberá-los ao fim do apagão ou amanhã de manhã.

- Teria sido melhor nós termos ficado na Faculdade. – León disse com uma certa raiva. – Me desculpa, amor.

- Sem problemas. – Eu sussurrei pra ele.

- Enfim, vocês dois podem ficar à vontade, se é que isso é possível. – O homem afirmou. – Temos dois sofás ali, se quiserem ficar aguardando...

León e eu somente assentimos com a cabeça e fomos até o sofá. Nós dois estávamos completamente sem humor, aquele dia fora muito cheio, então sequer conversamos. Ao sentarmos eu logo recostei a minha cabeça no ombro de León e não demorou muito tempo até que nós dois finalmente caímos no sono.

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Quando eu acordei, demorei um pouco de tempo até que percebesse que ainda estava na delegacia. Todo o dia anterior estava se formando na minha mente... Espera um pouco, DIA ANTERIOR? Eu fiquei desesperada ao ver a luz do dia e notar que nós havíamos passado a noite na delegacia. Logo comecei a balançar León – Que ainda dormia de uma forma encantadora do meu lado. – de uma forma desesperadora. Quando o fiz, León despertou assustado também.

- León, acorda. Olha onde nós estamos, temos que ir pra casa antes que alguém sinta a nossa falta! – Eu dizia chacoalhando-o enquanto o coitado ainda esfregava os olhos, cheio de sono.

- Nossa, Vilu! Nós temos que ir mesmo. – León já se levantava.

- Certo, vamos só avisar o delegado que estamos indo, pois não quero mais encrenca. Se eu me meter em mais confusão as coisas com certeza vão ficar feias.

Então eu e León fomos caminhando até a sala que nós fomos entrevistados ontem, mas ninguém estava lá. Na verdade a delegacia estava muito mal movimentada, nós víamos poucos funcionários, e quase nada de cidadãos comuns. Não sei se aquilo era bom ou ruim.

Já que não conseguimos achar o delegado de maneira alguma, fomos até um policial que estava encostado na porta da delegacia a fim de ter alguma informação do homem, e o policial nos afirmou que o delegado estava na recepção falando com alguém cujo ele não sabia quem era.

Ao chegarmos na recepção pudemos notar que o delegado falava com um homem alto, de cabelos castanhos e estranhamente com uma orelha um pouco maior que a outra. Espera um pouco, isso me parecia MUITO familiar. Tomei um susto ao perceber quem era, um susto tão grande que eu fui obrigada a coçar meus próprios olhos para eu confirmar se não estava delirando mesmo.

- Papai, o que está fazendo aqui? – Eu disse com os olhos arregalados de susto. – Você não estava em Buenos Aires?

- Violetta??? Não sou EU quem deveria te perguntar isso? – Papai disse e franziu o cenho, o que realmente não era bom, e então mediu León da cabeça aos pés, o que era pior ainda. – Nós vamos pra casa AGORA mocinha, e pode ter certeza que você está encrencada.

Agora que o meu pedido seria falho mesmo, acabara de destruir toda a confiança que o meu pai tinha em mim. Parabéns, Violetta.

Notas finais
Vlh, nem preciso falar nada AUIHSUAIHSAIUS prometo que o próximo vai ser mais interessante.
Ah, queria falar pra vcs, eu postei uma fic nova, mas essa é JORTINI! Se possível, leiam!
http://fanfiction.com.br/historia/368197/I_Hate_Everything_About_You/
obrigada gente!
bjs