Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
95 Capítulo 95 Os sonhos de Mariana e Jantar dos Pinzón
Notas iniciais
—Mas quem?
As duas olham para Mariana.
—Ai, que estresse! Rh não tem nada a ver comigo!
—Ah Mariana...
—É sério!
—E o que gostaria de fazer, Mariana? Ah gerência de pontos de venda, como dona Marcela?
—Ai, Betty! Se não tiver jeito tudo bem, mas não é o que me vejo fazendo não!
—Então, o que gostaria de fazer?
—Olha, Betty, tenho um pouco de vergonha, mas queria te mostrar uma coisa:
Então, Mariana abre uma pasta cheia de croquís.
—Mas o quê é isso? -Betty perguntou, curiosa
—Quem fez? -Bertha perguntou
—Ora, eu!
—É sério? Mas está muito bom, Mari!
—Sim! Muito bom! (Bertha engolindo mais um bolinho)
—Sim. Eu tenho um monte deles, faço nas horas vagas, aqui, em casa...
—Não sou especialista, mas pelo pouco que sei estão ótimos! -Betty, admirada
—Jura?
—Sim. Então, você gostaria de estudar Design de Moda, como Seu Hugo? Quem diria!
—Pois é! Por isto ele não gostava de mim!
—Por quê?
—Porque logo que comecei a trabalhar aqui, vivia no seu ateliê, querendo ver os croquís!
—Mas como aprendeu a desenhar assim, Mari? Seus traços são firmes.
—Obrigada, Betty! Mas assim em relação à originalidade, está assim, assim. (Fez com a mão o gesto de mais ou menos. Sei que não são originais, são apenas um treino, seguindo tendências...
—Bem, disso não entendo muito.... Mas o que vale é o talento, a forma como desenvolveu, seus traços, não?
—Sim.
—-Tipo, eu não conseguiria fazer algo assim! (Betty riu, ajeitando os óculos)
—Mas acha que eu tenho talento para isso, mesmo?
—Sim.
—Gosto muito de desfiles, até desfilei um pouco nos nossos pontos de venda, mas sei que não tenho o padrão para ser modelo profissional. Não comecei jovem....
—Você é ótima, Mariana! A Bettina até te elogiou e sempre te chama!
—Eu sei! Ai, Betty! Será que a Bettina iria gostar desses desenhos? E poderia me dar uma ajuda? Queria a opinião dela!
—Pois vai até lá!
—Ai, tenho medo, Betty! Que estresse! E se ela falar que são ruins, horrorosos?
—Imagina! Bettina é um amor, jamais falaria isso!
—Ah não sei>
—Deixa comigo, então. Eu mostro para ela. A questão é que, embora tenha ficado feliz em descobrir seu talento, voltamos ao ponto inicial: você estaria fora da área na qual tem experiência, assim como Bertha.
—Ah, é mesmo, puxa!
—Mas com uma vantagem: Dona Inesita não tem interesse em cursar curso na área e Jenny só trabalha no ateliê há menos de 5 anos, não é alcançada pelo projeto nesta primeira etapa logo, tem grande chance de conseguir!
—Ai, que bom, Betty!
—Deixe comigo! Já Bertha, vou estudar seu caso com Armando! Por favor, assinem suas propostas, dizendo o que querem estudar. E marquem: Inglês. Vocês não tem, não é?
—Algo como Intermediário, Betty!
—E Business English?
—Imagina, só o do Curso de secretariado.
—Então, como Sandra, começaremos por aí!Assim podem ficar juntas na mesma turma! Mas é para estudar! -Betty riu
—Betty, só as do quartel estão sendo contempladas?
—Não, imagina, todos os setores! Profissionais com mais de cincoanos de Ecomoda! Por isto, estão no meio! Armando está agora mesmo selecionando com Nicolás quem estaria habilitado.
—Ai, Betty! Será que conseguiremos alguém que se interesse pelo Rh?
—Não sei, Bertha! Torço que sim!
Quando as meninas saíram, Betty ficou contemplando os desenhos de Mariana. Na saída...
—Meu amor, pronta?
—Sim, Armando. (beijo)
—E com as meninas, falou?
—Sim, só falta a Sofia, das do quartel!
Betty estava olhando os croquís de Mariana, sentada no banco do carona.
—De quem são, mí amor? É da nova coleção?
—Não. (riu)
—Armando, você que foi criado neste meio: acha estes desenhos bons?
—Deixe-me ver! Olha, não está nada mal! De quem são?
—Mas assim são bons?
—Sim, sim Traços firmes, não é assim, original, mas são bem feitos!
—Você diria que a pessoa que desenhou tem potencial, talento?
—Sim, quem quer que tenha feito, tem talento. E quem fez, mí amor? Não me diga que agora também está se dedicando a Design? Dra. Monstro, mais um de seus talentos?
—Não! — (riu de seu jeito) -Não sei desenhar nem casinha! São de Mariana!
—Mariana, Mariana... mas que Mariana?
—Ora, a do quartel!
—A Mariana? É sério, mí amor?
Betty conta a respeito de Mariana
—Ela tem potencial, sim. Mas achei que ela iria querer ser executiva dos pontos de vendas, como Marcela!
—É eu também! Mas... Armando temos outro problema:
Betty explica toda a conversa com o quartel
—Haha! A Bertha disse que nos viu daqui há 20 anos!
—Sim! Haha! E será que fiquei bonito velho?
—Vai ficar sempre divino! -beijo
—Você é que é divina! -beijo
—O caso da Mariana é fácil, mas e o da Bertha...
—Pois eu acho que ela iria ser uma ótima apresentadora, jornalista. Uma fofoqueira com diploma! Haha!
—Sim! Haha!
—Acho que podemos conseguir alguém no Executivo que tenha mais de 5 anos e possa preencher a vaga destinada ao Departamento Pessoal?
—E a Sofia?
—Não falei com ela ainda.... Mas ela parece gostar do Financeiro e não sei se tem interesse em cursar algo.
—Temos que ver, amor! Pois só fazendo faculdade podemos colocar Sofia como assistente financeira ou gerente em algum lugar. Caso contrário, ela teria que continuar sendo secretária.
—E se sentiria bem mal vendo as amigas crescendo e ela não.
—Sim, mas claro. Isto depende dela querer...
—Sim, mí amor! Como pode pensar isso. Lógico que Sofia deve escolher, não posso promovê-la, tampouco privilegiá-la ...
—Sei que não, mí amor! -beijo —Vamos jantar no Lenoir ou na casa dos Pinzón?
—Você sabe, se não jantarmos lá, mamãe vai ficar magoada!
—Tanto melhor, mí amor. Amo a comida da Dona Júlia!
—Acho que você ama é a Dona Júlia!
—Admito! Sou um genro que ama sua sogrinha!
—E ela também te ama! Sempre pergunta se estou cuidando bem do Armandinho.
—Ela é um amor! (Armando sorri e Betty encosta a cabeça em seu ombro, como sempre fazia.)
—____
Ao chegarem na casa dos Pinzóns, Armando lava as mãos ee sobe as escadaspara pegar sua filhinha:
—Vem, minha monstrinha linda! Te amo! Que saudades! -suspende a menina no ar que ri para o papai
—Pronto! Mais uma louquinha por você!
Armando ri, enquanto Betty recolhe as coisas de Camilita.
—Não, senhora! Deixa que eu carrego isso1
—Então, me deixa levar Camila!
—Não, imagina! Você levando peso ou Camila pelas escadas.
Betty ri de seu jeito, pois sabe que seu marido tem razão, pois por mais que tenha melhorado, ainda tropeça e escorrega bastante.
—Ai, esta risada! — ele suspira -Sempre me encanta.
No andar térreo da casa:
—Mamãe, você pode ir à Ecomoda amanhã, para que Camilita possa ir?
Julia olha para Hermes
—Sim, pode sim.
—Eu vou deixar tudo pronto!
—Ora, eu posso ir também! Tenho que trabalhar, verificar as arrecadações, se está tudo certo, já que o inútil do Microláx não me passa nada!
—Está bem! (Armando virou os olhos e sorriu amarelo para Hermes. Ele sabe que quando Hermes está na área sente-se constrangido de namorar Betty na Presidência, mesmo tendo quase um ano de casamento.)
—Vão jantar conosco, Armandinho?
—Sim, Dona Júlia!
—Ai, que bom! Fiz algo especial, pois imaginei que viriam. Você está tão magrinho, tem que se alimentar direito!
—É que é muita correria, Dona Júlia! Muitas vezes não temos tempo de ir ao restaurante almoçar. E até de pedirmos coisas!
—Mas não podem, meus filhos!
(Júlia balança a cabeça, Betty e Armando se olham sorrindo.)
Após o jantar, a família Pinzón-Mendoza segue para sua casa. Betty dá banho, amamenta e Armando coloca Camilita para dormir, pois a menina deixa-se levar pelos carinhos do pai, facilmente.
Após, Betty já está deitada de pijama azul vendo televisão no quartel do casal, tinha tomado banho e se preparava para dormir.
—Cansada, meu amor?
—Sim.
—Humm! (beijou a boca)
—Então, não podemos?
—Quem sabe... (dando-lhe outro beijo)
—Será que está muito cansada para ser amada por mim?
—Nunca estou cansada demais para ser amada por você!
—Nem eu, minha doutora! Estou sempre... disposto!
Armando, então, tirou sua gravata, sapatos, meias, ficando apenas de camisa e cueca, E sentado no pé da cama, tirou a coberta de Betty, pegou seus pés e massageou-os, mas aqueles carinhos mais provocavam risadas que qualquer coisa em Betty.
—Ai, não, mí amor! haha!
—Relaxe, Betty!
—É que me faz rir, Armando.
—Acredite que faz parte!
Ele puxa as calças do pijama de Betty, para que possa subir a massagem pelas pernas, com a ponta dos dedos. Alisa cada uma das pernas. Inclina-se sobre a barriga de sua esposa, dá-lhe pequenos beijos e mordidinhas.
—Te amo!
—Ai, também te amo! -suspira Betty
Armando desabotoa cada um dos botões da blusa do pijama de Betty, a segura pelos braços, enquanto vai subindo com os beijos por seu tronco. Betty apenas suspira a cada carícia de seu amado, enquanto, enlaça seus braços no pescoço, deixando as mãos escorregarem acariciando as costas dele, que também se deleita com as carícias de sua Betty.
Logo, ele se apropria de seu pescoço desnudo, lambendo-o fazendo caminho até sua boca. Como gostava de perder-se em seus lábios, comê-la com seus beijos. Aquela boca com lábios tão finos e doces, com o sorriso que desde sempre (mesmo com aparelho) lhe encantava suas manhãs e fazia-o acreditar que o dia pudesse ser melhor!
—Te amo! Me quer?
Betty respondeu-lhe com a cabeça, agarrou-lhe pela nuca e deu-lhe um beijo ardente, desceu as mãos por suas costas, energicamente, até alcançar e abaixar sua boxer. Foi suficiente para que Armando segurasse suas ancas com suas mãos fortes, e afastando ainda mais suas pernas, tirasse sua calcinha e a penetrasse, inicialmente, com muita doçura. Com o tempo, dominado pelo desejo, Armando foi aumentando a pressão contra Betty, até explodirem em um orgasmo ao mesmo tempo. Durante todo tempo, Armando agarrava ora as ancas, ora as costas de Betty com possessividade, enquanto ela, beijava-lhe sua boca e seu peito e louca de desejo, arranhava-lhe as costas com suas unhas cumpridas. Esta faceta mais agressiva e que se revelava apenas para ele e em momentos especiais o deixava louco. Era uma Betty que ele despertou e só ele conhecia. Só sua.
Sem sair da posição, Betty e Armando, continuam brincando e conversando, fazendo joguinhos sexuais como gostam de fazer.
—Como a amo e a desejo, mí Betty! (Começa a se mexer dentro de Betty, enquanto alisa seus enormes cabelos compridos)
—Também, mí amor! Te amo tanto! Te quero para sempre.
—Diga! Diga! Diga de quem é! Diga que é MINHA! SÓ MiNHA!
—Sou sua! Totalmente sua, sua Betty para sempre!
—Desde sempre?
—Desde sempre e para sempre! Sou sua desde a primeira vez que te vi!
—Hummm...
—Você não. Você não me queria!
—O que importa é que agora te quero! Te quero por toda minha vida! SÓ MINHA!
—E é meu? Só meu?
—Sim. Só seu! Me põe louquinho! Louquinho! Fico na minha sala imaginando “que coisa sensual Betty deve estar fazendo em sua sala hoje?”
(Betty ri do seu jeito.)
—Não faço nada sensual lá! Só trabalho arduamente. Ah não ser quando vai me fazer visitas no meio do dia...
—Ah sim, faz! Como senta, como apresenta os números e os relatórios! É tão confiante, tão altiva! Como quando apresenta nossos desfiles, defende a Ecomoda... Fica tão poderosa, tão sexy!
—Você é louco é?
—Sim, por VOCÊ!
—Onde já se viu achar estas coisas sensuais?
—Ora, a sra. Não admite que às vezes ficava... pelos meus gritos?
Betty ri, timidamente “Por que fui falar isto para ele?”
—Então, acho muito sensual o jeito confiante que senta naquela cadeira, dominadora.
—Por isto gosta de fazer lá?
—Sim, minha espertona. Sim!
—Neste caso, o espertão é você!
—Diga o que seu vice pode fazer por você. Diga!
—Bem... creio que já está muito bom o que está fazendo...
—Assim? Assim? Ou quer mais alucinante, mais rápido e vibrante?
—Hummm.... o senhor está bem brincalhão, não?
—Ainda não viu nada, Betty! Espero que não esteja muito cansada!
—Ah sim! (fingiu bocejar) Estou!
—Está não! Não está!
(Começou a beijá-la apaixonadamente, descendo a boca por seu pescoço e seus ombros, enquanto embaixo seu membro continuava a fazer o caminho por dentro de Betty. Até que se renderam satisfeitos um nos braços do outro.)
_____________
Fale com o autor