Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
246 Capítulo 242
Depois de fazerem amor, os dois se beijam e dormem bem abraçados.
Ao acordar no outro dia, Armando acaricia sua esposa.
—Espertona! Te esgotei tanto que não cumpriu a promessa e desmaiou nos meus braços.
(Betty e Armando haviam combinado desde que Camila nasceu que sempre que terminassem de fazer amor se vestiriam com os pijamas da mesma cor para que a filha, ou os filhos que viessem não os flagrassem nus ou em posições constrangedoras.)
Assim que, Armando saiu de detrás dela, se levantou, pegou dois pijamas da mesma cor, que faziam conjunto. Se vestiu e depois vestiu Betty.
—Dorminhoca deliciosa. A bela adormecida, não sabe como gosto de vê-la assim tão bela, nua e só minha! Shri... Por mim, ficava assim e te dava outro trato. A amo, Betty! Não sabe que esta mistura de inocência com esperteza me enlouquece. Shrrii. — a beija e a ouve suspirar em seus sonhos. -Que esteja sonhando comigo, ah?
—Ah, doutor... -disse, em sonhos
—Vai ver quando tiver acordada! -morde seus lábios, enquanto a veste.
Depois, torna a se colocar atrás dela, de conchinha, como sempre dormiam, segurando seu rosto.
De manhã, o despertador toca e os desperta daquele sono gostoso.
—Ai, não. Me deixa dormir mais um pouquinho.
—Eu deixaria, mas os compromissos não deixam.
—Ai, Armando... estou cansadinha.
—Isto eu sei.
—Me deixa dormir um pouquinho mais. .. -disse manhosinha.
—Vou preparar um café da manhã daqueles para repor suas energias e depois um banhinho.
Depois de alguns minutos, Betty é acordada com café na manhã.
—Agora sim, tem que acordar.
—Ai, Armando. Estou cansadinha ainda.
—Mas depois deste café vai se sentir revigorada. Ah! Uma torradinha, bolinho, um gole de café.
—É muita comida! Sabe que não como tanto assim.
—Mas eu sim. E preciso me recompor, a senhora tirou toda minha energia!
—Eu?
—Sim, quando se mexeu daquele jeito. Que brincalhona!
—O senhor que estava bem brincalhão.
—E se falar, me coloco de novo.
—Ai, doutor, não temos que ir trabalhar?
—Trabalhar, sei. Sim, trabalhar. -a pega no colo. -Vamos trabalhar.
Armando pega Beatriz no colo e a leva para o banho aos beijos.
—Antes, tomar aquela duchinha básica, para despertar bem!
—Assim, vamos nos atrasar.
—Não senhora! Sabe como sou rápido quando quero.
—Rápido, sei...
—Isto é uma queixa?
—Não, amor, sabe que me encanta.
—A senhora fala dormindo e suspira: Ai, doutor... — a imita.
—Que vergonha!
—Não tem porque sentir vergonha, ah?
Os dois começam a se beijar e logo tiram as roupas e ele a empurra para debaixo do chuveiro.
—Faça como no seu sonho. -sussurra no ouvido.
—Não lembro.
—Te faço lembrar.
—Ai, doutor.
Os dois fazem amor debaixo da ducha.
—Este sim, foi um banho de prazer!
—Disse que íamos chegar atrasados!
—Só teremos compromisso às nove e meia. Dará tempo e sabe como é o trânsito desta cidade!
—Sei como é o meu marido!
—Alguma reclamação, senhora presidente? Pois a meu favor digo que estava no batente desde cedo! -piscou-lhe.
—Ai, Armando! Você é incorrigível!
—Mas assim gosta, minha doutora.
—Assim o amo! -beijo
—E eu também!
—Bom dia, Wilson!
—Boa dia, doutorzinha! Bom dia, Seu Armando!
Armando o fulmina com os olhos, não gosta que a chame de "doutorzinha", mas prefere não falar nada.
—Bom dia, Mari!
—Oi, Betty, Seu Armando. Hoje, vou precisar sair mais cedo.
—É hoje o teste?
—Sim. Me desejem sorte!
—Te desejamos toda a sorte do mundo, mesmo que isto signifique...
-Sei que terei que deixá-los.
—Mas não será para sempre.
—Comprarei seu passe!
Os três riem. O casal sobe o elevador sorrindo.
—Sabe, você fica muito linda sorrindo!
—O senhor muito mais! -beijo.
—E quando sorri fazendo amor me põe louco!
—O senhor só pensa nestas coisas?
—E você vai me enganar que enlouquece em meus braços?
—Bem, me enlouquece e sabe disso.
—Ah, não me fale assim que paro este elevador!
—Não teria coragem!
—Não me provoque!
—Tem câmeras e...
—Aí que se engana! Não tem câmeras neste elevador e eu sei, pois ajudei a projetá-lo
—Hã? Mas todos os locais tem câmeras.
—Mas aqui não.
Armando passa a mão no controle do elevador de forma provocativa.
—Que acha de darmos uma paradinha?
—Não acha que foi o suficiente a noite e hoje na ducha?
—Hum, não sei. Acha que pareço cansado?
—Hum... Parece estar sempre disposto!
—E estou! Nunca me canso de fazer amor.
—Mas agora não! Temos muito trabalho! Uma coleção se aproxima e outra reunião!
—Sempre Ecomoda a nos separar!
—E a nos unir! Se não fosse a empresa...
—Sei, não estaríamos juntinhos. -se beijam -"Mas não se livrará de mim, ainda realizo esta fantasia." -pensou.
Os dois saem sorrindo do elevador e cumprimentas do quartel, contentes.
—Estes dois!
—Está na cara que tiveram uma noite daquelas.
—Uma noite de prazer, se amando, amando.
—Aura Maria!
—Ai, que foi? É verdade! Sortuda é nossa amiga por ter um triplepapito como Seu Armando de marido! Pelo que dizem o que tem de bonito tem de fogoso.
—Pois estou ouvindo isto, minha rainha!
—Ai, Freddy! Que susto!
—Quer dizer que acha que Betty é sortuda por ter um marido como seu Armando?
—Sim. só de ter um marido que a ame e assuma e seja como é seu Armando.
—Pois, minha rainha...
—Ai, cala a boca, Freddy! E ao invés de ficar com ciúmes de Seu Armando tome a decisão e case-se com Aura Maria! -mandou Sandra.
—É que... que...
—Ah sai daqui, Freddy!
Cada uma vai para sua mesa, deixando Freddy sozinho.
—Rainha, eu quero te dar o melhor! Ainda não estou em condições, não tenho a renda de Armando.
—E nem terá. Mas tem que ter atitude!
—É que eu... eu...
—Deixe-me, Freddy, que tenho que passar a agenda para a amiga.
Aura Maria vai até a presidente e percebe que ela está meio chorosa.
—O que foi, Aura Maria?
—O que seria? Freddy!
—O que ele fez? Não me diga que...
—Não, nisso não. Mas é que não se decide! Parece que não quer se casar e perder a liberdade!
—E você quer se casar. de verdade?
—Sim.
—Sabe o que envolve, não?
—Sim, quero um lar de amor e carinho para Jimmy e também para mim como o de vocês. Ai, amiga, Seu Armando se vê tão apaixonado e terno.
—Ojojo! Sim, Armando é todo um príncipe como sonhei!
—E só isto?
—Como assim?
—Er. quero dizer, pelo que ouvimos falar de Seu Armando, ele é fogoso como diziam?
—AURA MARIA! -repreendeu-a, já vermelha
—Ai, não precisa ficar assim! Não se lembra que fui eu que te ensinei a trabalhá-lo?
—AURA MARIA!
—Ai, não fica assim. Lógico que não sabia que era ele, pensava que era o doutor Mora. Não me atreveria. Mas vai, sacia minha curiosidade: aparte do romantismo, da ternura, ele é como dizem?
—Ele, ele é... até melhor.
—Betty! -Armando abre a porta.
—Armando!
Aura Maria que havia se inclinado para ouvir o que Betty lhe diria de seu marido, cai de susto.
—Creio que não estava exatamente trabalhando, ah?
—Ai, desculpa, doutor!
Aura Maria sai sem jeito, algo raro nela.
—Falando de nossa intimidade, doutora?
—Er, não falei nada!
—Mas quase falou. Aura Maria é bem indiscreta!
—Armando, eu juro que nunca contei...
—Sei. -beijo. -Era muito tímida para contar para as maiores fofoqueiras de Bogotá. Mas sabe -morde seu lábio — tenho uma dívida com Aura Maria por ter lhe ajudado a me seduzir.
—Eu te seduzi?
—Na nossa primeira vez! -beijo. -Se não fosse assim. -Vim só para dar um beijinho -Quer dizer que sou muito melhor?
—Ojojo! Sabe que não tenho muita experiência para fazer comparações, mas pelo que disseram e pelo que posso comprovar, você é!
—Ai, doutora! Não me provoque!
—A trabalhar que daqui a meia hora teremos uma reunião com Hugo, Catalina para decidirmos a nova coleção,
—Sempre o trabalho! Nos vemos!
Ela lhe manda um beijo.
—Muito mesmo! -suspirou Betty, ao ver a forma de seu marido, que saía pela porta.
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