Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
242 Capítulo 239
—Ah sim, que te explorava? Muito? Muito mesmo? –disse colocando a mão em sua côxa, enquanto subia um pouco.
—Ah sim que quando era seu chefe, fazia que trabalhasse muito mais do que devia?
—Muito mesmo. Ojojo!
—Mas a senhora não parecia se importar muito com isso.
—Na verdade, me encantava estar o tempo to... do juntinho do senhor... trabalhan...do...
—Ah sim? E também me encantava estar juntinho traba...lhan... do, ah. Vamos Bettica, não seja má e vamos a nossa casinha, fazer aquele amorzinho rápido!
—Amor rápido? Com você? O mais rápido foi três horas, uma só para tirar minha roupa, beijando cada pedacinho.
—Ah meu amor! E já está me provocando?
—Acho que vou conseguir me concentrar? Por mim, a deitava ano banco de trás e a amava como um louco.
Betty arregalou os olhos
—Desculpe-me, sei que é um pouco romântico. Mas isto é o que me provoca agora. Se casou com um homem passional.
—E o amo! –disse, beijando-o na boca.
—Ah assim é que... vai considerar minha proposta de ficarmos juntos ao invés de reunião?
—Desde quando se tornou tão avesso ao trabalho e sua empresa?
—Be. tty é que...
—Entendo. Ojojo! Não fique nervoso, mas considere minha proposta; Trabalhamos. Conhecemos nossos novos clientes e depois estamos livres e a empresa livre, porque primeiro a obrigação e depois o prazer, doutor.
—Ah sim, que muito prazer, doutora.
—E trabalho agora.
—Sim. –virou os olhos.
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—Eis que está chegou o senhor Armando Mendoza Pinzón e a dra. Pinzón!
—Freddy!
—Sim, seu Armando?
—Sabe não me importa que me chame de Armando Pinzón, na verdade, não me importa nada, mas A DOUTORA BEATRIZ, a chama de DOUTORA MENDOZA! ME OUVIU?
—É como não vou ouvir? Como não vou ouvir, se o senhor fez questão de eu ouvisse bem, senhor Pinzón? Er. Mendoza. Doutor Mendoza e doutira Pinzón, quero dizer.
—Não diga mais nada!
—Saia daqui, Freddy!
—Ai, mas não precisa gritar com o pobre Freddy! Ele é nosso amigo!
—Não vê que este tipo é um folgadinho e se aproveita.
—Você gosta dele, sei que gosta.
—Não tanto assim. Wilson! Tome, estacione! –diz jogando as chaves.
—Mas Armando, o que disse de jogar as chaves? –ela abaixa para apanhá-las, sem querer deixando aparecer algo de suas formas.
—Mas Beatriz! Não se abaixe! E você o que olha, baboso?
—Nada. –disse Wilson e Freddy.
—Meu amor, tome cuidado para não proporcionar um show a esses babosos.
—Como que show? Show deu você! Gritando assim. Meu amor! Nem parece que agora é calminho e satisfeito.
—Sou calminho e satisfeito com minha mulherzinha. Beijinho.
—Bom dia!
—Bom dia, Mari! Mari, parabéns! Recebi recados da diretora da faculdade.
—E o que disseram?
—Que você é a melhor aluna!
—Ufa! Estou dando um duro danado, não é fácil...
—Sei do que fala, Mari e quando você se formar, não esqueça de continuar conosco, ah?
—Nunca abandonaria vocês.
—Mas não como recepcionista e sim como estilista!
Enquanto Mariana sonha em desenhar para Ecomoda, Beatriz e Armando entram no elevador se beijando.
—Esta doutorzinha aí que ficou um pitel! –dizia Wilson
—Respeite, homem, respeite.
—Não era você babava pela presidente, mesmo tendo como noiva a bela secretária de presidência e a senhora é a presidente e dona de tudo e até de nossas vidas.
—Perdão, mas desculpa-me, mas tenho muito respeito pela senhora Pinzón ou Mendoza como queira. E mais ainda pelo meu irmão, este doutor Armando de Pinzón.
—Mendoza.
—Se tornou o Seu Armando de Pinzón que está a babar pela saia da doutora. Esta bela saia como um cãozinho. –Freddy sai cantando.
Armando e Beatriz saem se beijando do elevador e cumprimentam as meninas, que suspiram.
—Bom dia, doutores.
—Bom dia!
—Ai, estes dois.
—Parece com meu gordinho e eu.
—No começo do casamento é assim mesmo, depois...
—Ai Sofia. Você sempre azeda.
—Credo!
Armando deixa a esposa na porta da presidência.
—Tenho que mandar fazer uma passagem, para que ninguém veja quando for visita-la, isso. Uma caminha na salinha que era dela com... isso, mal pode por esperar.
—Precisa de algo, doutor?
—Falando sozinho?
—Não, Sandra. Quando os empresários brasileiros chegarem, nos avisem, sim?
—Sim, doutor!
Os empresários marcaram às 10 horas, mas já eram 12 e não haviam chegado.
—É creio que vou convidar Beatriz para ir almoçar comigo, creio que eles não vem mais.
—Doutor, eles acabaram de chegar.
—Droga!
—O quê?
—Avise à Beatriz, já estou indo para a reunião. Chame Nicolás também.
Armando se dirige, antes que entre na sala de reuniões se choca com uma moça.
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