Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
178 Capítulo 177 -Algumas fantasias a realizar!
Armando havia se saciado como queria no corpo de sua amada, agora, dormia entre os lençóis de seda vermelha e rosa daquele motel de luxo.
—Dorme como um anjinho, mas que levado é meu amor! Mas quem sou eu para reclamar? Ojojoj Te desejo tanto. -acaricia seu cabelo até seu queixo, enquanto ele sorri. -Como ia imaginar que um bombom como você iria ser tão louco por Betty a feia? Ainda mais que não é só um bombom! É a minha confeitaria completa!
—Tenho que realizar sua fantasia. Sua fantasia? Uma delas! Agora já disse que tem a do elevador. Quantas mais será que tem? Pense, Betty, seu doutor é um homem experiente e insaciável, deve ter muitas coisas nesta cabeça. -fica vermelha -Talvez até pior que Mickey Rourke naquele filme que viu escondida, como se chamava? 9 e meia semanas de amor.* Se seu pai sabe te mata, Betty, te mata! Mas Armando deve até gostar de saber que sabe fantasiar com ele. Hum... E deve incentivar, pois melhor que fantasie contigo, Betty. Que homem! -acaricia seus músculos. Betty o beija na testa, na bochecha e na boca. Armando sorri e ela chega a pensar que está acordado, mas não . Então, segue beijando e acomoda-se em seus braços.
—Tenho que bolar algo para realizar sua fantasia. Mas que coisa. Onde já se viu ter desejo por mulher feia? Oj oj oj E se eu perguntasse à Aura Maria? Não. Armando não iria gostar. Não gosta que fale disso com ela. As outras meninas não sabem, Bertha iria contar para todo mundo e Sofia, não sei se fazia estas coisas. E dona Catalina? Ela sabe tanta coisa. Ai que vergonha Betty! Já pensou? Dona Catalina fez de tudo para que eu me tornasse Betty a bonita e agora pergunto como faço para virar Betty a feia de novo para satisfazer meu maridinho? Mas para ele vale tudo. Estamos fazendo algumas reuniões aos sábados, mas não todos. Podia dizer que temos uma reunião em um dia que não temos. Isto, espertona (imitando Armando) Pois não pode ter NINGUÉM na empresa, só nós dois e lógico o porteiro, que de preferência não será Wilson, pois ele fica rondando a empresa e é curioso demais.
Betty continua pensando como fará até que adormece tendo aqueles braços enormes em volta de seu corpo
Os dois adormecem nus como há muito tempo não faziam, pois desde que Cami nasceu haviam se acostumado a dormirem de pijama para que a filha quando andasse não levasse um susto. Mas esta noite podiam aproveitar.
Armando havia dormido até às 5 horas quando acordou e deparou com o corpo de sua amada e desejada esposa colado ao seu e os dois nus debaixo da coberta.
—Ah… Que beleza, Betty!
Apertou-a. Não podia deixar de sentir excitação, mas quis que Betty dormisse e descansasse bem, pois no outro dia teria maratona de coisas para fazer.
Lógico que não aguentou muito. Uma hora foi o suficiente. Era uma tortura para o pobre homem. Assim começo a contrair e esfregar seu corpo contra a pele dela, enquanto lambia e mordia aquela orelhinha. Betty gemeu.
—Armando...
O homem sorriu.
—Está acordada, espertona?
Mas Betty seguia dormindo, sonhando com ele, lógico. Assim, ele seguiu mordendo e lambendo agora seu pescoço, enquanto acariciava
—Armando ah…
—Está acordada? -sussurra em seu ouvido.
—Armando?
—Desculpe te acordar, mas é que…
Sem deixá-la pensar muito começa a beijá-la.
—Estamos sozinhos, amanhã não temos reunião pela manhã e … não podíamos brincar um pouco, Imperatriz, rainha da minha vida? E sabe que te… quero.
Armando com beijos e carinhos logra que Beatriz vire-se para ele e ele se coloca em cima dela para começar seu caminho de beijos no rosto, boca e pescoço.
—Ah.
—Sabe que te amo, Beatriz. Desculpa se não consigo deixá-la.
—Ah…
Cedendo às suas carícias, Betty enlaça as mãos em seu pescoço, acariciando seu cabelo para que continue.
—Quero que se sinta amada.
Logo, ele desce beijando, acariciando, lambendo aquele corpo que domina.
—Quero prová-la de novo.
Betty faz-se desentendida, provocando-o.
—Sabe bem. Deixa-me. Só eu posso.
Assim, com o rosto queimando, Betty sente os ombros dele em suas côxas e logo aquela língua quente beijando e abocanhando sua intimidade. Não pode fazer mais que remexer-se e gemer, enquanto ele bebe todo seu suco até senti-la tremendo para ele.
—Diga que me quer!
—Te quero! Te quero!
—É minha?
—Sempre!
—Só eu posso?
—Só você. E sempre você!
—Delícia, Beatriz! Senti-la assim apertada e quente sempre. E só minha.
—E você?
—Sempre seu! Ah!! Pois só você, me faz ah! Assim!
Entre beijos e carícias, os dois chegam lá.
Ainda dormem um par de horas depois de se amarem.
—ARMANDO! Armando!
—Que foi, Betty?
—Dormimos muito! Temos que ir à Ecomoda e antes buscar a Camila.
—Ainda dá tempo, Betty! Volte aqui!
—Não seu louco! Hoje tenho que fazer o balancete com Nicolás!
—Faz de tarde!
—Não. Olha, o que vamos fazer?
—Convidemos dona Júlia e seu Hermes para irem à Ecomoda almoçarem conosco e levam a Cami. Também não consigo ficar tanto tempo sem ver aquela princesinha do papai.
—Está bem? Isto é saudade?
—Por quê?
—Princesinha?
—Princesinha-mosnstrinho. Brincadeira! Ela é linda! Eu sou o único monstro-ogro daqui!
—Você é divino e lindo! E todo meu!
—Todinho seu!
Os dois se beijam.
—Vamos! Vou ligar para meus pais.
Dona Júlia atende.
—É que não deu para passar ontem, mãe, terminou tarde e…
—Já entendi, filha.
—Quem é Júlia? A menina? Onde já se viu. Onde foram ontem, Júlia?
—Ai, Hermes. Deixa a menina. Eles estão nos convidando para ir almoçar fora e levar Camilinha.-desconversa Júlia.
—Deixa eu falar com a menina Júlia.
—Lá falamos Hermes! Eles estão no trabalho.
Antes de seguir para a Ecomoda, o casal se ducha, toma um café e passam em uma loja do Centro da Ecomoda onde escolhem algumas roupas.
—Vejo que a loja está muito bem, Joaquin! Parabéns!
—Grato, Seu Armando!
—Limpeza e organização.
—Sim. Agradeço seu Armando.
—Queremos levar duas peças. Um terno e um conjuntinho de saia, aquelas da vitrine. Mas em tom degradê. Para casal, sabe? Os dois combinando.
—Entendo. Que cor querem?
—Pode ser lilás.
Assim, Joaquin pede para a vendedora escolher vários conjuntinhos e ternos. Com isto, Armando e Betty estão também testando a assessoria de moda da empresa para ver se é eficiente. E saem com dois ternos: Um preto e um caque, quatro camisas: uma azul, uma lilás, uma branca e uma grafite, duas gravatas uma cinza e uma lilás e com muita insistência Armando faz com que Betty leve os dois conjuntos de saia e blazer, assim com dois de calça e um vestido. Todas as peças formam combinam em tonalidade com os de Armando, pois quando saem juntos gostam de se verem como uma dupla.
—Joaquin, passe no cartão, sim?
—Mas seu Armando, vai pagar?
—Sim, faço questão. Não é por sermos donos que não vamos pagar, de esta venda dependem os salários de vocês e a Ecomoda!
—Grato, Seu Armando!
—Vamos, Betty!
—Parabéns, Joaquin!
—Grato, Dra. Beatriz! E parabéns pela indicação. Com certeza, a senhora ganha o prêmio!
—Oj oj oj se eu ganhar será mérito de toda Ecomoda e todos ganharemos!
Armando passa o braço no ombro de sua esposa e os dois se dirigem à empresa com a roupa nova e muitas sacolas que guardam no porta-malas.
Cumprimentam os funcionários e sobem no elevador.
—Este elevador tem tantas histórias para contar!
—Ah, me disse que não tinha feito “coisinhas” com ninguém aqui.
—E não fiz… ainda, mas logo, farei e com a grande empresária Beatriz Mendoza. A que salvou
minha vida e minha empresa. -beijo -Ah! Assim, mostro minhas habilidades de Engenheiro mecânico já!
—Doutor, muitas coisas para fazer na empresa hoje.
—Pode esperar!
—Meus pais…
—É Seu Hermes pode me trazer problemas! Fazer o quê? Mas tem uma dívida.
Os dois saem do elevador aos beijos, para alegria do quartel.
—Bom dia, doutores!!
—Bom dia!!
—Aura Maria! Se os fornecedores ligarem,me passe a ligação, por favor!
—Sim, Betty!
—E meus pai virão na hora do almoço, reserva o Baluarte para nós, por favor!
—Sim, Betty!
—Não vaialmoçar conosco, Betty?
—Não poderei, meus pais virão aí, mas encomendem para vocês, por minha conta, ok? Amanhã comemos juntas
—Vou anotar!
—Oj oj oj pode deixar meninas.
Armando vai até a Presidência.
—Pelo visto não é só comigo que a senhora está penduradinha em dívidas.
—Para você ver, todo mundo me quer!
—Disso não tenho dúvida! -a toma em seus braços -Mas devo dizer, esposinha, que sou o primeiro de seus credores, ah? E só não começo a cobrar agora a dívida, pois sou uma súdito de minha impertriz! -faz reverência -Ficarei esperando com a paciência que não tenho que se cumpra meus desejos junto à Vossa Majestade, para que veja quanto te amo e quão obediente sou!
—Isto já é difícil de crer, doutor! -fazendo cara de inocente -O senhor em certas situações segue sendo bem “mandão” e DOMINADOR!
—Betty, Betty! Está brincando com fogo, espertona! Não sabe o poder dessas tuas palavras em meu corpo. Não sabe o perigo que corre!
—Pior que sei, doutor! Sei muito bem. (dá uma piscadinha a ele) Mas vamos deixar para mais tarde a brincadeira, pois nós dois temos que trabalhar agora!
—Srrr… Já estou louquinho.
—Ojojoj Deixemos para mais tarde, doutor! Prometo que será inesquecível!
—E eu prometo que não vou esquecer e que vou cobrar com juros.
—Está bem, confirmo.
—Confirma é? E eu carimbo (dá um tapinha no bumbum da esposa) assino depois!
Betty fica vermelha, não sabe se de vergonha ou de outra coisa., Sente-se bem de despertar desejo neste homem que amou e desejou tanto em segredo e que agora é todo seu.
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