Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza

174 Capítulo 173 -Um dia no clube !!


Notas iniciais
Agora a segunda parte. Avido: conteúdo erótico

Pega-a pela cintura e se apodera daqueles lábios, Betty não quer e nem pode resistir. Lembra do dia que o viu vestido de cavaleiro quando veio trazer os papéis para que assinasse e ele a havia defendido. Não havia como resistir, se pegou a seu pescoço, enquanto, ele acariciava todo seu corpo. Deitou-a na grama, beijando-a, levantou sua saia, para acariciar suas pernas.

—Que pernas! Quer fazer de roupa ou quer que tire tudo?

—Hã... (com os lábios já inchados)

—Seria diferente fazermos de roupa.

—Sim de roupa, se importa?

—Não –beijo- É diferente –beijo – Ainda mais estamos –beijo- ao ar livre, na grama –beijo no pescoço -mas abro um pouquinho –abre os botões e beija cada pedaço de pele descoberto – para te saborear. –beija e lambe os mamilos, fazendo com que Betty gema e vire os olhos, oferecendo para que ele os devore. Betty sente um fogo líquido descer de seu corpo e tem impressão que Armando sabe.

“Lógico que ele sabe. Este homem controla todo meu corpo.”

Armando segue lambendo os seios de Betty, enquanto a abraça e com a outra mão acaricia e sobe sua saia para acessar a intimidade de Betty, Desce sua calcinha e acaricia sua rosa, abrindo-a para acessar a pérola rosada.

—Ah, Betty! -sente um cheiro de frutas vermelhas e mel inundar suas narinas.

Em seguida, coloca-se entre suas pernas, estando ainda vestido com o traje completo.

Embora, esteja com a excitação a pino, Armando quer apimentar e provocar Betty.

Então, volta para sua boca, lambe seus lábios, adentra, passeia com sua língua, explorando toda sua extensão, enquanto se esfrega no meio de Betty.

O tecido da calça de Armando é fino e macio e pode sentir toda a masculinidade em sua flor.

—Armando...

—Beatriz.

—Ah!

—Por favor, Armando!

—Por favor, o quê?

—Sabe...

—-O quê?

—Quero ser sua!

—Quer que eu te possua?

—Sim.

—Aqui?

—Sim, ah!

—Com esta roupa?

—Sim, ah! Por favor!

—Acho que estou sexy?

—Muito.

—Fantasiou comigo quando me viu assim?

—Ai, Armando!

—Fantasiou?

—Muito...

—E se tocou?

—Hã...

—Tocou-se, pensando em mim?

—Ai, Armando. Não me toquei, pois tinha pudor.

—E ainda tem?

—Com você, não.

—Quer que eu te cavalgue?

—Armando!

—Diga, Beatriz! Diga para seu maridão, para seu homem, o inspirador de sua fantasia o que quer que faça. Diga que quer que seu cavaleiro a cavalgue!

—Ai Armando! Me possua, me faça sua! -se retorce debaixo dela

—Está bem! Vou te poupar, porque já está me doendo de tanto desejo.

Ele se joelha, abre o cinto, desce a calça e a boxer com ajuda dela, libera toda sua excitação, Betty o beija, o aperta contra si, dando livre passagem a ele. Armando queria muito se controlar, mas Betty o apertava tanto e se remexia que não podia, não podia, assim entrou de uma vez.

—AAAHHH!

—AAAAHHHH!

—Te amo!

—Ah!

—Assim Armando, assim!

—Assim que imaginava?

—Muito melhor que a fantasia! Ah! Você é lindo, perfeito! Ahhh!

—Você que é linda! –beijo -Gosto de ser cavalgada, né? Seu cavaleiro vai te levar ao céu!

—AHh!!!

Com os movimentos rápidos que a situação exige, logo chegam ao topo. Ainda unidos, Armando se coloca sentado e a senta em cima dele, para continuarem se beijando.

—Gostou, espertona?

—Umrrum... –sem desgrudar dos lábios dele, mordendo-o., enquanto passa a mão por dentro daquela roupa, sem desabotoá-la.

—O senhor é muito sexy! Sabe cavalgar como ninguém.

—Ah é? Quer que te mostre como cavalga de verdade?

—Não foi assim?

—Não é assim que fazem os animais! Vire-se.

—Assim?

—Quer que te cavalga, que te ponha louquinha?

—Faça de mim o que queira!

—Fique de quatro. Assim... Isso!

Betty sentiu a mãos fortes dele, ajeitando-a seu bel prazer, um calor invadiu seu corpo, nem a havia penetrado e já se senti totalmente entregue.

—Espere! –Betty não aguentou, tirou o vestido, ficando apenas de sutiã, já que a calcinha ele já tinha tirado.

—AH! –Armando gemeu de prazer só de vê-la assim. Esta mulher o deixava louco, pois sabia que só era assim com ele.

Sorrindo, ela pegou o vestido, esticou na grama e tornou à posição.

Armando a ajeitou pelas cadeiras, logrando que ficasse ainda mais excitada pela possessividade dele.

—Quer ser cavalgada?

—Sim, me cavalgue!

Se posicionou, tirou o sutiã para amassar seu seio, enquanto mexia com os dedos em sua intimidade. Lambia seu pescoço, descendo pelas costas, sussurrava.

—Me quer?

—É tudo que mais desejo. Ser sua!

Sentindo-a preparada, Armando a penetrou de trás para frente. Faziam pouco esta posição, só em momentos especiais e achou que este era um. Ali, cumprindo um desejo dela e amando-a no meio da natureza. Era um dos lugares que mais amava no mundo.

—Isto que é cavalgar. Gosta?

—Ai, Armando. Me deixa louca!

—Assim como deixa a mim! Ahhh!!!

Sabiam que não podiam ficar muito tempo, corriam risco de um dos seguranças do parque os virem ou outras pessoas, de modo que, abriram mão de fazer amor lento e ternamente como gostavam mais para amarem-se mais uma vez selvagemente.

Betty suspirava e retorcia-se sentindo Armando apossuindo com vigor sem deixar de lembrar de seus movimentos na pista de corrida.

—AHhh!!

—Ahhh, gosta assim?

—Me cavalga, Armando! Ahh!!!

—Sempre! –dando uns leves tapinhas em seu bumbum, que a deixaram surpreendida, pois não costumava fazer e muito mais enlouquecida.

Não demorou muito para que chegassem ao pico, vez que não havia como prolongar a explosão de prazer que os inundou.

Assim que terminou, ele se colocou debaixo dela e a puxou dando-lhe um beijo.

—Foi como imaginou?

—Foi muito melhor que imaginei.

—Ah sim?

—Bem, imaginei que...

—Vamos indo? E vai me falando no caminho, entregando-lhe a calcinha que estava guardada em seu bolso.

Betty se deu conta que estava nua e se tapou.

—Betty! -aquela mulher que voltava a ficar recatada depois de fazer amor o enlouquecia de amor e ternura.

Logo, ela colocou o sutiã e o vestido, assim como os sapatos. Um tratou de espanar a grama e a terra das roupas do outro.

—Não vai sair. –disse Betty da marca de sujeira da terra da calça branca de Armando.

—Não tem problema, tem lavanderia no clube, eles lavam.

—Mas.

—Mas não vão desconfiar?

—Não se preocupe.

Armando subiu-a no cavalo, soltou a corda do tronco e tratou de subir atrás dela.

—Segura as rédeas, sim? Assim, isso. –beijo.

—Vai começar de novo?

—Acha que é assim? Preciso de tempo para me recuperar. –disse com sorriso pícaro.

—Quem ouve acredita que não é insaciável!

—Hum...Mas sei que aqui não é o lugar! Nos arriscamos sim.

—Armando! Disse que não tinha perigo.

—Precisava te satisfazer, cumprir sua fantasia. Mas, vou te dizer a verdade: nunca fiz isto no clube e nunca tinha cavalgado uma mulher com esta roupa!

—Armando! -ele a beija

—É sério! Te cavalguei e foi muito bom. Te amo! Esta roupa é como sagrada para mim, sabe? É do clube, fica aqui para praticar, competir. Não ia usá-la para caçar. Mas fazer amor contigo. –disse apertando-a — É a coisa mais sagrada para mim. –beijo –Espero que tenha gostado. Foi como imaginava?

—Bem, faz um tempo. Mas imaginei diferente. Naquele dia que vim aqui e te vi com esta roupa, cavalgando –ficou vermelha –não sei oj oj estava tão lindo, um verdadeiro príncipe. Sonhei que vinha ao meu quarto e me beijava e depois deitávamos.

—Fazíamos amor?

—Sabe que até o dia em que fizemos amor pela primeira vez tinha o sexo como uma coisa dolorida, pois foi assim.

—Aquele canalha.

-Logo, não tinha sonhos assim...

—Molhados? -

Betty ficou vermelha.

—Sim.

—E depois de fazermos, sim?

—Bem...

—Você tímida é a coisa mais bonita, fica vermelha como uma frutinha madura –beijo -Foi melhor ou não do que fantasiou?

—Muito melhor!

—Este lugar onde fizemos.

—Muito bonito.

—Sim, é um dos poucos lugares onde costumava relaxar. Vinha com minha irmã, meus pais, quando ainda eram nossos pais. Para mim, foi muito especial. Era uma fantasia sua que se tornou minha também.

—Foi fantástico!

—Sim. –beijo –Vê-la nua só para mim neste lugar foi ahhh entende porque te amo tanto? Topa tudo que te proponho.

—Desde que sejamos só nós dois e não um ménage.

—Mas de forma alguma! Você é só minha e sou só seu.!

—Para mim, foi maravilhoso realizarmos esta fantasia.

—Sei que ficou alucinada.

—Essa roupa marca tudo.

—Ah é, espertona? Vi como estava.

—Melhor pararmos!

—Sim, melhor, pois sabe e ainda assim pegada a mim. Quero que aprenda a montar junto com Camila. Vou comprar um pônei e uma égua bem mansa.

—Não se preocupe comigo, não gaste com isso!

—Para que serve o dinheiro se não para gastar com quem se ama? Ainda mais não o teria se não fosse você! Vai ficar linda cavalgando. Faço questão.

—Ok! Mas Camila é muito nova para isso.

—Sim, ela com uns três anos, mas você agora. –beijo.

Após voltarem para a pista, Armando trocou de roupa e entregou o uniforme com recomendação de que fosse limpo e devolvido depois de passado ao seu armário.

Depois de tanto exercício, voltaram para junto de Camila, Nicolás, Michel e Camilinha.

—Tio! Eu tomei conta de Milinha! Ela é tão linda! -disse Michel

—Tão linda como a mamãe dela!

—Ah sim! A tia Betty é muito bonita!

—Olha só, galanteador como o tio, me saiu! –disse Camila –Vocês demoraram.

—Sabe que quando cavalgo, esqueço do tempo.

—Sei... –disse Camila com sorriso pícaro, pois percebeu o jeito deles e que o vestido de Betty estava sujo de grama e terra.

Flashback

Aquela tarde.

Camila e Nicolás haviam visto Caldeirón, que chegou a cumprimentá-los. Logicamente, nenhum dos dois tinha vontade de devolver os cumprimentos, mas o fizeram por educação.

—Ah, estes são seus filhos, Cami? Não, creio que esta é a filha de Armando, estou errado? -fez gesto de quem ia pegar no colo, mas Camila se adiantou.

—Não. Não está errado, é sim minha sobrinha, mas ela não gosta de estranhos. Disse Camila pegando Camila no colo.

Mário sorriu.

—Ah sim? Pois não era para ser assim. Ea poderia me considerar seu tio, titio Mário, se a mãe dela deixasse.

—Lave a boca, para falar de minha amiga. Ela não tem que deixar nada. Não tem vergonha pelo que a fez sofrer?

—Do que fala?

—Sabe muito bem do quê. –disse Nicolás puxando a mão de Michel para que se afastassem dele.

—Ora essa! –riu debochado –Será que este está pegando camila, além de Betty? Preciso descobrir! –disse Mário entre dentes

—Quem é este homem, tio Nico?

—Um idiota!

—Sim, filho, um idiota! Não estraguemos o dia de Betty e Armando. Eles não precisam saber quem encontramos.

—A Betty não o suporta!

—E tem suas razões. Por isto fiquemos calados, Nico ou ela vai ficar preocupado dele estar tão perto.

—Sim, ele estava trabalhando na Argentina. Falando nisso, estão demorando, não?

Camila sorriu, maliciosamente.

—Não acha quê?

—Seu irmão pediu que cuidasse das crianças, pois queria levar Betty para dar um passeio.

—Acha que... Não, Betty é muito tímida, o cabeção pode ser, mas Betty não...

—Meu irmão sabe persuadir muito bem, as garotas sempre ficaram loucas por ele.

—Mila, é verdade que ele agora é fiel?

—Olha, ode ter certeza. Ele sempre me contou tudo. Que não amava Marcela, que a traía, o plano deste aí e quando se apaixonou. Ele é louco por ela, morreria se ela o largasse,

—Ufa! Pois a Betty é louca por este cabeção e também morre por ele.

Fim do Flashback

—Vou à Mansão para perguntar à Carmencita se quer cuidar de Milinha.

—Hoje?

—Sim, Não tínhamos combinado?

—A cunhada tem razão, está tarde, lá é longe e ainda mais, nestes dias posso cuidar de Milinha.

—É que não queremos ficar tanto tempo afastados dela.

—Tem razão.

—Queremos cuidar dela em Ecomoda.

—Mas não achamos justo que minha mãe tenha que vir todo dia.

—Mas também não queremos que ela fique na casa de meus pais. Sinto falta dela, Me sinto culpada.

—Entendo, passei o mesmo com o Michelzinho. Mas que bom que a quer perto, porque nossos pais, não sei se Armando lhe contou.

—Sim que era só Ecomoda e viagens.

—Sim e depois os Valência. Mas façamos assim. Durante o tempo que estou aqui, eu vou à Ecomoda e ajudo a cuidar de Milinha.

—Mas você já tem o Michel.

—AH eu tembém cuido da MIlinha! –disse Michel

—Aí viu, mais um candidato.

—Está bem.

—Mas como vai, vai precisar que busque.

—Eu a levo. –ofereceu-se Nicolás. Armando não gostava nada da história, mas como Betty e Michel gostaram, resolveu não criar confusão. Estava demais de contente. Assim os seis foram jantar fora e depois Nicolás levou Camila e Michel para casa, aproveitando para namorarem um pouco quando o menino dormiu.

Já na casa dos Mendoza-Pinzón, após banharem e vestirem Camila que dormiu logo, de cansaço, pelo dia que passaram, o casal continuou com suas brincadeirinhas.

—Sabe, senhora Mendoza, esta fantasia sua acabou sendo minha –dizia enquanto arrancavam a roupa um do outro.

—É? Gostou tanto assim?

—Você estava saborosa se entregando a mim naquela posição no meio da grama, com o vento em nossos cabelos. AI, Betty!

—É! -Ela estava ainda mais desesperada para tocar a pele dele, pois fizeram duas vezes com ele de roupa.

Já em roupa íntima continuaram devorando a boca um do outro.

—Eu te amo! -tirando a calcinha, enquanto ela sacava a boxer dele. Já encaixados e amando-se, Betty fez intenção de virar.

— Que o que quer?

—Quero ir por cima!

—Você? Está bem.

—Assim Armando virou-os, ligados e continuaram-se a se beijar. Logo, Betty começou a beijar aquele peito amplo e nu só para ela e mordiscar o ombro dele.

—Ui!

—Amei fazer com você vestido com aquela roupa, mas nada como ah assim só para mim.

—Ahh gosta não é? Marca seu território..

—Que saibam que é meu!

—Tenho dona agora!

—Gosta?

—Gosto que seja minha.

Beatriz mordiscando-o, começou a colocar seu ritmo. Armando ia ajudá-la, mas resolveu deixar que continuasse, pois estava tão bom. Esta mulher sua havia aprendido tanta coisa.

—Isto, Beatriz! Isso! Sabe enlouquecer seu homem!

—Diz que meu! –mordiscando-o

—Seu, só seu! É minha?

—Sim, sua e sempre serei sua.

—Ahhh! Não precisa tanto de aulas de equitação, cavalga muito bem.

Beatriz nos braços dele, nem tinha tempo para ter vergonha, pois o prazer era muito superior à timidez e o desejo às suas forças de resistir. Assim, continuaram, explodindo.

—Minha amazona!

—Armando!

—E minha amazona sim. –beija-a com paixão.


Por Armando não acabaria a noite assim, pois gostava de fazer amor terno e suave para finalizar a noite, mas a brincadeira no clube havia sido tão cansativa e ainda a da cama que acabou cedendo aos apelos de sua esposa e dormiram abraçados e enrolados, quase desmaiados, nos braços um do outro. Afinal, o outro dia era de trabalho na Ecomoda e precisariam acordar cedo.

Notas finais
Espero que tenham gostado. A intenção é mostrar como nosso casalzinho se ama. São românticos e ternos, mas também muito apaixonados e eróticos.