Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza

165 Capítulo 164 -A rainha de minha vida


Notas iniciais
Betty havia dito que não estava cansada, só seus pezinhos, logo, Armando quer verificar direito isto. Capítulos quentes, para esquentar o Inverno

Naquela noite, os dois chegaram em casa e sabendo que Camilinha estava na casa dos pais e dormia sossegada, conforme dona Júlia disse ao telefone, resolveram não passar por lá.

Logo, assim que Betty abriu a porta de casa, Armando a pegou no colo.

—Armando!

—Seus pés estão cansados! Vou poupar seu esforço e te carregar para que não se canse à toa.

—As coisas!

—Deixe-as aí.

Betty largou tudo no chão.

—A porta!

Armando a fechou com o pé, sem largá-la.

Sem deixar de beijá-la, a carregou no colo pelas escadas. Alisava aquelas costas macias que se destacavam pelo decote.

Betty entendeu porque ele fez questão de deixar o casaco no banco do carro.

Abriu a porta do quarto e com carinho a depositou na cama.

Tirou seu paletó, afrouxou o cinto, deixando cair a calça ao chão, tirou a gravata, ficando só de camisa e boxer. Enquanto falava com a voz rouca de desejo.

—Sabe, rainha, este humilde servo quis carregá-la no colo, para poupar seus pezinhos (beijando-os). Estão muito cansadinhos de tanto dançar?

—Oj oj oj Dá cócegas!

—Pois saiba que vou massageá-los, mas também maltratá-los com cócegas por ter me maltratado tanto esta noite!

—Eu te maltratei?

—Sim.

—Quando?

—Quando minha rainha deixou que aqueles a conduzissem pelo salão (subindo com a ponta dos dedos por suas pernas) quando puderam sentir a maciez de sua pele,(acariciando-a toda) o aroma de seus cabelos (cheiro), o calor de seu corpo (abraçando-a).

Betty geme sentindo prazer em seu toque.

—Quer me deixar doido, é? Sabe que fico doido de ciúmes.

—Ai,ai.

—Puderam ouvir também os seus gemidos?

—Nunca! Sabe que ai só ai gemo para você. -beija

—Mas (beijo) fico louco (beijo) quando te tocam. Sempre!

—Sei. Mas se comportou (beijo) muito bem!

—Precisava! (beijo) Era sua noite! Merece, merece ser a rainha. Já é a rainha de meu coração, do meu corpo! Precisava que todos vissem! Mesmo que me destroce vê-la em outros braços. (beija-a)

—Sabe que não tem motivo para isso, não? Sabe que apenas você...

—Sei que é minha! -cola nela- Mas sou um bobo ciumento. Sua pele é a mais macia que já toquei. (A acaricia, enquanto ela o enche de beijos)

—Ficou linda neste vestido. Mas não é mais lindo que seu corpo.

Assim, ele acariciou seu rosto, para acessar seu pescoço e chegar aos botões do vestido, os quais foi desabotoando um a um com beijos. Deixou-a só de roupa íntima. suspirando

—Tão bela! Rainha, estas súditas infiéis tem é inveja de sua beleza! Deixe que este bobo da corte mostre quão bela és!

—Não és bobo da sua corte, és meu honorável rei, antes de tudo, meu príncipe! -beijo

—Me sinto um bobo aqui. -tira os montinhos para fora para lamber um mamilo depois o outro. Tira o sutiã, sem tirar a boca dos seios, acaricia suas costas.

Ela devolve as carícias em seu pescoço, descendo a camisa por seus braços, acariciando as costas dele. Isto o deixa louco e abocanha os peitos com vontade.

—Não. Deixe aí! -Betty queria tirar a coroa de sua cabeça, mas Armando não quis. -Minha rainha.

Assim, Betty ficou apenas de calcinha de seda rosa-choque com renda preta e a coroa. Logo, ele deixou-a apenas de coroa, sendo vestida por seu corpo varonil que deitado em cima dela, fazia-a sentir seu peso. Armando a acaricia por todos os lados, enquanto, lambia seu abdomên plano, seu umbigo, suas côxas. Betty gemia, se contorcia nos lençóis de seda, o que tornava tudo mais excitante. Poderia demorar horas naquela tortura, sentindo sua excitação só aumentar e querer romper a boxer. Sentia que poderia, como um adolescente, explodir só de roçar seu sexo em seu corpo, sem precisar possuí-la. Um adolescente que nunca viu uma mulher era como se sentia de excitação. Aquilo tudo, o corpo de Betty, aquela pele de seda branca e aquele cabelo de veludo negro estendidos a seu dispor e contorcendo-se suados naqueles lençóis, enquanto provava o doce néctar em seus lábios, eram a melhor sensação de todas. E saber que a teria a noite toda e o outro dia não precisariam acordar cedo, fazia que não tivesse pressa. Podia desfrutar daquele momento. tocá-la, lambê-la, mordê-la com toda a calma. Pois a noite era toda deles, sem compromissos de trabalho, sem relógio, sem ter que atender ninguém. Apenas ela, sua rainha, sua mulher e ele.

Betty, por outro lado, estava enlouquecendo, se contorcia, gritava seu nome. pedia que a possuísse, pois já havia tido um orgasmo e queria ser dele, senti-lo todo para ela. Mas Armando, apesar de enlouquecendo, estava amando contemplar aquele corpo desejado suando, se mexendo, vibrando por inteiro em sua boca.

—Só por você, Armando! Por favor, me tome, me faça sua! Preciso de você.

Ao perceber que Betty iria chegar lá pela segunda vez, levantou seu rosto da central de prazer, sem deixar de tocá-la com os dedos e disse sussurrando:

—Me deseja?

—Sim -também rouca desejando

—Quer ser minha?

—Sim, Armando, sim.

—Então, diga que sou seu homem, seu único homem.

—Venha, Armando, meu marido, meu homem, venha!

Sorrindo, alucinado de desejo com o sabor do néctar dela em seus lábios, — o sabor que só ele havia tido acesso -escorregou sobre ela e investiu de uma só vez, provocando um estremecimento nos dois, que gritaram em uníssono de prazer. Sorrindo, se beijaram, enquanto ele, agora não tão delicado, pois estavam dominados pela paixão, acariciava e marcava todo aquele corpo, enquanto a beijava com vontade. Ela, por outro lado, arranhava suas costas, o que o deixava mais louco.

—Arranha seu tigre, vai! -gemia -Faça-me seu.

Puxava seu cabelo. Aquele tecido de veludo negro que grudava-se no suor dos dois.

Quando percebeu que a coroa caiu, Armando sorriu e disse.

—Poderosa rainha, quero possuí-la só para mim. Deixa este seu humilde servo satisfazê-la.

—Aiii!

—Você minha rainha da beleza e do desejo. Rainha de minha vida, reina sobre meu corpo -disse colocando-a sobre o corpo dele.

—__

Notas finais
Mas que levados! Tem mais deste casal que se ama tanto.