Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
98 Capítulo 98 A visita da Fada-madrinha -continuação
—Oi, Armando!
—Oi, Cata! Que bom que passou aqui!
—Não podia falar na frente de Betty!
—Então, novidades?
—Sim, já arrumei o bufffet, os músicos. Mas estou em dúvidas: você quer fazer no salão do clube ou na Mansão Mendoza? Pois temos que checar os custos do frete, de transporte dos convidados. Ah, preciso da Lista de convidados!
—Não sei, Cata! Quero algo especial, afinal, além de estarmos completando um ano de casados, neste mês também é o aniversário de Betty!
—É mesmo! E vai comemorar tudo junto?
—Não. O aniversario de Betty... vou comemorar de um jeito especial... é uma data muito importante de uma forma particular nossa. Já tenho uns planos, Mas com certeza, muitos que estiverem na festa vão querer cumprimentá-la pelo aniversário. Aqui está a lista, meus sogros e minha mãe ajudou a elaborá-la! O que queremos é uma festa no estilo festa de casamento mesmo. A festa que não tivemos, já que Seu Hermes de forma alguma teria dinheiro para pagar por algo assim.
—Realmente não.
—E não queria chateá-lo, nem a ele, nem à Betty.
—Ah, então, você não quer uma festa de Boda e sim uma Festa de casamento?
—Sim, quero proporcionar isso à Betty! Dar a festa que ela nunca teve! Com direito a tudo que uma festa de Casamento teria! Sei que tem um pouco de trauma de festas, mas creio que juntos podemos fazer com que tenha uma boa experiência desta vez!
—Está bem, então! Tenho que correr! Temos apenas 40 dias para isso! Quero fechar ainda hoje!
—Faça o necessário, Cata! Já falei com o clube e é só falar em meu nome e estará tudo certo. Caso não tenha para a data, aí faremos na Mansão Mendoza.
—Está bem.
—Tem carta branca, Cata. E valores já te falei, tenho disponível o que ia gastar no casamento.
(Se despediram e Catalina foi providenciar as coisas. Mas já tinha umas ideias na cabeça para a Festa de casamento surpresa que Armando queria dar a Betty)
Depois de conversar com Catalina, ele continuou trabalhando, até que Betty apareceu em sua sala.
—Oi!
—Oi, Betty! A que devo esta honra?
—Vim te visitar, estava morrendo de saudades!
—Eu também, mas evitei de ir lá, porque seu pai está na empresa...
Betty riu de seu jeito.
—Ele não morde!
Então, ela fechou a porta.
—Ai, Betty! Não faz isto! Sabe que ele pode passar em sua sala e vendo que não está, vir te procurar aqui...
—E daí? Somos casados! -Armando estava sentado em sua cadeira e Betty começou a beijá-lo na boca enquanto falava
—Eu sei! Mas sabe como ele é... Para ele não podemos...
—Ora! Só uns beijinhos! (senta no colo dele) — Estava morrendo de saudades de seus lábios!
—Também morria por beijá-la... mas sabemos como isto acaba.
—Não tem domínio próprio, Sr. Mendoza?
—Sabe que desde que ficamos juntos não consigo ter auto-controle! Você tem isto! Eu não! (Correspondendo aos beijos dela) Sabe que não resisto a você, sabe!
—Só uns beijinhos, Armando! Nada demais!
—Para você é fácil falar...
Alguém bate a porta. Ela pula do colo dele.
Era Seu Hermes, para desespero de Armando.
—Estou falando! Agora eu fico como? -cochichou, visivelmente animado
—Calma!
(Betty ajeita seu cabelo, limpa a boca e abre a porta)
—Oi, papá!
—Minha filha! O que faz aqui?
—Ora, papá! Sou presidente da empresa! (riu)
—Digo aqui nesta sala, de portas fechadas...
—Ora, papá... Estávamos discutindo coisas do próximo lançamento, Catalina acabou de sair daqui.
—Sim, estávamos discutindo com ela a respeito.
—Minha filha, o diabo é porco.
—Sabemos! Mas não estávamos fazendo nada!
Armando deu um sorriso amarelo.
—Bem, já são 18 horas, eu já terminei de ver as coisas com Nicolás, então, já vou para casa!
—Acho que podemos ir também!
—Sim, já é tarde!
—Vamos, Armando?
—Ah, seu Hermes, podem ir na frente. Tenho algumas coisas para salvar aqui e já desço!
—Ah, esperamos, então.
—Não, papá! Vamos até minha sala, mamãe está lá. Me ajude a pegar umas coisas. Te encontramos na portaria, Armando.
Betty conhece muito bem Armando e sabe como está, então puxa seu pai para sua sala.
—Esta minha Betty!
Ele vai ao banheiro, a fim de se recompor.
—Esta noite ela me paga! -lava o rosto e o cabelo e ri.
Recomposto, Armando os encontra na portaria.
—Vocês vão lá para casa jantar?
—Estava pensando em levá-los para jantar! Amo a comida de Dona Júlia, mas passaram o dia todo fora, ela deve estar cansada para cozinhar ainda!
—Imagina, Júlia não se importa com isso!
—Ah, meu filho! Muito obrigada! Para mim, seria um prazer cozinhar para vocês, mas realmente não tenho nada preparado.
—Deixemos para outro dia, então, mamãe! Aceitemos o convite de Armando!
—Doutor, mas iremos novamente a estes restaurantes caros?
—Olha, Seu Hermes! Estou convidando, não ligue para isso!
—Doutor, por que seu cabelo está molhado?
—É... é... é que fora do lugar, então, para penteá-lo, tive que molhar.
—Pode se resfriar assim, Doutor!
—Grato pela preocupação, Seu Hermes!
Betty entrou no carro, rindo, enquanto Armando virou os olhos. Todos foram jantar fora no Lenoir (Há um tempo, não iam, apenas almoçavam lá e depois iam jantar na casa de Dona Júlia ou na casa deles mesmo, alguma coisa congelada.)
—Quanto tempo, Dr.Mendoza!
—Ah sim, é que à noite quase não venho mais! Mas hoje vim com a família.
—Sim. Bem-vindos! Vou conseguir uma mesa.
A família se acomoda, Armando e Betty fazem os pedidos, Betty pega Camila para que Júlia possa se alimentar. Armando, então, dá umas garfadas de comida na boca de Betty.
Depois o casal Pinzón segue para sua casa e a família Mendoza para sua.
Camila chega chorando em casa e Betty vai dar banho, trocá-la, dar de mamar e colocá-la para dormir.
Quando volta não encontra Armando deitado na cama.
—Ué? Onde ele está?
Procura na sala, no outro quarto, na cozinha, passa no quarto de Camila, verifica que ainda está dormindo.
—Armando! Armando!
—Aqui, Betty!
—O banheiro! Não olhei lá!
Quando chega no banheiro, encontra tudo à meia luz, além das velas aromáticas, uma garrafa de vinho e Armando deitado na banheira com uma taça em suas mãos e outra ao lado, a qual ele lhe ofereceu.
—Pensei que gostaria de um banho relaxante depois deste dia cansativo.
Ela ajeitou os óculos.
—Sim, claro.
—Entre aqui!
—Já terminou o seu banho? -disse, dando uma de inocente
—Hum... estava pensando que podia tomar comigo...e ganhar uma massagem, tomarmos um vinho juntos.
—Sabe que só bebo em ocasiões especiais. -ainda fazendo-se de desentendida e difícil
—Hum... achei que ficar comigo era um desses momentos.
Lógico que ela não iria resistir por muito tempo e foi para a parte de trás do banheiro, tirou a roupa e colocou o roupão, para tirá-lo à beira da banheira. Acomodou-se nos braços dele, colocando a cabeça em seu peito. Ele, então a beijou e ofereceu-lhe a taça.
—Brindemos a quê?
—A nós dois, Betty!
Após outra taça, Armando a abraçou forte e virando-a a beijou apaixonadamente.
—Sabe quanto a amo, não?
—Sim. E você –acariciando o rosto dele- sabe como sempre o amei, Armando!
—Sei! (Beijo, beijo) Morro por beijar teus lábios o dia inteiro hoje.
—Te disse que à noite, compensaria...
—Mas não aguentou. Fui mais resistente que você! Risos Quase que seu pai me pega daquele jeito!
Betty ri de seu jeito
—Ah só fui lá para te beijar!
—Mas sabe como sou... descontrolado!
—Sei!
—Bem... Mas agora... (beijos) Diga-me... (suspirando)
—Sim, Armando Quero e desejo ser sua! De novo! Te amo!
—Ai, minha Betty!
Então, com o cheiro as velas aromáticas a perfumar o ambiente, à meia luz, sentindo o calor do desejo que emanava de seus corpos juntando com a água quente borbulhante da banheira, Betty e Armando foram um do outro mais uma vez, com todo o amor e desejo que sentiam, como se o tempo parasse e tivessem todo o tempo do mundo para se amarem, sem pressa.
Depois ficaram conversando e tomando o vinho que havia ficado parado no fundo da garrafa.
—Sabe, além de fazer amor contigo, o que mais gosto de fazer é isto: ficar conversando ou nos beijando após o amor!
—Também, amor! (beijo) Sempre temos algo para falar!
—Que seja sempre assim, Betty. (beijo) Adoro falar com você!
—Você não conversava após fazer... amor?
—Só fiz amor com você, Betty! Mas se quer saber, com as ... outras fazia e cada um ia para seu lugar e com... você sabe, Marcela, não, não era assim. Terminava de fazer e já começávamos a brigar! Ou sobre a empresa, ou de ciúmes, e até por sua causa!
—Sério?
—Sim, ela vinha falar mal de você! -risos
—Mas depois de fazer contigo, ela ainda brigava ou falava mal de mim?
—Sim -riso- Principalmente. O que fazia com que pensasse em você de uma forma ou de outra.
—Jamais iria falar de outra, ou pensar em brigar depois de fazer amor contigo!
—Eu sei que não! -beijo
—Aliás, se tivesse brigada contigo, jamais faria amor, não sei fazer pela metade!
—Sei, por isso, nunca darei motivo para que brigue comigo. Sabe que sou louco por você! Porque você se entrega totalmente ou não se entrega.
—Mas é louco por mim mesmo?
—Sabe que sim.
—Sempre pensei que eu que era por você! (Beijos)
—E continuo sendo cada dia mais!
—Bem, vamos ficar aqui a noite inteira? Vamos ficar resfriados!
—Vamos para cama, então!
Ele, então, desliga a banheira, levanta, coloca o roupão, a puxa, ficando os dois em pé na banheira, a abraça, beija, a cobre com o roupão, pois sabe que apesar de tudo, fora do amor em si, ela é muito tímida. E a leva no colo, beijando-a para a cama.
Ele, então a secou com o roupão, acariciando-a, ele fazia fazia o mesmo nele, então, ele passou a beijar cada parte que secava até chegar no pescoço, deitando-se sobre ela.
—Seja minha novamente.
—Quantas vezes quiser, mí amor!
—Te amo, minha Betty! Mais que a mim mesmo, mais do que minha vida!
Então, ele a possui de forma intensa e apaixonada, para que ela sentisse o quão louco de amor era por ela.
—Nunca, nunca desejei uma mulher como te desejo! -sussurrando dentro do seu ouvido, é a única que amei na vida!
Betty suspirava de amor e prazer em seus braços
—Também, mí amor! O único que amei de todo meu coração, meu corpo e minha alma.
Com um beijo apaixonado e enlouquecido sufocaram os gritos de prazer ao chegar ao êxtase juntos. porque no outro quarto, Camila dormia tranquilamente.
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