Este Hugo me deixa louco!

—Não se estresse, meu amor! Ele só faz para provcar! No começo, eu me abalava, mas aprendi a não lhe dar confiança e pode ver que já não implica maiss comigo, nem me chama de Moscorrofio, ex-feia, nem nada! Ojojo!

—Betty queria ter a sua paciência!

—Tudo aprendi com dona Catalina! Ojojo!

—Já lhe dei conselhos sobre isso, Armando!

—Mas Armando melhorou muito, hoje Daniel o provocou e ele aguentou firme.

—Muito bem!

Armando ficou vermelho, pois lembra muito bem o que sua esposa fez para que se acalmase e decidiu que isto não ficaria assim, iria pagar muito caro por lembrá-lo disso.

—Com licença, tenho muito trablaho.

Na hora da saída, Armando passa para buscá-la.

—Vamos!

—Mas já?

—Já está tarde. Para mim esta tarde foi uma eternidade. Não imagina o suplício.

—O quê?

—Preciso falar? E ainda cita que eu "fiquei calminho" com as provocações de Daniel quando sabia que fiquei porque a senhora estva fazendo maravilhas com suas mãos.

—Ojojo!

—Fica dando estas rissadinhas que não respondo pelos meus atos, Beatriz! Sabe que sou um desequilibrado! Vamos! -disse, pegando sua bolsa e puxando-a pelo braço.

—Ojojo!

—Beatriz!

— ojojo!

—É aquela risada que faz quando está em meus braços!

—Doutores!

—Tenham boa noite!

Beatriz mal podia falar, queria rir e precisava se segurar. A bochecha est já estava vermelha. Armando a segurava firme pelo braço e jogaram-se dento do elevador.

—E estes dois?

—Vão ter uma noite daquelas! -disse Aura Maria.

-Ai, que inveja!

—Ai, você também queria estar com seu Armando?

—Não, imagina! -disse Sandra com vergonha.

Sandra fechou os olhos e imaginou que seu antigo chefe a puxava para dentro do elevador.

—E em quem está pensando?

—Er, em um cara lá da produção. Alto, forte e loiro.

No elevador...

Amando presiona Betty contra a parede para beijá-la. Ela corresponde às carícias.

—Desde que me tocou que estou como louco.

—Ai, meu amor, se controla. Deixemos para quando chegarmos em casa.

—Hoje, seus pais estarão lá! E estou que não me aguento.

Armando percebia como o elevador decia rápido demais para o gosto dele.

—Amor, depois que eles forem, prometo que faremos na banheira.

—E acha que vou aguentar, Beatriz? E no carro?

—No meio da rua? Pois não vou conseguir ir a nenhuma parte, Beatriz.

—Então...

Sem pensar, Armando virou a chave.

—O que aconteceu?

—Lembra da minha fantasia de possui-la aqui? Chegou o dia, Beatriz! E aqui não temos câmeras!

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Notas finais
Este Armando é um levado! Acham que a espertona vai dar mole e deixar-se possuir no elevador de Ecomoda ou resisitira bravamente?