Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
247 Capítulo 243
A reunião estava maçante como sempre.
E sem a presença de Marcela, Seu Roberto e Margarida, Daniel Valencia pode ser ainda mais grosseiro e chato que sempre.
Mas coube à Betty respirar fundo, manter a calma e tentar fazer Armando se acalmar e aguentar as provocações.
—Me parece estarem certo os números.
—Sim, seu Roberto também os aprovou.
—Mas Roberto é um Mendoza também!-disse o irônico Daniel -Mas sim estão certos. Parece que continua fazendo um bom trabalho, Beatriz! -olhando fixo nos olhos dela -Sei que é uma ótima profissional e boa presidente. Mas já foi capaz de maquiar balancetes e agora que é uma Mendoza também! -ri.
Betty coloca a mão sobre a perna de Armando, que já começava ficar nervoso com o que dizia.
Sabia que Armando estava nervoso com o que dizia Daniel e muito mais com os olhares libidinosos que Daniel lhe lançava.
—Sabe que isto tudo poderia ser diferente. -disse, passando a língua nos lábios, que no passou despercebido a Gutiérrez que fez seu conhecido biquinho.
Armando queria voar no pescoço de Daniel e bater forte no insolente, mas não conseguia levantar, vez que Betty estava alisando seu membro com vontade por baixo da mesa. Sua excitação conseguia ser mais evidente que sua raiva. E sua eesperta esposa sabia que isto era uma forma de controlá-lo.
—Receberá seu cheque pontualmente, dr. Valência, isto é o que lhe interessa desta empresa! E quanto a minha intimidade, não preciso de sua aprovação, ela pertence tão somente a meu marido, Armando MENDOZA!
—Faça bom proveito! -disse cínico, mas com raiva
—Isto pode ter certeza, Danielzinho!
—Gostei de ver, Armandinho! Tolerando as provocações, como se tivesse sangue de barata. disse Daniel, cínico
Sem se aguentar, por conta das carícias atrevidas das mãos da esposa dentro de sua boxer, Armando reúne forças.
—Prefiro guardar minhas energias para alguém que NUNCA poderá ter!
Daniel riu irônico sem imaginar o que seria.
—Vamos! -disse, Betty retirando a mão do local.
—Vou ficar mais um pouco! -disse Armando, desesperado — E você fica aqui! -segurando o braço dela.
Gutiérrez e Nicolás se levantaram.
—Desejam mais alguma coisa?
—Que você saia e feche a porta! -disse Armando
Aura Maria saiu correndo.
—Você é uma espertona!
—Melhor irmos para a sala!
—Acha que consigo andar assim? Veja o que faz comigo, Beatriz! -disse mostrando todo seu explendor à esposa.
—Aqui na sala não é um bom lugar!
—Que termine ao menos o que começou!
—Armando!
—Não provocou?
—Não podia deixar que batesse no Valencia.
—Pode ter certeza que faria!
—Amor, mesmo que eu tenha vontade de fazer o mesmo, não poderia permitir. Ele faz isso porque quer apanhar e assim te expor ao ridículo perante todos. Precisava te acalmar.
—E acha que é a única forma de me fazer ficar calmo?
—Sabe que é!
—Tem razão, espertona! Sente aqui no colo, quero possuí-la e lembrar da cara de idiota babão de Daniel por não poder tê-la!
—Nunca o terá! Sou só sua!
—Só minha! Ah! Não posso levantar daqui, minha calça nem fecha! Você é uma privilegiada de ter um marido assim!
—Um marido muito humilde!
—E que culpa tenho? Vem, deixa que te faça minha nesta sala onde já sofremos tanto.
—Aqui tem câmeras!
—Maldito sistema de segurança! Mas debaixo da mesa não.
Sem opção. Beatriz deixou que seu marido guiasse sua mão para satisfazê-lo.
Se a câmera não iria flagrar o amor que poderiam fazer em cima daquela mesa, os seguranças podiam imaginar muito bem o que acontecia ao ver os olhares tortos de prazer que o chefe fazia.
—Maldita seja! Você é boa em tudo! -dizia Armando batendo com a mão na mesa.
—Shiu... Vâo escutar!
—Dane-se, estão acostumados! Ahhh! Sua safada! Ai, Beatriz! Me enlouquece! AHHH!!! Vai ver! Isto é só introdução!
Armando virou os olhos e bateu com a testa na mesa, o prazer era imenso. Até escorregou pela cadeira.
A mulher apenas tirou sua mão, limpou-a com o guardanapo e tomou um copo d´´agua olhando para o homem quase desmaiado sobre a cadeira. Armando olhava encantado para a esposa.
—Te amo!
—Também te amo, meu amor! E tudo isto é por você! Não quero que o vejam como um selvagem, muito menos seus pais. Que eles saibam quem é o Dr. Valencia de verdade!
—Você é um príncipe, um cavalheiro!
—Serei para você! -disse fechando a calça. -Faço o que quiser! -chegando a ela e dando-lhe um beijo. -Mas em seus braços serei doce, mas também selvagem. -disse sussurrando em seu ouvido, provocando-lhe arrepio.
—Ah, sim.
—Vai ver! Agora, trabalhemos para podermos estar livres logo.
O restante do dia correu normal. Conversaram com provedores, conferiram o maquinário e etc.
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