Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
166 Capítulo 165 -Dança de amor
Notas iniciais
Betty cavalga com amor seu querido e sexy marido.
—Isto, meu amor, já é uma especialista, me cavalga! Minha amazona!
Betty até fica vermelha, mas o prazer e o desejo que sente por este homem que a deixa alucinada é tão grande que só consegue ter vontade de satisfazê-lo mais e mais. Cavalga-o com desejo e amor, deixando seus seios balançarem, assim como seu cabelo, o que o deixa mais louco. Assim, ela morde aquele peitoral tão másculo, aqueles braços tão fortes, aquele corpo tão sexy e tudo tão disposto a ela. Ouvi-lo gritar seu nome só a faz ficar mais louquinha por ele.
—Que delícia, Betty! Vem cavalga seu homem! Só quero você! Só seu! Rainha do meu prazer.
Betty pula como uma desesperada em cima de seu marido.
-TE AMO, ARMANDO! ME ENLOUQUECE! QUERO-O MEU!
—SEMPRE SEU! COMO É MINHA! MINHA!, SÓ MINHA!
Vira-a para baixo, sem se desgrudarem explodindo de prazer.
—BEEETTTTYYY!!!
—ARMMAAANDOO!!!
Depois unidos, se beijam com paixão. Por sorte, haviam comido bastante na festa, não precisavam interromper para se alimentarem.
Logo, após duas vezes, estavam sedentos.
—Betty! Foi mágico, como sempre. É uma especialista em tudo.
—Aprendi tudinho com o senhor!
—Claro. -puxa seu cabelo com desejo -Fui eu que ensinei-a a arte de fazer amor em diversas posições!
—Oj oj oj
—Na minha cabeça sou seu único homem.
—E para mim, você é meu único homem desde sempre!
—E nunca antes havíamos feito amor! Beijo
—Está com sede?
—De seus lábios.
—Digo sério.
—Também. -beijo -Espertona! Vou buscar algo na cozinha!
Armando prepara duas taças e traz a garrafa dentro do balde de gelo.
—Hoje! Meu amor é um dia especial! Como se fosse sua formatura. A formatura que não teve!
—Não ia ser boa! Ia ser como meu baile de 15 anos. -beijo -Não tinha o homem mais divino para acompanhar-me!
—Mas hoje teve vários em seus braços, dançando. Falando nisso, senhora Mendoza, deve-me uma dança.
—Ai, Armando. Estou cansada!
—Cansada? Cansada é? Me disse que estava cansada e chegou aqui me devorou!
—Armando!
—Sim, espertona! -dando-lhe um beijo apaixonado
—Te disse que não estava cansada no corpo, mas que minhas pernas e meus pés me matavam por causa do sapato alto. Não me acostumo.
—Hum, É esta questão? E se propusesse que fizéssemos amor de novo?
—Acha que iria resistir ao prazer de ser sua?
—Ah espertona. Me alucina com este jeito de olhar. -beijo beijo -Tenho uma ideia!
—O quê?
—Espere e verá!
Ele vai até o aparelho de som, pega um CD com suas músicas de Jazz favoritas. Pega o vinho, serve mais para eles.
—Beatriz, vista seu vestido, mas não coloque a lingerie!
—O que está querendo?
—Faça o que digo.
Betty veste o vestido, sem nada por baixo. Ele coloca só a camisa com gravata. Coloca o CD para tocar.
—Coloque o sapato alto, Betty!
Sem contestar ela obedece, com certeza, pelo brilho em seus olhos, a ideia deve ser ótima. Armando sempre sabe o que faz. É na cama o que ela é nas Finanças.
—Muito bem. Está linda, como no baile. Concede-me esta dança, bela dama?
—Sim, cavalheiro. (com dores nos pés) Mas devagarzinho, pois meus pés doem.
—Segura em meu pescoço com força.
—Assim?
—Com os dois braços. Se pendura!
—Assim?
—Isso. -levanta a saia dela, alisando suas pernas.
—Me ama?
—Sim. -beijo
—Me deseja?
—Sim. Mas meus pés doem, posso tirar os sapatos?
—Não! -sussurra em seus ouvidos -Não! Isto!
Enquanto ela abraça seu pescoço com os braços, ele tira a mão da cintura dela e a alça pela axila em seus braços.
—Abre as pernas em volta de mim. Isso! -ele a ajeita e encaixa-se no meio dela.
—AiI!!
—Aii, meu amor, isso! Não precisa usar seus pés. .Não se canse! Deixa que te carrego.
Encaixado em seu corpo na posição do amor, beijando seu cabelo. Armando rodopia com ela nos braços.
—Ai!
—Está bom?
—Ai, Armando! Só você para fazer estas coisas!
—Deliciosas! Pensando bem, bem melhor dançar contigo assim! Uma dança erótica só nossa! Nenhum ia poder dançar contigo assim sem ser Armando Mendoza!
—Sim, amor, sim!
Ela abre a camisa dele para beijar e mordiscar seu peito.
—Vai com calma, amor! Ou não consigo ter forças para te segurar! Pois amo quando faz isso! Mas deixa para a cama!
—oj oj oj!
No ritmo da música, bailam eroticamente, fazendo amor lentamente.-Te amo tanto!
—Eu mais!
Ele começa a beijá-la e aumentar o ritmo pois a música e mais animadinha. Logo, encosta na parede para poder apoiá-la, amando-a melhor, ainda dançando.
Depois do êxtase nos braços um do outro, ainda encaixados, e a leva para a cama, onde se beijam e dormem ouvindo música.
De madrugada, ele acorda, vendo Betty deitada desmaiada sobre seu corpo.
—Que mulher esta que tenho! Tão linda. Doce, terna, mas esquenta que é uma beleza.
Passa os dedos com delicadeza e devoção do rosto às pernas, arrepiando-a.
—Armando... -Betty sussurra, adormecida.
—Meu amor! Este seu marido doido levado que não a deixa descansar direito. -Sorri.
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