Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
153 Capítulo 152 -Um prêmio muito especial
Depois de passar um tempo sem conseguir dormir, Armando cochila. Betty dorme pesado como ocorre naqueles dias.
Ao amanhecer.
—Bom dia, mi amor!
—Bom dia, Betty!
—Vamos tomar o café? Minha mãe já veio pegar Mila. Vamos encontrá-los?
—Está bem. -beijo
—Algum problema?
—Sim, quer dizer, não. Betty, quero te falar uma coisa.
—Não pode ser depois do café? Estou com fome. Ojojo
—Ok.
Os dois se dirigem onde estão servindo o café.
—Daqui a pouco, iremos aportar em Santa Marta. Nunca estive lá. Dizem que é bonito. Cata separou roupas para colocarmos. Armando está me ouvindo?
—Hã?
—Sim, claro.
—Bom dia! -cumprimentou Sofia, a modelo
—Bom dia! -Betty estranhou, porque com exceção das modelos mais próximas, como Adriana, por exemplo, elas não vinham cumprimentá-los (ao menos quando ela estava presente) e agora já era a segunda vez em menos de 24 horas.
—Bom dia, Armando. -Ele não podia crer que seu pesadelo estava ali materializado
—Bo-bom di-a.
—Está um lindo dia, não? Eu louca para pisar minha terra, novamente, sou de Santa Marta.
—Ah que bom!
—E rever amigos e TUDO QUE VIVI ali! Você não, Armando?
—Não, eu sou de Bogotá mesmo. Fiquei pouco tempo em Santa Marta e não me lembro de nada.
—É? Mas pode muito bem recordar. -disse, entre dentes.
Mas Betty esperta como é, ouviu, mas fingiu não escutar.
-Bem, eu vou indo agora, pois Huguinho me espera. Nos vemos e terminamos o assunto que começamos em Santa Marta!
-Nem morto. -disse ele entre dentes, mas Betty outra vez ouviu. Quando Sofia virou as costas.
Armando sorriu amarelo.
—Está acontecendo algo? É impressão minha ou esta moça está diretamente coqueteando contigo?
—Betty, podemos falar na cabine?
—Sim, já acabei.
Apesar de parecer tranquila, por dentro Betty estava gelada. Sempre temia o dia em que Armando pudesse lhe dizer que estava apaixonado por outra e lhe deixar. Acreditava em sua fidelidade. Mas como tinham combinado que se um dia se cansasse dela ele falaria, não agiria como fazia com Marcela e Betty, em contrapartida deixaria o caminho livre e seguiria o seu.
Na cabine:
Betty estava arrepiada, sentia que algo estava acontecendo:
—Pois bem, Armando. Sou toda-ouvidos!
—Betty, quando cheguei ontem você estava dormindo. Queria ter te contado.
—O quê?
—Aquela modelo, a Sofia Pérez que nos cumprimentou agora no café.
—Sim. Sei. Ela gosta de cumprimentar, não?
—Ela e eu tivemos um caso.
—”Ai, não. Não me diga, por favor, não.” -Betty rezava
—Foi há muito tempo quando Ecomoda estava procurando lugares para implantar sua loja. Visitamos Cartagena, Santa Marta e Barranquilla. Fiquei um tempo em cada cidade e fomos a agências selecionar modelos, meu pai e eu. Nisto conheci Sofia e a chamei para desfilar para Ecomoda.
—Lógico.
—E como está pensando, passei-a por minha cama.
—Não iria deixar. Que cruz!
—Era outra vida. Deixe-me continuar. E não uma vez, mas várias. Sim, estava fascinado por ela. (cara de ciúmes de Betty) Levei-a para desfilar em Bogotá e Hugo adorou. Era uma de suas favoritas. Logo, comecei a namorar firme com Marcela e ela riscou quais modelos não poderiam desfilar e como a fofoca com Sofia nos corredores era forte, foi cortada. Hugo colocou a culpa em mim. Desde então, ele seleciona as modelos, tirando as da Lista negra. E qual não foi minha surpresa quando encontramos com ela aquele dia da inauguração?
—Realmente, você ficou branco como papel!
—Não esperava vê-la nunca mais. Desde aquele dia quando por acaso encontro com ela, ela joga indiretas ou vem nos cumprimentar. Jura que nunca provoquei. Mas ontem passou dos limites!
—O que aconteceu?
Armando conta e Betty cheia de ciúmes pergunta:
—Tem certeza que não gostou?
—Absoluta. Senti nojo! Parte de meu passado que quero esquecer. Só que vivem aparecendo essas loucas.
—Você as enlouqueceu, já te disse. Só tem isso para me contar? Não correspondeu ou se excitou?
—Não, sabe que não. O seu feitiço é forte demais, doutora. -beijo -E o que vamos fazer a respeito?
—Por hora, nada. Não se pode culpar por serem loucas por ti. É impossível esquecê-lo.
—Não tem nem um pouco de ciúmes?
—Um pouquinho, sim.
—Só?
—Estou louca de ciúmes! -disse Betty, beijando-o. Mas o que me importa é se você gostou ou não.
—Não gostei! O que passou, passou.
—Então, Armando. Se disse não, já basta.
—E isto não é tudo. Antes na piscina ela me deu um beliscão.
—Onde?
—No bumbum.
—Abusada. Isto (dá um beliscão também no bumbum) e isto (dá um tapinha) só eu posso fazer!
—Você pode! –beijo -E não vai fazer nada a respeito?
—Vou. Não vou mais contratá-la, querendo Hugo ou não. Mas este desfile dos Cruzeiros, ela tem que desfilar! Sejamos profissionais. –disse Betty
—Nós somos! Mas ela não.
—Hum -que me importa? -o beija e dá outro beliscão no bumbum dele. –O que me importa é você!
—Ah se pudesse te pegar. (Mas ele a abraça, amassa, beija.)
“Não pode, mas vou te dar uma surpresa.” –pensou Betty
—_____
Quando aportaram em Santa Marta, o guia explicou que era um dia de passeio turístico e não livre, de modo que deveriam usar roupas da Ecomoda e serem fotografados pelos fotógrafos contratados. À noite poderia ser livre.
—Santa Marta é a cidade mais antiga da Colômbia e da América do Sul, foi fundado em 1525 -começou a dizer o guia — É conhecida como “la perla de América“.
Logo, os levou ao Centro histórico, ao Parque Bolivar, à Catedral (a primeira Catedral do país)que deixou Betty e dona Júlia encantadas, lá Armando, que foi seguido por Roberto e Hermes prometeram amor eterno às suas esposas.
As ruas coloridas e o comércio de rua também encantaram.
—Vai ser difícil concorrermos com estas roupas! Ojojo
—É que nosso público é outro, Beatriz!
Como era um dia só na cidade, Betty queria aproveitar ao máximo. No entanto, Armando queria ir ao hotel, situado na Playa El Rodadero.
—Ah, mi amor!
—Betty, é que já conheço tudo isso.
—É? Mas eu não! Mas você pode ir ao hotel.
—Pensei que ficaria com cólica como das vezes que fica.
—Eu estou, mas tomei remédio. Quero conhecer os lugares. Se está cansado pode ir para o hotel.
—De modo nenhum deixo você sozinha! Estamos juntinhos os dois. Ou os três, com a nossa monstrinha.
Betty também comprou algumas roupinhas que vendiam nas barracas, assim como o tampão (tipo O.B.) que a permitiam tomar banho de praia e mar.
—Está bem! Gostaria que levássemos a nossa monstrinha, nossas mães e minha irmã à praia.
—Ok Se elas quiserem.
Assim, Júlia, Margarida, Camila, Camilinha foram à praia acompanhados por Betty e Armando, Hermes (que foi contrariado e implicou com a roupa de Betty dizendo o diabo é porco).
Mas Armando achou que o maiô retrô estava de bom tamanho. Só não gostou de ver que Nicolás não saía de perto de sua irmã.
—O que este dentuço quer com a Mila?
—São apenas bons amigos. –disse Beatriz
—Espero que sejam como vocês dois ou pego ele por abusar de minha irmã!
—Ojojo! Ela é mais velha que você e já foi casada.
—Não faz diferença.
—Faz sim. A única mulher que o Nicolás teve foi a oxigenada.
—Aí está! E é louco por ela e vai saber se este filho da oxigenada não é do Nicolás¿
—Ela é adulta e sabe o que faz. Ainda mais não viemos aqui para controlar ninguém.
—Sim, viemos para -beijos -a pega no colo e rodopia.
—Ah, vou cair.
—Nos meus braços.
Quando ele a deixa no chão, sai correndo e ele vai atrás dela.
—Ah, é, espertona? Te jogo no mar.
—Jogue!
—Você não pode.
—Quem disse que não?
Ele com as pernas cumpridas, logo a alcança. Pega no colo e leva para o mar.
—Já acabou?
—Não. Mas estou usando tampão!
—E não é desconfortável? (com ciúmes daquela coisa tão pequena, mas privilegiada)
—Um pouco. Mas posso tomar banho de mar! Foi isto que comprei na farmácia àquela hora.
Seu Hermes de longe os segue com a mirada e diz à Júlia que o diabo é porco!
—Ai, Hermes! Deixa os meninos. Eles se amam! Parecem duas crianças!
—Só que não são crianças, não são. E estão dando escândalo.
Júlia balança a cabeça
—Seu Hermes não perde a mania!
—E você inútil? Para de andar cercando a irmã dos outros. Daqui a pouco Armando vem e te dá uma bifa.
—Ele pode vir depois a Betty dá um jeito nele! -ri de seu jeito
—Seu Hermes, meu irmão não pode fazer isto, pois já sou bem crescidinha.
—Olha essa, Júlia! Vocês mulheres agora vem com isso! É uma senhora casada. Tem seus pais e não se manda sozinha!
—Com todo respeito, Seu Hermes! Não estou mais casada, há tempos me mandei da casa dos meus pais, tenho um filho. E me sustento com minha empresa, não é nem com Ecomoda. Então, por favor!
—Deixa, Mila. Seu Hermes é assim de 1800.
—Quem é de 1800 é você, lagartixa!
—Olha a roupa de banho dele! Nem quis usar da Ecomoda. Parece que está de terno.
—Volte aqui, Microláx! Volte aqui. -Seu Hermes sai correndo atrás de Nicolás.
Mas não é só Hermes que está cuidando da vida alheia: com binóculos e óculos escuros, Sofia vigia o casal no mar se beijando
—Ora essa! Já fizemos isto e muito mais nestas águas. Ela está na minha praia, minha terra. Ai, cachaquito. Me prometeu que quando largasse Marcela seria meu! E te prometo que vai ser!
Sofia lembra-se da gravata e conta para uma das modelos mais fofoqueiras sua versão dos fatos: que fez sexo com o vice-presidente, esposo da presidente.
—Isto é sério? Eu conheço a fama dele, mas desde que se casou, dizem que tinha ficado fiel!
—E acreditam nisso? Isto é fachada. Ao menos comigo não resistiu e foi ardente como antes. Ele é o máximo na cama. O melhor homem. Ai só de pensar. Tente você também.
—Ai, não sei se teria coragem e se descobrem e perco meu job? A Ecomoda paga bem.
—Pois não me importo.
Não precisou muito, logo, esta modelo contou para outra e esta para Hugo que deu o grito ao céu.
—Ah, eu sabia! Pau que nasce torto nunca se endireita!
—Mas você não vai contar nada para Betty, vai?
—Não sei Jac, não sei! Não tenho mais nada contra a presidente, mas devo isto a March, minha amiga, ex de Armando. A coitada ficou com fama de corna e que não foi mulher suficiente para prender Armando. No entanto, o problema está neste Macho cabrio reprodutor! Ele que não consegue segurar-se! Minhas modelos foram vítimas dele. (ah, tá as “santinhas”)
—___
Betty e Armando tinham combinado de que nada iriam fazer à Sofia, caso se comportasse e fosse profissional. Não sabiam da mentira que ela tinha inventado e que chegou nos ouvidos das outras modelos e de Hugo.
Uma pena que você possa usar o tampão para ir ao mar, mas não possa fazer amor comigo. Estou tão...
—Sei, posso sentir. Mas podemos fazer outras coisas.
—O que pensa, espertona?
—Fica olhando o mar, senhor Mendoza. Relaxe e largue-se à sua Betty!
Ele arregalou os olhos. Ela iria fazer o que pensava? Ficou excitado só de pensar. Ela então, começou a beijá-lo, desceu sua bermuda, abraçaram-se e acariciou-o por cima da sunga sua parte.
—Gosta?
—AI, Betty! Você assim levada me deixa ainda mais louco.
—Não gosta de mim tímida?
—Gosto de você de qualquer jeito. O que vai fazer?
—Relaxa! Deixa sua Betty cuidar de você.
Betty acaricia e beija seu peito, sua barriga e desce sua sunga pelas pernas musculosas dele, liberando sua masculinidade.
Betty ficou muito vermelha, pois Armando estava com a excitação a pico, mas precisava continuar. Logo, seguiu carinhando, ele segurou na sacada, olhando o mar. Ela apertou com suas duas mãos.
—Ai, Betty! Me deixa doido.
—Gosta? Só EU posso apertar aqui!
—Só você! Só reage a você! Sou castrado para as outras.
—Acho bom! Ou não ganha prêmio.
—E o que vou ganhar?
—Nem imagina?
—Sim. Ahhh!
Ela se ajoelha, fica à altura do membro dele.
—É seu! Desde seu aniversário, 21 de março de 2000! AIII!!!
Ele fecha os olhos e ela sorri, molhando os lábios, preparando-se para dar prazer a seu homem.
—Te amo, Armando!
—Também, Betty! AHHH!
Betty abre a boca e começa a lamber, deixando-o louco e de perna bamba. Ele se segura como pode nas grades, enquanto com a outra, segura os cabelos daquela mulher, que o deixa louco.
—AHHH, BETTY! SÓ VOCÊ! AHH!!!
Depois, de tremer nos lábios de sua querida esposa, Armando tonto de prazer deixa que ela o empurre na cama, onde ele deixa que ela se farte de seu milk.
—AIIII, BETTTY!! SÓ VOCÊ ESPERTONA!! AIII!!! SEU!! EU VOU LÀ, BETTY!
Excitada, tal como ele, Betty aumenta o ritmo, proporcionando-lhe que chegue no topo.
—TE AMO, BETTY!
Ele a puxa para que possa abraçá-la, ela limpa sua boca no lençol e sobe dando-lhe beijinhos e mordiscos desde o umbigo até seu pescoço. Então, ele proporciona um beijo daqueles.
—Te amo, Betty! Te amo! Nunca te pediria algo assim. –disse, com a voz rouca.
—Você e seu amigo mereciam.
Beijos ardentes
—Quando estiver normal, irei devolver e enlouquecê-la tal como fez comigo. –a aperta contra ele
—______
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