Tan Enamorados - Betty e Armando Mendoza
140 Capítulo 139 Contemplando Betty
Na casa dos Mendoza-Pinzón.
Armando abraçava Betty adormecida em seus braços. Aquela noite, depois de um dia estressante no escritório, a briga de Hugo e Jacques (no qual em meio ao entreveiro gritou com ela, sem querer) haviam se amado na banheira como nunca. Depois, carregou sua amada, e sentindo-a exausta, secou-a com carinho e entre carícias, Betty adormeceu. Logo, vestiu-a com o pijama para que não se resfriasse, tratou de vestir-se com o seu e a abraçou.
Mesmo depois de estarem juntos há dois anos ao todo e pouco mais de um ano de casados, Armando seguia louco por Betty. Justo ele que costumava cansar-se das mulheres depois de duas noites com a mesma. Nunca imaginou que pudesse estar ligado assim a alguém, que pudesse amar alguém tanto. Mas amava. Era como se seu corpo, sua alma, seu coração, sua mente estivesse todo conectado com Betty.
Nunca enjoava dela, queria ouvir sua voz, mergulhar em seus olhos, tocar sua pele, sentir sua respiração. Até mesmo ouvi-la falar de Economia, Plano de Negócios, relatórios eram excitantes, pois saíam de sua boca, e falava de forma tão excitante e apaixonada. E quando falava das próximas coleções, dos negócios que iam fechar? Seus olhos negros brilhavam tanto que nem pareciam escuros, pareciam diamantes de tão brilhantes e preciosos. Continuamente ficava vermelha, não só por timidez, mas também pela excitação por fechar um negócio, por fechar um contrato. E isto era quase imediato: quando Betty ficava assim, logo, irradiava seu sorriso largo e ficava vermelha, cheia de felicidade e isto tudo deixado Armando muito excitado.
E naquela semana havia acontecido muitas vezes devido aos preparativos da nova coleção Especial para Cruzeiros de Luxo. Haviam fechado com provedores de insumos e telas e ainda parceiros que forneceriam maquiagem à prova d`água, sandálias, joias específicas a custo zero para a Ecomoda.
Por incrível que pareça, ali abraçado à Betty Armando lembrava-se de quão entusiasmada ela tinha lhe contado estas novidades, e quão feliz e excitada que renderam uns beijinhos na cadeira presidencial, mas nada mais naquele momento. Logo, ela devia estar te devendo algo... Sentia a formosura da pele de Betty em contato com a sua e não pôde deixar de sentir um volume crescer em sua entreperna.
Nunca tinha o suficiente dela. E vendo-a ali tão docilmente em seus braços, tão sua... Precisava tocá-la, nem que fosse de leve.
Começou pelos cabelos, acariciou-os, cheirou-os, cheiravam a mel, embrulhou-se neles. Logo seu rosto, pequeno, rosado, pareciam uma maçã a ser saboreada, percorreu-o com pequenos beijos, deu leves roces em sua boca. Queria entrar, explorá-la, mas ela dormia abandonada.
Desceu as pontas dos dedos pelo seu pescoço, abriu os botões de seu pijama para poder ver e acariciar seus seios, aqueles montinhos de prazer, as bolinhas antiestresse que cumpriam o seu objetivo.
E que bolinhas nada! Desde que engravidou, os seios de Betty cresceram e se tornaram ainda mais deliciosos para ele, como queria que tivesse acordada para poder lambê-los e dar a ela o prazer que tanto merecia. Mas se contentava em acariciá-los com a ponta dos dedos.
(Sente a pele dela arrepiar-se e ouve um gemido de seus lábios)
Em estado de contemplação, continua descendo sua mão com delicadeza até seu abdomên. Desce a calça do seu pijama (dela) e acaricia suas pernas de cima abaixo, vê a pele se arrepiar, sorri, Betty abre a boca e geme em seus sonhos.
Armando sente o volume de dentro de suas calças aumentarem. Decide ficar apenas de boxer para que não doa.
Separa as pernas de Betty e com as pontas de seus dedos acaricia seu doce triângulo por cima da calcinha. Este toque o põe louco. Sente vontade de liberar sua excitação da boxer e acaricia-se imaginando que sua Betty o concede este prazer. Fecha os olhos, imagina-a gemendo, acariciando—o, sorrindo para ele. Como a ama, como a deseja, como precisa dela. Chega a ser desesperador.
Serviço feito, mas como não é o suficiente, ainda precisa tanto senti-la. Mas não tem graça possui-la, sem sua participação. Ela merece sentir seu contato, sua presença, tanto quanto ele.
Logo, deita-se ao seu lado e abraçando-a, sussurra em seu ouvido:
—Betty... minha doce... Betty...
—Ar...mando...
—Betty...está acordada?
Meio dormida e meio acordada, responde, de olhos fechados
—Estava dormindo....
—Betty, desculpe! Sei que sou... chato (riu) mas te amo, sabe que sou louco por você! Não paro, Betty, de pensar em você, já te acariciei, já me acariciei, mas... ai Betty! Não consigo dormir, Betty... Chega a ser desesperador!
—Ai, meu amor! Mas já nos amamos, não? (de olhos fechados, o sono a domina)
—Sim, mas...
—Ainda quer mais é isso?
(Fazendo cara de menininho carente)
—É... É que te amo e te desejo tanto. Mas se que está cansada... tomando-a nos braços. -com a voz sussurrada – Posso fazer-te amor, deixa-me?
—Sim, meu amor! Sabe que sim!
—É que gosto que participe, mas sim vou te fazer sentir muito prazer.
—Sim, Armando. Faça-o. Não se sinta culpado!
—Ô Betty...
Ele reinicia suas carícias, desde sua boca.
Betty fecha os olhos e relaxa, deixa-se querer, entrega-se à sua vontade, mesmo sem reação. Entre seus sonhos, emite gemidos, sussurros. Devido á tamanha vontade dele e o suficiente para deixá-lo excitado esta chance de “aproveitar-se” dela. Lambe seu pescoço, seus seios, a sente contorcer, mesmo cansada. Resiste quanto pode e agora, que sua excitação se torna ainda mais dolorosa, a libera e separando delicadamente suas pernas, após acariciar a central do prazer de sua amada e comprová-la pronta para recebê-lo, a penetra com toda doçura, sabendo que está abandonada, mas consentida.
Mas todas estas carícias, todo este carinho, esta excitação de seu amado e seu desejo teriam que ser recompensadas. Mesmo estando exausta, com o corpo pesado ao sentir o contato de seu amado friccionando seu corpo enfusivamente, a pele de Betty já havia reacionado, colocando-se arrepiada e molhada. Mas o golpe final, este abrir de seu sexo para receber e ser possuído em sua plenitude pelo membro excitado dele não poderia ser assim. Ao senti-lo tomando posse do que é seu, Betty sente um prazer incalculável. Abre seus olhos, apodera-se de sua boca com paixão, aperta-o contra suas pernas, convidando-o a entrar mais e sentir-se mais à vontade ainda.
—Betty?
—Armando!
—Ai, minha Betty! (Mexendo-se ainda mais dentro dela)
—TE QUERO, ARMANDO!
—Ai, Betty! (Com você é muito melhor)
Totalmente excitada, Betty impõe mais ritmo e enlouquecido de desejo, Armando perde o controle. Logo, os dois chegam ao pico de prazer e entrega juntos em um surpreendente orgasmo.
Depois ainda dentro do outro, se olham, rindo.
—Então, não estava com vontade, Sra. De Mendoza!
—Não! Senhor Mendoza! Mas sendo assim um bombom, um tão triplepapito não podia desperdiçar e deixar de desfrutar desta tão deliciosa iguaria.
—Hummm.... Me deixa louco, Betty! De ser assim tão apaixonada! Tão mamacita como é!
—Ai, senhor Mendoza! Vai me dizer que não se cansou e que ainda não está satisfeito e cansado?
—Nunca, nuca estou cansado de você, Beatriz! Venha cá! Vem! Deixa eu te mostrar uma coisa, ah?
—O que foi, doutor? Algo que eu não tenha visto?
—Sempre tem algo para descobrir!
Risadas
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