Notas iniciais
DIA 6: [ANDRAJO] Pano velho e rasgado; trapo, farrapo.

Joy não ousaria pensar que esta era uma boa vida – algo naquele gesto congelava-a sempre, uma culpa amarga –, mas aquela cafeteria era... Boa. Permitia-a fingir ser humana por algumas horas, esquecer-se de que, no fundo, era como um andrajo, algo velho, puído.

Fazia até mesmo o tempo passar com a mesma calma de uma lagoa, enganando-a com aquela paz.

Até que as pequenas ondas aparecessem outra vez, no formato do som da porta.

— Finalmente! — Sophia exclama. — Você demorou, idiota.

Porque elas sempre apareciam.

— Nichol queria sorvete! — ele devolve, mas sua expressão se suaviza em seguida: — Oi, Joy.

— ...B-boa tarde, Elliot.

Notas finais
Eu, atrasada com as trocas de leitura? Impressão sua. Obrigada a todos que estão lendo até aqui, e que ainda tem paciência comigo! Estou tentando me atualizar aos poucos, juro que não esqueci de ninguém ainda. ;-;