Tales of a Dark Nun
1 Único
Freiras, mulheres sacerdotisas do cristianismo que fazem pacto com a religião viver inteiramente a serviço de Deus. Entre um detalhe particular desse pacto é o voto de castidade, assim imitando o sacrifício de vida da Virgem Maria, enquanto na parte masculina entre padres, monges, bispo e papa imita apóstolo Paulo. Uma jovem mulher seguiu esse voto dedicando sua vida inteiramente a Deus e seguia firme em sua devoção nunca imaginaria os planos do deus que serve seriam bem diferentes.
Seu antigo nome foi perdido e foi batizada com seu novo nome de madre: Henrietta. Uma germânica pouco acima do peso, mas um corpo que seria muito cobiçado até entre os nobres se não fosse uma noiva de Cristo em pleno ano de 1292 com idade de 17 anos, olhos castanhos, pele branca bem pálida e cabelos negros que são ocultos pelos trajes cotidianos.
Usa a tradicional batina icônica preta de uma freira medieval, mas Henrietta possui uma diferença uma serva de Deus tradicional: ela possui uma maquiagem sombria forte em volta dos olhos e batom preto. Esse são sinais que ela é da Irmandade da Santa Ravena* uma irmandade que faz parte da Ordem de São Nortenho*.
Essa irmandade de freiras consistia de freiras responsável para preparação dos corpos mortos de pessoas, algo que mais no futuro seria tanatopraxista. Essas freiras da irmandade seguem o exemplo da misteriosa santa que dá o nome da irmandade que teve muitos milagres de ressuscitamento. Por causa dessas atividades fúnebres essas freiras são meio consideradas assustadoras por muitos fiéis.
Mais impressionante como justamente uma freira sombria teve uma permissão especial do vaticano para se casar com um servo de Deus. Erich Hartmann*, um cavaleiro notável da Ordem dos Cavaleiros Teutônicos da Santa Maria* ou mais abreviadamente um teutônico. Sua ordem se assemelha muito com a Ordem Templária foi criada como uma ordem hospitalar, mas virou uma ordem militar depois de oito, após sua fundação. O símbolo da ordem é uma cruz negra.
Para explicar esse curioso casamento precisa habituar o cenário de toda história. Em uma igreja localizada na futura cidade de Gdynia da atual Polônia na Igreja de São Miguel Arcanjo* que existe nos tempos atuais aconteceu um ataque dos remanescente dos prussianos que restou da Grande Resolva Prussiana que estavam atacando a cidade onde ficava a igreja. Um ataque maciço de 200 prussianos liderado pelo temido francês pagão Damien que tinha alcunha de O anticristo. Era famoso pelos seus saques nas cidades causando destruição e foi convocados pelos prussianos para fazer um movimento de resistência.
Contudo a destruição não aconteceu na cidade por causa da salvação dos teutônicos para aquelas cidade. Uma comitiva de 20 homens liderado por Erich Hartmann, um lendário cavaleiro da ordem conhecido pela excelência em combate e pela maestria de negociação. Conhecido como Clérigo Escalate por usar uma capa vermelha.
Foi assim que Henrietta viu um milagre do grupo tão pequeno que cavaleiros que conseguiu liquidar com os 200 prussianos, inclusive o próprio “Anticristo”. Mesmo dentro da igreja conseguiu ver um vislumbre do combate, por alguns segundos conseguiu ver até os anjos do Senhor junto com os teutônicos. Sendo milagre ou não, é fato que os cavaleiros venceram. Indiretamente foi a primeira vez que Henrietta viu Erich.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
O segundo momento que a freira encontrou com o cavaleiro foi desta vez diretamente. Foi quando ela estava tratando o corpo de Damien para um enterro pelo menos digno, mesmo sendo um inimigo para os cristãos.
— Madre — disse a voz masculina.
Ela tem um vislumbre do lendário cavaleiro. Ele é privilegiado por usar uma armadura completa apesar de não está com algo nesse momento. Possui um manto branco com o símbolo de uma cruz negra junto uma cruz vermelha pequena com uma espada abaixo (símbolo da Ordem da Irmandade da Espada Livônia* ou Ordem Livônia) e possui uma capa vermelha que o diferencia demais com a cruz negra no lado direito. O físico do cavaleiro é uma estatura média, músculos bastante desenvolvidos, mas com uma barriga grande de obesidade, cabelos curtos e barba raspada. Um rosto lindo, na opinião discreta da freira (precisa aumentar a intensidades para suas rezas para não reparar esses… ‘detalhes’ de beleza masculina). Um único defeito seja o olho direito cego que talvez seja um ferimento de batalha..
— Meu senhor — disse a freira em tom de respeito — o que veio fazer aqui?
— Vim vislumbrar o corpo do conhecido inimigo da igreja. O vendo agora nem parece que foi chamado de Anticristo.
— Que Deus tenha piedade de sua alma — disse enquanto limpa a face do morto com um pano — espero que tenha encontrado o arrependimento nos últimos minutos de vida.
— Espero que sim. Tive que seu executor, pelo menos as condições me permitiu fazer uma morte limpa.
Henrietta repara que o corpo do falecido apenas tem um corte no pescoço. É um corte letal, mas não imediato. É possível que Damien tenha alguns segundos de agonia antes de falecer. Só deseja que ele tenha encontrado o arrependimento sincero para evitar o possível destino de sua alma que aguarda.
— É a primeira vez que vejo alguém da Irmandade da Santa Ravena.
— Meu senhor. Espero que minhas atividades não esteja causando desconforto para o senhor.
— Não se preocupe. Compreendo a importância do trabalho da irmandade. De certa forma tenho função parecida quando preciso executar em batalha. Irmã, eu vou me retirar.
— A vontade senhor.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
O último encontro que teve com Erich foi breve e rápido. Foi quando ela o serviu em um singelo jantar para os teutônicos. Seria a última vez que veria o cavaleiro, mas três dias depois é chamada pela freira superiora para o quarto exclusivo.
Henrietta se aproxima dela e ajoelha diante dela já falando:
— Benção madre.
— Que Deus te abençoe filha. Levanta-se tenho muito que conversar.
A freira se levanta e com as mãos unidas e cabeça meio curva em sinal de submissão para autoridade a sua frente já fala:
— Em que posso ser útil madre?
— Sabemos que Erich Hartmann recebeu uma missão especial aprovada pelo Arcebispo de Roma de ser tornar um nobre nas regiões germânicas, afinal a igreja tem interesse que tenha mais nobres fiéis nesta região.
— Permita-me não ser intrometida, mas a igreja vai financiar o enriquecimento de um homem?
— Não, mas o senhor Hartmann tem um talento comercial que permitiu um crescimento considerável os recursos teutônicos. Parece que lembra os administradores bem sucedidos dos burgos*. O que Arcebispo permitiu que ele desenvolvesse uma fortuna particular antes de assumir o título de nobreza.
— É uma pena que o senhor Hartmann tenha que se afastar da ordem.
— A vontade de Deus muitas vezes é um mistério até para os bispos.
— Mas então madre. Onde eu entro? Afinal esses assuntos, com todo respeito, não são direcionados a mim.
— Para ele ter sucesso em sua missão ele precisa de uma auxiliadora. O arcebispo de Roma achou melhor que ele escolhesse uma esposa entre as freiras. Ele escolheu você — a revelação dessas palavras pegam a freira de surpresa, afinal não esperava que existisse uma possibilidade de abrir mão da vocação de freira sem ser expulsa ou que desista. Ainda mais que essa missão fosse dada justamente para uma freira da Irmandade da Santa Ravena que para muitos consideram como uma ‘freira maldita’ por mexer em cadáveres.
— Minha filha, essa é uma tarefa árdua, mas vai precisar da sua escolha. Pretende o aceitar o fardo do futuro nobre ou ser uma esposa de um futuro nobre? — diz a madre superiora.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx
— Sim — diz Henrietta aceitando Erich como seu legitimo esposo, assim como aceitando a missão de ser uma esposa e mãe dos seus filhos.
Lembra quando seus pais a mandaram no convento querendo que ela sendo uma freira, enquanto seu irmão ficou com todos privilégios de herdeiro das Terras como senhor feudal. Henrietta nunca importou ser importante para alguém, exceto para Deus. Talvez não tenha a mesma satisfação ao sacerdócio como as outras, mas é um mundo que foi oferecido. Deus está oferecendo uma nova oportunidade de vida, apesar de não abraçá-la com entusiasmo aceitou para ter uma pergunta respondida: por quê? Porque ela foi escolhida?
— Eu vos declaro marido e mulher — disse o padre da Ordem de São Nortenho — pode beijar a noiva.
Só com essas palavras que Henrietta soube do peso real de seu novo caminho. Ironicamente desejos tão mundanos agora são liberados por ser parte da carne de seu marido. Sem nenhum receio o cavaleiro da ordem segura sua face (o que deixa a ex-freira corada) e capturar seus lábios com o dele em um beijo suave e quente.
Um beijo talvez sem tanta vontade, mas tem efeito na ex-freira semelhante ao ópio. Algo mais suave com ainda temor o altar perto deles, mas o suficiente para confirmar que agora eles são uma só carne. Mesmo pela simplicidade do beijo tem um efeito devastador nela onde seu coração bate tão rápido como as batidas frenéticas de um tambor e suas pernas tremem dificultando ficar em pé.
Na primeira vista Erich pode ter roubado uma Noiva do Senhor, mas em outro ponto de perspectiva só reivindicou uma das muitas noivas para ser exclusivo sua noiva.
O casamento é discreto tendo máximo dois teutônico e quatro freiras, nada muito grande para um futuro nobre da germana e a festa de comemoração foi um simples jantar em um hotel próximo a igreja. Durante todo casamento a freira ficou com sua batida, enquanto o cavaleiro ficou com sua roupa tradicional, mas sem armadura. O jantar apenas o casal está comendo. Seus primeiros momentos os dois não trocaram nenhuma palavra até que a mulher teve iniciativa:
— Meu senhor, por que me escolheu? — disse a ex-freira.
— Do mesmo modo como você me aceitou em tê-la como esposa — disse o homem, enquanto toma uma taça de vinho com pequenos goles.
Henrietta bate na mesa se dando ao luxo de uma pequena raiva. Quando estava com seus votos como freiras tentava ao máximo possível suprimir suas emoções. Não é uma característica de uma freira, mas era a forma que ela usava para ter uma santidade com Deus. Agora que não tem mais seus votos se sente direito de manifestar algumas emoções.
— Eu não quero ficar nesse jogo de retórica, meu marido. Fui ciente de todo privilégio especial que conseguiu no vaticano e poderia escolher qualquer freira desde que ela esteja disposto a aceitar sua proposta. Por que entre todas servas de Deus escolheu justamente aquela cuja ordem é mais mal falada entre o povo?
— Seus olhos — disse dando um longo gole que esvazia a taça.
— Meus olhos?
— Sim, seus olhos me lembra muito os meus, especialmente quando ainda era apenas um fiel. Um olhar vazio e frio, atormentado pela culpa do peso do seu passado.
— Meu senhor. Com todo respeito eu apenas fui doada pela minha família para o voto. Eu não tenho um pecado que me atormente nesse ponto.
— Contudo se sente culpada por as coisas não ter sido diferente?
Sem demonstrar nenhuma emoção na face fica surpresa pelas palavras de Hartmann. Três dias atrás teve o vislumbre do homem como guerreiro e líder militar, é a primeira vez que ver ele como alguém que domina as palavras e tem uma empatia bem apurada.
— Está certo. Eu sempre me perguntei do motivo de minha família ter me abandonado no convento mesmo sendo senhores feudais — aperta a mão para reprimir o antigo ódio.
— É comum isso já que nobreza quer evitar pagar dotes de casamento. Meu caso virei monge inicialmente por escolha própria.
— Escolha própria.
— Eu nasci entre o povo e vivia tranquilo com meus pais em um feudo. Contudo tinha um preconceito contra os judeus acima da média. Aos meus onze anos, certo dia vi uma família de judeus sendo expulsa da cidade que eu morava. Eu me lembro bem ter pego uma pedra e tacado nessa família — disse o cavaleiro com voz melancólica — eu conseguir acertar a pedra da cabeça do filho eles que cheguei a mata-lo. Até hoje não esqueço da cena do crânio do menino ruivo sendo aberto e o sangue derramado no chão.
Enche a taça de vinho e bebe um pequeno gole antes de voltar a falar:
— Três meses fui assombrado pelo vida que tirei. Eu não fui condenado pelo outros e fui até recompensado por isso, mas não sentia nenhum prazer por isso. Certo dia tentei o suicídio, mas por algum motivo Deus teve misericórdia de minha alma e enviou um cavaleiro teutônico que alegou que tinha uma visão divina para salvar uma vida. A partir desse dia virei monge para aprender ler e escrever, depois fui recrutado pela ordem e fui crescendo dentro da organização.
Toma a taça com um gole só.
— Queria chegar ao posto de grão mestre, mas parece que Deus teve outros planos em minha vida.
— Agradeço por ter me escolhido — disse Henrietta.
— Por que acertou?
— Eu tive uma curiosidade para saber o motivo dessa escolha. Sendo da irmandade meio que já me acostumei sendo uma mulher temida pelos outros. Queria saber porque o lendário nobre cuja alcunha é Clérigo Escalate ter escolhido uma das mais sombrias Noiva de Cristo. Agora sei a resposta.
— Está pronto para o próximo passo?
— Creio que é minha obrigação como esposa — se levanta do seu lugar e fica em pé
— Quer que eu der liberdade para colocar uma roupa mais civil? — Erich se levanta e fica perto da ex-freira.
— Imagino se me escolheu que se consuma nosso casamento assim.
— Que assim seja.
Erich abraçar beijar sua esposa nos lábios só que desta vez com mais… intensidade. Diferente do beijo simbólico na frente do altar da igreja de São Miguel, agora está um verdadeira beijo romântico cheio de paixão e vontade. O coração de Henrietta bate tão forte que pensa que vai morrer de parada cardíaca. É o segundo beijo e está tendo experiências totalmente diferente da primeira. Sua boca movimentada e sua língua capturada, misturado com a dificuldade de respirar. Realmente cairia no chão se não fosse pelo apoio do braço forte do teutônico. Quando a necessidade de respirar se houve necessária o beijo acaba.
— Eric — disse em um gemido.
— Gostei do apelido — disse pegando a esposa no colo — Etta parece bom.
— Eric não fale assim. Eu fico envergonhada.
— Não precisa ficar assim minha esposa. Está pronto para a lua de mel — começa subir as escadas com a mulher no colo.
— Parece que não vou poder mais ter o privilégio de ser virgem como a mãe do Senhor — disse com um sorriso discreto.
— Não, mas prometo que terá o conforto e a autoridade de Ester — empurra a porta do quarto e entra do mesmo.
— Você promete muitas coisas, meu marido.
— Vai descobrir com o tempo que sou um homem de palavra — deita sua esposa delicadamente na cama.
— No quesito de força física se provou. Têm alguma ancestralidade com Sansão?
— Não sei — Eric tira seu manto — posso ver seu cabelo agora?
— Tem certeza? Meu cabelo não é algo bonito — disse olhando para o lado.
— Se seu cabelo for tão bonito como seus olhos os próprios anjos tem inveja.
Henrietta cora e pouco a pouco tira a parte de cima de sua batina revelando seu cabelo.
— A Irmandade da Santa Ravena exige para todas as irmãs terem cabelos curtos. A estética não é prioridade — o cabelo de Henrietta é curto até altura dos ombros e possui algumas mechas irregulares. Realmente é um corte de cabelo incomum de uma mulher ter, mas nos dias atuais se torna bem comum, principalmente para o mundo gótico.
— Digo que você está revelando uma beleza única — disse se aproximando — parece que Santa Ravena abençoou suas servas com uma beleza das trevas.
— Você sempre está me deixando sem palavras.
— Acho que podemos encontrar outra utilidade para sua boca.
Um terceiro beijo é iniciado só que desta vez o casal encontra deitado trocando um beijo que cada vez mais sedento que o anterior. As mãos masculinas exploram o corpo em cima da roupa ainda não se focando nas partes mais exóticas como uma firmeza de um guerreiro que brande uma espada ao mesmo tempo que possui a delicadeza de um pintor em uma aquarela. Um reconhecimento de território para saber a potencial silhueta feminina e fica impressionado com o tesouro escondido pela batina. Uma silhueta larga e nas medidas certas, um pouco excesso de carne, mas nada que tira a graciosidade feminina parecendo uma versão melhorada das Três Graças* que será feito no futuro com toques da antiguidade e atualidade nos tempos presentes.
As mãos femininas ficam unidas como se estivesse rezando dando aquela impressão de um cordeiro em um abatedouro, contudo diferente do trágico destino foi reservado um momento de êxtase de luxúria. Em um código de deve racional pode argumentar que o dever de uma esposa é satisfazer o desejo sexual do seu marido, contudo a verdade oculta está mais que seus próprios desejos, muito tempo reprimidos, estão se libertando do seu cativeiro interno.
Saindo da sua condição passiva, segura a blusa de Erick para força-lo deitar de costas. O teutônico já teve muitas experiências no campo de combate, mas é a primeira vez que uma ‘oponente’ consegue facilmente derrubá-lo. Desde quando aprendeu a ler conheceu diversas histórias de mitologias de criaturas femininas poderosas. Medusa, sereia, Lilith, valquiria, deusas, succubus e entre outras entidades. Nunca imaginou que sua recente esposa teria um pouco desse poder e seria refém da mesma.
Com uma empolgação instintiva começa dominar o lendário cavaleiro com seus beijos, enquanto tira sua blusa. Realmente o cavaleiro tem um abdômen bem elevado, mas também apresenta músculos desenvolvidos que foram lapidados pelos constantes treinamentos e campo de batalha. Sendo uma ex-freira especializada em tratar corpos falecidos tem um conhecimento anatômico bastante apurado e sabe como explorar o torso masculino como ninguém, apesar de ser a primeira vez que esteja colocando em prática. Os gemidos masculinos são como flautas abençoadas nos ouvidos feminino que se banqueteia do corpo com sua boca.
Hartmann pela vocação da ordem também está alheio de experiência semelhantes que está passando, mas já escutou bastante das aventuras em bordéis de colegas de irmandades quando tinha uma patente baixa e leu alguns livros com conteúdos pornográficos com finalidade de pesquisa. Nenhuma delas descreve uma mulher ativa e faminta como está a adoradora da Santa Ravena, contudo seus instintos de guerreiro pretende virar o jogo.
Assim a segura nos pulsos e a vira para deitar de costa para assumir o controle novamente. Henrietta é pega de surpresa, mas se deixa levar pelo cavaleiro. Pouco a pouco ele tira a batida por completo junto com a roupa de baixo da ex-freira. Se o paraíso fosse expresso em algo material com certeza seria o corpo dessa mulher. Os quadris largos mostrando dando uma amostra prévia de sua fertilidade, os seios que cabem inteiramente em suas mãos grandes capaz de amamentar gêmeos com facilidade, pele macia como o mais delicado tecido, pêlos pubianos abundantes e nádegas tão enormes que facilmente cobriria sua cabeça.
Toda ação a uma reação, uma afirmação simples e que séculos depois se transformaria em lei*. Com isso Erich retribui que recebeu de sua esposa explorando o corpo feminino com a boca masculina. Gasta um pouco tempo em saboreando os seios. Henrietta se os primeiros estímulos pelo seu marido e já geme sem nenhum pudor. Tem um pensamento de blasfêmia sobre a Virgem Maria que ela perdeu uma das melhores sensações, mas logo se repreendeu com tal declaração.
Os seios são estimulados com massagens com as mãos e boca com uma firmeza voraz animalesca, mas com a racionalidade de alguém que protege sua pessoa amada. O corpo feminino começa estremecer pelo efeito do prazer que está sendo oferecido, enquanto sua boca deixa escapar gemidos de prazer agora sem nenhum pudor. Tudo que passa na cabeça da ex-freira que precisa de mais. Será que está caindo no pecado capital da luxúria ou da ganância?
Logo sente a mão direita masculina explorando sua intimidade que encontra úmida como uma caverna e quente como uma brasa. Até de repente sente algo molhado nela e quando percebe está tendo sendo chupada por seu marido. Pior que nunca imaginou algo tão… errado, pelo menos na aparência, mas ao mesmo tempo tão… certo, tão… gostoso, tão… tentador. Sente até uma das mais sujas pecadoras, apesar de não está praticando pecado nenhum. Logo sente uma explosão de fogo dentro dela que faz gritar que se manifesta em um forte orgasmo. De certa forma marca Erich como sua propriedade.
Enquanto recupera o fôlego tem a visualização do cavaleiro removendo sua calça e roupa íntima assim revelando totalmente sua nudez. As velas do quarto junto com a luz da lua cheia e estrelas revelam as pernas grossas e o pênis ereto. Não é o primeiro homem que ver nu, afinal já trabalhou com corpos mortos masculinos nesse estado, mas é a primeira vez que ver o órgão pulsante para ela querendo querendo entrada, assim como ela está querendo seu cavaleiro dentro de si.
O convite é permanecer com as pernas abertas e logo teutônico com a espada erguida explora o caminho virginal de sua esposa de forma lenta e firme. A dor vem, mas se mantém firme com hospedeiro dentro dela. Retribui arranhando as costas fortes com suas unhas que o marca novamente. O cavaleiro geme e inicia os movimentos de penetração onde não demora muito que a sensação de prazer de espaço total.
Naquela pequena estalagem religiosa alugada inteiramente para os teutônicos para o casal em questão ter seu deleite de amor em plena época da Baixa Idade Média cuja iluminação só consiste em lampião de azeite e velas. O quarto preenchido pelo barulho das batidas das carne, do atritos das genitálias e dos gemidos e respirações emitido pelo casal. Algum tempo não demora muito para o ápice acontecer e a semente do cavaleiro entre no corpo feminino.
Nesse meio transe a ex-freira deixa seus desejos mais primitivos escaparem do seus lábios. O que faz tampa a boca quando toma consciência. Pode dizer que a origem disso vejo quando se masturbou pela primeira vez antes de ser levada no convento. Com medo de acariciar sua própria genitália procurou um… canal não muito usual para estimular.
Erick ri com a manifestação de luxúria de sua esposa, mas resolvi ceder, afinal ele é um corpo e uma carne com ela. Mas antes de pratica um ato de... sodomia precisa passar em um canal de penitência. Assim ele deixa a ex-freira em um posição natural de animal e para aplicar uma devida penitência.
Os tapas em seu traseiros são fortes e ardentes que arranca algumas lágrimas do rosto feminino, mas estranhamente estimulantes. Realmente as batidas na bunda são comuns para disciplina, mas a primeira vez que essa punição é bem… interessante. Sua pele vermelha de tantos golpes e tem uma forte ardência. Seu marido usa o aceite do lampião para preparar o caminho e com sua espada a penetra do buraco escuro.
A sensação de dor é como se tivesse algo rasgando que faz se arrepender de forma momentânea, mas carinho do cavaleiro estimula a continuar. Logo o ato de sodomia não causa nenhuma dor e os dois se comportam como lobos nos cios. Talvez encontrou uma maneira gostosa de manter a comunhão do casal quando tiver herdeiros suficiente.
O orgasmo final vem com mais intensidade para ambos e os dois caem deitados cansados. Realmente as dores da relação vão ainda persistir no dia seguinte, mas não importa nesse momento. Um momento de felicidade do casal que infelizmente 150 anos vai ser perdido na história por causa da expulsão da Ordem Teutónica da Polônia. Contudo a felicidade precisa ser vivida e não necessariamente lembrada. Antes de pegar no sono Henrietta brinca com marido como seria seu nome em inglês. Eric Cartman parece uma pronúncia estranha.
Notas finais
2) Irmandade da Santa Ravena - é uma irmandade fictícia criada por mim para a história. Faço referência a Ravena dos Jovens Titans;
3) Ordem de São Nortenho - uma ordem eclesial e atualmente é chamada Ordem Premonstratense;
4) Erich Hartmann - nome que usei para Eric Cartman com a língua alemã. Curioso que o nome também refere um piloto nazista de avião de guerra considerado como “O maior piloto da história”;
5) Igreja de São Miguel Arcanjo - ela existe até hoje com o nome “Church of St. Michael the Archangel” localizada em Gdynia Polónia;
6) Ordem Livônia - ordem militar do vaticano na Polônia que se uniram com os teutônicos depois;
7) Burgos que deram origem a burguesia;
8) Três Graças - The Three Graces é um quadro pintado por Peter Paul Rubens e o quadro foi descoberto em 1666;
9) citação a terceira lei de Isaac Newton;
Fale com o autor