Take on Me
40 Its all about us
Notas iniciais

O barulho da trovoada fez o cientista se assustar e quase derrubar as roupas que segurava. Olhou para o relógio em seu pulso e viu que precisava correr para dar tempo de chegar à estação de trem. Jogou as peças dentro da mala aberta em cima da cama, nem se deu ao trabalho de dobrar. Continuou voltando ao armário e retirando o que precisava e guardando dentro da mala, ao finalizar tudo, fechou e a segurou.
Foi até sua cômoda onde estavam os documentos falsos e colocou no bolso do casaco. Nesse momento, sentiu algo mais, depois de soltar os documentos, puxou o achado para fora do bolso e encarou a pulseira que tinha pegado do Soldado meses atrás. Não lembrava que tinha guardado naquele casaco e estava prestes a guardá-lo novamente quando a luz acabou, fazendo-o soltar um grito. A claridade dos raios iluminou o quarto. Ao virar-se, segurou a respiração ao ver uma sombra parada na porta, a qual tinha certeza de ser quem mais temia.
— Soldado! — exclamou em russo.
— Onde estão os outros? — indagou Bucky, se aproximando. — Como me achou?
— Não sei onde estão os outros. — Deu alguns passos para trás, ficando o mais possível longe. — Não me mate. — Levantou as mãos para evitar ser atacado. — Não me mate!
Bucky parou seus passos e notou o que o cientista segurava, rapidamente tirou da posse dele e encarou o objeto. Flashes passaram por sua mente, nada concreto, mas, no entanto, sentiu que devia ficar com a joia. Guardou no bolso e levou a mão até o pescoço do cara, o puxando para encará-lo.
— Não minta para mim!
— Não estou! Juro que só tem eu! — gritou em desespero. — Prometo que se eu for capturado, não direi nada sobre sua localização.
Quando Barnes o viu na rua, ficou preocupado que Hidra o tivesse encontrado, no entanto, ninguém tinha atacado, então, resolveu investigar. Por ver a expressão de terror do cientista, acreditou em suas palavras. Pensou em matá-lo, mas não conseguia fazer naquele momento, sua mente estava confusa.
O soltou e lhe deu as costas para ir embora, ele precisava se preparar para partir também. Ao sair do apartamento, tirou a pulseira e a encarou. Os pingentes o faziam se lembrar de algo, ou, mais especificamente, alguém, mas não fazia ideia de quem, já que tudo o que via era o vulto da pessoa. Fechou a mão em punho, sabendo que ali podia estar a resposta de alguma pergunta que estava em sua mente.
[...]
Steve olhou em volta mais uma vez antes de ajeitar seu escudo, preso em seu braço. Tudo parecia calmo, algo normal num domingo de manhã naquela região. Sua expressão era séria, deixando claro sua insatisfação por estar ali. A última vez que se encontrara no lugar, foi no aniversário de sua namorada, que eram péssimas lembranças. Olhou novamente, só para ter certeza e levou a mão até o ouvido, para seu ponto.
— Tudo certo aqui.
— Aqui também, Capitão — respondeu Anna. — Vou deixar dois seguranças aqui na entrada.
— Vou deixar três aqui nos fundos — informou Steve. — Me encontra na varanda.
Deu alguns passos e fez sinal para que os três homens permanecessem naquele local. Andou em direção à varanda, encontrou outro segurança encostado na parede. Ele se aproximou da porta de vidro e parou para observar a cena: Sarah estava sentada no sofá, de frente para Tony, conversando sobre algo que fez a garota rir.
O líder dos Vingadores não entendia como ela estava despreocupada naquele lugar. Sarah disse que era um exagero que seu pai tivesse contratado seguranças, já que tinham alguns Vingadores no local e ninguém faria nada por ela estar ao vivo. O Capitão América e o Homem de Ferro concordaram que, por ter escolhido ali para dar sua entrevista, a segurança tinha de ser reforçada.
— Também acho loucura o que ela está fazendo — concordou Petrov, se aproximando.
— Não gosto de pessoas invadindo minha mente.
— Não precisa ser telepata para saber que é isso que está pensando. — Encostou ao vidro e o encarou seriamente. — Está estampado em seu rosto, o descontentamento da situação... Sobre ambas as situações.
— Eu apoio o que ela está fazendo, mas não aqui. — Apontou em direção à família para Anna olhar. — Não sei como ela está calma estando no lugar onde foi sequestrada e começou seu inferno.
— Sarah não está calma — declarou a ex agente. — Está mais nervosa que nós dois juntos. Eu perdi as contas de quantas vezes ela olhou para as saídas ou olhou para sua armadura. — Acenou para a jovem quando esta olhou para ambos. — Ela te explicou o porquê de escolher aqui?
— Não, não contou. — Sorriu para a namorada e se encostou ao vidro. — Ela te contou?
— Não diretamente, mas dava para ver que ela tinha medo desse lugar e viu essa oportunidade para enfrentá-lo.
— Espero que ela saiba que não está sozinha.
O barulho de alguém batendo o vidro encerrou a conversa. Os dois se afastaram e encararam Hill.
— Terminaram de arrumar as coisas e vão entrar no ar em 5 minutos. — Os dois assentiram. — Vocês estão aparecendo no fundo.
— Desculpe, Hill — disse Anna. — Vou ficar perto da piscina, qualquer coisa, me chamem pelo ponto. — Colocou a mão no ombro do herói. — Devia ficar lá dentro, vai deixá-la mais tranquila.
Steve sorriu e resolveu seguir a sugestão da amiga. Seguiu Hill, que o levou para um dos cantos, de onde poderia ver a entrevista sem ninguém o atrapalhando e o deixou sozinho. Sarah olhou em sua direção e perguntou silenciosamente se algo acontecia, mas ele preferiu sorrir como resposta. A ex agente retornou e lhe entregou o tablet.
— Essas são as perguntas que farão a ela — explicou Hill, encostado na parede ao seu lado. — Não se preocupe que foram aprovadas por ela e Tony.
Os olhos foram deslizando e não eram tantas perguntas quanto imaginou, a maioria era focada na vida da jovem como heroína e duas referentes ao sequestro. Quando chegou no final, tinha algumas perguntas pessoais e uma delas o fez arregalar os olhos.
— Ela te falou o que vai responder nessa questão? — indagou, apontando o dedo para a pergunta.
— Sobre sua vida amorosa? Sim, ela me contou. — Pegou o tablet de volta. — Ela dirá que conheceu alguém, mas não vai contar quem por querer manter sua vida particular longe dos holofotes.
— Melhor assim — concordou Steve, olhando a entrevista ocorrer. — Não sei se aguentaria a imprensa falando sobre isso.
— Além de que nem todos os vilões sabem — completou Hill.
Steve levou a mão no queixo e voltou a observar a namorada. Seu celular tocou e, ao ler a mensagem que recebeu, sorriu.
— Hill, preciso de um favor seu.
Sarah esticou os braços e soltou um leve gemido de satisfação, a entrevista tinha ido bem e tiveram ótimos resultados da audiência e público, mas o mais importante é que conseguiu ir e ficar na mansão sem grandes problemas. Ela não tinha medo do lugar, no entanto, trazia desconforto e angústia, mas, cercada de pessoas fortes e que a amam, trouxe um sentimento de segurança.
Ela, Anna, Steve, Tony e Pepper esperavam o elevador chegar ao andar dos heróis, tudo indicava que o dia seria calmo e isso a deixava animada, poder curtir o dia com seu namorado.
— No que está pensando? — perguntou Steve ao seu lado.
— No almoço — respondeu Sarah, se inclinando em sua direção.
— Só pensa em comida — comentou Anna assim que a porta do elevador abriu. — Não sei como não foi virar chef.
— Porque gosto de comer e não cozinhar. — Piscou para a amiga antes de entrar.
— Falando nisso, eu nunca vi você cozinhar — disse Tony curioso e entrou por último.
— Lembra aquele dia que estava com fumaça na cozinha? Era sua filha cozinhando — contou a bruxa, rindo. — Agora entende?
Sarah fechou a cara ao ver todos rindo.
— Eu esqueci a panela no fogão — explicou a jovem antes de dar uma cotovelada no Capitão América por conta da risada. — E você sabe que não cozinho mal.
— Preciso defender minha namorada — anunciou o vingador mais velho, sorrindo. — Ela pode não ser a melhor cozinheira, mas cozinha bem.
— Obrigada. — Olhou feio para seu pai, que ainda ria. — E você para de rir, porque não sabe nem fritar ovo.
— Não sei mesmo e não tenho vergonha disso.
— Sabe, você podia ensinar ao seu pai — sugeriu Pepper.
— Gostei — concordou Sarah antes da porta se abrir. — Ensinarei a cozinhar algo pa...
A jovem parou de falar ao escutar gritos vindos direto da sala. Todos saíram rapidamente e foram até o cômodo, sendo que tanto Tony quanto Steve colocaram suas namoradas atrás de si, pensando ser algum ataque, mas, ao chegarem no local, para a surpresa deles, Louise e Clint estavam discutindo.
— Eu nunca os vi brigando — comentou Sarah.
— Deve ser algo sério — disse Tony. — E está ficando feio, melhor pararmos os dois.
— Melhor fazer isso agora — concordou Steve.
Ambos se aproximaram e o casal reparou nos recém-chegados.
— Vamos nos acalmar pessoal — pediu o líder dos Vingadores. — Depois de esfriarem a cabeça, vocês conversam com mais calma.
— Não temos mais nada para conversar — declarou Louise, seriamente. — Acabou!
— Acabou o quê? — indagou o arqueiro, irritado. — Você está dizendo que nosso...
— Sim, nosso relacionamento acabou — completou antes de se afastar. — Vou pegar minhas coisas e vou embora.
Clint ficou surpreso e parado no lugar, como todos que assistiram o final da discussão. Era difícil acreditar que o casal de amigos iria se separar, todos se olharam sem entender o que tinha acontecido.
— Por que Louise estava chorando? — questionou Natasha, entrando na sala, e, ao notar a cara de todos, já encarou sem meu amigo, irritada. — O que você fez, Clint?
— Eu vou falar com a Loui, você fica com ele — pronunciou Sarah antes de seguir a amiga.
— Eu também vou — avisou Petrov, a seguindo.
As duas correram para o elevador, para tentar impedir Louise de cometer um erro.
Louise jogava as peças de roupa dentro da mala que tinha trazido para poder pegar seus pertences. Por sorte, não tinha muitas coisas, apenas vestuário e alguns objetos, sua mão pousou no porta-retrato que tinha na escrivaninha: uma foto dos dois no Central Park, ele a abraçava por trás e ambos sorriam para a câmera.
— Você tem certeza disso? — indagou Sarah, entrando no quarto. — Acabar um relacionamento sólido por conta de uma briguinha?
— Não foi só uma briguinha — corrigiu, colocando o objeto no lugar. — Se fosse uma briguinha, não chegaria a esse ponto.
— Por isso você não veio ontem — afirmou Anna no momento em que a jovem se sentou na cama. — Vocês tinham brigado?
— Sim.
— Eu não entendo — Sarah disse ingenuamente, enquanto Petrov sentava ao seu lado — Vocês não pareciam estar tendo problemas.
— O que aconteceu hoje já vem acontecendo há muito tempo, só não chegou ao ponto dos outros verem. — Louise foi até o closet e pegou as últimas peças de roupa. — Olha, eu entendo vocês quererem ajudar, mas não tem volta.
— Qual foi o motivo da briga? — questionou a ex-agente.
— É engraçado, eu não posso me preocupar com o fato dele sair e ter a chance de não voltar, mas ele pode se preocupar quando eu saio por aí. — Fechou a mala. — Eu contei como nos conhecemos para você, Sarah?
— Não.
— Eu era a missão dele. — Sentou-se na cama também. — Clint tinha que se aproximar e me proteger de um dos inimigos do meu pai. Resumindo, fui sequestrada e ele me salvou, acabamos ficando juntos no final.
— Parece história de Hollywood — comentou Anna.
— Eu entendo a preocupação dele, mas ele tem que entender a minha! — exclamou, irritada. — Não basta me preocupar em levar um tiro ou uma facada, agora tenho que pensar nas possibilidades de ele ser morto por um extraterrestre, monstro ou qualquer coisa que possa existir. — Pegou o celular que estava no bolso da calça. — Estamos juntos há tempo suficiente para eu questionar o que ele espera do futuro, se irá se aposentar dessa vida e o que escuto? Que sabia como era sua vida quando aceitei o namoro. — Soltou uma risada seca. — As coisas mudaram e muito, o perigo mudou, o risco mudou.
— Sabe que protegemos um aos outros — disse a jovem vingadora.
— Vocês não ficam grudados um aos outros durante a luta. Se lembram da Sammy? — As duas acenaram em afirmativo. — Ela levou um tiro durante a missão há algumas semanas.
— Ela está bem?
— Está sim, Sarah. — Entregou o celular para as duas, onde estava a foto da sua amiga. — Está fazendo trabalho administrativo no momento, mas a questão é que ela teve sorte e, na próxima vez pode não ter, pode perder a vida. — Levantou-se e pegou a mala. — Clint pode não voltar pra casa com a vida que leva.
— Eu entendo esse sentimento, eu sinto com Steve — declarou a Stark, se levantando. — Não é fácil.
— Você não entende totalmente — rebateu, um pouco irritada. — Você é uma vingadora e pode lutar para salvá-lo do perigo, eu não. — A abraçou e depois fez o mesmo com a Anna. — Dou notícias.
Louise saiu do cômodo, as deixando para trás. As suas palavras mexeram com Sarah, que começou a pensar sobre seu relacionamento com Steve.
[...]
Sarah encostou a testa no vidro do carro, a música enchia o ambiente, juntamente com as batidas dos dedos de Steve no volante. Estava agradecida por seu namorado sugerir saírem, não queria ficar no prédio com o clima que estava depois da briga, entretanto, a jovem estranhou quando ele pediu para arrumar uma mochila e pôr algumas coisas para passar alguns dias, mas atendeu o pedido. Tentou adivinhar para onde iriam, porém, não conseguiu a resposta.
— Dez centavos por seus pensamentos.
— Estou pensando em nada — respondeu a jovem, sentando corretamente, e esticou a mão para Steve. — Agora me paga os dez centavos.
Ele pegou a mão e beijou, a fazendo se arrepiar.
— Serve de pagamento?
— Serve, por enquanto — disse, sorrindo. — Você me tirou do prédio por causa da briga de Clint e Louise?
— Não, resolvi quando você estava dando a entrevista. — Seus olhos estavam na estrada. — Recebi a resposta e queria te mostrar.
— Entendi.
— Mas, pelo clima que ficou, eu sairia de qualquer jeito.
— Eu entendi a escolha da Louise — informou Sarah. — Não deve ser fácil o que ela passa.
— Um relacionamento com pessoas normais não é fácil, mas com um herói é mais difícil. — Parou o carro e virou para encarar a namorada. — Eu também entendo ela, só que não temos nada a fazer, os dois terão que resolver sozinhos.
— Tudo bem — concordou. — Não vamos estragar o resto do dia.
— Antes de finalizarmos esse assunto, eu preciso falar mais uma coisa — disse Steve seriamente. — Eu peço que, se algo te incomodar, você irá falar para mim e iremos resolver, ok?
— Sim, tudo bem.
— E eu farei o mesmo, não quero que nosso relacionamento chegue a esse ponto.
— Nem eu. — Ela curvou-se para frente para ficar mais perto de seu rosto. — Mas não acho que chegaremos no ponto que eles chegaram.
— Nunca se sabe. — Ele a beijou. — Agora, vamos ao assunto bom.
— Sim, falta muito para chegar onde está me levando?
— Na verdade, já chegamos.
Sarah virou-se e, pela janela, encarou uma casa que a fez lembrar as casas de lenhador que viu em filmes e séries, no entanto, uma versão mais moderna e que estava em frente a um lago. Abriu a porta e saiu para poder ver melhor. Estavam afastados da cidade e tinha muitas árvores, notou que a residência mais próxima era do outro lado do lago.
— O que significa isso?
— Eu comprei essa casa — anunciou antes de abraça-la por trás. — Um lugar para poder fugir.
— Fugir de mim? — provocou, tentando ficar séria.
— Pode ser. — Começou a rir ao ver sua expressão de brava. — Esse lugar é para nós fugirmos quando nos sentirmos sufocados. O que acha?
— É lindo e tranquilo. — Virou-se para encará-lo. — Adorei!
— Está com móveis básicos, mas, para passar a noite, está bom — contou, a puxando mais para si. — Depois que você conhecer os cômodos podemos começar a planejar a decoração.
— Você quer que eu te ajude?
— Sim, será nosso refugio e você tem que opinar.
— Obrigada. — Afastou-se dele e pegou sua mão. — Vamos que estou curiosa para ver.
[...]
Katherina andava calmamente pelos corredores e revirou os olhos ao notar os olhares sobre si, pensou que todos já deviam saber das suas novas habilidades e não pôde deixar de sorrir com arrogância com o pensamento. Se sentia poderosa, poder exterminar seus inimigos com suas próprias mãos e se vingar de algumas pessoas.
Parou em frente a uma porta, que estava protegida por dois soldados, que acenaram com a cabeça em cumprimento e ela retribuiu por estar de bom humor. Escutou a autorização e abriu a porta, teve de forçar seus olhos para reconhecer o Barão Strucker, no entanto, não conseguiu identificar a outra silhueta, já que a sala não estava tão iluminada. Sentiu um arrepio no corpo e desconfiou que a silhueta a encarava e isso a fez desconfiar de quem seria a pessoa.
— Barão, me chamou?
— Sim, Kat — concordou, se aproximando da moça. — Queria parabenizá-la por seus avanços.
— Obrigada — agradeceu com sarcasmo. — Como eu já tinha dito, eu controlo muito bem meus poderes comparada àqueles dois. — Encarou a sombra. — Posso mostrar o que faço para seu convidado misterioso.
O Barão balançou a cabeça em negação ao ver os olhos da jovem brilharem na cor prata.
— Ele já viu seus resultados.
— E nosso líder? Tenho certeza de que ele ficou satisfeito.
— Pode perguntar a ele. — Esticou a mão para o convidado, que andou em direção à luz. — O que achou, Caveira Vermelha?
Katerina segurou a respiração, surpresa ao ver que a lenda da Hidra estava viva e que ainda era o líder da organização. Sua aparência continuava a mesma das imagens que tinha visto, mas concluiu que, pessoalmente, parecia mais assustador.
— Estou muito satisfeito, senhorita Montgomery. — Se aproximou da ruiva. — No entanto, precisa aguardar um pouco mais, seus poderes não estão bem controlados.
— Claro que estão e eu posso provar — rebateu, recuperando a voz. — Me deixa me vingar da família Stark, os farei sofrer, principalmente Anthony Stark. — Um sorriso maldoso surgiu em seus lábios. — Depois acabo com aqueles heróis e...
— Capitão Rogers é meu! — exclamou, a fazendo ficar quieta. — Eu entendo seu ódio e garanto que irá se vingar da família Stark com meu plano, porém, precisa estar com o controle total e atingir o poder máximo. — Colocou a mão na cabeça da jovem. — Confie em mim, minha criança.
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