Take My Breath Away

32 Mudança de sentimentos?


Notas iniciais
10987234567890 desculpas eu sei que não mereço mas mesmo assim, tem sido 2 meses deveras ocupados com exames e tals, e a verdade é que me sentia bastante sem inspiração, e como não tinha o meu próprio computador era chato estar sempre a pedir a alguém para poder vir postar, mas agora já o tenho, e como tenho tido umas ideias novas.. Bom espero que gostem, desculpem qualquer coisa, ele pode não estar muito bom, mas a verdade é que a inspiração ainda não voltou completamente, mas não podia deixar quem ainda acompanha a fic sem um cap por mais tempo, e tenham em conta que é o meu 2 hentai :X, por isso 1000 desculpas e espero que gostem :)

Afastei-o por momentos e olhei-o, havia algo no seu olhar que não tinha reparado antes, uma frieza, parecia que ele não estava lá.


- Kid? — Chamei-o, e quando ele me sorriu e respondeu "sim" enconstando a sua cabeça á minha pareceu que tinha sido impressão minha, fechei os olhos dando-lhe um ligeiro beijo na ponta do nariz, e quando os voltei a abrir e olhei para aquela imensidão dourada que eram os seus olhos tive a certeza que tinha sido impressão, pois nos seus olhos havia apenas o meu Death The Kid o rapaz adoravel e ao mesmo tempo odiavel que eu amava.

Ele aproximou os nossos rostos roçando o seu nariz no meu e dando um leve beijo nos meus labios, a minha reacção foi instantanêa levei as mãos ao seu pescoço,impedindo-o de se afastar. As suas mãos prenderam a minha cintura á medida que aprofundava-mos o beijo, a minha língua invadio a sua boca e ele retaliou, o ar começou a faltar e eu afastei ligeiramente a minha boca da dele, beijei-o no canto do labio, e em seguida dei uma ligeira mordida na sua orelha, vi pelo canto do olho a porta ainda aberta.

- Kid? A porta. — Disse eu enquanto espalha beijos pela sua pele de porcelana. Ele virou ligeiramente a cabeça vendo que esta ainda se encontrava aberta e com um ligeiro pontapé fechou-a fazendo com que o estrondo desta a bater me provocasse um ligeiro arrepio, ele começou a deslisar a sua mão pelas minhas costas até atingir o meu pescoço puxando-me para si e voltando a reclamar a minha atenção.

Voltou a beijar a minha boca de forma tão repentina que as minhas pernas tremeram fazendo-me sentir grata por ele me estar a agarrar, a sua outra mão deslisou para a minha coxa puxando-a para cima automaticamente enrolei as minhas pernas á volta da sua cintura. Dirigimo-nos para a cozinha onde ele me escostou contra a bancada, sem que os nossos labios nunca se separassem, tentei tirar-lhe a camisa, mas as minhas pernas prendia-na, por isso voltei ao chão, arrancando-a. Ele sorriu, a sua mão que ainda se encontrava no meu pescoço subiu até á minha nuca puxando-me ligeiramente o cabelo, fazendo com que eu atirasse a cabeça para traz e as minhas costas arqueassem, ele atacou o meus pescoço com beijos e ligeiras mordidas, fazendo um gemido escapar-me, a sua outra mão apertou um pouco a minha coxa, passou pela minha anca e subiu para a minha barriga, levantei os braços á medida que ele afastou a sua boca do meu pescoço, a sua mão abandonou o meu cabelo auxiliando a outra a tirar-me o vestido que foi abandonado algures no chão da cozinha.

Sem demoras abri-lhe o cinto e a berguilha baixando-lhe as calças, este habilmente retirou-as e aos tenís também, quanto ás minhas sapatilhas já tinham sido perdidas algures no corredor, ataquei o seu peitoral com beijos, enquanto ele me pegava pela cintura e sentava na bancada, arrancando de seguida a peça que o separava da minha intimidade, penetrando-a com um dedo, mordi o seu ombro á medida que começou a brincar dentro de mim, enfiando mais um dedo,as minhas mãos apertavam as suas costas fazendo com as minhas unhas deixassem vergões vermelhos, quando ele subitamente parou sorrindo e afastou-se tirou os boxeres e reaproximou-se, entrando completamente em mim sem aviso prévio, eu queria gritar mas a minha voz falhou, as minhas costas foram arqueando cada vez mais até que tocaram no gélido mármore da bancada provocando um choque térmico no meu corpo quente, fazendo-me tremer pelo arrepio, Kid moveu-se, saindo de dentro de mim e reentrando lentamente como se me quisesse torturar, fazendo com que eu me levanta-se e agarra-se outra vez as suas costas, senti a sua pele debaixo das minhas unhas e tive de me controlar para não a rasgar, enlacei a sua cintura com as minhas pernas e puxei-o mais para mim fazendo o penetrar-me, as nossas bocas uniram-se num beijo intenso e cheio de sensações, ele começou a mover-se cada vez mais rápido saindo e entrando completamente em mim, até que senti uma enorme onda de prazer como nunca havia sentido antes esta foi aumentando cada vez mais aumentando o volume dos nossos gemidos até que ouvi um grito sair pela minha garganta.

Ficamos ali uns segundos abraçados a minha cabeça encostada no seu ombro e a dele no meu até que abri os olhos tentando ver a cozinha mas estes estavam embaciados, finalmente Kid saiu de dentro de mim encostou a sua testa é minha dando-me um ligeiro beijo nos lábios, pegou em mim e colocou-me no chão.

- Um banho? — Perguntei eu ainda agarrada a ele, sentindo o meu corpo pegar devido ao suor. Ele apenas acenou e entre ligeiros beijos e risos dirigimos-nos á casa de banho.



Entramos na banheira e demos um duche rapido de agua morna e entre um beijo aqui e um ali conseguimos molhar a casa de banho toda. Sai-mos do duche e enquanto Kid se limpava rapidamente com um toalhão que por lá estava eu observa-va o meu pescoço no espelho.


- Achas bem!? — Perguntei-lhe apontando para a marca vermelho vivo que estava um pouco debaixo da minha orelha.


- É para te lembrares de mim quando não estiver cá. — Disse ele a sorrir. Tais palavras alarmaram-me.


- Tencionas ir a algum lado? — Questionei-o de sobrolho franzido.


- Não. — Afirmou ele serio sem olhar para a minha cara, percebi que algo se passava mas eu já o conhecia se insisti-se iria zangar-se por isso engoli a enchente de perguntas que começou a surgir na minha cabeça, e coloquei um sorriso nos labios.


Sai da casa de banho e dirigi-me ao meu quarto vestindo as primeiras peçasde roupa interiorque me surgiram á frente, de seguida vesti um top de alsas lilaz e uns calsoes pretos. Quado me virei para a cama apanhei um susto enorme, Shade estava lá debaixo do edredom e só lhe conseguia ver os olhos, levei a mão ao peito tentando acalmar o meu coração. Vi Kid entrar alarmado pelo grito que eu havia dado com o susto, já tinha as calças vestidas e vinha com a camisa na mão e quando este perguntou o que se passava apenas consegui desatar a rir perante a minha enorme estupides.


- Já que deste uma de louca eu vou dormir uma sesta. — Disse Kid olhando-mecomo se eu fosse completamente maluca o que me fez rir ainda mais. Este atirou a camisa para os pés da cama e deitou-se na minha cama fechando os olhos arqueei uma sobrancelha ponderando se ele estaria a fingir ou realmente a dormir, mas quando vi o seu peito a levantar e baixar regularente e nenhum sinal de um sorriso na sua cara percebi que estava realmente a dormir. Dirigi-me para a cama antonita com a capacidade dele de dormir tão de rerrepente, mas mal a minha cabeça tocou na almofada senti uma onda de cansaço enorme percebendo as consequencias da noite mal dormida que tivera.


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Não tinha tido nenhum sonho por isso mais espantada fiquei quando acordei ao sentir Kid mover-se. Olhei-o vendo-o levantar-se sem sequer olhar para mim, vestiu a camisa e dirigiu-se á porta.


- Kid? — Chamei-o mas este não me respondeu. — Kid? — Voltei a chama-lo agora a preocupação começou a invadir-me. — Kid, está tudo bem? — Nem um som em resposta. — Preparei-me para me levantar quando a sua mão alcançou a maçaneta da porta. — Aconteceu alguma coisa!? Eu fiz alguma coisa? — Perguntei já a entrar em panico, quando ele ouviu estas palavras estagnou, abriu um pouco a porta e em seguida olhou para mim.


- Fizes-te. — Disse ele a olhar nos meus olhos. O seu olhar era gelo, a sua expressão era de indiferença. Senti as lagrimas invadirem os meus olhos, ele continuava a olhar para mim, e a sua expressão mudou para desprezo quando ele virou a cara e saiu pela porta.


Fiquei ali sentada na cama a olhar para a porta aberta antónita, sentia um nó no estomago e não conseguia evitar que as lagrimas escorressem dos meus olhos, e nem ouvir a porta da rua a abrir e fechar ems seguida me deu forças para me levantar e ir atrás dele.


No te quiero — Cinco de Enero

Hoy voy a dejar de rebuscar
ese trozo de lana
y voy a no pensar,
a no temblar...
de frío, de miedo... si tú me estás diciendo,
te espero, te quiero...

Trato de encontrar alguna luz en medio de la noche,
hoy voy a actuar,
se acabará...
el ruido, el tiempo... y romperé el silencio.
No puedo, no quiero...

No voy a llorar,
ni a preguntar como se agota sin más el sentimiento...
y por qué gira hacia atrás el mundo entero,
no encuentro la fuerza, me quema por dentro...
de ti, de mí... porque tememos que al fin vamos a sufrir...
No te quiero...

Hoy la soledad se va a quedar cuando nada...
antes de empezar quiero volar contigo, de nuevo,
por todo lo que pierdo...
tu cuerpo, tus besos...

No voy a llorar,
ni a preguntar como se muere sin más el sentimiento...
sobre los me pesa el mundo entero, no encuentro la fuerza,
me quema por dentro de ti... de mí...
porque tememos que al fin vamos a sufrir...
No te quiero...

Como se muere sin más el sentimiento,
ni a preguntar como se muere sin más el sentimiento...
sobre los me pesa el mundo entero, no encuentro la fuerza,
me quema por dentro de ti... de mí...
porque tememos que al fin vamos a sufrir...
No te quiero...

Notas finais
Eu sei que está pequeno mas tenciono que o próximo seja maior, e não me matem pelo que aconteceu... talvez seja agora que a historia ganha um novo rumo...... espero que tenham gostado.... deixem a vossa opinião beijinhos :D