Take Me To Your World.
37 Capítulo 37 - Back to Vancouver.
Notas iniciais
Mais duas semanas se passaram, vamos voltar para Vancouver, não sei se estou pronta para perder o Nate, ele é tão bom em tudo, tão perfeito, mas bem ele vai para Vancouver, quem sabe as coisas continuem, estamos arrumando nossas malas e o nosso voo sai em duas horas, vesti uma saia preta e uma regata branca, deixei meus cabelos soltos, passei uma maquiagem leve, e me sentei na cama, Nate fez o mesmo.
— Elena, acho que é a hora de conversarmos, sobre nós.
— Concordo, pode começar.
— Eu realmente gosto muito de você — ele se sentou ao meu lado — Mas eu não vou namorar uma garota que eu sei que ama outro cara — ele sorriu — Mas como não estou procurando uma namorada, poderiamos continuar assim, uma amizade bem colorida, sair juntos, como namorados, mas sem um relacionamento, entende?
— Entendo — sorri — e eu adorei a sua idéia Sr. Archibald. — isso é um alivio.
— Tenho idéias brilhantes o tempo todo, sei disso — rimos e ele me beijou.
Fizemos o que tinha que ser feito e fomos para o avião, me sentei na janela e fiquei observando as nuvens o céu, e o Caribe que ficava abaixo.
— Vai sentir falta daqui? — Nate pegou minha mão.
— Vou, aqui foi tudo tão perfeito.
— Verdade, talvez a gente volte aqui nas nossas bodas de ouro — ele riu, eu dei um tapa no ombro dele e ri também.
— Engraçadinho em Sr. Achibald?
— Um pouco Srta. Gilbert — ele me deu um selinho demorado.
Nate passou o braço por meu ombro e me puxou contra seu peito, fiquei em silencio de mãos dadas com Nate até que peguei no sono. Fui acordada com selinhos leves, aqueles olhos azuis me olhando, sorri.
— Vem bela dormecida, chegamos em Vancouver.
— Finalmente — sorri.
Nós saimos e fomos pegar nossas malas, Nate me levou até o meu carro, e marcamos de jantar juntos amanhã, com meus amigos e os amigos dele, pode ser uma boa idéia, entrei no meu carro, que eu senti muita saudade, fui dirigindo até minha casa, mas no meio do caminho mudei de idéia e fui até a mansão Salvatore, preciso abraçar o Stefan, estou com tanta saudade do meu bobão, não demorou para que chegasse, desci e fui até a porta, toquei a campainha duas vezes e a porta se abriu.
— Elena — ele gritou, sorri e o abracei, ele me puxou me tirando do chão, como senti falta desse cara. — Caramba Elena, que saudade eu estava de você sua insuportavel.
— Também senti muito sua falta Tefinho, já de Vancouver não posso dizer o mesmo — fiz bico olhando para o lado, estava bem frio.
— É claro, fica um mês no Caribe, eu nem voltaria para cá — ele riu e me colocou no chão. — Vem a Lexi está aqui.
Assim que entrei vi Lexi sentada no sofá ela correu até mim e nós nos abraçamos, ela estava diferente, havia mais alegria em seu sorriso, desconfiei que ela e o Stefan estivessem juntos.
— Elena, agora pode começar a falar do principe.
— Nate — corrigi — ele é simplesmente perfeito, mas nós conversamos e vamos continuar com nossa amizade bem colorida.
— Ótima idéia, sem relacionamento.
Meu celular começou a tocar no bolço do casaco, era o Nate eu ri.
— Já está com saudade de mim Archibald?
— Elena, eu estava pensando, como vou dormir essa noite sem você?
— Caramba, achei que depois de um mês dormindo comigo teria enjoado. — rimos.
— Pelo contrario, vou sentir falta.
— Eu também — sorri, e meu sorriso sumiu assim que vi o Damon na escada.
Ele parecia estar muito mal, sua barba estava comprida o cabelo aparentava sujo e todo amassado, com olheiras em volta dos olhos.
- Nate, o jantar amanhã está em pé né?
— Sim, ou prefere me esconder dos seus amigos?
— Não se esqueça que somos amigos Sr. Archibald.
— Não há nome para o que somos Lena.
— Isso é verdade — eu ri — Nate, te ligo mais tarde ok? beijos.
— Beijos Lena.
Desliguei e me sentei novamente no sofá, contei várias coisas ao Stefan e a Lexi, e os convidei para jantar amanhã, eles aceitaram, Damon ficou o tempo todo me encarando da cozinha, por sorte nem sinal da Charlotte.
— Stefan, vou ir para minha casa, estou com saudade das minhas amigas.
— Melhor, antes que a Caroline surte — ele riu.
— Eu vejo vocês dois amanhã?
— Você acha que eu perderia um jantar para conhecer seu novo... Amigo colorido? — Lexi riu.
— Nos vemos amanhã — sorri e sai, mas algo me puxou para trás, a porta foi fechada e Damon estava atrás de mim, respirei fundo.
— Posso falar com você?
— Damon, não estraga minha vida, logo agora que está tudo certo.
— Elena, o resultado do teste de DNA sai amanhã, quero que vá comigo.
— Damon, não vou para ver uma coisa que eu já sei, e que vai me machucar mais ainda.
— Por favor, vou provar que eu não tive nada com a Charlotte, me dá essa chance, pelos velhos tempos?
— Tudo bem, me pega as onze.
— Certo. — ele me soltou, andei até meu carro, fiquei um tempo parada, minha cabeça encostada no volante.
Não sei se eu quero mesmo fazer isso, eu sei que o resultado é compativel, mas... pode ser negativo Elena, há esperança, obrigada inconsciente, por alguma coisa que preste. Dirigi até minha casa, quando cheguei vi Caroline no sofá, e Rebekah se amassando com Paul no outro.
— Nossa, vou voltar para o Caribe. — falei assim que entrei, as duas correram até mim e me abraçaram.
— Elena, eu não acredito que você está aqui, que saudade Elena — Caroline básicamente expulsou a Rebekah do abraço.
— Senti sua falta também Car. E a sua Bekah — a abracei — como senti falta das minhas melhores amigas mais lindas.
Contei todas as coisas que eu havia feito, todas as novidades, e tudo sobre o Nate, que era o que as duas mais queriam saber, as convidei para o jantar amanhã e é claro que elas aceitaram. Depois de por toda a conversa em dia resolvi ir para o meu quarto, tomei um banho relaxante na banheira, vesti meu pijama velho e me joguei na cama, estava cansada, e confesso que senti falta do Nate me abraçando e me acariciando, mas a vida segue agora. Acordei normal, tomei um banho e vesti um vestido branco soltinho, me lembrei que vou sair com o Damon, isso me deixou triste, terei que ser forte perto dele, sem chorar, e muito menos sem agarrar ele, acho que consigo. Era dez e vinte quando ele chegou, estava acabando de tomar o café da manhã.
— Lena, onde você vai? Café com o principe?
— Caroline o nome dele é Nate, e não, vou sair com o Damon, vamos resolver um problema, de uma vez por todas, daqui a pouco eu volto.
Sai e Damon estava me esperando encostado no carro, reparei que ele aparentava estar melhor, ele fez a barba e seu cabelo está limpo e lindo, seus olhos azuis não estão tão tristes como ontem, fiquei o encarando e ele abriu a porta do carro entrei e fiquei em silencio, até meu celular tocar, é o Nate, atendo ou não atendo? bom atendo, isso pode provocar um pouco de ciumes no Damon.
— Oi Nate.
— Oi amiga colorida — rimos. — Queria saber, você conseguiu dormir bem?
— Não muito bem, senti falta do seu abraço — fiz beicinho mesmo sabendo que ele não veria — E você?
— Senti falta de acordar com seus beijos.
— Nate, estamos parecendo namorados.
— Elena, tecnicamente somos namorados, mas sem o comprometimento.
— Tudo bem então — eu ri — Feliz em estar de volta a sua casa?
— Ah claro, super feliz com o Chuck drogado no meu sofá — ele bufou.
Percebi que o Damon estava inquieto, ok chega de tortura.
— Nate, eu posso te ligar mais tarde? estou com uma pessoa agora.
— Elena, nossa amizade colorida não permite você sair com outro alem de mim — ele tentou segurar o riso mas não conseguiu.
— Nate não estou saindo com ninguém, é só uma coisa que eu tenho que fazer, e a mesma regra se aplica a você ok? mas eu não estou brincando.
— Ui, então minha amiga barra namorada é ciumenta?
— Você nem imagina o quarto Archibald, não divido nada com ninguém.
— Ui ela é egoista — ele riu.
— Muito. Até a noite Archibald.
— Até a noite amiga barra namorada — rimos e eu desliguei.
Fiquei constrangida, foi uma boa idéia falar com o Nate assim na frente do Damon? não não foi, mas eu não tive culpa do rumo da conversa, olhei o Damon pelo canto do olho e ele estava triste de novo.
— Então, você tem certeza que quer que eu veja isso? — perguntei.
— Elena, eu preciso te provar, eu não dormi com a Charlotte, eu preciso te provar isso.
— Só vou acreditar quando eu ver o resultado.
O resto do caminho ficamos em silencio, chegamos no hospital e fomos até a recepção, uma senhora me entregou o envelope, não sei porque para mim, isso graças a Deus não é meu, entreguei para o Damon e nós saimos. Entramos no carro e ele dirigiu até o parque em que cotumavamos ir, caminhamos até o banco, ele abriu o envelope, respirei fundo, ele me entregou, meus olhos correram direto ao resultado, só consegui ler a palavra compativel, meus olhos encheram de lagrimas e meu coração de dor. Damon parecia desesperado, ele se jogou aos meus pés e colocou o rosto em minhas pernas, não tinha como eu dizer não para isso, ele parecia uma criança de cinco anos que perdeu a mãe no shopping lotado.
— Elena, eu não sei como isso deu compativel, eu juro que eu não dormi com ela, Elena, eu juro que não.
— Damon, o teste está aqui... — não consegui terminar, lagrimas invadiram meus olhos e escorriam livremente.
— Elena, isso não é possivel.
— Damon chega ok, eu posso te perdoar, não voltar é claro, mas eu posso tentar ser sua amiga, só que chega de mentiras.
— Eu não estou mentindo.
— Me leva a um lugar? por favor.
— Levo — ele se levantou e ficou me olhando, seu olhar triste estava acabando comigo, ele parecia derrotado, fomos andando até o carro e eu falei o endereço para ele.
O caminho todo ficamos em silencio, meu deus será que ele está acreditando na própria mentira? mas... E se não for mentira? mas deu compativel, então é filho dele mesmo. Mas ele parece derrotado, como se tivesse levado uma surra de uma gangue de beco.
Chegamos ao prédito, é onde o Nate mora, mas ele não precisa saber disso agora.
— Obrigada. — tentei sorrir, abri a porta.
— Elena, só me da um abraço?
Meu coração doeu e seu rosto vermelho me convenceu, o abracei forte. Ficamos um longo tempo abraçados, as lagrimas dele molharam meu ombro, mas eu não conseguia solta-lo, ele parece uma criança perdida, ele se afastou.
— Damon, você vai fazer alguma coisa hoje a tarde?
— Não.
— Então vamos para a sua casa — ele pareceu surpreso — Vou começar a tentar ser sua amiga, e vou começar quando você precisa de verdade de alguem.
Ele não disse nada e dirigiu, em vinte minutos nós chegamos, aparentemente não tinha ninguem, fomos para o quarto dele, me sentei na cama, e me lembrei dos momentos que tivemos ali, ele se sentou ao meu lado e eu o puxei para meu colo, ele começou a chorar, e soluçar, fiquei apenas acariciando seus cabelos e seu rosto.
Fale com o autor