Tabu

2 Sede de vitória lasciva


Notas iniciais
SEGUNDOU!!!!! Não consegui segurar (haha!) e acabei decidindo postar o capítulo 2 hoje. Digamos que eu recebi alguns... Incentivos... E eles só me deixaram mais animada com a história ao ponto de fazer o capítulo sair com certa antecedência. Gostaria de agradecer desde já a quem comentou o capítulo 1, já começou a acompanhar, e que estou achando o máximo ver o feedback que vai desde "mano do céu eu não achava que ia gostar de uma fic sobre isso", "acho estranho mas tenho interesse????" e "AMEI COMBINA DEMAIS COM O ZENITSU ELE NASCEU PRA ESSE FETICHE" akjsddhskjahdas Até feedback de forma mais privada (!!) eu recebi :'D No final parece que o mundo realmente precisa do combo que é Zenitsu fã de watersports. Estou tomando isso como minha missão nessa fic. Sem mais delongas... Mais pornografia suja e molhada!

Kaigaku deu um puxão de orelha em Zenitsu por conta do acidente no dia seguinte, mas depois disso não tocou mais no assunto.

Os dias passaram, e aos poucos Zenitsu acreditava que podia deixar aquilo para trás. Ainda assim, ele notou certas mudanças no comportamento de Kaigaku, mas não sabia se tinha ou não alguma relação com o ocorrido.

Nem fazia ideia se devia conversar com ele sobre tal coisa.

Como diabos iria falar pra Kaigaku que percebeu que ele não fechava mais a porta quando ia mijar?

Zenitsu não sabia se estava no céu ou no inferno — talvez aquilo fosse o purgatório. Ele tentava não espiar, de verdade, mas algumas vezes ainda se pegava olhando para Kaigaku quando este anunciava que ia usar o banheiro, quando o barulho era alto demais, quando escutava Kaigaku praticamente gemendo de alívio.

Não devia ficar tão encantado com aquilo como se fosse uma espécie de espetáculo. Kaigaku muito provavelmente não estava fazendo de propósito para atiçar seu fetiche — no máximo ele só devia se sentir confortável o bastante com a companhia de Zenitsu para não se importar se ele o visse daquela forma, mas não era como se fosse educado da parte de Zenitsu ficar encarando.

O rapaz decidiu não falar nada e usar os vislumbres ocasionais como material de punheta.

Tudo seguiu normalmente, mas só por mais alguns dias. Eventualmente, durante uma tarde especialmente quente, Kaigaku chegou com várias latas de cerveja. Zenitsu aceitou a companhia e as bebidas de bom grado, sem imaginar o que se seguiria.

Algumas latas depois, levantou-se para usar o banheiro, mas foi impedido por Kaigaku agarrando-lhe o pulso.

"Preciso mijar." Anunciou, suas memórias indo direto para aquela fatídica noite. Não era como se Zenitsu não quisesse repetir a experiência — ao menos não quando se tratava da parte prazerosa dela -, mas ele ainda pretendia seguir o bom senso que lhe sobrava.

Kaigaku não afrouxou os dedos.

"Vamos ver quem segura mais." Zenitsu quase caiu para trás. Aquilo só podia ser alguma pegadinha. Kaigaku havia gritado com ele na outra noite, e agora estava propondo aquele tipo de competição.

Só podia agradecer o álcool.

O bom senso que se dane.

Zenitsu voltou a sentar-se na cadeira da cozinha ao lado de Kaigaku, tomando outro gole de cerveja. Kaigaku o imitou, fazendo o mesmo.

Sentiu uma pontada de desconforto, mas preferiu disfarçar com um sorriso travesso. Não era todo dia que tinha a oportunidade de competir com Kaigaku; e quanto mais ele aguentasse, maior seria sua chance de vitória.

E se a vitória incluía poder ver Kaigaku desesperado e eventualmente incapaz de lutar contra si mesmo tal qual Zenitsu imaginava em suas fantasias, então ele estava disposto a se esforçar ao máximo.

Prestou atenção na linguagem corporal do outro, percebendo como Kaigaku passou a ficar mais tenso e incapaz de esconder o que sentia: começou a cruzar e descruzar as pernas, estava bebendo cada vez menos, e agora mexia de forma inquieta na barra da bermuda, o rosto cada vez mais vermelho pelo esforço.

Zenitsu tomou um gole da própria bebida e lambeu os lábios, deliciando-se com a visão.

Em dado momento Kaigaku acabou pondo a mão entre as pernas, agarrando-se por alguns segundos. Zenitsu sentiu o pau latejar apesar da própria vontade de mijar, e se esfregou na cadeira tentando aliviar ao mesmo tempo o desespero e o tesão.

Kaigaku se levantou sem aviso, e Zenitsu se perguntou se ele havia desistido, apenas para surpreender-se quando o moreno foi até ele e sentou bem no seu colo, colocando pressão em seu abdômen.

Zenitsu mordeu o lábio ao perceber que deixou escapar um jato fraco, molhando a área ao redor da cabeça do próprio pau.

Voltou a se concentrar, controlando-se com sucesso. Não podia perder tão fácil.

"O que você tá fazendo?" Perguntou assim que não se sentiu mais prestes a ter outro acidente. Kaigaku rebolou levemente no lugar, sorrindo ladino.

"Garantindo minha vitória." A resposta fez Zenitsu se arrepiar de tão lasciva que soou aos seus ouvidos. Só o fato de ter Kaigaku em seu colo já era no mínimo sugestivo, mas todo o contexto aplicado só tornava tudo ainda mais erótico para o loiro.

"Isso é injusto!" Protestou, os dedos dos pés se contraindo quando deixou escapar outro jato de mijo. Ao menos devia admitir que Kaigaku foi inteligente quando decidiu sentar em cima dele.

Kaigaku deu de ombros e tirou a regata, deixando-a de lado. Zenitsu quase perdeu o controle ali mesmo por conta da surpresa, e teve que respirar fundo. Já achava Kaigaku um homem belíssimo, e agora que ele estava ali tão perto, suado, seminu e brincando com suas fantasias…

Era de enlouquecer qualquer pessoa.

"Nunca disse que tinha regras." De fato, eles nunca pararam para estabelecer limites, então era justo considerar que valia tudo.

Zenitsu não podia protestar contra Kaigaku, mas ainda era capaz de jogar tão sujo quanto ele.

Pegou uma lata de cerveja ainda intocada e abriu. Kaigaku se remexeu no seu colo, encarando-o com curiosidade em seus olhos azuis para então demonstrar uma visível surpresa quando Zenitsu aproximou a bebida de seu rosto, fazendo-a tocar seus lábios.

“Beba. Tudo.” Aquilo era um desafio, e Zenitsu surpreendeu-se ao perceber que Kaigaku aceitou de bom grado.

Abriu a boca o suficiente para que pudesse beber, apoiando-se nos ombros de Zenitsu. O loiro continuou segurando a lata, virando-a devagar e tentando seguir o ritmo de Kaigaku, que até mesmo fechou os olhos para se concentrar. Parte da cerveja escorreu pelo seu queixo, misturando-se com seu suor, e Zenitsu se viu hipnotizado.

Kaigaku começou a tremer em seu colo, as mãos segurando-o com mais força. A mera implicação do que aquilo significava fez o pau de Zenitsu pulsar — naquele ponto já estava completamente duro, o short apertado demais para deixá-lo confortável. Mesmo assim, Kaigaku continuou a beber sem fazer uma única pausa, mesmo com as pernas e quadril cada vez mais inquietos.

Quando terminou, abriu os olhos e encarou Zenitsu com um ar de superioridade e luxúria.

Zenitsu abriu a boca, mas foi incapaz de verbalizar toda a bagunça dentro de sua cabeça. Balançou a lata, confirmando que estava realmente vazia. Pensou no quanto a bexiga de Kaigaku já devia estar cheia e na quantidade de líquido que ele acabou de ingerir.

Aquele homem era oficialmente louco.

Como que por reflexo aos pensamentos de Zenitsu, Kaigaku soltou uma exclamação, praticamente tendo um espasmo de corpo inteiro em seu colo. Zenitsu agarrou-lhe pela cintura, e quando desceu o olhar notou uma mancha molhada na frente da bermuda de Kaigaku.

Não apenas isso, como a respiração de Kaigaku já não estava mais tão relaxada quanto antes, lembrando Zenitsu das vezes em que ficaram juntos, trocando beijos e carícias por debaixo das roupas.

Tudo sem compromisso, claro.

“Oh, alguém está apertado?” Perguntou zombeteiro, por mais que estivesse de igual para igual com Kaigaku. Mesmo excitado, Zenitsu ainda estava fazendo esforço para não perder aquela competição e suas roupas não estavam completamente secas. Desde que Kaigaku sentou nele, Zenitsu se via soltando urina aos poucos, começando e parando em um processo lento e agonizante, ao ponto de praticamente sentir cada gota que saia da cabeça do pau.

“Eu só tava liberando espaço!” A resposta fez com que Zenitsu risse baixo, uma das mãos indo até o peitoral de Kaigaku. Tocou com a ponta dos dedos, traçando os músculos e descendo sinuoso. Quando chegou abaixo do umbigo, parou.

“Claro, claro… Bem aqui, né?” Ele perguntou, para logo em seguida pressionar diretamente a região. Kaigaku soltou um rosnado meio dolorido, contorcendo-se, e os olhos castanhos de Zenitsu brilharam quando ele viu a mancha na roupa de Kaigaku crescer mais um pouco, quente e úmida.

Olhou para o rosto de Kaigaku, rubro como se estivesse se controlando para não gozar. Notou que o olhar dele estava fixo não em Zenitsu, mas sim para o corredor do apartamento — o caminho para o banheiro.

Estava calculando quanto tempo ainda tinha? Planejava pular do seu colo e sair correndo para se aliviar, aceitando a derrota? Ou estava pensando que já foi longe demais, ao ponto de ser incapaz de chegar lá a tempo e que bastariam poucos passos para que seu corpo cedesse?

“Quer que eu te acompanhe?” Zenitsu aproveitou a chance para debochar de Kaigaku de novo, que prontamente o encarou com um ar de irritação para disfarçar — inutilmente — o quanto estava próximo do limite.

“N-não!” A voz até fraquejou, coisa que Zenitsu só tinha escutado antes quando ele estava perto de gozar, nas noites em que se agarraram no sofá e suas mãos cuidaram muito bem das necessidades de Kaigaku.

Apertou o abdômen de novo, e quase esporrou na própria cueca com o gemido que saiu da boca de Kaigaku, seguido por mais mijo, agora fluindo de maneira incontrolável e com mais força, o suficiente para que tanto Zenitsu quanto Kaigaku soubessem que não havia como parar.

“Ah, merda…” Kaigaku murmurou, ainda roçando-se no colo de Zenitsu, agarrando-se nele em busca de apoio enquanto tudo ficava molhado, quente e escorregadio.

Zenitsu não resistiu, pondo uma das mãos entre a pernas de Kaigaku. Abriu o botão e desceu o zíper da bermuda, agora toda ensopada, e apalpou-lhe o pau por cima da cueca — ali, podia sentir por onde o jato ultrapassava a barreira de tecido, o líquido marcando tudo que encontrava pelo caminho.

Puxou a barra, espiando o interior. Ali, pode ver o jato de mijo de Kaigaku, praticamente transparente, assim como seu pau brilhando de tão molhado.

Meteu a mão ali, adorando a sensação de sentir o mijo alheio escorrendo pelos seus dedos, tão quente e íntimo, e então começou a punhetar Kaigaku ainda dentro da cueca.

Kaigaku gemeu alto, o quadril movendo-se contra a mão de Zenitsu, tornando tudo ainda mais frenético, sujo e grosseiro; Zenitsu passou o polegar pela cabeça do pau de Kaigaku, espalhando ainda mais mijo para todas as direções possíveis antes de voltar a subir e descer, a mão escorregando com facilidade.

Sem mais se importar com a competição agora que tinha certeza de sua vitória, Zenitsu relaxou os próprios músculos e passou a se mijar também, libertando-se de todas as amarras e preocupações.

Soltou um grunhido de tesão e alívio, que combinou perfeitamente com os gemidos roucos de Kaigaku e os sons que denunciavam o quanto aquela situação inteira era suja, indecente, errada mas ao mesmo tempo tão certa com a adição do elemento proibido.

Não demorou muito para Kaigaku gozar na mão de Zenitsu após terminar de se mijar. E assim como Kaigaku, Zenitsu acabou melando a própria cueca com jatos grossos de porra instantes depois de ter soltado as últimas gotas, num ato de adoração pela situação deliciosamente imunda.

Foi uma tarde extremamente prazerosa.

Notas finais
Quem já leu outras coisas minhas sabe que Zenitsu debochado é TUDO PRA MIM. Esse capítulo foi um deleite justamente porque eu pude botar ele provocando o Kaigaku, provando que pode ficar pau a pau com esse cara. Por isso que aguentam dividir a mesma morada, vivem se provocando... E gostam! Se não gostassem, o Kaigaku não teria aparecido com a proposta de uma competição tão safada como essa, que por sinal eu achei super divertida de escrever. Amo fazer eles interagirem independente do contexto ou da desculpa, ponto. Pelo menos os humilhados foram exaltados e o Zenitsu teve o gostinho da vitória ♥ Já sobre o começo do capítulo: Zeni, meu filho, ele tá totalmente querendo passar uma mensagem pra você com essa porta aberta!! Se joga, rapaz! De qualquer modo, eles já quebraram algumas barreiras nesse capítulo. A tendência é continuar! E vai continuar... No capítulo 3. Nos vemos de novo em breve ♥