Notas iniciais
Hoje tem especiaaaall... Dia dos namorados né? Ou São Valentin para os mais cultos. Adivinhem com qual casal? Não digo nem que eu morra, apesar de vcs saberem lendo, ta ae! Divirtam-se com o 17 e com especial de dia dos namorados... Se a data servir, eu faço outros! - Mentira, faço naum, da trabalho!
Green: Bem, ja deu pra notar que a gente mal vai aparecer ¬¬
Red: Na verdade, não vamos nem dar uma ponta
Green: Porque certo apostador é que vai ¬¬
Red: Você nunca cansa??

Valentine Day!


Pov. On.


Dia dos namorados, o pior dia do século... Super chato, um monte de casais melosos se beijando e se abraçando enquanto ficam dizendo eu te amo pra lá e eu te amo pra cá... Isso nunca vai acontecer comigo... Putz, tenho que retornar todas as gatas de ontem. Retomando, dia besto e tal, mas temos aula só até as quatro, então obrigado feriado idiota e eu juro que não despreso mais o dia dos namorados.


— Gold... Gold... Gold! — ouvi alguém gritar.


— Mm... — murmurei levantando a cabeça pra ver o professor de história irritado. — Desculpe. — sorri com uma gota.


— Endireite-se e leia o resto. — mandou ríspido, apanhei o livro, mas não tinha idéia de onde tinha parado.


— A guerra começou quando... — ele me interrompeu apontando para outro trecho. — E então, a multidão que morava ali perto, sucumbiu ao poder dele e de seus subordinados, logo as áreas perto de lá também foram dominadas e rebaixadas.


— Ótimo, Luny. — continuou a andar e arfei aliviado.


— Por pouco, eim? — meu colega comentou abafando uma risada.


— To... — ele começou o sermão, mas o sinal tocou e sai rindo.


— Gold! — Crystal me avistou correndo com um sorriso.


— Vamos ir pro clube hoje? — perguntei, tinha planos hoje e ficar no clube não era um deles.


— Não, eu... — ela começou,mas aquele cara apareceu.


— Ero Baka, como vai? — sorriu,aquele mendigo...Ainda mato ele.


— Saidinho você, eim. — resmunguei e ele abriu um pirulito, malditos pirulitos de morango.


— Gold... — murmurou ao meu lado, talvez eu devesse dar atenção pra ela.


— Uh? — sorri afastando o mendigo com uma mão.


— Ah... Sabe... Depois eu falo. — murmurou correndo para o outro lado.


— O que deu nela? — indaguei coçando a cabeça.


— Sei lá. — resmungou ele e sua voz irritante.


— Putz... — foi ai que eu notei como ele estava vestido, um casaco azul e uma blusa marrom. — Pra onde vai... Hum... — entedi tudo.


— "hum" o que? — indagou indiferente, odeio aquele mendigo.


— Vai pra um encontro com alguém? — provoquei, mas ele não corou.


— Vo sim, porque? — como ele podia ser tão indiferente com tudo?


— Esquece, vai na paz. — resmunguei emburrado.


Dia dos namorados, mal começou e já atacou o mendigo, como ele pode? Depois de todas as nossas brigas?... Foda-se, to nem ai, ele faz o que quizer, por acaso tenho cara de homossexual? (N/A:Yaoi Girls,fiquem caladas,por favor.) Voltando ao assunto anterior, esse negócio é tão sério que chega a dar nojo... vejamos, hoje eu tenho que ir pra praça, ao cinema, ao restaurante perto da casa do Grant...


— O que tem com você hoje, Gold? — me perguntaram no corredor.


— Estou atrasado para compromissos. — avisei correndo.


— Gold... — resmungou do lado do portão da escola.


— Grant, cara! Veio até aqui me buscar? Adoro você! — sorri animado.


— Não leve a mal, o prof.Elm me pediu para vir ver o prof.Rowan. — resmungou forçando o semblante.


— Então tá. — acenei me mandando para o sul.


Como não tenho tempo para ir pra casa e em feriados fico sem ter onde ficar, mamãe disse que poderia ficar na casa da senhora Meller que mora numa vinzinhança bem boa pinta, fica mais ao sul e durante o inverno as copas das árvores ficam petrificadas parecendo esculturas... Moram lá também, duas criadoras pokemon, Alice e Meily, não são criadoras de verdade já que eu mesmo vi que tem poucos pokemon, mas quando os pokemon adoecem elas são como Joys.


— Ohayo! — gritaram as duas quando me viram.


— Como vão? — perguntei por pura educação.


— Gold, quer um chocolate? — indagou a senhora Meller no pé da porta.


— Não, estou sem fome. — sorri correndo e quardando a mochila. — É de algum adimirador,tia? — tentei constrangé-la.


— Deixe disso, malandro. São da sua mãe. — riu. Minha mãe mandou, imagino porque ¬¬...


— Dia dos namorados é realmente... — começei a comentar quando a imagem de Crystal apareceu na minha cabeça.


— Algum problema com o garoto, Derly? — sorriu o vovô Martin, um velho simpático que namorava a tia Meller.


— Não tio, só lembrei de alguma coisa que tenho que fazer. — acenei correndo de volta pro norte.


— Tio... — pude ouvir Martin resmungar.


— Ora, volte antes do jantar! — avisou e minha barriga roncou de fome.


— Ok! — gritei. Agora era chegar a casa de Crystal, parece que ela estava morando com Matsuyo e Sapphire. — Tomara que ela esteja. — murmurei ao achar a casa certa e tocar a campainha.


— Alôoo, quem é o vagabundo brincando com a campainha? — desatei a rir. Matsuyo brava era realmente hilário.


— Se sou um vagabundo não sei, mas eu arranjo um se você quizer. — comentei e pigarreios foram dados antes da porta ser aberta vagarosamente.


— Ah, é você... — resmungou abrindo mais abertamente a porta.


— Pensou que fosse quem? O Superman? — brinquei e ela revirou os olhos. Juro que pude ouvir risos lá dentro. — Enfim, a Crys tá aí? — um sorriso perversso habitou seus lábios quando ela olhou para trás.


— Claro! — exclamou serelepe, não parecia a mesma. — Ô Crys, teu príncipe ta aqui! — gritou e corei.


— Que bicho te mordeu?! — brinquei tentando disfarçar a vermelhidão.


— Matsuyo-san! — apareceu balbuciando sem reação.


— Yo, Crys. — sorri levantando a mão.


— G-Gold, o que faz aqui? Como me achou? — interrogou nervosa.


— Ah... Queria falar comigo no corredor, mas o mendigo interrompeu. — relembrei, ainda mato ele.


— Não podia ser outra hora? — implorou mais nervosa.


— Pode... — coçei a cabeça confuso.


— Não! — interveio Sapphire. — Se deixar, essa outra hora vai virar anos, vão logo! — gritou empurrando a nós dois pela porta e fechando-a. Putz, que academia ela frequenta? Quero ir também!


— Agora não tem jeito. — resmunguei me sentando na calçada.


— É... — suspirou também sentando.


— Talvez nos deixem entrar. — opnei tendo uma ótima idéia.


— Acho que não... — apontou pra placa na porta: "Só voltem quando terminarem o encontro!". Essas duas não tem limites.


— Vamos em uma sorveteria? — sorri batendo a poeira e lhe oferencendo minha mão.


— Tudo bem. — agarrou minha mão.


— Que tal aquela? — apontei e ela olhou para o monte de casais.


— Não. — puxou-me para outra direção.


— Que tal? — puxei-a para o estabelecimento.


— Já que estamos aqui... — suspirou sentando em uma cadeira da mesa para dois.


— O que vão querer? — perguntou o garçom sorridente.


— Quero um de chiclete com floresta negra e chocolate. — apontei os sabores no cardápio.


— ... E chocolate, certo. Enquanto a moça? — continuou e olhei para Crys que estava vermelha.


— Um de morango com doce de leite. — respondeu antes que abrisse minha boca.


— Trago em um minuto. — avisou saindo de cena. Era hora do interrogatório...


— Crys, o que queria naquela hora? — começei meu plano Z... Sou um idiota, só estou fazendo perguntas...


— Bem... Como você sabe, hoje é dia dos namorados e... — parou, me virei para notar o garçom.


— Aqui esta! Atrapalho? — indagou deixando as taças na mesa. Neguei cansado. — Buon appetito, giovane. — saiu do caminho.


— Como esta o seu? — perguntou e me virei rindo. — O que foi? — cruzou os braços. Crys é realmente muito séria.


— Tem sorvete aqui. — apontei para seus lábios tirando o pouco de sorvete, acho que ela corou.


— Gold... — chamou vendo-me brincar com a colher. — Vamos? — me pediu com um sorriso falso.


— Já? — indaguei confuso. — Tudo bem. — terminei o sorvete e pedi a conta.


— Aqui esta, ragazzo. — sorriu dando-me a conta. Depois fomos até a rua dela.


— Até, Crys. — abracei-a e ela me segurou pela manga da blusa.


— Gold, eu gosto de você. — disse com os olhos pressionados.


— Hum?! — soltei confuso.


— Eu gosto de você no sentido de amar. — explicou exaltada me soltando.


— Eu também... — murmurei e a porta atrás dela se abriu jogando-a contra meus lábios. Revirei os olhos vendo Sapphire e Matsuyo de trás da porta, soltando risinhos enquanto viam a cena.


Dia dos namorados é sempre uma surpresa, depois desse beijo, nós separamos envergonhados e nos beijamos novamente, e enquanto aos meus compromissos, demarquei todos. Crystal valia mil vezes cada um deles, percebi que o motivo de achar o feriado tosco, era porque não tinha a quem amar. Depois do segundo beijo, puxei o celular e mandei a seguinte mensagem: "compromissado, desculpem gatas, o garanhão já foi pego."

Notas finais
Red: Pra quem não entendeu, quem narra é o Gold.
Green: Ninguém é burro!
Red: Certas pessoas se fazem e são *Indireta*
Green: Temos mais um fim de semana, quem dita as regras sou eu!
Red: Quem disse??
Green: Ta no script U.U
Red: Ser escravo dele por um dia, ninguém merece... Próximo: Ajuda um pouco desnecessária.
Green: Quem faz esses títulos sem sentido?
Red: Sei lá.
Green: Hum... O que era? Ah! Ah! Mandem Reviews!!