TKA - Taitame Kutou Academy
19 Valentine's Day
Notas iniciais
Green: Bem, ja deu pra notar que a gente mal vai aparecer ¬¬
Red: Na verdade, não vamos nem dar uma ponta
Green: Porque certo apostador é que vai ¬¬
Red: Você nunca cansa??
Valentine Day!
Pov. On.
Dia dos namorados, o pior dia do século... Super chato, um monte de casais melosos se beijando e se abraçando enquanto ficam dizendo eu te amo pra lá e eu te amo pra cá... Isso nunca vai acontecer comigo... Putz, tenho que retornar todas as gatas de ontem. Retomando, dia besto e tal, mas temos aula só até as quatro, então obrigado feriado idiota e eu juro que não despreso mais o dia dos namorados.
— Gold... Gold... Gold! — ouvi alguém gritar.
— Mm... — murmurei levantando a cabeça pra ver o professor de história irritado. — Desculpe. — sorri com uma gota.
— Endireite-se e leia o resto. — mandou ríspido, apanhei o livro, mas não tinha idéia de onde tinha parado.
— A guerra começou quando... — ele me interrompeu apontando para outro trecho. — E então, a multidão que morava ali perto, sucumbiu ao poder dele e de seus subordinados, logo as áreas perto de lá também foram dominadas e rebaixadas.
— Ótimo, Luny. — continuou a andar e arfei aliviado.
— Por pouco, eim? — meu colega comentou abafando uma risada.
— To... — ele começou o sermão, mas o sinal tocou e sai rindo.
— Gold! — Crystal me avistou correndo com um sorriso.
— Vamos ir pro clube hoje? — perguntei, tinha planos hoje e ficar no clube não era um deles.
— Não, eu... — ela começou,mas aquele cara apareceu.
— Ero Baka, como vai? — sorriu,aquele mendigo...Ainda mato ele.
— Saidinho você, eim. — resmunguei e ele abriu um pirulito, malditos pirulitos de morango.
— Gold... — murmurou ao meu lado, talvez eu devesse dar atenção pra ela.
— Uh? — sorri afastando o mendigo com uma mão.
— Ah... Sabe... Depois eu falo. — murmurou correndo para o outro lado.
— O que deu nela? — indaguei coçando a cabeça.
— Sei lá. — resmungou ele e sua voz irritante.
— Putz... — foi ai que eu notei como ele estava vestido, um casaco azul e uma blusa marrom. — Pra onde vai... Hum... — entedi tudo.
— "hum" o que? — indagou indiferente, odeio aquele mendigo.
— Vai pra um encontro com alguém? — provoquei, mas ele não corou.
— Vo sim, porque? — como ele podia ser tão indiferente com tudo?
— Esquece, vai na paz. — resmunguei emburrado.
Dia dos namorados, mal começou e já atacou o mendigo, como ele pode? Depois de todas as nossas brigas?... Foda-se, to nem ai, ele faz o que quizer, por acaso tenho cara de homossexual? (N/A:Yaoi Girls,fiquem caladas,por favor.) Voltando ao assunto anterior, esse negócio é tão sério que chega a dar nojo... vejamos, hoje eu tenho que ir pra praça, ao cinema, ao restaurante perto da casa do Grant...
— O que tem com você hoje, Gold? — me perguntaram no corredor.
— Estou atrasado para compromissos. — avisei correndo.
— Gold... — resmungou do lado do portão da escola.
— Grant, cara! Veio até aqui me buscar? Adoro você! — sorri animado.
— Não leve a mal, o prof.Elm me pediu para vir ver o prof.Rowan. — resmungou forçando o semblante.
— Então tá. — acenei me mandando para o sul.
Como não tenho tempo para ir pra casa e em feriados fico sem ter onde ficar, mamãe disse que poderia ficar na casa da senhora Meller que mora numa vinzinhança bem boa pinta, fica mais ao sul e durante o inverno as copas das árvores ficam petrificadas parecendo esculturas... Moram lá também, duas criadoras pokemon, Alice e Meily, não são criadoras de verdade já que eu mesmo vi que tem poucos pokemon, mas quando os pokemon adoecem elas são como Joys.
— Ohayo! — gritaram as duas quando me viram.
— Como vão? — perguntei por pura educação.
— Gold, quer um chocolate? — indagou a senhora Meller no pé da porta.
— Não, estou sem fome. — sorri correndo e quardando a mochila. — É de algum adimirador,tia? — tentei constrangé-la.
— Deixe disso, malandro. São da sua mãe. — riu. Minha mãe mandou, imagino porque ¬¬...
— Dia dos namorados é realmente... — começei a comentar quando a imagem de Crystal apareceu na minha cabeça.
— Algum problema com o garoto, Derly? — sorriu o vovô Martin, um velho simpático que namorava a tia Meller.
— Não tio, só lembrei de alguma coisa que tenho que fazer. — acenei correndo de volta pro norte.
— Tio... — pude ouvir Martin resmungar.
— Ora, volte antes do jantar! — avisou e minha barriga roncou de fome.
— Ok! — gritei. Agora era chegar a casa de Crystal, parece que ela estava morando com Matsuyo e Sapphire. — Tomara que ela esteja. — murmurei ao achar a casa certa e tocar a campainha.
— Alôoo, quem é o vagabundo brincando com a campainha? — desatei a rir. Matsuyo brava era realmente hilário.
— Se sou um vagabundo não sei, mas eu arranjo um se você quizer. — comentei e pigarreios foram dados antes da porta ser aberta vagarosamente.
— Ah, é você... — resmungou abrindo mais abertamente a porta.
— Pensou que fosse quem? O Superman? — brinquei e ela revirou os olhos. Juro que pude ouvir risos lá dentro. — Enfim, a Crys tá aí? — um sorriso perversso habitou seus lábios quando ela olhou para trás.
— Claro! — exclamou serelepe, não parecia a mesma. — Ô Crys, teu príncipe ta aqui! — gritou e corei.
— Que bicho te mordeu?! — brinquei tentando disfarçar a vermelhidão.
— Matsuyo-san! — apareceu balbuciando sem reação.
— Yo, Crys. — sorri levantando a mão.
— G-Gold, o que faz aqui? Como me achou? — interrogou nervosa.
— Ah... Queria falar comigo no corredor, mas o mendigo interrompeu. — relembrei, ainda mato ele.
— Não podia ser outra hora? — implorou mais nervosa.
— Pode... — coçei a cabeça confuso.
— Não! — interveio Sapphire. — Se deixar, essa outra hora vai virar anos, vão logo! — gritou empurrando a nós dois pela porta e fechando-a. Putz, que academia ela frequenta? Quero ir também!
— Agora não tem jeito. — resmunguei me sentando na calçada.
— É... — suspirou também sentando.
— Talvez nos deixem entrar. — opnei tendo uma ótima idéia.
— Acho que não... — apontou pra placa na porta: "Só voltem quando terminarem o encontro!". Essas duas não tem limites.
— Vamos em uma sorveteria? — sorri batendo a poeira e lhe oferencendo minha mão.
— Tudo bem. — agarrou minha mão.
— Que tal aquela? — apontei e ela olhou para o monte de casais.
— Não. — puxou-me para outra direção.
— Que tal? — puxei-a para o estabelecimento.
— Já que estamos aqui... — suspirou sentando em uma cadeira da mesa para dois.
— O que vão querer? — perguntou o garçom sorridente.
— Quero um de chiclete com floresta negra e chocolate. — apontei os sabores no cardápio.
— ... E chocolate, certo. Enquanto a moça? — continuou e olhei para Crys que estava vermelha.
— Um de morango com doce de leite. — respondeu antes que abrisse minha boca.
— Trago em um minuto. — avisou saindo de cena. Era hora do interrogatório...
— Crys, o que queria naquela hora? — começei meu plano Z... Sou um idiota, só estou fazendo perguntas...
— Bem... Como você sabe, hoje é dia dos namorados e... — parou, me virei para notar o garçom.
— Aqui esta! Atrapalho? — indagou deixando as taças na mesa. Neguei cansado. — Buon appetito, giovane. — saiu do caminho.
— Como esta o seu? — perguntou e me virei rindo. — O que foi? — cruzou os braços. Crys é realmente muito séria.
— Tem sorvete aqui. — apontei para seus lábios tirando o pouco de sorvete, acho que ela corou.
— Gold... — chamou vendo-me brincar com a colher. — Vamos? — me pediu com um sorriso falso.
— Já? — indaguei confuso. — Tudo bem. — terminei o sorvete e pedi a conta.
— Aqui esta, ragazzo. — sorriu dando-me a conta. Depois fomos até a rua dela.
— Até, Crys. — abracei-a e ela me segurou pela manga da blusa.
— Gold, eu gosto de você. — disse com os olhos pressionados.
— Hum?! — soltei confuso.
— Eu gosto de você no sentido de amar. — explicou exaltada me soltando.
— Eu também... — murmurei e a porta atrás dela se abriu jogando-a contra meus lábios. Revirei os olhos vendo Sapphire e Matsuyo de trás da porta, soltando risinhos enquanto viam a cena.
Dia dos namorados é sempre uma surpresa, depois desse beijo, nós separamos envergonhados e nos beijamos novamente, e enquanto aos meus compromissos, demarquei todos. Crystal valia mil vezes cada um deles, percebi que o motivo de achar o feriado tosco, era porque não tinha a quem amar. Depois do segundo beijo, puxei o celular e mandei a seguinte mensagem: "compromissado, desculpem gatas, o garanhão já foi pego."
Notas finais
Green: Ninguém é burro!
Red: Certas pessoas se fazem e são *Indireta*
Green: Temos mais um fim de semana, quem dita as regras sou eu!
Red: Quem disse??
Green: Ta no script U.U
Red: Ser escravo dele por um dia, ninguém merece... Próximo: Ajuda um pouco desnecessária.
Green: Quem faz esses títulos sem sentido?
Red: Sei lá.
Green: Hum... O que era? Ah! Ah! Mandem Reviews!!
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