Notas iniciais
Gente, sei que os capítulos anteriores estão curtinhos e eu realmente não sei se esse vai ficar também, é que eu já estou de volta na escola (já tive PROVA!), então, eu estou com lições, trabalhos, estudos e etc etc etc. Mas, sempre vou encontrar tempo para escrever aqui. Ok? POV Rapunzel, porque ela é diva! (E porque a Mally Grey me matava se eu não fizesse POV dela! AVISO: Mally, o Jackunzel tá chegando que nem você na outra fic: DE BONDE! Brincadeira, ele aparece nesse capítulo.)

(Trilha Sonora: Angels — Owl City)

.P.O.V. Rapunzel.

Acordei no dia seguinte e notei que a Merida já tinha se trocado e deixado tudo pronto para ir embora.

– Vai chover! Merida acordou cedo, temos que gravar esse momento! — eu disse, pegando o meu celular e tirando uma selfie com ela.

– Ha ha ha. — ela riu irônica. — Muito engraçado, mas, eu tenho que ir para casa, lembrei que tenho que fazer uma coisa.

– O que foi? Já está com saudades do Soluço? — eu perguntei, dando um dos meus sorrisos malignos.

– Não! É que amanhã eu viajo para o haras! — ela explicou, cortando o meu barato. — E o seu sorriso maligno é ridículo!

Ignorei as reclamações da minha amiga e comecei a me trocar, arrumei o cabelo e desci para a cozinha.

– O que vai querer de café da manhã? — eu perguntei.

– Escolhe você, não estou com fome.

– Tudo bem, então.

Fui até a cozinha e comecei a preparar duas xícaras de café e torradas, liguei o CD e coloquei na minha música preferida: Angels, do Owl City (esse cara é incrível!). Quando as torradas ficaram prontas, eu passei manteiga nelas e coloquei o café nas xícaras

– Vem comer! — eu chamei e ela sentou do meu lado. — Espero que você se divirta lá no haras, dá um oi pro Max por mim!

Maximus, ou Max, é o meu cavalo, ele é muito bonito, todo branco, com a crina meio cinza.

– Claro, mas, agora eu tenho que ir, você vem comigo? — ela perguntou.

– Vamos!

Andamos até a casa dela e encontramos com a Kyra e o Soluço, eles estavam acompanhados de uma garota muito bonita, cabelos loiros e olhos azuis claros, me lembravam os olhos do Jack, mas, espera aí, POR QUE EU ESTOU PENSANDO NO JACK?

– Essa aqui é a Merida! — disse Kyra, para a garota. — E essa é a Punz, ah, preciso falar com você. — ela me arrastou até a parte de trás da casa junto com a outra garota.

– O que está acontecendo? — eu perguntei, confusa.

– Olá, eu sou a Dakota, eu e a Kyra estamos tentando juntar o Soluço e a Merida, você pode nos ajudar?

– Claro! Eu ia falar isso para a Kyra agora!

– Então, está feito! — disse Kyra, animada. — Modo cupido on! — ela estendeu o braço e fez o sinal de "paz e amor".

– Ei! — reclamou Dakota. — Não rouba minha cena!

– Gente, tenho que ir, tchau Kyra, tchau Dakota, tchau Namorados não Assumidos! — eu gritei e saí correndo.

Fui parar no parque então decidi comprar um sorvete, tinha acabado de pagar e estava tomando meu picolé de manga calmamente quando uma pessoa de skate tromba comigo.

– Desculpa não foi de propósito... Punz? — disse Jack, se levantando e me ajudando a levantar.

– Oi, toma cuidado da próxima vez! — eu disse, ainda brava por ter perdido o meu sorvete.

– Desculpa! Mas, eu já sei como te animar, — ele começou. — vou comprar um sorvete para você! Aí eu aproveito e compro pra mim também, estou morrendo de calor!

– Não precisa, sério!

– Precisa sim, vamos logo! — ele disse e eu cedi, senão ele me irritaria até eu aceitar.

Fomos até a barraquinha de sorvete e eu peguei um picolé de morango e leite condensado, ele pegou um de coco. Fomos andando e conversando enquanto tomávamos os sorvetes.

– Sabe o que eu achei ontem? — eu perguntei.

– Não, o quê?

– Eu + Você = Nós! Nossa, eu e a Rida rimos muito! -eu disse, rindo ao me lembrar da noite passada.

– Vocês acharam aquela peça de museu? — ele perguntou, rindo também. — Que página vocês abriram?

– Duas: "O que estaremos fazendo em vinte anos" e "Não queríamos que isso acabasse!!"

– Pomares assombrados, pessoas de 15 anos rindo que nem retardadas... Por que não me chamaram? — ele perguntou.

– Sei lá, talvez você não quisesse se lembrar do único dia em que nós vimos você chorar! — eu brinquei com ele.

– Ah, é? — ele perguntou, desafiador. — Você vai ver só uma coisa!

Depois que disse isso, ele começou a fazer cosquinhas na minha barriga, DROGA! O Jack é o único que sabe meu ponto fraco! Ficamos conversando a tarde inteira e quando eu me toquei, já tinha que voltar para casa.

– Tchau, Jack! — eu disse, dando um beijo na bochecha dele. — A gente se vê amanhã na escola!

– Tchau, Punz, a gente se vê! — ele acenou, subindo no skate e indo embora.

Comecei a andar até minha casa, pensando no dia que eu tive, vou ajudar a juntar a Rida e o Soluço, conversei com o Jack, lembramos coisas que aconteceram a seis anos, é... foi um dia ótimo!

.P.O.V. Merida.

"Namorados não Assumidos", a Punz não perdia uma oportunidade! Olhei para o Soluço e percebi que eu devia estar tão vermelha quanto ele.

– Desculpa por isso! — eu sussurrei. — Ás vezes a Punz age como uma criança de cinco anos...

– Tudo bem, — ele disse, ainda corado. — a Kyra faz isso também.

Eu olhei para a Kyra, que estava bem atrás de nós com a amiga dela, ainda não sabia o nome da garota, mas ela parecia legal {N/A: Ela não vai parecer tão legal com o modo cupido.}.

– Qual o nome da sua amiga, Kyra? — eu perguntei, desesperada para mudar de assunto.

– Dakota! — a garota disse.

– Bem, eu vou levar a Dakota para o parque para ela ver a reforma que fizeram, voltamos logo. — disse Kyra, pegando Dakota pela mão e levando ela para o lado onde o parque ficava.

– Como foi na casa da Punz? — perguntou Soluço, quando elas foram embora. — Aqui ficou uma zona!

– Sério? Na casa da Punz foi legal, assistimos As Crônicas de Spiderwick. Mas, por que aqui ficou uma zona?

– A Dakota chegou ás dez e meia gritando, aí a Kyra começou a gritar também, aí o Banguela levou um susto, levantou, bateu a cabeça na minha prateleira e ela caiu no chão com todos os meus livros. Nada de mais... — ele disse, irônico.

– O Banguela tá bem? — eu perguntei, rindo.

– Sim, mas os meus tímpanos ainda estão doendo. — ele comentou.

– Bem, eu tenho que arrumar as malas, amanhã eu vou para o haras. Ou seja, NADA DE AULA AMANHÃ! — eu disse, animada.

– Sorte sua... — ele murmurou. — Então, terça a gente se fala?

– Sim, tchau!

– Tchau! — ele acenou e eu entrei em casa.

Notas finais
Cara, quantos pontos de exclamação tem na minha fic? '-' P.S.: Deem só uma olhada nisso: http://oglobo.globo.com/sociedade/historia/islandia-vai-construir-primeiro-templo-de-deuses-nordicos-desde-era-viking-15227813