Notas iniciais
Eu perdi a minha senha... Juro que durante dois anos eu não postei unicamente pq eu nã conseguia entrar (mas eu continuei postando em outros sites). E hoje magicamente eu descobri ao acaso! Não to acreditando, sério! Lógico que a primeira coisa que eu fiz quando isso acontecu foi vir atualizar essa fic. Espero que gostem.

— Ai... Meu... Deus_ Disse o detetive pausadamente. Tudo que consegui foi me virar, olhar pra ele e perguntar:

— Acredita em mim agora?

Ele me olhou incrédulo.

— Nao vai querer me dizer que é uma coicidencia ou uma brincadeira né? _ Perguntei sarcastica.

Ele parecia querer me dizer alguma coisa.

— Quem... *caham* com quem você conversou sobre isso além de mim?_perguntou ainda de boca aberta.

— Porque?

— Nao é óbvio? — levantou a sombrancelha — digamos que o que você me disse a uns minutos atrás fosse realmente verdade... A pessoa por trás disso não ia revelar ser "descendente de Kira" se não soubesse que você já desconfiava.

— Mas eu nem cheguei perto da Melissa!

— Você e eu sabemos que a Melissa pode não estar sozinha.

Silencio...

— Nao conversei com ninguém suspeito.

— Com ninguém SUSPEITO? Isso quer dizer que conversou com alguém sobre isso?

Pensei um pouco e relutante respondi:

— Siiim... Com o Rafael e a Garibalda...

Ele franziu o senho.

Fiquei em silencio pensando. Apenas Rafael e a Garibalda ficaram sabendo da minha historia. E quando eles sairam para eu conversar com o Detetive, ficaram escondidos escutando nossa conversa. Não estavamos longe do onibus de Melissa... E se eles...?

— Ta pensando o mesmo que eu, Detetive?

— Provavelmente...

— agora acredita?

— Ja chega! Vou dar um basta nessa palhaçada.

— O que vai fazer?

— Vou até Melissa. Quero falar com ela, a sós!

Fiquei pra trás olhando ele entrar com tudo pra dentro do onibus. Virei-me... O local estava completamente cercado por policiais. Os alunos recuavam para dentro dos onibus, mesmo que ainda não fossemos ir embora. Vi o Rafael e a Garibalda de longe. Corri na direção deles, bloqueando seus caminhos.

— Karol... O que exatamente aconteceu lá atrás? _ perguntou Rafael, me parecendo inocente... Mas não sabia se havia veneno em suas palavras... Isso me dava ódio.

Eles me encaravam e eu fiquei em silencio. Não sabia por onde começava e muito menos se deveria começar.

— O quanto devo confiar em você? _ Acabei deixando escapar.

Ele arregalou os olhos. Uma perfeita imitação de quem se sente ultrajado.

— Pode confiar em mim para o que quiser. Somos amigos.

Ja que comecei vou continuar essa bagaça...

— E quanto ao que eu contei mais cedo? E quanto ao fato de vocês espionarem minha conversa com o Detetive?

Nesse ponto Fernanda se intrometeu:

— Estavamos preocupados de como seria a reação do Detetive e a SUA.

— Não pareciam tao preocupados na hora de rir da minha cara _ retruquei

— Foi de momento — Ele fez beicinho — não queria te desmerecer... So achei... Diferente...

Perdi a paciência:

— E o que a Melissa achou disso?

Compreensão passou pela face dos dois.

— É sério isso? Você está nos... Acusando?

Notas finais
Vou postar daqui a 5 minutos o próximo!!!! Até lá *3*