Tão Parecidas, Tão Diferentes

5 Capítulo 5 - Sim, nós estamos apaixonados.


Notas iniciais
Voltei. Boa leitura!

Sim, nós estamos apaixonados.

– Manuela On -

– E Então Isa, não era pra você estar na escola ? — Pergunto

– Sim, mas eu vim vou ficar aqui até 11:30.

– O QUE ? NÃO! VOCÊ NÃO PODE, VÃO TE VER! — Exclamo.

– Ai, calma Manuela! Eu sei o que faço, e ninguém vai me ver... Ah, sei que é só amanhã que tem ensaio, mas nós vamos trocar hoje.

– Não! Eu tenho aula!

– Você vai assistir aula. E Depois vamos trocar, simples assim.

– E o que vou ficar fazendo na sua casa, se não tem ensaio ?

– Você vai na casa dos Vaz novamente, ué. Fica lá.

– Mas por que quer trocar, agora ?

– S-simplesmente quero, ué! — Ela gagueja no começo.

– Aham, sei... Mas tá bom... Agora preciso ir, até depois.

– 11:30, na sua igreja, como sempre.

A Primeira aula passou, logo veio a segunda... E Na terceira eu já nem prestava mais atenção. Eu só pensava no Joaquim, naqueles olhos, naquele sorriso... Ai, e agora ? Eu não posso me apaixonar!

– Manuela ? Manuela ? MANUELA! — A Professora chama minha atenção.

– A-ah, o-oi ?

– Você está no mundo da lua... O Que está acontecendo com você ?

– Ela têm ficado mais estranha nesses últimos dias, professora. — Téo.

– O Que ? N-não! Não estou nada. — Confirmo

– Então preste atenção na aula, se não serei obrigada à contar para a Dona Rebeca.

– Pode deixar, professora. — Digo.

Enfim, todas as aulas chegam ao final, e o sinal da saída toca.

– Manu, você vem com a gente ? — Dóris.

– Não, eu vou ali na igreja rapidinho, e já volto.

Vou caminhando apressadamente para a igreja, não podia demorar, se não minha vó iria desconfiar o atraso.

– Temos que ser rápidas, antes que minha vó veja o meu atraso. — Digo ao entrar no banheiro.

– Então vamos logo. — Ela diz enquanto coloca minhas roupas, e eu a dela.

– Olha aqui, você vai para minha casa, e irá almoçar! Em seguida, fala pra Marina que você vai no apartamento dos Vaz.

– Mas ela já sabe dos Vaz ?

– Sim, ela já sabe. Ah, já mandei mensagem pro Damião, melhor ficar ali na frente.

– Ok, vamos.

Enquanto a Isa segue para minha casinha, eu entro no carro antes que o Damião à veja que somos idênticas.

– Vamos logo, estou com fome. — Falo com toda a a educação que posso.

– Pode deixar mini patroa! — Ele diz enquanto dirigi até a casa da Isabela.

Ao chegarmos na mansão Junqueira, eu fui até o quarto da Isa, e vesti uma roupa.

– Como foi a escola ? — Marina pergunta.

– A-ah, foi ótima! Aprendi muito sobre matemática. — Respondo enquanto almoço.

– Fico feliz vendo você, toda dedicada aos estudos.

Ai, tadinha da Marina. Se ela soubesse que a Isa tem uma sósia, ou gêmea... Sei lá.

– Hoje eu vou até o Vilarejo, saber mais sobre a tal Manuela. — Ela diz, fazendo com que eu me engasgo.

– O QUE ? NÃO!

– Por que ? — Ela pergunta.

– Mas não tem ninguém lá com esse nome. — Respondo com cara de medo.

– Isabela... Eu sei que tem uma menina igualzinha a você com esse nome, não precisa ter medo! Pode confiar em mim, se quiser contar alguma coisa sobre ela.

– A-acontece... Que ela não vai estar na casa dela hoje.

– Por que ?

– Porque ela vai ao Haras. — Minto.

– Ah, entendi. Então deixa para outra dia.

– Vou a casa da família Vaz, tá bom ? — Pergunto.

– Aqueles seus novos amigos ?

– Isso! Eles mesmo!

– Tá bom, pode ir! Mas não demora, viu! 16:00 você tem aula de francês.

– Nossa, verdade... Já ia me esquecendo... — Minto novamente. — Bom, até depois.

Damião me levou até a casa dos irmãos Vaz. Só estou com uma dúvida: E se eles não quiserem eu por lá ?

– Pode ir, Damião. Venha me buscar 16:00. — Ordeno que nem a Isa faz.

– Ok. — Ele diz ao sair.

Subo até o Apartamento, e toco a campainha. Alguém me responde.

– QUEM É ? — Uma voz linda sai de lá de dentro, era o Joaquim.

– É A MA...ISABELA! — Corrijo super rapidamente.

– Oi Isa... — Ele diz ao abrir a porta.

– Oi, Joaquim. Posso entrar ?

– Claro, entre! — Ele dá passagem.

– O Que faz aqui ? — Julia.

– B-bom,se quiserem eu posso sair. — Falo.

– Não, pode ficar. Só perguntei. — Ela diz.

– Não vai incomodar ? — Pergunto

– Claro que não. — O Caçula, Felipe.

– Vamos chamar o André. — Joaquim ao abrir a porta.

– Posso ir com você ? — Pergunto.

– P-pode. — Ele responde com cara de quem não entendeu.

Nós dois seguimos até o apartamento de André.

– Por que não para de me encarar ? — Ele pergunta.

– A-ah... — Gaguejo

– Calma, não precisa ficar vermelha.

– Me desculpe, é que aconteceu uma coisa, que não estou entendendo até agora...

– Se quiser falar, sou todo ouvidos.

– Depois eu falo.

– Ok. — Ele diz enquanto toca a campainha.

– Oi Joaquim. — Ele dá uma pausa. — E Isabela...

– Oi. — Respondemos.

– Bom, André quer vir passar à tarde conosco ? — Joaquim

– Claro! — Ele responde. — Só vou avisar minha mãe.

Ele entra para dentro, e logo sai com uma garotinha.

– Minha mãe quer que eu leve ela. — Ele reclama.

– Ai que bonitinha! — Digo ao apertar as bochechas da tal menina.

– Prazer, Lola!

– Ah, prazer fofinha! Sou a Ma... Isabela!

Ai Lasqueira! Quase que falo meu nome novamente... Isso não vai durar muito tempo...

– Bom, vamos ? — André.

– Vamos. — Joaquim.

– Ai, você combina com o Felipe. — Digo para a garotinha, enquanto andávamos.

– Ah não, ele é um chato! Vive pegando na minha mão, mas eu não gosto! — Ela cruza os braços.

– Awn, que fofa! — Digo.

– Manuela Of -

– André On -

– Joaquim, a Isabela está estranha. — Sussurro.

– Está mesmo, ontem ela também estava assim. — Ele sussurra de volta.

– Sério ? Cara, tem hora que ela é muito fria e nervosa... E Agora...

– Tão calma e linda... — Joaquim diz enquanto à olha.

– Ai, Tô até vendo! Já está se apaixonando.

– O Que ? Não!

– Você não me engana.

Ele fica quieto.

Ao chegarmos em seus apartamento, Felipe dá um abraço na minha irmã, que logo reclamo.

Depois eu e o Joaquim começamos a jogar vídeo-game, como sempre.

– André Of -

– Isabela On -

– Manu, posso te dizer uma coisa ? — Téo pergunta.

– Ué, claro. — Digo sorrindo.

– Nesses últimos dias, você têm ficado mais fria e nervosa...

– NÃO! — Respondo ríspida.

– Calma, eu não terminei... Mas além disso, é que... Eu tô até que gostando desse seu jeito meio agressivo. — Ele diz me deixando com um "O" na boca.

– A-ah. Mas tipo, como amigo, n-né ? — Gaguejo.

– É... Como amigo... — Ele diz com tristeza na voz.

– Oi Manu, Oi Téo! — Mateus e Dóris juntos.

– Oi. — Respondemos juntos.

– O Pedro, falou que se nós quisermos podemos dar banho no Manteiguinha! — Dóris.

– Ah, mas que legal. — Digo sem ânimo.

– Ah, vai Manu. Você sempre gostou. Vai ser divertido.

– Tudo bem... — Me levanto pegando Téo pelo braço.

– Isabela Of -

– Joaquim On -

Aproveito que estou só eu e a Manuela na cozinha, e lhe peço uma coisa.

– Me diz que o ia falar antes.

– A-ah... É Que...

– Pode confiar em mim. Não digo à ninguém.

– Eu ando sentindo algo estranho quando estou perto de você. Algo que nunca senti antes... Minhas mãos começam a suar. — Ela fala e mostra suas mãos, que por sinal, estavam suadas. — E Também sinto arrepios por dentro.

– Engraçado que sinto a mesma coisa... — Digo

Notas finais
Não ficou grande, mas é pq dei atenção hoje à fanfic "Carrossel - Aventura Jovem" prometo que amanhã será maior. Comentem!