Notas iniciais
Desculpa a demora amores, é pq minha amiga estava aqui, só q ela ficou doente ai tive que ir com ela ao médico. Consegui concluir uma cena hot, minha primeira cena hot que eu publico, espero que gostem. Divirtam-se

– Fala sério que você veio até aqui com ele. – Joy nos recepciona de mau humor.

– Você é a garota que dormiu com o Synyster. – comenta Shads.

– Meu nome é Joy e não “a garota que dormiu com Synyster”, ok? – reclama ela. Eu a pego pelo braço, peço desculpas ao Matt.

– O que deu em você garota? – reclamo com ela fechando a porta da cozinha.

– Sei que transei com ele, mas parem de ficar me lembrando.

– Foi tão ruim assim transar com ele?

– O quê? Não. Ele é ótimo na cama, tipo, bom mesmo.

– Então qual o problema?

– Saber que foi ele. Você sabe que repudio essas pessoas que são doidas para ir para cama com seus ídolos. Quando te conheci isso foi relevado, mas agora me tornei uma dessas pessoas.

– Mas Synyster não é um de seus ídolos.

– É lógico que ele é! Ele toca muito bem, não só a guitarra... – diz ela.

– Por que você nunca me disse? – pergunto reclamando com ela.

– Porque gosto de implicar com as pessoas, quando você me disse que era super fã do Avenged, achei meu motivo para implicar com você.

– Mas você gostou de dormir com ele? – insisto.

– Já disse que sim. Mas foi só uma vez, para nunca mais.

– Essas palavras são suas ou dele? – pergunto.

– Han? Dos dois. – pode até ser verdade, mas sinto que ela ainda quer mais.

Só vou fazer isso porque ela é minha amiga, mas honestamente, espero que ela diga não que ela recuse, não gosto de dividir.

– Você... Você não quer... – ok, respiro fundo. – Você não quer ir comigo não? – recusa, recusa, recusa!

– Como é? Ir com você para a casa do Avenged? Não. – responde ela e eu solto a respiração.

– Se mudar de ideia sabe onde me encontrar. – não mude!

– Não vou mudar. Divirta-se lá. – fala ela e eu saio da cozinha aliviada.

– E ai? – pergunta-me Matt.

– Vou fazer minha mala. Quer vir? Ou prefere ficar ai na sala? – pergunto, ele olha para Joy e decide me seguir. Eu fico rindo com isso.

Entramos no meu quarto, estava a mesma bagunça que deixei quando estava escolhendo a roupa para a balada. Tudo bem. Shads pode lidar com uma baguncinha...

– Onde você guarda as malas? – pergunta ele ignorando a zorra que estava o meu quarto.

– Em cima do guarda roupa. – digo e recolho uma calcinha de renda que estava na minha cama.

– Nem tente esconder. – ele a toma da minha mão. – Sexy. Gostei. – ele beija meu pescoço e vai me deitando na minha cama.

– Shads, tenho que arrumar minhas coisas. Vamos ter muito tempo para isso. – digo.

– Estou apenas cobrando, você já me disse isso hoje. – ele pega meu seio e alisa.

– Ain, Matt! – digo. Ele abaixa um pouco minha camisa e beija acima do meu peito. Começo a tirar a camisa dele.

– Nicky! Olha quem veio nos visitar. – fala Joy abrindo a porta, eu largo Matt automaticamente e me recomponho, segundos antes do meu sobrinho entrar correndo e se jogar em cima de mim me dando um abraço.

– Meu amor! – digo e o abraço também.

Matt se encosta no armário e pergunta incrédulo:

– Seu... seu filho?

– O quê? – pergunto rindo. – Não. – bagunço os cabelos do Mathias. – É meu sobrinho.

– Caraca é o Matt Shadows! – diz Mathias.

– E você se chama...? – pergunta Matt bagunçando o cabelo dele também.

– Mathias. Cara sou teu fã! Seu grito em Gunslinger. Tipo super irado. ‘Cause with all these things we do, it don’t matter when I’m coming home to… – Mathias pega ar e grita: – Yooooouuuu

– Tá bom Mathias, não queremos assustar o Matt. – falo rindo.

– Que assustar, já pensou em ser cantor Mathias?

– Humrum, quando eu crescer vou ser de uma banda de rock tão famosa quanto a sua, eles vão gritar Mathias... Mathias...

– Quem te trouxe meu anjo? – pergunto.

– Mamãe mas ela estava apressada, disse que em meia hora viria me buscar. – ele responde ainda olhando para o Matt. – Sabia que meu nome ia ser Matt? Titia que sugeriu, mas mamãe disse que não ia colocar nome de rockeiro no filho dela, mas tia Nicky insistiu tanto que ela colocou Mathias, não é Matthew, mas chega perto né?

Mathias continua tagarelando com o Matt e eu aproveito para fazer minhas malas, mas quando vejo estou no chão rolando com Mathias e Matt, estávamos rindo muito. Ouço o telefone tocar e eu e Mathias gritamos:

– Joy! O telefone! – uns segundos depois ela entra no quarto dizendo:

– Sua mãe chegou Mathias.

– Ela não vai subir? – pergunto.

– Não, ela disse que já estava atrasada. – responde Joy.

– Poxa! Manda ela ir embora! Eu quero ficar com o tio Matt.

– Querido, não estamos namorando. – digo.

– Não? Eu ainda vou ver o Matt? – pergunta ele.

– Claro que vai garoto, qualquer dia te pego para tomarmos sorvete. – diz Matt bagunçando ainda mais o cabelo do meu sobrinho.

– Beleza então. Meus amigos nem vão acreditar! – Mathias fala saindo do quarto rindo.

– Ele tem que idade? – pergunta Matt com um sorriso no rosto.

– Parece ter uns dez não é? – digo. – Ele tem sete.

– Só?

– Só. Eu não conhecia esse seu lado fraternal.

– Tem muitos lados meus que você ainda não conhece, se prepare porque vou te surpreender.

Volto as minhas malas, Matt vai me ajudando, ele abre minha gaveta de lingerie, quando percebo é tarde demais ele já está segurando uma lingerie vermelha.

– Você tem que levar essa. – diz Matt segurando a lingerie. – Aliás... – ele me entrega a vermelha e pega mais e mais. – Você tem que levar todas essas! Uou!

– Pare de cavoucar minha gaveta! – fico na frente dele e fecho a gaveta. – Como poderei te surpreender com você vendo todas as minhas armas? – reclamo.

– Tudo bem! Eu me rendo. – ele se deita na minha cama.

– Me espera ai que vou tomar um banho e já volto.

– Não quer companhia não?

– Bem que eu quero, mas preciso de um tempo sozinha para processar tudo o que está acontecendo.

– Tudo bem, eu te esperarei aqui.

– E sem ficar fuçando minhas coisas ok? – falo.

– Isso eu já não prometo.

– Seu merda. – dou uma tapa em seu ombro, pego minha roupa e entro no banheiro.

– Pelo menos se troca aqui! – ele suplica, eu ignoro e sorrio.

Termino o banho, e saio com o Matt, de volta para a mansão Sevenfold. Mal posso acreditar que vou mesmo voltar para lá!

– Caralho velho! Você conseguiu ficar ainda mais gostosa com essa roupas! – o gordo nos recepciona.

– Obrigada Zacky

– Uou! – fala o anão segurando um copo de sei lá o quê.

– Cê ta tomando o que? – pergunto enquanto Matt sobe com minhas malas.

– Uma batida que eu fiz. Cê quer? – pergunta Johnny.

– Claro.

– Vem comigo. – Johnny entra na cozinha.

– Gates que vai gostar da sua roupa, ele ta tomando banho, mas jájá ele desce. – comenta Zacky.

Sigo o anão entrando na cozinha. Ele me pega e me imprensa contra a porta, levanta uma de minhas pernas com uma pegada firme, e encosta seus lábios nos meus. O beijo dele é rápido e marcante, sinto gosto de vodka. Caralho que pegada que o anão tem!

– De onde veio isso. – Johnny aperta minha coxa e beija meu pescoço. – Ainda tem muito mais. – ele sobre seus lábios para minha orelha. Eu viro o rosto para beijá-lo novamente, mas somos interrompidos.

– Obrigado por ir preparando-a. – fala Syn. – Mas tenho uma promessa para honrar. – Syn puxa meu braço e me tira de Johnny.

– Pode ir com ela Gates. Quem ri por último ri melhor. Ou mais gostoso. – fala Johnny.

– Tá me desafiando ô anão? Ela vai preferir transar comigo, é melhor que com um anão.

– Conhece a regra não é? – pergunta Johnny e faz um L deitado com o indicador e o polegar. – Quanto menor o cara maior a...

– Isso ela descobre sozinha. – fala Syn, eu acho que eles estavam brincando.

– É o que pretendo. – escapo dos braços de Gates e beijo o Johnny mais uma vez antes de sair da cozinha.

Syn me conduz para o seu quarto, tranca a porta atrás de si e me diz deitando-se no colchão (que estava no chão, não numa cama):

– Surpreenda-me.

Eu tiro minha jaqueta, depois minha blusa, chego perto dele para que ele possa alisar meus peitos, mas quando ele vai fazer isso me afasto e tiro a saia. Estava usando um sutiã e uma calcinha preta de rendinhas, Syn se senta e faz sinal de aprovação. Viro de costas e tiro meu sutiã, fico de frente para ele segurando os peitos, ele morde seu lábio, empurro-o com o meu salto, fazendo-o se deitar, depois me sento em cima dele (nenhum beijo ainda), ele pega meus peitos com suas mãos e brinca com eles, eu tiro a camisa dele e vou beijando cada parte que fica despida, ele levanta os braços e termino com a camisa dele, ainda sem beijá-lo na boca, beijo ainda mais seu peitoral, depois subo e fico beijando o pescoço dele, com bastante calma e sensualidade, mordo de leve seu pescoço, já começo a sentir sinal de vida lá em baixo, em Gates Junior.

Ele inverte a posição ficando em cima de mim. Com uma das mãos, ele prende as minhas em cima da minha cabeça e me beija com ferocidade, como se precisasse daquele beijo para sobreviver, não demora e ele para de me beijar já arfando, ele morde minha bochecha, depois beija meu pescoço, depois meus seios, com a mão livre ele junta os dois e passa a língua nos mamilos, me deixando excitada. Ele solta meus peitos – só os peitos, minhas mãos ainda estão presas –, e usa sua mão livre para alisar minha intimidade por cima da calcinha. Ele continua nisso, me beijando e me alisando, eu deixo escapar um gemido.

– Já? Nem chegou na melhor parte ainda. – fala Gates.

– Foi só um gemido Gates.

Ele solta minhas mãos e agarra meus peitos com suas duas mãos, ele aperta de leve e lambe mais um pouco, eu bagunço o cabelo dele e me sento, ele larga meus peitos e me beija ferozmente de novo. Ficamos ajoelhados nos beijando, ele põe as duas mãos na minha cintura depois escorrega uma delas para minha bunda – por baixo da calcinha – e fica apertando, a outra mão sobe e agarra meu cabelo, inclinando-me para trás. Eu aliso seu peitoral e desço minha mão para sua calça, abro o zíper e aliso Gates Junior, o que só o deixa ainda mais excitado, eu deito por cima dele e termino de tirar a calça dele, mordo a ponta da cueca box preta dele e tiro com a ajuda das mãos. Não resisto mais e faço um oral nele, que só geme mais e mais.

Ele nos inverte outra vez e pega a camisinha, eu tomo da mão dele e eu mesma coloco a camisinha nele. Ele me deita e começa a me penetrar, sempre com velocidade, ele não estava tendo auto controle para me provocar, estava excitado demais para isso. Ele me dá altas estocadas e ambos gememos repetidamente, eu nos viro e começo a cavalgar nele, quando canso fico só rebolando, o que parece deixá-lo ainda mais excitado, ele geme mais alto, depois solta um:

– Aaaaah.

Do mesmo jeito que estava, apenas deito.

– Ainda aguento mais uma posição. – diz ele.

– Mas você não...

– Sim, mas estou com tesão de mais para acabarmos aqui.

Ele se senta ainda comigo no colo, me abraça e começa a subir e descer com o quadril, fico com ainda mais tesão, resolvo ajudar ele e pulo mais um pouco. Ele estava me deixando louca, arranho as costas dele de prazer. Ambos gememos alto, ele solta outro “aaaaah” e cai para trás levando-me junto.

– Uou. – digo.

– Caralho garota. – fala Syn e nos gira novamente, tirando Gates Junior de dentro de mim, ele beija meu pescoço.

– Ainda não cansou? – pergunto adorando os beijos dele.

– Quero retribuir o favor.

Ele beija meu pescoço, meu ombro, depois desce e beija meus peitos, desce mais e é a vez da minha barriga, meu umbigo, até – finalmente – chegar . Ele põe as mãos nas minhas coxas, impedindo-me de reagir e ficando no controle, depois lambe, chupa e mordisca minha intimidade. Foi a gota d’água, minha vez de soltar um:

– Aaaaah!

– Agora sim!

Syn lambe os beiços e deita-se do meu lado. Ele me beija, nem ligo se é meio nojento depois do que ele acabou de fazer, eu apenas retribuo o beijo, dessa vez foi mais calmo, sem tanta intensidade. Ambos já tínhamos suprido nossa necessidade.

Notas finais
E ai? O que acharam? A cena hot ficou legal? Preciso melhorar mais alguma coisa?