Syn A Milanesa Ou Matt Ao Molho Shoyu?
8 Jesus Christ
Notas iniciais
Pego na mão do Johnny e o levo para meu quarto.
– Se deu bem hein anão? – Syn comenta.
– Você já tem uma boa ideia disso. – digo subindo as escadas.
Entramos no meu quarto e eu fecho a porta, Johnny me agarra e me dá um super beijo.
– Gostei da sua atitude de ter me trazido até aqui, mas deixe comigo agora. – diz Johnny.
Eu cedo, vamos ver se ele sabe mesmo provocar como a Lacey disse. Ele tira minha jaqueta de couro alisando meu braço, depois abaixa uma das alças da minha blusa e beija meu ombro, ele abaixa a outra alça e mordisca meu ombro.
– Se entregue. – ele geme em meu ouvido. – Feche os olhos.
Eu fecho sem nem pensar duas vezes, ele tira minha blusa alisando-me. Pude ouvir um sorriso, vejo que ele gostou da minha lingerie. Ele passa suas mãos firmes em minha cintura, chegando na calça ele a abaixa um pouco antes de desabotoar e abrir o zíper, assim que ele a tirou ele beijou abaixo do meu umbigo, aquele beijo com a boca aberta sabe? Bem gostoso. Ele se levantou colado a mim e gemeu em minha orelha:
– Sinta.
Ele beijou do mesmo jeito meu pescoço, depois passou para meus ombros, ele me virou de costas, tirou meus cabelos do ombro e – colado a mim – beijou minha nuca. Suas mãos percorriam lentamente meu corpo, me acariciando, depois as duas encontraram meus peitos, ele os alisou – por cima do sutiã mesmo – e foi descendo sua mão pesadamente até minha intimidade, ele só passou a mão mesmo. Ele não estava mais colado a mim, tinha se abaixado – eu acho – e estava alisando minhas pernas, minhas coxas ele subia as mãos até minha virilha e depois descia novamente, apertando levemente cada parte. Me arrepiei ao sentir ele beijando a parte de trás da minha coxa, ele mordeu levemente minha bunda depois disso, ele me abraçou pela cintura e ficou beijando minha coxa, depois – ainda atrás de mim – beijou minha barriga, depois as costas, ele parou no sutiã e pude perceber que ele estava de pé novamente. Ele desatacou meu sutiã e ficou brincando com meus peitos.
– Não abra os olhos ainda, concentre-se nas sensações. – disse-me ele.
E que sensações viu? Aiai, o anão realmente sabe o que faz. Ele alisou meus peitos, apertou os dois moderadamente, depois ficou contornando o bico, mais uma apertada leve. Ele tava me deixando louca. Ele veio para minha frente e deu ainda mais atenção aos meus peitos, enquanto ele lambia um ele alisava o outro. Johnny fazia movimentos circulares com a língua, lambia e chupava. Passei a mão em seu corpo e tirei a camisa dele. Ele pegou minha bunda – que pegada! – e colou a mim, ele beijou meus lábios depois mordeu minha orelha.
– Gosta disso? – perguntou ele despejando beijos em meu pescoço.
Respondi alisando o volume em suas calças, ele me deitou na cama e puxou a cinta liga em minha coxa, com a boca – sim eu já estava com os olhos abertos – depois subiu com seus beijos para minha calcinha, a qual foi tirando devagarzinho. Calcinha fora da jogada, Johnny dentro. Ele começou a me lamber lentamente, explorando, vendo onde suas lambidas faziam mais efeito, quando encontrou o lugar ele caprichou. Johnny me lambia lentamente e fazia sucções. Ele nem me penetrou ainda e eu já ia ter meu primeiro orgasmo na noite. Eu segurava sua cabeça, mexendo em seus cabelos.
– Aaaaah. – gemo.
Johnny sorri e tira sua calça, eu ainda fico na cama curtindo meu orgasmo, ele anda até a escrivaninha e pega a camisinha, ele mesmo a coloca, chegando perto de mim ele me faz ficar de joelhos na cama e vem para trás de mim ficando de joelhos também. Ele dá tapas na minha bunda antes de ficar roçando Christ Junior na minha intimidade, me provocando ainda mais.
– Anda logo Johnny! – digo impaciente, ele tá me provocando demais, ora merda.
– Calma gostosa. A pressa é inimiga da perfeição. – fala ele rindo.
– Não quero perfeição, quero penetração. Percebeu a diferença?
Ele responde me penetrando, ele fica brincando com meus peitos e beijando minha nuca enquanto me penetra lentamente, explorando-me. Ele me penetra até o fim, devagar, me deixando ainda mais excitada, sua mão sobe para meu pescoço, e fica apertando-o devagar, seus dedos sobem para meu queixo e ele fica alisando minha boca. Ele morde minha orelha e vai aumentando a velocidade, ele vira minha cabeça para o lado e fica gemendo nos meus lábios. Caralho como ele é bom! A velocidade aumenta, mas a posição não ajuda, então ele alisa minhas costas e me pressiona lentamente para baixo, fazendo-me ficar de quatro. Com uma mão ele segura meus cabelos e com a outra minha cintura, e a velocidade das estocadas aumentando, junto com o nosso prazer, suas duas mãos pousam na minha cintura para ele poder ter mais apoio ao me penetrar. Ele vez por outra dava tapas em minha bunda, eu gemia cada vez mais, ele foi diminuindo a velocidade e aumentando a força.
– Aaaaah. – Johnny gemeu.
Ainda me deu umas estocadas antes de parar e se deitar em cima de mim, eu ainda me virei de frente para ele e girei-o da cama, ficando em cima dele. Dei umas reboladas em cima de Christ Junior e uns pulos, Johnny estava gostando, então cai para trás – ainda com ele dentro de mim – para conseguir apoio para mais uns pulinhos em seu membro, ele gemia e alisava minhas coxas. Um pouco depois ele se sentou, e depois ainda ficou por cima de mim controlando o movimento, eu bagunçava seus cabelos e arranhava suas costas. Ok, outro orgasmo. Johnny saiu de cima de mim e deitou-se ao meu lado, fiquei beijando seu corpo e retribui o favorzinho fazendo um oral nele. Ele não parava de gemer, quando terminei o trabalho me deitei na cama. Não pude deixar de pensar no fato da Lacey estar certa, o Johnny sabe provocar uma mulher.
– Aposto que fui melhor que o Zacky. – ele fica se gabando, eu sorrio.
– Você nunca vai saber. – respondo simplesmente. – Como é esse seu lance com a Lacey? – pergunto.
– Nós somos namorados, mas eu vivo em turnês e fico um bom tempo sem vê-la, então concordamos que podíamos transar com outras pessoas.
– Você que deu a ideia?
– Por incrível que pareça não. Partiu dela, eu fui contra isso no começo, mas ela insistiu, e ela sabe como convencer as pessoas.
– Isso é verdade. – digo rindo. – Tome cuidado para não perder ela.
– Por quê? Ela te disse alguma coisa? – Johnny ficou preocupadíssimo.
– Não não. – tranquilizei-o. – É só que ela é uma ótima pessoa, você tem sorte de ter ela. – olhei-o nos olhos.
– Que maneira delicada de dizer que não vamos mais transar. – Johnny disse.
– O quê? Eu não disse isso.
– Mas ta me empurrando de volta para Lacey.
– Não estou te empurrando para ela, vocês namoram, ela gosta de você e você dela. Estou só comentando que ela é uma boa pessoa. – defendo-me.
– Não precisa ficar na defensiva. Você já matou o seu desejo de ter meu corpo nu.
– O meu desejo? Mas e quanto ao seu desejo?
– O meu? Não tenho isso. – ele sorri.
– Idiota.
– Mas uma coisa eu sei.
– O quê Johnny? – pergunto.
– Eu manjo das putaria (créditos a FuckYeahVengeance). – ele abre o maior sorrisão.
– Ridículo. – eu fico rindo.
– Que foi? Eu manjo mermo.
– Convencido. – digo.
– Não precisa me elogiar, seus gemidos já falaram por você. Te dei quantos orgasmos mesmo?
– Vai te fuder seu anão safado. – eu rio.
– Esse anão aqui – ele sobe em cima de mim. – sabe o que faz. – Johnny lambe meu rosto.
– Eca Johnny. – reclamo. – Sai de cima de mim vai.
– Você está rejeitando este corpinho delicioso?
– Corpinho mesmo.
– A parte importante não é no diminutivo.
– Convencido. – repito.
– Você chama de convencido e eu de realista. – ele sai de cima de mim. – Estou com fome. Quer comer?
– Quero. – digo vestindo minha lingerie outra vez e procurando o resto das minhas roupas.
– O que você pensa que está fazendo? – Johnny pergunta.
– Procurando minha roupa. – digo.
– Nada disso, você transou comigo então vai usar a minha blusa
– Tudo bem, mas por quê isso?
– Porque gosto de ver as mulheres que transo usando minha roupa, é sexy.
– Feliz agora? – pergunto assim que boto sua blusa.
– Quase. – ele começa a procurar algo pelo quarto.
– Que foi Johnny?
– Já que você recolocou sua lingerie, acho justo que você a vista completa. – ele pega minha cinta liga e se ajoelha. – Permite-me?
– A vontade. – digo colocando minha perna em seu joelho.
Ele passa a cinta liga pelos meus pés e vai colocando em mim enquanto beija minha perna e coxa. Ele levanta, se cola a mim e beija meu pescoço.
– Quer mais do Johnny né? – pergunta ele. – Depois do jantar, talvez você ganhe.
– Ah é? – pergunto. – E talvez você não. Porque como você mesmo disse, eu já saciei o meu desejo de Johnny.
– Ah é? Mas se o Johnny resolver te seduzir você não vai resistir.
– Isso é o que nós vamos ver. – digo e o empurro.
Descemos as escadas e todos ainda estão na sala rindo muito e bebendo, provavelmente já estão bêbados.
– E ai galera? O que é que tem para comer? – pergunto.
– Nicole aos quatro queijos. – Zacky fala e dá uma gargalhada.
– Qual é mermão? – fala Matt com a voz arrastada – Todo mundo sabe que Nicole a parmegiana é mais gostoso. – ele também dá uma gargalhada.
– Tudo bem. Eu me viro. – é, eles estão bêbados.
– Ae Johnny, finalmente comeu a Nicole! – Brian comenta e (tenta) apertar a mão do anão.
– Vem John. – digo salvando-o daquele projeto de aperto de mãos.
– Eu ainda não... – Syn ia reclamar, mas desistiu.
– Gena! – Zacky grita. – Me traz outro copo de vodca! Pura viu mulher?
– Ô Zacky. – digo. – A Gena não está aqui.
– Tá não? – ele pergunta. –Então me traz você um copo de whisky.
– Mas não era vodca? – pergunto rindo.
– Qualquer bebida, já to doidão mesmo.
– Já ta bom de bebida. – Johnny disse.
– Tava demorando! – Syn reclama.
– Concordo com o Johnny. – digo. – Vai cuidando do Syn que dou um jeito nos outros.
– Não sou boiola. Você – Brian me apontou um dedo. – vai cuidar de mim, não ele. – ele apontou para o Matt e eu ri.
– Tá Syn tudo bem. –digo e mando o Johnny cuidar do Zacky. – Espera aqui ta certo?
– Tá certo. – Syn fala e se recosta no sofá;
– Vem comigo Matt. – chamo.
Ele se levanta cambaleando e vem até mim, Shads se apóia pesadamente em mim, eu fraquejo – afinal ele é um mostro perto de mim–, mas consigo ficar firme segurando ele. Subimos as escadas eu e ele, ele se apoiava tanto em mim quanto no corrimão, eu estava morrendo de medo dele escorregar e sair rolando escada abaixo, mas – felizmente – isso não aconteceu. Levo o Matt para seu quarto, vou deitá-lo na cama e acabo caindo junto com ele. Shadows me prende em seus braços como se eu fosse seu ursinho de pelúcia, eu escapo de seu abraço.
– Ei. – reclama ele me procurando no espaço vazio entre seus braços, me fazendo rir. – Não vai! Fica aqui comigo. – ele tava falando arrastando as palavras, tava engraçado de se ver.
– Eu vou ficar meu amor, só vou ali rapidinho. – minto.
– Volta logo porque eu – ele soluça. – gosto de tu pra caralho. Quero muito tu aqui comigo, tu me faz bem.
Saio de seu quarto super contente com sua declaração, mas trato logo de me desiludir porque tem bêbados que ficam muito afetivos, pelo visto Matt era um desses. Desço novamente já me preparando para rebocar outro bêbado, mas fico feliz quando vejo que Syn dormiu no sofá, Johnny desce.
– O Zacky já está na cama. Pelo visto escapamos do Synyster. – fala Johnny.
– Pois é. Vem, vamos comer antes que o Gates acorde. – digo.
– Que tal um sanduba? – Johnny sugere.
– Boa idéia.
Entramos na cozinha e separamos os ingredientes, tomate, alface, hambúrguer, catchup e coisas do tipo. Colocamos tudo na bancada, o celular do anão começa a tocar.
– Oi minha linda. – Johnny atende, pelo visto era Lacey. – O quê? – ele escuta mais um pouco. – A Nicky? – mais uma pausa. – Sim, está aqui, vou passar. – ele estica o celular para mim.
– Lacey quer falar o que comigo? – pergunto pegando o aparelho.
– Não sei.
– Diz ae Lacey. – falo.
– E ai? Rolou? – ela me pergunta, eu sorrio, Johnny fica curioso.
– Humrum. – respondo.
– Viu que eu não tava enfeitando nada? Que nosso anão é mesmo bom de cama?
– E como vi. Caralho mirmã você é muito sortuda.
– Somos sortudas. – ela corrige. – A menos que você esteja planejando me tirar da jogada. Porque se tiver o pau vai comer solto. – ela brinca. Porém meu lema é: toda brincadeira tem um fundo de verdade, e acho que Lacey está usando de meu lema.
– Não gata, não vou te tirar de nada.
– Então você não quer mais transar com nosso anão? É isso?
– Querer eu quero, porque o sexo dele puta que pariu, é uma delícia. – digo e Johnny abre o maior sorrisão, se achando. – Mas é que fico meio assim de continuar nisso, quer dizer, ele namora você. Se fosse um caso de turnê e tal eu relevava, mas não é.
– Mas...
– Uma coisa é você saber que o Johnny transa com outras quando está fora, outra coisa é você conhecer essa outra e acabar nos flagrando juntos. Não acho que você vá gostar de dividir o anão mesmo com ele em casa.
– Isso é um pouco demais até para mim. E não curto ménage.
– Mas eu curto. – Johnny estava bem próximo de mim e deve ter ouvido né? Para falar isso.
– Mas não rola. – dissemos eu e Lacey em uníssono.
– Tá no viva voz é? – Lacey pergunta.
– Não, é que o Johnny é curioso demais e tava com o ouvido do outro lado do celular.
– Mas o celular é meu! – Johnny se defende.
– Isso não é desculpa, mas deixa para lá, põe no viva voz logo que é melhor. – Lacey fala.
– Pronto. – digo.
– Amor? – ela pergunta.
– Oi. – Johnny responde.
– Nicky está certa, não quero ter que te dividir fora das turnês não. Nada contra você viu Nicky?
– Relaxe Lacey. – respondo.
– Você já curtiu ela, ela já te curtiu. Você acha que pode ser fiel a mim enquanto estiver em casa? – ela pergunta.
– Prometo não pegar mais a Nicky, vai ser difícil, mas eu consigo. – eu dei um sorriso. – Mas... – ele hesita. – posso tirar umas casquinhas de vez em quando não posso?
– Pode, não posso te tirar esse mau hábito que eu mesma coloquei. – Lacey ri. – Moderadamente viu mocinho?
– Sim senhora. –Johnny ri.
– Relaxe viu gata? Que comigo ele vai aprender a ter rédeas, não vai poder se aproveitar tanto assim não.
– Mas caso vocês estejam afim de transar sem compromisso, divirtam-se. Posso não te conhecer a tanto tempo, mas confio em você, sei que você não vai me roubar meu projeto de homem. – Lacey ri. – Agora tchau viu gente? Tenho umas coisas para fazer por aqui.
Lacey desliga a ligação.
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